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Eu voto no estado de S. Paulo. Se votasse no RJ eu votaria Nulo.
O tal do Paes é um demente. Nem vale a pena comentar.
O Gabeira, pela sua história passada (linda) e sua decadência atual, vale a pena comentar.
O Gabeira foi um dos articuladores da eleição do Severino Cavalcanti. Sim, foi um dos que o apoiaram. Depois, quando o Severino já estava se afogando, ajudou a derrubar.
"Fernando Gabeira, sub-relator da CPI dos sanguessugas (a que apurava a máfia de compras de ambulâncias superfaturadas), demonstrou não estar muito preocupado com a corrupção, quando ela incriminava membros aliados. O depoimento do Juiz Federal Julier Sebastião Rocha (MT) acusou o Senador Antero Paes de Barros (PSDB), de ter recebido recursos irregulares de João Arcanjo, condenado a 37 anos por crimes de lavagem de dinheiro e tráfico de drogas, mas no relatório, Gabeira inocenta o senador. Pegou tão mal que uma semana depois, Gabeira se retrata em seu site, mas Antero já tinha se beneficiado. Pouco depois, Gabeira é capa da revista Veja, como guardião da ética na política brasileira. Mas que ética?"
Aliás, o Fernando Gabeira foi um dos que ajudaram atirar o nome do SERRA do relatório. Apesar de mais de 80% das ambulâncias terem sido compradas no governo FHC.
Esta atuação dele me decepcionou muito.
O Gabeira também votou várias vezes junto com os ruralistas nos projetos mais atrasados. "Gabeira votou favoravelmente à lei que atenua a punição dos latifundiários que mantêm empregados em regime degradante de semi-escravidão".
Eu sempre coloquei aqui que não entendo porque ruralistas sérios, que não escravizam pessoas e nem roubam terras públicas, se aliam à escória do setor - grileiros de terra e escravagistas (Outro dia mais de 100 escravos foram libertados, em mais uma ação do governo federal e do ministério público).
Eu entendo a aliança entre estes ruralistas atrasados e devastadores da natureza com a imprensa conservadora. Um protege os ganhos e a impunidade dos outros. NUNCA ENTENDI PORQUE O GABEIRA PASSOU A CAMINHAR JUNTO COM ESTAS PESSOAS E COMPARTILHAR DE APOIO POLÍTICO MÚTUO.
Há vários outros motivos, porém os que coloquei acima bastam.
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domingo, 12 de outubro de 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
Transporte alternativo emagrece
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Quer emagrecer?
Foi feito um estudo que demonstrou que existe uma relação direta entre o grau de obesidade das pessoas e uso do carro como meio de transporte.
É algo óbvio. A pessoa que pedala ou caminha gasta mais calorias, fica mais satisfeita e tem menos compulsão por comida.
Aquela pessoa que usa o carro para tudo, até para ir na padaria da esquina, gasta pouquíssimas calorias e ainda está mais sujeita a compulsão alimentar.
Observem que a Dinamarca e a Suíça, países riquíssimos, onde mais gente usa transporte NÃO individual, é onde há menos obesidade.
Um dos grandes problemas da obesidade é que cai brutalmente a qualidade de vida destas pessoas. Esta insatisfação ajuda a aumentar o nível de consumo impulsivo e desnecessário.
Conheça o site: Transportation alternatives
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Quer emagrecer?
Foi feito um estudo que demonstrou que existe uma relação direta entre o grau de obesidade das pessoas e uso do carro como meio de transporte.
É algo óbvio. A pessoa que pedala ou caminha gasta mais calorias, fica mais satisfeita e tem menos compulsão por comida.
Aquela pessoa que usa o carro para tudo, até para ir na padaria da esquina, gasta pouquíssimas calorias e ainda está mais sujeita a compulsão alimentar.
Observem que a Dinamarca e a Suíça, países riquíssimos, onde mais gente usa transporte NÃO individual, é onde há menos obesidade.
Um dos grandes problemas da obesidade é que cai brutalmente a qualidade de vida destas pessoas. Esta insatisfação ajuda a aumentar o nível de consumo impulsivo e desnecessário.
Conheça o site: Transportation alternatives
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obesidade,
transporte
Boi pirata: o negativismo da imprensa conservadora
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Quando o atual ministro do meio-ambiente resolveu confiscar os bois que são criados ilegalmente dentro das reservas ecológicas a imprensa e seus representantes chamaram a ação de pirotecnia.
Naturalmente, a intenção era desqualificar uma ação que contrariava o interesse de grandes grileiros de terra.
Desqualificar com que intenção? Com a intenção de ficar tudo por isto mesmo.
Houve um primeiro confisco de gado. Milhares foram confiscados, gerando um prejuízo muito grande aos bandidos donos dos bois.
A imprensa ficou fazendo troça das dificuldades de venda dos bois. Sempre o negativismo.
É natural que em uma ação pioneira haja dificuldades. É a primeira vez. Muito aprendizado estava acontecendo.
O objetivo central foi atingido. A dor no bolso do destruidor/invasor de áreas de preservação aconteceu. Vários outros ficaram com medo de acontecer com eles também. Ou seja, inibiu crimes como este por todo o Brasil.
Mas, o negativismo da imprensa quiz reduzir todo este esforço apenas a "pirotecnia".
Tão logo os bois foram vendidos, sumiu do noticiário.
Sumiu do noticiário todas as ações que foram e continuam sendo tomadas contra os invasores de reservas ecológicas.
O ministério público federal está atuando em conjunto com o ministério. O que é bom.
Este tipo de ação está mostrando eficiente para inibir PARTE do problema.
Ela está tendo CONTINUIDADE.
Existe muito o que fazer para proteger nossas reservas ecológicas. Uma dessas ações é o confisco de propriedades de quem quem invade estas reservas.
isto é bom para mim. É bom para você. É bom para o Brasil.
Leia abaixo:
Ministério Público quer mais um leilão de bois piratas
Da Agência Safras
Quase dois meses depois do primeiro leilão do boi pirata, rebanho apreendido em junho na Estação Ecológica da Terra do Meio, no Pará, o MPF - Ministério Público Federal, no estado pediu à Justiça um levantamento de quantas cabeças de gado ainda estão na unidade de conservação. O prazo determinado pela Justiça para que todos os proprietários Retirassem os rebanhos da área de preservação venceu em setembro.
De acordo com o Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, antes da Operação Boi Pirata, cerca de 40 mil cabeças de gado ilegais eram criadas em 14 propriedades na Terra do Meio. O MPF pede que, caso a ordem judicial não tenha sido cumprida, a Justiça determine a apreensão imediata e um novo leilão para venda do rebanho irregular.
De acordo com o procurador da República em Altamira (PA), Alan Rogério Mansur Silva, pelo menos 10 mil cabeças ainda podem estar na unidade de conservação. Na recomendação, o MPF indica que o levantamento deverá ser feito pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, responsável pela gestão da estação ecológica.
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Quando o atual ministro do meio-ambiente resolveu confiscar os bois que são criados ilegalmente dentro das reservas ecológicas a imprensa e seus representantes chamaram a ação de pirotecnia.
Naturalmente, a intenção era desqualificar uma ação que contrariava o interesse de grandes grileiros de terra.
Desqualificar com que intenção? Com a intenção de ficar tudo por isto mesmo.
Houve um primeiro confisco de gado. Milhares foram confiscados, gerando um prejuízo muito grande aos bandidos donos dos bois.
A imprensa ficou fazendo troça das dificuldades de venda dos bois. Sempre o negativismo.
É natural que em uma ação pioneira haja dificuldades. É a primeira vez. Muito aprendizado estava acontecendo.
O objetivo central foi atingido. A dor no bolso do destruidor/invasor de áreas de preservação aconteceu. Vários outros ficaram com medo de acontecer com eles também. Ou seja, inibiu crimes como este por todo o Brasil.
Mas, o negativismo da imprensa quiz reduzir todo este esforço apenas a "pirotecnia".
Tão logo os bois foram vendidos, sumiu do noticiário.
Sumiu do noticiário todas as ações que foram e continuam sendo tomadas contra os invasores de reservas ecológicas.
O ministério público federal está atuando em conjunto com o ministério. O que é bom.
Este tipo de ação está mostrando eficiente para inibir PARTE do problema.
Ela está tendo CONTINUIDADE.
Existe muito o que fazer para proteger nossas reservas ecológicas. Uma dessas ações é o confisco de propriedades de quem quem invade estas reservas.
isto é bom para mim. É bom para você. É bom para o Brasil.
Leia abaixo:
Ministério Público quer mais um leilão de bois piratas
Da Agência Safras
Quase dois meses depois do primeiro leilão do boi pirata, rebanho apreendido em junho na Estação Ecológica da Terra do Meio, no Pará, o MPF - Ministério Público Federal, no estado pediu à Justiça um levantamento de quantas cabeças de gado ainda estão na unidade de conservação. O prazo determinado pela Justiça para que todos os proprietários Retirassem os rebanhos da área de preservação venceu em setembro.
De acordo com o Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, antes da Operação Boi Pirata, cerca de 40 mil cabeças de gado ilegais eram criadas em 14 propriedades na Terra do Meio. O MPF pede que, caso a ordem judicial não tenha sido cumprida, a Justiça determine a apreensão imediata e um novo leilão para venda do rebanho irregular.
De acordo com o procurador da República em Altamira (PA), Alan Rogério Mansur Silva, pelo menos 10 mil cabeças ainda podem estar na unidade de conservação. Na recomendação, o MPF indica que o levantamento deverá ser feito pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, responsável pela gestão da estação ecológica.
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Boa iniciativa: Londrina multa imóveis sem árvore na calçada
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Londrina aposta em medida ecologicamente correta.
A Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) de Londrina (PR) começou a
aplicar multas a quem não planta árvores nas calçadas. De acordo com uma
lei da cidade, todo imóvel deve ter uma árvore plantada na calçada.
No fim do ano passado, a prefeitura notificou pelo menos 250 comerciantes,
15% deles não fizeram o plantio e, agora, estão sendo multados.
A blitz começou pelo Centro da cidade. As multas podem chegar a R$ 1.400. A
medida é considerada ecologicamente correta pela Sema. "As árvores
funcionam como ar-condicionado natural, diminuindo o calor. Também
funcionam retendo a poeira e diminuindo os ruídos", afirma Gerson da Silva,
Secretário do Ambiente.
Nota do Chicão:
Nós temos que ir além da era dos direitos.
Temos que entrar na era das obrigações.
Temos que usar as leis para forçar quem não quer cumprir suas obrigações.
A inciativa da prefeitura de Londrina é louvável.
Talvez chegue a hora em que iremos fiscalizar se as casas mantém um mínimo de área permeável, para que a água da chuva possa infiltrar e para que tenha um mínimo de bio-diversidade naquele espaço.
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Londrina aposta em medida ecologicamente correta.
A Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) de Londrina (PR) começou a
aplicar multas a quem não planta árvores nas calçadas. De acordo com uma
lei da cidade, todo imóvel deve ter uma árvore plantada na calçada.
No fim do ano passado, a prefeitura notificou pelo menos 250 comerciantes,
15% deles não fizeram o plantio e, agora, estão sendo multados.
A blitz começou pelo Centro da cidade. As multas podem chegar a R$ 1.400. A
medida é considerada ecologicamente correta pela Sema. "As árvores
funcionam como ar-condicionado natural, diminuindo o calor. Também
funcionam retendo a poeira e diminuindo os ruídos", afirma Gerson da Silva,
Secretário do Ambiente.
Nota do Chicão:
Nós temos que ir além da era dos direitos.
Temos que entrar na era das obrigações.
Temos que usar as leis para forçar quem não quer cumprir suas obrigações.
A inciativa da prefeitura de Londrina é louvável.
Talvez chegue a hora em que iremos fiscalizar se as casas mantém um mínimo de área permeável, para que a água da chuva possa infiltrar e para que tenha um mínimo de bio-diversidade naquele espaço.
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sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Boa notícia: Universidades públicas abrirão 600 mil vagas para professores
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BRASÍLIA e RIO - O Ministério da Educação (MEC) vai financiar até 2010 a abertura de 600 mil novas vagas em cursos de licenciatura, em universidades federais e estaduais, para profissionais da rede pública de ensino básico, anunciou nesta sexta-feira o secretário de Educação à Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky. O investimento federal será de R$ 1 bilhão a partir do ano que vem.
O dinheiro será repassado às universidades públicas que aderirem ao Sistema Nacional Público de Formação de Professores, lançado nesta sexta-feira, pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. O MEC também pagará bolsas de R$ 1.200 a professores universitários que passem a atender as novas turmas. A meta é contar com cerca de 10 mil bolsistas nos próximos anos.
Segundo Bielschowsky, o plano inicial é criar cerca de 300 mil novas vagas de licenciatura nas universidades públicas para os docentes que não têm formação superior, e outras 300 mil vagas para quem deseja fazer uma segunda graduação. De acordo com o MEC, é baixo o número de professores formados por instituições de nível superior, assim como existem muitos docentes atuando fora de sua área de formação.
O secretário disse que, ao final de três anos, todos os 1,6 milhão de professores da educação básica do Brasil deverão estar integrados ao novo sistema. Para tanto, cerca de 100 universidades públicas, estaduais ou federais, além de unidades de educação tecnológica, serão mobilizadas.
Nota do Chicão:
Esta é uma ótima notícia.
O Brasil precisa capacitar melhor os professores.
Em época de eleições é bom lembrar: os ótimos programas de treinamentos de professores da prefeitura de São Paulo foram DESTRUÍDOS pela gestão Serra/Kassab.
Um dos maiores crimes contra a cidade. Treinar professores é caro e passa desapercebido pela população.
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BRASÍLIA e RIO - O Ministério da Educação (MEC) vai financiar até 2010 a abertura de 600 mil novas vagas em cursos de licenciatura, em universidades federais e estaduais, para profissionais da rede pública de ensino básico, anunciou nesta sexta-feira o secretário de Educação à Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky. O investimento federal será de R$ 1 bilhão a partir do ano que vem.
O dinheiro será repassado às universidades públicas que aderirem ao Sistema Nacional Público de Formação de Professores, lançado nesta sexta-feira, pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. O MEC também pagará bolsas de R$ 1.200 a professores universitários que passem a atender as novas turmas. A meta é contar com cerca de 10 mil bolsistas nos próximos anos.
Segundo Bielschowsky, o plano inicial é criar cerca de 300 mil novas vagas de licenciatura nas universidades públicas para os docentes que não têm formação superior, e outras 300 mil vagas para quem deseja fazer uma segunda graduação. De acordo com o MEC, é baixo o número de professores formados por instituições de nível superior, assim como existem muitos docentes atuando fora de sua área de formação.
O secretário disse que, ao final de três anos, todos os 1,6 milhão de professores da educação básica do Brasil deverão estar integrados ao novo sistema. Para tanto, cerca de 100 universidades públicas, estaduais ou federais, além de unidades de educação tecnológica, serão mobilizadas.
Nota do Chicão:
Esta é uma ótima notícia.
O Brasil precisa capacitar melhor os professores.
Em época de eleições é bom lembrar: os ótimos programas de treinamentos de professores da prefeitura de São Paulo foram DESTRUÍDOS pela gestão Serra/Kassab.
Um dos maiores crimes contra a cidade. Treinar professores é caro e passa desapercebido pela população.
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Kassab, um despreparado com idéias absurdas
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Incrível! Com o kassab aumentou o número de crianças fora da escola.
O cara é despreparado.
Que tal falar sobre as "idéias de jumento" do prefeito: "Túnel de 4,5 quilômetros como parte do projeto de ligação entre a Avenida Roberto Marinho e a Rodovia dos Imigrantes".
Isto mesmo! O preço do tal túnel é de aproximadamente 2 bilhões de reais. Esta é a estimativa inicial. TUDO fica muito mais caro na gestão dele.
Ele e o Serra conseguiram diminuir o tamanho dos poucos CEUs que construíram e pagaram MUITO mai$$$ por eles.
Este túnel não vai resolver nada. E aposto que vai custar pelo menos 4 bilhões de reais.
Por este preço dá para fazer mais de 16 kilômetros de metrô.
A opção por investir em deslocamento de carros já se mostrou errada.
Vamos repetir este erro mais uma vez?
É aí que você quer ver investido o dinheiro dos seus impostos?
Vamos fazer obras faraônicas que enchem os bolsos das empreiteiras, alegram a vida dos políticos conservadores e te deixam parado dentro do carro por horas?
Diga não ao Kassab.
Diga NÃO ao gasto do dinheiro público com projetos absurdos.
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Incrível! Com o kassab aumentou o número de crianças fora da escola.
O cara é despreparado.
Que tal falar sobre as "idéias de jumento" do prefeito: "Túnel de 4,5 quilômetros como parte do projeto de ligação entre a Avenida Roberto Marinho e a Rodovia dos Imigrantes".
Isto mesmo! O preço do tal túnel é de aproximadamente 2 bilhões de reais. Esta é a estimativa inicial. TUDO fica muito mais caro na gestão dele.
Ele e o Serra conseguiram diminuir o tamanho dos poucos CEUs que construíram e pagaram MUITO mai$$$ por eles.
Este túnel não vai resolver nada. E aposto que vai custar pelo menos 4 bilhões de reais.
Por este preço dá para fazer mais de 16 kilômetros de metrô.
A opção por investir em deslocamento de carros já se mostrou errada.
Vamos repetir este erro mais uma vez?
É aí que você quer ver investido o dinheiro dos seus impostos?
Vamos fazer obras faraônicas que enchem os bolsos das empreiteiras, alegram a vida dos políticos conservadores e te deixam parado dentro do carro por horas?
Diga não ao Kassab.
Diga NÃO ao gasto do dinheiro público com projetos absurdos.
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Transparência pública
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O cientista político e professor da Universidade de Brasília Alexandre Pereira Rocha endossa que a falta de educação, sobretudo, a orçamentária, é um dos fatores impulsionadores da corrupção no país. “Devido à falta de conhecimento e visão da sociedade de como funciona o Estado, os políticos se apropriam dos recursos dizendo que estão fazendo da forma correta quando, na verdade, não estão”, argumenta. “Quanto mais amplo o controle social, menos tende a ser o desvio de recursos públicos”, completa.
Em âmbito federal, as investigações sobre atos ilícitos feitas pela Receita Federal, Ministério Público, CGU e TCU, aliadas ao trabalho da Polícia Federal, têm apresentado resultados expressivos, essencialmente, nos últimos anos. A CGU, por exemplo, foi responsável pela expulsão de 1.750 agentes públicos federais envolvidos em práticas desonestas. Todavia, o controle social, como ferramenta para o combate à corrupção, ainda é um pleito não concretizado. “Quanto mais amplo o controle social, menos tende a ser o desvio de recursos públicos”, lembra o cientista político Alexandre Pereira Rocha.
Ainda de acordo com o cientista político Alexandre Pereira Rocha, o controle social no Brasil ainda não é cidadão, pois é feito por organizações e não por um indivíduo da sociedade. Para ele, o maior embargo à transparência é a falta de clareza dos sistemas. “Para a sociedade que sequer tem idéia sobre o orçamento, é preciso alocar a informação de forma mais educativa e interpretada. Do contrário, a informação não chega à sociedade”, afirma.
Amanda Costa
Do Contas Abertas
O cientista político e professor da Universidade de Brasília Alexandre Pereira Rocha endossa que a falta de educação, sobretudo, a orçamentária, é um dos fatores impulsionadores da corrupção no país. “Devido à falta de conhecimento e visão da sociedade de como funciona o Estado, os políticos se apropriam dos recursos dizendo que estão fazendo da forma correta quando, na verdade, não estão”, argumenta. “Quanto mais amplo o controle social, menos tende a ser o desvio de recursos públicos”, completa.
Em âmbito federal, as investigações sobre atos ilícitos feitas pela Receita Federal, Ministério Público, CGU e TCU, aliadas ao trabalho da Polícia Federal, têm apresentado resultados expressivos, essencialmente, nos últimos anos. A CGU, por exemplo, foi responsável pela expulsão de 1.750 agentes públicos federais envolvidos em práticas desonestas. Todavia, o controle social, como ferramenta para o combate à corrupção, ainda é um pleito não concretizado. “Quanto mais amplo o controle social, menos tende a ser o desvio de recursos públicos”, lembra o cientista político Alexandre Pereira Rocha.
Ainda de acordo com o cientista político Alexandre Pereira Rocha, o controle social no Brasil ainda não é cidadão, pois é feito por organizações e não por um indivíduo da sociedade. Para ele, o maior embargo à transparência é a falta de clareza dos sistemas. “Para a sociedade que sequer tem idéia sobre o orçamento, é preciso alocar a informação de forma mais educativa e interpretada. Do contrário, a informação não chega à sociedade”, afirma.
Amanda Costa
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quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Um tucano fala a verdade sobre a gestão Kassab
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Palavra do Alckmin:
Alckmin afirmou que a situação do ensino infantil e da falta de creches se AGRAVOU nos últimos anos. "Tínhamos 110 mil crianças fora de creche e de Emei. Hoje são 158 mil crianças fora de creche e de Emei, e nas regiões mais pobres. Se agravou."
O caos na educação é uma das realizações Kassab/Serra.
Pena que a população não preste a devida atenção à educação.
Faltam professores nas escolas. Crianças ficam sem aulas e com o futuro comprometido.
Não falta dinheiro para a prefeitura, já que a melhoria da economia melhorou o caixa.
Falta vontade de fazer as coisas bem feitas.
Kassab NÃO! O futuro do Brasil depende da educação de qualidade.
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Palavra do Alckmin:
Alckmin afirmou que a situação do ensino infantil e da falta de creches se AGRAVOU nos últimos anos. "Tínhamos 110 mil crianças fora de creche e de Emei. Hoje são 158 mil crianças fora de creche e de Emei, e nas regiões mais pobres. Se agravou."
O caos na educação é uma das realizações Kassab/Serra.
Pena que a população não preste a devida atenção à educação.
Faltam professores nas escolas. Crianças ficam sem aulas e com o futuro comprometido.
Não falta dinheiro para a prefeitura, já que a melhoria da economia melhorou o caixa.
Falta vontade de fazer as coisas bem feitas.
Kassab NÃO! O futuro do Brasil depende da educação de qualidade.
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Manchetes de jornais
A ingratidão do Serra
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Em 2002 o José Serra estava visivelmente abatido com a derrota para o Lula.
O Alckmin, vitorioso em S. Paulo, o acompanhou em suas votações, como forma de apoio e consideração pelo candidato derrotado.
Em 2006 O Alckmin teve um Serra ressentido, totalmente ausente de sua campanha eleitoral.
Em 2008 o Serra ajudou de todas as formas a queimar o Alckmin.
O desejo de poder e a vaidade do Serra não tem limites.
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Em 2002 o José Serra estava visivelmente abatido com a derrota para o Lula.
O Alckmin, vitorioso em S. Paulo, o acompanhou em suas votações, como forma de apoio e consideração pelo candidato derrotado.
Em 2006 O Alckmin teve um Serra ressentido, totalmente ausente de sua campanha eleitoral.
Em 2008 o Serra ajudou de todas as formas a queimar o Alckmin.
O desejo de poder e a vaidade do Serra não tem limites.
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quarta-feira, 8 de outubro de 2008
2002, o ano que salvou o Brasil em 2008
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Poucas pessoas se atentam para uma questão: o que teria acontecido se o José Serra tivesse ganho as eleições de 2002?
Se ele tivesse implementado seu plano de governo estaríamos agora no olho do furacão, com o Brasil praticamente QUEBRADO (ou totalmente quebrado).
Tive o trabalho de ler seu plano de governo e dar uma repassada nas idéias dos seus principais colaboradores econômicos.
O que fica claro era o desejo de seguir no Brasil o processo de desregulamentação do mercado financeiro que houve no EUA e (em menor escala)na Europa. Eles davam o nome pomposo de modernização.
Queriam "modernizar" as leis que regem o mercado financeiro e jogar o Brasil direto na jogatina mundial.
Uma idéia de "banana de mente amestrada", que tornaria os MUITO ricos mais ricos e o Brasil mais pobre.
Graças a Deus o José Serra perdeu as eleições e hoje o Brasil pode passar pela maior crise desde a depressão de 1929 sem demasiados problemas.
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Poucas pessoas se atentam para uma questão: o que teria acontecido se o José Serra tivesse ganho as eleições de 2002?
Se ele tivesse implementado seu plano de governo estaríamos agora no olho do furacão, com o Brasil praticamente QUEBRADO (ou totalmente quebrado).
Tive o trabalho de ler seu plano de governo e dar uma repassada nas idéias dos seus principais colaboradores econômicos.
O que fica claro era o desejo de seguir no Brasil o processo de desregulamentação do mercado financeiro que houve no EUA e (em menor escala)na Europa. Eles davam o nome pomposo de modernização.
Queriam "modernizar" as leis que regem o mercado financeiro e jogar o Brasil direto na jogatina mundial.
Uma idéia de "banana de mente amestrada", que tornaria os MUITO ricos mais ricos e o Brasil mais pobre.
Graças a Deus o José Serra perdeu as eleições e hoje o Brasil pode passar pela maior crise desde a depressão de 1929 sem demasiados problemas.
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A manipulação da verdade e carga tributária no Brasil
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O desejo de poder é muito forte no ser humano. Poder é igual a moldar a realidade como se quer.
Quanto mais o indivíduo se entrega ao desejo de poder mais ele se afasta da realidade e MENOS capacidade tem de tolerar a frustração.
Os reis (quando possuíam o poder de fato)eram tradicionalmente figuras dadas a chiliques, crises nervosas e reações violentas.
O mesmo costumeiramente acontece com aquelas pessoas que são MUITO ricas. O costume de mandar e o desejo de mando as tornam (costumeiramente) inclinadas a tentar manipular a verdade para se satisfazerem.
É o que acontece na discussão da carga tributária no Brasil.
É uma carga tributária alta. Mas, não é alta para todos. A carga tributária dos muitos ricos é uma das MENORES do mundo.
A carga tributária da classe média e dos mais pobres é uma das mais altas do mundo.
Quando esta verdade é explicitada por alguém, este alguém vira "inimigo" a ser desqualificado. É o caso do presidente ddo IPEA, Marcio Pochmann.
A incapacidade de tolerar idéias divergentes, o desejo de manipular e esconder a verdade (o que denota poder), e o egoísmo de classe faz com que pessoas como o Márcio Pochmann sejam "uma pedra no sapato" que devem ser tiradas do meio do caminho.
Por outro lado existe um tal IBPT que vive apresentando "estudos" que agradam os muito ricos. Direto seus "estudos" são divulgados na mídia conservadora. São estudos do tipo: o pagamento médio de CPMF no Brasil é ... . Estes estudos se esquecem de informar quem paga, e quanto paga. Tentam passar a impressão que todos eram iguais frente a CPMF.
No Brasil jatinho não paga IPVA. Se o sujeito comprar um carro para ir trabalhar paga IPVA.
O cara trabalha o mês inteiro e recebe 3 mil reais de salário e paga Imposto de renda. A dona de um banco fica em casa vendo televisão. Recebe MUITOS MILHÕES de dividendos e NÃO PAGA UM CENTAVO DE IMPOSTO DE RENDA.
São distorções que fazem os muito ricos cada vez mais ricos e sufoca a classe média e a classe mais humilde.
O duro é ver a clase média confundindo seus interesses com os interesses da classe alta.
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O desejo de poder é muito forte no ser humano. Poder é igual a moldar a realidade como se quer.
Quanto mais o indivíduo se entrega ao desejo de poder mais ele se afasta da realidade e MENOS capacidade tem de tolerar a frustração.
Os reis (quando possuíam o poder de fato)eram tradicionalmente figuras dadas a chiliques, crises nervosas e reações violentas.
O mesmo costumeiramente acontece com aquelas pessoas que são MUITO ricas. O costume de mandar e o desejo de mando as tornam (costumeiramente) inclinadas a tentar manipular a verdade para se satisfazerem.
É o que acontece na discussão da carga tributária no Brasil.
É uma carga tributária alta. Mas, não é alta para todos. A carga tributária dos muitos ricos é uma das MENORES do mundo.
A carga tributária da classe média e dos mais pobres é uma das mais altas do mundo.
Quando esta verdade é explicitada por alguém, este alguém vira "inimigo" a ser desqualificado. É o caso do presidente ddo IPEA, Marcio Pochmann.
A incapacidade de tolerar idéias divergentes, o desejo de manipular e esconder a verdade (o que denota poder), e o egoísmo de classe faz com que pessoas como o Márcio Pochmann sejam "uma pedra no sapato" que devem ser tiradas do meio do caminho.
Por outro lado existe um tal IBPT que vive apresentando "estudos" que agradam os muito ricos. Direto seus "estudos" são divulgados na mídia conservadora. São estudos do tipo: o pagamento médio de CPMF no Brasil é ... . Estes estudos se esquecem de informar quem paga, e quanto paga. Tentam passar a impressão que todos eram iguais frente a CPMF.
No Brasil jatinho não paga IPVA. Se o sujeito comprar um carro para ir trabalhar paga IPVA.
O cara trabalha o mês inteiro e recebe 3 mil reais de salário e paga Imposto de renda. A dona de um banco fica em casa vendo televisão. Recebe MUITOS MILHÕES de dividendos e NÃO PAGA UM CENTAVO DE IMPOSTO DE RENDA.
São distorções que fazem os muito ricos cada vez mais ricos e sufoca a classe média e a classe mais humilde.
O duro é ver a clase média confundindo seus interesses com os interesses da classe alta.
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Alencar, o escravista
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"A escravidão caduca, mas ainda não morreu; ainda se prendem a ela graves interesses de um povo. É quanto basta para merecer o respeito."
Quem vinha a público, em 1867, desejoso de ser ouvido na defesa do cativeiro no país era o romancista José de Alencar (1829-1877). A memória histórica no Brasil, no entanto, silenciaria seus argumentos no século seguinte.
A frase aparece numa das sete cartas públicas em que, naquele ano, o autor de "Iracema" criticou o imperador d. Pedro 2º por propor que o país começasse a pôr fim gradual à escravidão. Só agora, 140 anos depois, elas ganham uma edição em livro, "Cartas a Favor da Escravidão" (ed. Hedra), que chega nesta semana às livrarias.
Embora diversos pesquisadores tivessem conhecimento de sua existência -que era citada em alguns trabalhos- e das posições políticas de Alencar, o conteúdo das cartas não chegou a ser reimpresso. O conjunto não aparece, por exemplo, nas obras completas do autor romântico, organizadas em 1959 pela editora José Aguilar (hoje Nova Aguilar).
No final dos anos 90, a historiadora Silvia Cristina Martins de Souza encontrou as cartas na Biblioteca Nacional, no Rio.
Republicou parte delas numa revista especializada da Unicamp. "Elas não haviam sido reproduzidas no século 20", diz a pesquisadora, que atribui o "esquecimento" do material ao "desconhecimento e desinteresse" sobre a obra de Alencar.
O organizador do livro que vem agora a público, Tâmis Parron, tem opinião diferente.
Ele escreve na introdução aos textos de Alencar que se trata de uma "provável tentativa de expurgar sua memória artística de uma posição moralmente insustentável para os padrões culturais hegemônicos desde o final do século 19".
"É um expurgo? Pode ser. É provável, mas não tenho acesso a documentos que provem essa hipótese", disse o historiador, em entrevista à Folha.
Procurada, a Nova Aguilar não respondeu aos questionamentos sobre a lacuna e sobre a possibilidade de inclusão das cartas em edições futuras (a última, esgotada, saiu em 1965).
As "Novas Cartas Políticas de Erasmo", como foram denominadas, numa referência ao pensador holandês, apareceram num momento de crise internacional da escravidão. Com o fim da Guerra Civil Americana (1861-1865) e da servidão nos EUA, aumentaram as pressões internacionais para que o Brasil, como último país independente da América a mantê-la, pusesse fim à instituição.
No princípio de 1867, o imperador pede que seu gabinete encaminhe ao Legislativo uma proposta de discussão que resulte num prazo para o fim da escravidão.
Instituição necessária
É em reação a essa movimentação de d. Pedro que Alencar argumenta, em suas cartas, contra a extinção por lei de uma instituição que, para ele, deveria acabar como resultado de um processo "natural" de maturação -processo que na Europa, ele diz, levou séculos.
O escritor e político -falava como integrante do Partido Conservador- reconhece que a escravidão já se apresentava "sob um aspecto repugnante", mas completava que "ainda mesmo extintas e derrogadas, as instituições dos povos são coisa santa, digna de toda veneração". "Nenhum utopista, seja ele um gênio, tem o direito de profaná-las. A razão social condena uma tal impiedade." As "razões sociais" do cativeiro no Brasil eram muitas, segundo o autor. Em primeiro lugar, de ordem econômica, já que era pelo trabalho escravo que se mantinha a produtividade das unidades agro-exportadoras do século 19. Depois, política, já que era daí que o Estado tirava recursos para existir.
Mas também "social", já que, segundo Alencar, a instituição no Brasil trazia a promessa de inserção, como cidadão (ainda que parcial), do escravo alforriado e de seus filhos.
Finalmente, num raciocínio pouco usual na época, Alencar, de certa forma prefigurando Gilberto Freyre, autor de "Casa Grande & Senzala", afirmava que a escravidão permitia a existência de uma cultura original no Brasil, fruto da "miscigenação" de costumes entre "brasileiros" e negros africanos.
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CARTAS A FAVOR DA ESCRAVIDÃO
Autor: José de Alencar
Organizador: Tâmis Parron
Editora: Hedra
Quanto: preço a definir (160 págs.)
Da folha de São Paulo
.
"A escravidão caduca, mas ainda não morreu; ainda se prendem a ela graves interesses de um povo. É quanto basta para merecer o respeito."
Quem vinha a público, em 1867, desejoso de ser ouvido na defesa do cativeiro no país era o romancista José de Alencar (1829-1877). A memória histórica no Brasil, no entanto, silenciaria seus argumentos no século seguinte.
A frase aparece numa das sete cartas públicas em que, naquele ano, o autor de "Iracema" criticou o imperador d. Pedro 2º por propor que o país começasse a pôr fim gradual à escravidão. Só agora, 140 anos depois, elas ganham uma edição em livro, "Cartas a Favor da Escravidão" (ed. Hedra), que chega nesta semana às livrarias.
Embora diversos pesquisadores tivessem conhecimento de sua existência -que era citada em alguns trabalhos- e das posições políticas de Alencar, o conteúdo das cartas não chegou a ser reimpresso. O conjunto não aparece, por exemplo, nas obras completas do autor romântico, organizadas em 1959 pela editora José Aguilar (hoje Nova Aguilar).
No final dos anos 90, a historiadora Silvia Cristina Martins de Souza encontrou as cartas na Biblioteca Nacional, no Rio.
Republicou parte delas numa revista especializada da Unicamp. "Elas não haviam sido reproduzidas no século 20", diz a pesquisadora, que atribui o "esquecimento" do material ao "desconhecimento e desinteresse" sobre a obra de Alencar.
O organizador do livro que vem agora a público, Tâmis Parron, tem opinião diferente.
Ele escreve na introdução aos textos de Alencar que se trata de uma "provável tentativa de expurgar sua memória artística de uma posição moralmente insustentável para os padrões culturais hegemônicos desde o final do século 19".
"É um expurgo? Pode ser. É provável, mas não tenho acesso a documentos que provem essa hipótese", disse o historiador, em entrevista à Folha.
Procurada, a Nova Aguilar não respondeu aos questionamentos sobre a lacuna e sobre a possibilidade de inclusão das cartas em edições futuras (a última, esgotada, saiu em 1965).
As "Novas Cartas Políticas de Erasmo", como foram denominadas, numa referência ao pensador holandês, apareceram num momento de crise internacional da escravidão. Com o fim da Guerra Civil Americana (1861-1865) e da servidão nos EUA, aumentaram as pressões internacionais para que o Brasil, como último país independente da América a mantê-la, pusesse fim à instituição.
No princípio de 1867, o imperador pede que seu gabinete encaminhe ao Legislativo uma proposta de discussão que resulte num prazo para o fim da escravidão.
Instituição necessária
É em reação a essa movimentação de d. Pedro que Alencar argumenta, em suas cartas, contra a extinção por lei de uma instituição que, para ele, deveria acabar como resultado de um processo "natural" de maturação -processo que na Europa, ele diz, levou séculos.
O escritor e político -falava como integrante do Partido Conservador- reconhece que a escravidão já se apresentava "sob um aspecto repugnante", mas completava que "ainda mesmo extintas e derrogadas, as instituições dos povos são coisa santa, digna de toda veneração". "Nenhum utopista, seja ele um gênio, tem o direito de profaná-las. A razão social condena uma tal impiedade." As "razões sociais" do cativeiro no Brasil eram muitas, segundo o autor. Em primeiro lugar, de ordem econômica, já que era pelo trabalho escravo que se mantinha a produtividade das unidades agro-exportadoras do século 19. Depois, política, já que era daí que o Estado tirava recursos para existir.
Mas também "social", já que, segundo Alencar, a instituição no Brasil trazia a promessa de inserção, como cidadão (ainda que parcial), do escravo alforriado e de seus filhos.
Finalmente, num raciocínio pouco usual na época, Alencar, de certa forma prefigurando Gilberto Freyre, autor de "Casa Grande & Senzala", afirmava que a escravidão permitia a existência de uma cultura original no Brasil, fruto da "miscigenação" de costumes entre "brasileiros" e negros africanos.
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CARTAS A FAVOR DA ESCRAVIDÃO
Autor: José de Alencar
Organizador: Tâmis Parron
Editora: Hedra
Quanto: preço a definir (160 págs.)
Da folha de São Paulo
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sábado, 4 de outubro de 2008
ALGEMADO, piloto brasileiro chega para audiência judicial
.
.jpg)
Hélio Castroneves paga US$ 10 milhões para ficar em liberdade
Acusado de cometer irregularidades no imposto de renda, brasileiro chega algemado na 1.ª audiência nos EUA
No Brasil os "digníssimos" juízes do supremo decidiram que algema é humilhante...
Nos EUA é material de transporte de qualquer prisioneiro. É a segurança dos policiais e agentes de segurança que é IMPORTANTE.
Nos EUA a fiança é paga de acordo com o crime e a condição financeira do réu.
No Brasil ele pagaria uma cesta básica e ficaria livre.
É uma diferença enorme de conduta.
Quem está certo?
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Hélio Castroneves paga US$ 10 milhões para ficar em liberdade
Acusado de cometer irregularidades no imposto de renda, brasileiro chega algemado na 1.ª audiência nos EUA
No Brasil os "digníssimos" juízes do supremo decidiram que algema é humilhante...
Nos EUA é material de transporte de qualquer prisioneiro. É a segurança dos policiais e agentes de segurança que é IMPORTANTE.
Nos EUA a fiança é paga de acordo com o crime e a condição financeira do réu.
No Brasil ele pagaria uma cesta básica e ficaria livre.
É uma diferença enorme de conduta.
Quem está certo?
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Muitas idéias, nenhuma proposta de restrição a carros
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Transporte coletivo é tido como a saída para a lentidão; em regiões bem servidas de ônibus e metrô, porém, carro é meio mais usado
EVANDRO SPINELLI
Metrô, corredores, ônibus novos, Fura-Fila. Para não desagradar aos usuários de carros, os principais candidatos a prefeito de São Paulo fogem de temas polêmicos como pedágio urbano e ampliação do rodízio de veículos e apontam o transporte coletivo de qualidade como única saída para resolver o caos no trânsito.
Só que oferecer transporte coletivo de qualidade não é garantia de que os moradores vão optar por deixar seus carros na garagem e utilizar outra modalidade de transporte público. Isso é o que se pode constatar a partir dos dados do Datafolha.
Um exemplo é o distrito do Jardim Paulista, onde 32% dos moradores optam pelo carro para se deslocar até o trabalho contra 15% que usam ônibus e 10% que optam pelo metrô.
Na Vila Leopoldina, carro é o meio de transporte de 32% das pessoas, 22% usam ônibus, 7% se deslocam de metrô e outros 7%, de trem. O terceiro exemplo é o Tatuapé, onde o uso do carro para se deslocar para o trabalho é a opção de 28% dos moradores, sendo que 22% usam ônibus, 25% se deslocam de metrô e 1% usa trem.
Nestes três casos, há oferta de transporte sobre trilhos (metrô e/ou trem) e os moradores dão notas superiores a 7,5 às opções disponíveis de transporte coletivo.
Há um quarto exemplo, europeu, para corroborar a tese: em Paris, onde há 14 linhas, 297 estações e 212,5 km de metrô, o trânsito também é constantemente congestionado.
"A oferta de transporte coletivo, que está razoavelmente bem avaliada, ainda não é suficiente para mudar o hábito do uso do carro", aponta a urbanista Silvana Maria Zioni, professora do Mackenzie.
Ela diz que o morador, quando avalia bem o transporte coletivo de seu bairro, o faz com a base de comparação que ele tem, que é o restante da cidade. "A avaliação é em relação à situação de São Paulo. Mas ainda precisamos melhorar muito para chegar num nível bom."
Zioni afirma que o carro continua sendo mais vantajoso que o transporte público porque, entre outras coisas, o motorista não enfrenta grandes limitações. "Tenho facilidade para estacionar e é mais barato ir de carro". Ela defende o aumento da restrição ao uso do carro. Ou, como ela prefere, a extinção de privilégios.
O também urbanista Candido Malta, presidente da Sajep (Sociedade Amigos dos Jardins América, Europa e Paulistano), diz que o trânsito é o único problema da região, que obteve o melhor índice de satisfação na pesquisa (empatada com Alto de Pinheiros). Mas ele admite que o morador local contribui com a piora do trânsito ao sair para trabalhar de carro.
A urbanista Silvana Maria Zioni ressalta que os candidatos a prefeito, quando tratam do ônibus, só propõem a construção de corredores. "Há casos em que você precisa de linhas locais, mais curtas. Nem sempre é só o corredor", diz.
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Transporte coletivo é tido como a saída para a lentidão; em regiões bem servidas de ônibus e metrô, porém, carro é meio mais usado
EVANDRO SPINELLI
Metrô, corredores, ônibus novos, Fura-Fila. Para não desagradar aos usuários de carros, os principais candidatos a prefeito de São Paulo fogem de temas polêmicos como pedágio urbano e ampliação do rodízio de veículos e apontam o transporte coletivo de qualidade como única saída para resolver o caos no trânsito.
Só que oferecer transporte coletivo de qualidade não é garantia de que os moradores vão optar por deixar seus carros na garagem e utilizar outra modalidade de transporte público. Isso é o que se pode constatar a partir dos dados do Datafolha.
Um exemplo é o distrito do Jardim Paulista, onde 32% dos moradores optam pelo carro para se deslocar até o trabalho contra 15% que usam ônibus e 10% que optam pelo metrô.
Na Vila Leopoldina, carro é o meio de transporte de 32% das pessoas, 22% usam ônibus, 7% se deslocam de metrô e outros 7%, de trem. O terceiro exemplo é o Tatuapé, onde o uso do carro para se deslocar para o trabalho é a opção de 28% dos moradores, sendo que 22% usam ônibus, 25% se deslocam de metrô e 1% usa trem.
Nestes três casos, há oferta de transporte sobre trilhos (metrô e/ou trem) e os moradores dão notas superiores a 7,5 às opções disponíveis de transporte coletivo.
Há um quarto exemplo, europeu, para corroborar a tese: em Paris, onde há 14 linhas, 297 estações e 212,5 km de metrô, o trânsito também é constantemente congestionado.
"A oferta de transporte coletivo, que está razoavelmente bem avaliada, ainda não é suficiente para mudar o hábito do uso do carro", aponta a urbanista Silvana Maria Zioni, professora do Mackenzie.
Ela diz que o morador, quando avalia bem o transporte coletivo de seu bairro, o faz com a base de comparação que ele tem, que é o restante da cidade. "A avaliação é em relação à situação de São Paulo. Mas ainda precisamos melhorar muito para chegar num nível bom."
Zioni afirma que o carro continua sendo mais vantajoso que o transporte público porque, entre outras coisas, o motorista não enfrenta grandes limitações. "Tenho facilidade para estacionar e é mais barato ir de carro". Ela defende o aumento da restrição ao uso do carro. Ou, como ela prefere, a extinção de privilégios.
O também urbanista Candido Malta, presidente da Sajep (Sociedade Amigos dos Jardins América, Europa e Paulistano), diz que o trânsito é o único problema da região, que obteve o melhor índice de satisfação na pesquisa (empatada com Alto de Pinheiros). Mas ele admite que o morador local contribui com a piora do trânsito ao sair para trabalhar de carro.
A urbanista Silvana Maria Zioni ressalta que os candidatos a prefeito, quando tratam do ônibus, só propõem a construção de corredores. "Há casos em que você precisa de linhas locais, mais curtas. Nem sempre é só o corredor", diz.
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quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Imagem do futuro e as vozes do passado
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Outro dia eu estava em S. Paulo e conversei com uma pessoa conservadora e rica que bem representa o pensamento da elite paulistana.
Segundo ele esta "coisa de energia eólica é coisa de petista". Eu, que estava de saco cheio, falei (normalmente fico calado):
- certamente os petistas não possuem mais de U$ 30 bilhões para investir em energia eólica no mundo inteiro.
O cara olhou para mim e respondeu: "você nem imagina. Tem petistas em todo lugar. Os (palavrão) se reproduzem que nem coelho. Eles pegam o dinheiro que roubam no Brasil e investem no mundo inteiro".
Eu falei: em energia eólica?
Ele respondeu: o que você espera? Os caras são incompetentes. (aí ele lembrou que foi a Marta que encheu a cidade de corredores de ônibus - um absurdo,segundo ele).
O sujeito arrematou: todos tem direitos iguais. Por que os ônibus vão ser privilegiados? Ainda bem que o Kassab parou esta babaquice petista.
Eu sorri, dei um tempo e levantei. Fui embora.
Esta besteira é a forma como a elite paulistana pensa: corredores de ônibus são um desrespeito aos direitos dela.
Um dia ela idolatrou o Maluf. Hoje idolatra o Kassab (o Alckmin sempre foi apenas tolerado).
O Maluf construía avenidas e pontes. O Kassab é idolatrado porque parou com a loucura petista de construir muitos corredores de ônibus.
Os tempos mudaram somente para alguns.
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Outro dia eu estava em S. Paulo e conversei com uma pessoa conservadora e rica que bem representa o pensamento da elite paulistana.
Segundo ele esta "coisa de energia eólica é coisa de petista". Eu, que estava de saco cheio, falei (normalmente fico calado):
- certamente os petistas não possuem mais de U$ 30 bilhões para investir em energia eólica no mundo inteiro.
O cara olhou para mim e respondeu: "você nem imagina. Tem petistas em todo lugar. Os (palavrão) se reproduzem que nem coelho. Eles pegam o dinheiro que roubam no Brasil e investem no mundo inteiro".
Eu falei: em energia eólica?
Ele respondeu: o que você espera? Os caras são incompetentes. (aí ele lembrou que foi a Marta que encheu a cidade de corredores de ônibus - um absurdo,segundo ele).
O sujeito arrematou: todos tem direitos iguais. Por que os ônibus vão ser privilegiados? Ainda bem que o Kassab parou esta babaquice petista.
Eu sorri, dei um tempo e levantei. Fui embora.
Esta besteira é a forma como a elite paulistana pensa: corredores de ônibus são um desrespeito aos direitos dela.
Um dia ela idolatrou o Maluf. Hoje idolatra o Kassab (o Alckmin sempre foi apenas tolerado).
O Maluf construía avenidas e pontes. O Kassab é idolatrado porque parou com a loucura petista de construir muitos corredores de ônibus.
Os tempos mudaram somente para alguns.
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conservadores,
ecologia,
política
Em defesa da ecologia no entorno da BR 319
.
A Associação Preserve Amazônia vem a público manifestar apoio incondicional
à decisão tomada pelo Ministro Carlos Minc na ultima quarta feira, 24 de
setembro, quando o mesmo determinou a suspensão da licença das obras de pavimentação da BR 319, Manaus-Porto Velho, que estavam sendo feitas antes
mesmo da conclusão do seu respectivo EIA RIMA, em um quadro de gravíssima
irregularidade.
Ao tomar esta atitude, o Ministro agiu em conformidade e em defesa da
legislação ambiental, da Constituição Federal e de Deliberações
recentemente aprovadas de forma transparente e democrática na III
Conferência Nacional do Meio Ambiente. Além de proteger a floresta, agiu a
favor do interesse coletivo nacional e do clima de todo o planeta,
influenciado diretamente pela sua superfície desflorestada.
Não resta dúvida que deve ser considerada como uma atitude alinhada ao bom
senso comum e ao princípio da precaução, pois tem como objetivos tanto a proteção da biodiversidade quanto uma menor interferência na composição da
atmosfera, o que é fundamental para a mitigação dos efeitos das mudanças
climáticas cada vez mais evidentes na Terra.
Sendo a paralisação uma ação de proporções continentais, porém com
abrangência mundial, se analisada em detalhes pode ser vista como a mais
importante iniciativa tomada até hoje no que diz respeito à proteção em
larga escala da floresta amazônica, já que o risco de desmatamento
associado à construção de uma rodovia na região é altíssimo.
A maneira mais eficaz, e que apresenta o mais alto custo benefício, de se
evitar nas próximas décadas o desmatamento em larga escala da Amazônia é
exatamente através da substituição do modelo de ocupação, no qual o modal
de transporte é o diferencial. Esta afirmação pode ser comprovada
matematicamente através de uma equação simplificada do desmatamento, que
demonstra uma altíssima correlação entre desmatamento e facilidade (ou
possibilidade) de acesso.
Agindo desta forma, o Ministro abriu uma oportunidade fantástica para o
país, pois a mudança no paradigma de ocupação, e da maneira como se dará o
desenvolvimento, altamente correlacionada com a forma de ocupação, de uma
região correspondente a mais de metade do território nacional, deve ser uma
prioridade para a mitigação das mudanças climáticas globais. O que
realmente pode ser mais impactante para o clima do planeta do que a
abertura de extensas rodovias na Amazônia?
Devemos, em conformidade com a legislação e com o bom senso, realizar os
estudos comparativos entre as possíveis alternativas de modal de transporte
para cada situação, conforme explicitado na Resolução 01\86 do CONAMA. Isto
deverá obrigatoriamente se refletir em uma mudança na matriz de transportes
na Amazônia, pois o modal ferroviário se mostra mais adequado para áreas
com elevado risco de degradação ambiental, justamente por oferecer menores
riscos ao homem e ao meio ambiente.
Uma mudança de postura, com uma decisão política favorável aos estudos
comparativos previstos na legislação, poderá projetar o Presidente Lula e
seu governo a outro patamar de reconhecimento, não só no Brasil, mas
principalmente no exterior. Dificilmente faltarão verbas para os
investimentos nas ferrovias, já existindo a previsão para este tipo de
projeto, relacionados ao desmatamento evitado, em fundos recém lançados. As
condições estão todas criadas para a mudança da política de logística de
infra estrutura de transportes na Amazônia, que certamente deverá, através
de uma solução simples e eficiente, e da adoção de uma tecnologia moderna e
menos impactante, resultar em menores taxas de desmatamento na Amazônia.
...
É bom lembrar que a BR 319 é só uma das cinco rodovias do PAC projetadas e
já em execução pelo governo na Amazônia, em um total de mais de 3.000 kms
de asfalto planejados para cortar a floresta. É fundamental que a sociedade
brasileira tenha plena consciência do que isto representa e das
conseqüências que se farão existir caso não se opte por um modal de
transporte mais alinhado com os princípios do desenvolvimento sustentável.
Desta forma, solicita-se a todos os leitores para que seja dada a máxima
publicidade a esta questão, de modo que a opinião pública possa se inteirar
e se manifestar sobre o assunto, cobrando do governo atitudes dignas e
responsáveis para com o país, tendo como exemplo esta tomada pelo Ministro
Carlos Minc, que merece de todos nós parabéns pela coragem, dignidade e
respeito à natureza.
Associação Preserve Amazônia
Nota do Chicão:
A "Associação preserva a Amazônia" enfocou a mudança no modal de transporte, o que eu acho fantástico.
Porém, o foco do ministro foi outro. Bem mais prático.
A licença ambiental não sai antes dos parques no entorno da rodovia a ser asfaltada serem demarcados e criados de fato (não apenas no papel).
É uma prevenção importante tendo em vista o histórico brasileiro de privilegiar o carro e não fazer as compensações ambientais.
A escolha do que deixar sem fazer é literalmente amiga do Demo, quer dizer, dos demos, grileiros, madereiros ilegais e daqueles pseudo-nacionalistas que acham que a amazônia será protegida se estiver "ocupada" (virando, digamos, uma savana)- como o tal do general Heleno.
Exigir mundanças a partir de estudos sérios é muito importante.
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A Associação Preserve Amazônia vem a público manifestar apoio incondicional
à decisão tomada pelo Ministro Carlos Minc na ultima quarta feira, 24 de
setembro, quando o mesmo determinou a suspensão da licença das obras de pavimentação da BR 319, Manaus-Porto Velho, que estavam sendo feitas antes
mesmo da conclusão do seu respectivo EIA RIMA, em um quadro de gravíssima
irregularidade.
Ao tomar esta atitude, o Ministro agiu em conformidade e em defesa da
legislação ambiental, da Constituição Federal e de Deliberações
recentemente aprovadas de forma transparente e democrática na III
Conferência Nacional do Meio Ambiente. Além de proteger a floresta, agiu a
favor do interesse coletivo nacional e do clima de todo o planeta,
influenciado diretamente pela sua superfície desflorestada.
Não resta dúvida que deve ser considerada como uma atitude alinhada ao bom
senso comum e ao princípio da precaução, pois tem como objetivos tanto a proteção da biodiversidade quanto uma menor interferência na composição da
atmosfera, o que é fundamental para a mitigação dos efeitos das mudanças
climáticas cada vez mais evidentes na Terra.
Sendo a paralisação uma ação de proporções continentais, porém com
abrangência mundial, se analisada em detalhes pode ser vista como a mais
importante iniciativa tomada até hoje no que diz respeito à proteção em
larga escala da floresta amazônica, já que o risco de desmatamento
associado à construção de uma rodovia na região é altíssimo.
A maneira mais eficaz, e que apresenta o mais alto custo benefício, de se
evitar nas próximas décadas o desmatamento em larga escala da Amazônia é
exatamente através da substituição do modelo de ocupação, no qual o modal
de transporte é o diferencial. Esta afirmação pode ser comprovada
matematicamente através de uma equação simplificada do desmatamento, que
demonstra uma altíssima correlação entre desmatamento e facilidade (ou
possibilidade) de acesso.
Agindo desta forma, o Ministro abriu uma oportunidade fantástica para o
país, pois a mudança no paradigma de ocupação, e da maneira como se dará o
desenvolvimento, altamente correlacionada com a forma de ocupação, de uma
região correspondente a mais de metade do território nacional, deve ser uma
prioridade para a mitigação das mudanças climáticas globais. O que
realmente pode ser mais impactante para o clima do planeta do que a
abertura de extensas rodovias na Amazônia?
Devemos, em conformidade com a legislação e com o bom senso, realizar os
estudos comparativos entre as possíveis alternativas de modal de transporte
para cada situação, conforme explicitado na Resolução 01\86 do CONAMA. Isto
deverá obrigatoriamente se refletir em uma mudança na matriz de transportes
na Amazônia, pois o modal ferroviário se mostra mais adequado para áreas
com elevado risco de degradação ambiental, justamente por oferecer menores
riscos ao homem e ao meio ambiente.
Uma mudança de postura, com uma decisão política favorável aos estudos
comparativos previstos na legislação, poderá projetar o Presidente Lula e
seu governo a outro patamar de reconhecimento, não só no Brasil, mas
principalmente no exterior. Dificilmente faltarão verbas para os
investimentos nas ferrovias, já existindo a previsão para este tipo de
projeto, relacionados ao desmatamento evitado, em fundos recém lançados. As
condições estão todas criadas para a mudança da política de logística de
infra estrutura de transportes na Amazônia, que certamente deverá, através
de uma solução simples e eficiente, e da adoção de uma tecnologia moderna e
menos impactante, resultar em menores taxas de desmatamento na Amazônia.
...
É bom lembrar que a BR 319 é só uma das cinco rodovias do PAC projetadas e
já em execução pelo governo na Amazônia, em um total de mais de 3.000 kms
de asfalto planejados para cortar a floresta. É fundamental que a sociedade
brasileira tenha plena consciência do que isto representa e das
conseqüências que se farão existir caso não se opte por um modal de
transporte mais alinhado com os princípios do desenvolvimento sustentável.
Desta forma, solicita-se a todos os leitores para que seja dada a máxima
publicidade a esta questão, de modo que a opinião pública possa se inteirar
e se manifestar sobre o assunto, cobrando do governo atitudes dignas e
responsáveis para com o país, tendo como exemplo esta tomada pelo Ministro
Carlos Minc, que merece de todos nós parabéns pela coragem, dignidade e
respeito à natureza.
Associação Preserve Amazônia
Nota do Chicão:
A "Associação preserva a Amazônia" enfocou a mudança no modal de transporte, o que eu acho fantástico.
Porém, o foco do ministro foi outro. Bem mais prático.
A licença ambiental não sai antes dos parques no entorno da rodovia a ser asfaltada serem demarcados e criados de fato (não apenas no papel).
É uma prevenção importante tendo em vista o histórico brasileiro de privilegiar o carro e não fazer as compensações ambientais.
A escolha do que deixar sem fazer é literalmente amiga do Demo, quer dizer, dos demos, grileiros, madereiros ilegais e daqueles pseudo-nacionalistas que acham que a amazônia será protegida se estiver "ocupada" (virando, digamos, uma savana)- como o tal do general Heleno.
Exigir mundanças a partir de estudos sérios é muito importante.
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segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Presidente do Equador defende o próprio país.
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Eu não costumo comentar sobre os países da américa latina porque não conheço bem a situação destas.
Todavia, por motivos pessoais, estou acompanhando o rolo da empresa Odebrecht com governo do Equador.
A situação é esta: a empresa construi "porcamente" uma hidrelétrica no Equador. Ela está sem funcionar desde o meio do ano.
Imagina: você compra uma casa de uma construtora. Você não pode morar nela, pois corre o risco de desabar. Você continua pagando as prestações do financiamento com a construtora?
Lógico que não.
É o que presidente do Equador está corretamente fazendo.
Já a imprensa brasileira transforma todos os MUITO RICOS em coitadinhos. A empresa é uma boa anunciante destas revistas e deve ser protegida, mesmo que as custas da verdade.
Os muito ricos, sejam grileiros ou fazedores de obras de baixa qualidade são sempre coitadinhos.
E os malvados são os Chaves, os Evos e os Rafaeis da vida.
A imprensa conservadora é tão poderosa em sua máquina de lavagem cerebral de uma parcela da população que tenta até transformar um problema privado de uma empresa em um problema nacional.
Vale a pena você o artigo do Blg Cidadania. O artigo se chama "Mitômanos e Burros".
http://edu.guim.blog.uol.com.br/
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Eu não costumo comentar sobre os países da américa latina porque não conheço bem a situação destas.
Todavia, por motivos pessoais, estou acompanhando o rolo da empresa Odebrecht com governo do Equador.
A situação é esta: a empresa construi "porcamente" uma hidrelétrica no Equador. Ela está sem funcionar desde o meio do ano.
Imagina: você compra uma casa de uma construtora. Você não pode morar nela, pois corre o risco de desabar. Você continua pagando as prestações do financiamento com a construtora?
Lógico que não.
É o que presidente do Equador está corretamente fazendo.
Já a imprensa brasileira transforma todos os MUITO RICOS em coitadinhos. A empresa é uma boa anunciante destas revistas e deve ser protegida, mesmo que as custas da verdade.
Os muito ricos, sejam grileiros ou fazedores de obras de baixa qualidade são sempre coitadinhos.
E os malvados são os Chaves, os Evos e os Rafaeis da vida.
A imprensa conservadora é tão poderosa em sua máquina de lavagem cerebral de uma parcela da população que tenta até transformar um problema privado de uma empresa em um problema nacional.
Vale a pena você o artigo do Blg Cidadania. O artigo se chama "Mitômanos e Burros".
http://edu.guim.blog.uol.com.br/
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manipulação,
revistas
Uma revista séria e outra revista nada séria
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Duas capas de revistas, muito parecidas.
As duas falam da mesma coisa: da crise norte-americana (e mundial).
Qualquer doidão sabe que a crise surgiu por uma incompetência de anos do governo e do povo dos EUA.
A ordem era desregulamentar o mercado, dar liberdade(?).
Deram liberdade para a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas, armas e e animais...
Deram liberdade para que empresas off-shore conquistassem largas parcelas da economia mundial.
Deram liberdade para a especulação desenfreada.
Deram crédito fácil para um monte de americanos "miolo moles", que gastaram adoidado e agora não conseguem honrar os próprios compromissos financeiros.
Acostumaram a viver com muita porcaria, destruindo o meio ambiente.
Junto a esta política reduziram brutalmente o imposto que os muito ricos pagavam para que eles pudessem consumir mais ainda...
Mais consumo...
Mais consumo...
a qualquer preço, mesmo que o preço seja a destruição de um país.
Depois disto tudo a revista Veja, que sempre defendeu a política econômica dos EUA, aparece com esta capa.

Uma capa de revista nada séria.
Abaixo a capa da Revista Carta Capital, que a anos vem alertando que esta política econômica ia dar "merda".

Uma revista bem mais séria.
É por isto que eu não compro mais nada da editora Abril.
Ela faz mal para a verdade,
ela faz mal para o Brasil.
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Duas capas de revistas, muito parecidas.
As duas falam da mesma coisa: da crise norte-americana (e mundial).
Qualquer doidão sabe que a crise surgiu por uma incompetência de anos do governo e do povo dos EUA.
A ordem era desregulamentar o mercado, dar liberdade(?).
Deram liberdade para a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas, armas e e animais...
Deram liberdade para que empresas off-shore conquistassem largas parcelas da economia mundial.
Deram liberdade para a especulação desenfreada.
Deram crédito fácil para um monte de americanos "miolo moles", que gastaram adoidado e agora não conseguem honrar os próprios compromissos financeiros.
Acostumaram a viver com muita porcaria, destruindo o meio ambiente.
Junto a esta política reduziram brutalmente o imposto que os muito ricos pagavam para que eles pudessem consumir mais ainda...
Mais consumo...
Mais consumo...
a qualquer preço, mesmo que o preço seja a destruição de um país.
Depois disto tudo a revista Veja, que sempre defendeu a política econômica dos EUA, aparece com esta capa.

Uma capa de revista nada séria.
Abaixo a capa da Revista Carta Capital, que a anos vem alertando que esta política econômica ia dar "merda".

Uma revista bem mais séria.
É por isto que eu não compro mais nada da editora Abril.
Ela faz mal para a verdade,
ela faz mal para o Brasil.
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domingo, 28 de setembro de 2008
Candidatos a vereador, apoiados pelo Chicão (S. Paulo e Campinas)
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Os valores defendidos por mim aqui no Blog, são defendidos também por estes dois políticos, que sempre agiram corretamente.
São ligados aos movimentos sociais e apoiam políticas ecologicamente corretas e socialmente includentes.
Convido vocês a conhece-los.
Em Campinas, SP
Carlos Signorelli - 13688
http://www.carlossignorelli13688.can.br/
Em São Paulo
Carlos Neder - 13999
http://www.carlosneder13999.can.br/
Um abração para todos,
Chicão
PS: lembram quando eu contei para vocês que uma das primeiras atitudes do Serra como governador foi vetar uma lei que instituía a transparência pública no governo do estado de S. Paulo?
Esta lei foi apresentada pelo Carlos Neder, na época em que foi deputado estadual.
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Os valores defendidos por mim aqui no Blog, são defendidos também por estes dois políticos, que sempre agiram corretamente.
São ligados aos movimentos sociais e apoiam políticas ecologicamente corretas e socialmente includentes.
Convido vocês a conhece-los.
Em Campinas, SP
Carlos Signorelli - 13688
http://www.carlossignorelli13688.can.br/
Em São Paulo
Carlos Neder - 13999
http://www.carlosneder13999.can.br/
Um abração para todos,
Chicão
PS: lembram quando eu contei para vocês que uma das primeiras atitudes do Serra como governador foi vetar uma lei que instituía a transparência pública no governo do estado de S. Paulo?
Esta lei foi apresentada pelo Carlos Neder, na época em que foi deputado estadual.
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Poesia: O sentido da vida
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"Não sei...
se a vida é curta ou longa demais pra nós,
mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que acaricia,
desejo que sacia,
amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não
seja nem curta, nem longa demais,
mas que seja intensa,
verdadeira,
pura...
enquanto durar....“
(Cora Coralina)
Nota do Chicão:
Eu sempre adorei a poesia da Cora Coralina.
Uma vez fui até uma cidadezinha do interior de Goiás, onde ela vivia, só para conhecer o museu em homenagem a ela.
O museu é na casa dela. Uma casa construída na beira do rio.
Eu olhei pela a janela, o rio passava junto à janela, e pensei: que coisa linda!
Eu imaginei quantas vezes ela deve ter descansado do trabalho do dia-a-dia olhando aquela paisagem.
Eu imeginei quanto da bondade de sua poesia não foi iluminada por aquele modo simples de olhar a natureza e viver.
Então eu pensei em mim, na minha vida. Porque ela era tão distante daquele tipo de vida que eu considerava tão bom?
Aos poucos eu fui mundando as minhas escolhas. Aos poucos eu fui mudando a minha forma de viver e os meus desejos.
E, descobri que eu podia deixar muita coisa de lado. E, descobri que poderia centrar esforços no que era essencial.
Essencial, mas não para uma vida materialista. Mas, para uma vida que se pode levar para o plano espiritual.
Minha vida ficou mais verdadeira e mais intensa, como diz o poema.
Hoje, lendo esta poesia, me toquei que estou mais perto da Cora Coralina.
Grande mulher!
.
"Não sei...
se a vida é curta ou longa demais pra nós,
mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que acaricia,
desejo que sacia,
amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não
seja nem curta, nem longa demais,
mas que seja intensa,
verdadeira,
pura...
enquanto durar....“
(Cora Coralina)
Nota do Chicão:
Eu sempre adorei a poesia da Cora Coralina.
Uma vez fui até uma cidadezinha do interior de Goiás, onde ela vivia, só para conhecer o museu em homenagem a ela.
O museu é na casa dela. Uma casa construída na beira do rio.
Eu olhei pela a janela, o rio passava junto à janela, e pensei: que coisa linda!
Eu imaginei quantas vezes ela deve ter descansado do trabalho do dia-a-dia olhando aquela paisagem.
Eu imeginei quanto da bondade de sua poesia não foi iluminada por aquele modo simples de olhar a natureza e viver.
Então eu pensei em mim, na minha vida. Porque ela era tão distante daquele tipo de vida que eu considerava tão bom?
Aos poucos eu fui mundando as minhas escolhas. Aos poucos eu fui mudando a minha forma de viver e os meus desejos.
E, descobri que eu podia deixar muita coisa de lado. E, descobri que poderia centrar esforços no que era essencial.
Essencial, mas não para uma vida materialista. Mas, para uma vida que se pode levar para o plano espiritual.
Minha vida ficou mais verdadeira e mais intensa, como diz o poema.
Hoje, lendo esta poesia, me toquei que estou mais perto da Cora Coralina.
Grande mulher!
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sábado, 27 de setembro de 2008
Auxílio e tempo de duração das cotas no Brasil
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Apesar de um alento para parte dos jovens negros brasileiros, as cotas raciais nas universidades públicas estão longe de dar conta do grande problema que é a desigualdade racial no Brasil.
Para o diretor de Cooperação e Desenvolvimento do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), Mário Theodoro, que coordenou estudo mostrando que a população negra será maior do que a branca no Brasil, ainda este ano – o sistema de cotas é "instrumento de valorização da população negra" e importante passo para quebrar um ciclo vicioso de racismo.
– Preconceito se combate com ações afirmativas, que permitem que populações tenham acesso a melhor qualidade de vida – No Brasil, a ação mais recorrente é a cota, que fará com que negros tenham ensino público de qualidade.
O coordenador do Programa Políticas da Cor do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj, Renato Ferreira, defende medidas de inclusão nos ensinos fundamental e médio como parte do sucesso para o sistema de cotas raciais nas universidades.
– Se tivéssemos escola pública de qualidade para todos, o quadro seria diferente e haveria mais alunos ingressando na universidade – avalia.
– As cotas terão mais eficácia e gerarão mais resultados se houver escola pública melhor.
Duração
O sistema de cotas, para Theodoro, é um tipo de ação afirmativa para que dentro de anos tenhamos médicos, advogados e engenheiros negros também:
– Quando crianças negras olharem negros em pontos-chave da sociedade e conseguirem vislumbrar um futuro, mudanças começarão a acontecer.
As cotas são um paliativo para a desigualdade que existe hoje. Quando acabar não haverá mais necessidade.
Ferreira aposta que a política de cotas deixará de existir quando "a discriminação for menor, houver mais consciência e mais negros estiverem ocupando espaços de poder":
– Quando esse dia chegar, poderemos abrir mão da política de cotas nas universidades.
Frei David, da ONG Educação e Cidadania de Afro-descendentes e Carentes (Educafro), é direto:
– No máximo 10 anos depois de todas as universidades brasileiras adotarem as cotas, poderemos dar fim a esse tipo de política no Brasil Será o tempo para mudar a realidade brasileira.
Theodoro acredita que quanto mais a população negra crescer no Brasil, mais aumentará a pressão para que seja discutida a questão racial. Este movimento, avalia, acarretará mudanças significativas para a sociedade.
do Jornal do Brasil
Nota do Chicão:
Conheço uma história de uma pessoa que achava que gay devia apanhar. Tinha raiva e preconceito. O tipo de pessoa que não pensaria duas vezes em atrapalhar a vida de uma pessoa por ser homossexual.
Isto durou até o dia que um médico gay salvou a vida de um filho desta pessoa. A partir deste dia ele mudou o seu pensamento e suas crenças.
Quando tivermos médicos negros, muitos deles, e as pessoas forem tratadas por eles certamente o conceito de "preto, sujo e burro", não se sustentará na mente de muitas pessoas.
E, muitas crianças negras pensarão: eu também posso ser "alguma coisa na vida". Pois estarão vendo pessoas como ela conquistando bons empregos e tendo uma vida melhor.
As cotas são apenas ma forma de apressar esta transformação.
Para quem busca uma sociedade mais humana as cotas são importantíssimas.
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Apesar de um alento para parte dos jovens negros brasileiros, as cotas raciais nas universidades públicas estão longe de dar conta do grande problema que é a desigualdade racial no Brasil.
Para o diretor de Cooperação e Desenvolvimento do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), Mário Theodoro, que coordenou estudo mostrando que a população negra será maior do que a branca no Brasil, ainda este ano – o sistema de cotas é "instrumento de valorização da população negra" e importante passo para quebrar um ciclo vicioso de racismo.
– Preconceito se combate com ações afirmativas, que permitem que populações tenham acesso a melhor qualidade de vida – No Brasil, a ação mais recorrente é a cota, que fará com que negros tenham ensino público de qualidade.
O coordenador do Programa Políticas da Cor do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj, Renato Ferreira, defende medidas de inclusão nos ensinos fundamental e médio como parte do sucesso para o sistema de cotas raciais nas universidades.
– Se tivéssemos escola pública de qualidade para todos, o quadro seria diferente e haveria mais alunos ingressando na universidade – avalia.
– As cotas terão mais eficácia e gerarão mais resultados se houver escola pública melhor.
Duração
O sistema de cotas, para Theodoro, é um tipo de ação afirmativa para que dentro de anos tenhamos médicos, advogados e engenheiros negros também:
– Quando crianças negras olharem negros em pontos-chave da sociedade e conseguirem vislumbrar um futuro, mudanças começarão a acontecer.
As cotas são um paliativo para a desigualdade que existe hoje. Quando acabar não haverá mais necessidade.
Ferreira aposta que a política de cotas deixará de existir quando "a discriminação for menor, houver mais consciência e mais negros estiverem ocupando espaços de poder":
– Quando esse dia chegar, poderemos abrir mão da política de cotas nas universidades.
Frei David, da ONG Educação e Cidadania de Afro-descendentes e Carentes (Educafro), é direto:
– No máximo 10 anos depois de todas as universidades brasileiras adotarem as cotas, poderemos dar fim a esse tipo de política no Brasil Será o tempo para mudar a realidade brasileira.
Theodoro acredita que quanto mais a população negra crescer no Brasil, mais aumentará a pressão para que seja discutida a questão racial. Este movimento, avalia, acarretará mudanças significativas para a sociedade.
do Jornal do Brasil
Nota do Chicão:
Conheço uma história de uma pessoa que achava que gay devia apanhar. Tinha raiva e preconceito. O tipo de pessoa que não pensaria duas vezes em atrapalhar a vida de uma pessoa por ser homossexual.
Isto durou até o dia que um médico gay salvou a vida de um filho desta pessoa. A partir deste dia ele mudou o seu pensamento e suas crenças.
Quando tivermos médicos negros, muitos deles, e as pessoas forem tratadas por eles certamente o conceito de "preto, sujo e burro", não se sustentará na mente de muitas pessoas.
E, muitas crianças negras pensarão: eu também posso ser "alguma coisa na vida". Pois estarão vendo pessoas como ela conquistando bons empregos e tendo uma vida melhor.
As cotas são apenas ma forma de apressar esta transformação.
Para quem busca uma sociedade mais humana as cotas são importantíssimas.
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Campanha do Blog do Chicão
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Participe de nossa campanha.
O lema é:
Mais pontes e avenidas, mais congestionamento.
Mais metrô e ciclovias, menos poluição.
Objetivos:
1) denunciar o quanto é prejudicial para a cidade a construção de mais áreas de trânsito para carros.
2) lutar para que o orçamento de SP (das cidades em geral também) tenham previsão de investimentos somente em:
a) ciclovias
b) vias exclusivas para ônibus
c) metrô
d) manutenção das vias públicas já existentes
Como colaborar:
a) divulgue esta campanha para as pessoas e dê a elas o endereço do blog.
b) faça desenhos, pps, banners e divulgue pela internet. Não esqueça de nos mandar tembém.
c) seja um eco-chato. Não tenha vergonha de falar com as pessoas e explica-las o objetivo de nossa campanha.
d) busque e selecione artigos sobre ciclovias, transporte público, caronas, etc.
Vamos juntos, que uma hora a gente consegue.
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Participe de nossa campanha.
O lema é:
Mais pontes e avenidas, mais congestionamento.
Mais metrô e ciclovias, menos poluição.
Objetivos:
1) denunciar o quanto é prejudicial para a cidade a construção de mais áreas de trânsito para carros.
2) lutar para que o orçamento de SP (das cidades em geral também) tenham previsão de investimentos somente em:
a) ciclovias
b) vias exclusivas para ônibus
c) metrô
d) manutenção das vias públicas já existentes
Como colaborar:
a) divulgue esta campanha para as pessoas e dê a elas o endereço do blog.
b) faça desenhos, pps, banners e divulgue pela internet. Não esqueça de nos mandar tembém.
c) seja um eco-chato. Não tenha vergonha de falar com as pessoas e explica-las o objetivo de nossa campanha.
d) busque e selecione artigos sobre ciclovias, transporte público, caronas, etc.
Vamos juntos, que uma hora a gente consegue.
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Petróleo, corrupção e dinheiro para os "liberais".
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A algumas décadas atrás era conhecido o poder das "7 irmãs". Um grupo de petrolíferas riquíssimas.
Elas interviam na política interna dos países, sendo responsáveis por ajudar a derrubar presidentes honestos e colocar no lugar ditadores desonestos.
O mundo mudou e hoje, segundo o Financial Times, elas possuem apenas 3% das reservas mundiais de petróleo. Estão condenadas a desaparecer...
A não ser que consigam extrair petróleo de algum país, de alguma nova fronteira petrolífera.
Nos EUA esta nova fronteira seria o Alaska.
Na américa latina, seria a camada de pré-sal do Brasil.
As empresas petrolíferas internacionais são empresas acostumadas ao jogo sujo. Acostumadas a comprar e financiar políticos, jornalistas, juízes, jornais, etc. Tudo para conseguir seus intentos.
É bom o Brasil ficar de olho. Pois os grupos "liberais" e os vendilhões da pátria tem agora uma possível nova fonte de recursos.
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A algumas décadas atrás era conhecido o poder das "7 irmãs". Um grupo de petrolíferas riquíssimas.
Elas interviam na política interna dos países, sendo responsáveis por ajudar a derrubar presidentes honestos e colocar no lugar ditadores desonestos.
O mundo mudou e hoje, segundo o Financial Times, elas possuem apenas 3% das reservas mundiais de petróleo. Estão condenadas a desaparecer...
A não ser que consigam extrair petróleo de algum país, de alguma nova fronteira petrolífera.
Nos EUA esta nova fronteira seria o Alaska.
Na américa latina, seria a camada de pré-sal do Brasil.
As empresas petrolíferas internacionais são empresas acostumadas ao jogo sujo. Acostumadas a comprar e financiar políticos, jornalistas, juízes, jornais, etc. Tudo para conseguir seus intentos.
É bom o Brasil ficar de olho. Pois os grupos "liberais" e os vendilhões da pátria tem agora uma possível nova fonte de recursos.
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Porque "todo dia" tem descoberta de petróleo pela Petrobrás?
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"26/09/2008 - 18h02
Petrobras informa nova descoberta de petróleo na bacia de Santos"
Esta notícia se tornou corriqueira.
Muitos esquecem que ela é fruto de muito esforço, planejamento e competência. E muita tecnologia que a mais de 30 anos ela vem pesquisando.
Hoje, 80% das sondas de perfuração em alto mar em atividade no planeta estão trabalhando para a Petrobras.
Isto mesmo: 80%.
É um núnmero enorme. Somente uma empresa que é administrada para crescer e ficar mais forte consegue ter tais números.
Uma das táticas dos "liberais" para destruir o Brasil é gerir as empresas estatais de forma a deixa-las sem competitividade.
A Eletrobrás, por exemplo, tinha (por lei) vários limites para investir e construir usinas hidrelétricas. Aqui nãoe stou falando de limites ecológicos, etc. Estou falando de limites que só ela tinha e que nenhuma outra empresa privada possuía.
Voltando a Petrobras: "Para se ter idéia, desde sua criação, em 1954, até 2007, a Petrobras investiu US$ 222 bilhões e o investimento atingiu dois dígitos pela primeira vez em 2005, quando foram investidos US$ 11,2 bilhões. Em 2007, o número saltou para US$ 23 bilhões" (jornal Valor).
Com o pré-sal, o investimento será maior ainda. Muito maior.
Novas refinarias estão sendo construídas e planejadas para o nordeste, para exportar produtos refinados e petroquímicos para o mercado europeu e americano (e asiático).
Isto significa muito emprego, muito imposto e muita riqueza. Que bem usada será importante para gerar um país mais justo.
Onde há muito dinheiro, há muito interesse e há muito jogo sujo.
É isto que temos que tomar cuidado.
Leia também:
O que é uma empresa estratégica?
Petrobrás, impressionante!
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"26/09/2008 - 18h02
Petrobras informa nova descoberta de petróleo na bacia de Santos"
Esta notícia se tornou corriqueira.
Muitos esquecem que ela é fruto de muito esforço, planejamento e competência. E muita tecnologia que a mais de 30 anos ela vem pesquisando.
Hoje, 80% das sondas de perfuração em alto mar em atividade no planeta estão trabalhando para a Petrobras.
Isto mesmo: 80%.
É um núnmero enorme. Somente uma empresa que é administrada para crescer e ficar mais forte consegue ter tais números.
Uma das táticas dos "liberais" para destruir o Brasil é gerir as empresas estatais de forma a deixa-las sem competitividade.
A Eletrobrás, por exemplo, tinha (por lei) vários limites para investir e construir usinas hidrelétricas. Aqui nãoe stou falando de limites ecológicos, etc. Estou falando de limites que só ela tinha e que nenhuma outra empresa privada possuía.
Voltando a Petrobras: "Para se ter idéia, desde sua criação, em 1954, até 2007, a Petrobras investiu US$ 222 bilhões e o investimento atingiu dois dígitos pela primeira vez em 2005, quando foram investidos US$ 11,2 bilhões. Em 2007, o número saltou para US$ 23 bilhões" (jornal Valor).
Com o pré-sal, o investimento será maior ainda. Muito maior.
Novas refinarias estão sendo construídas e planejadas para o nordeste, para exportar produtos refinados e petroquímicos para o mercado europeu e americano (e asiático).
Isto significa muito emprego, muito imposto e muita riqueza. Que bem usada será importante para gerar um país mais justo.
Onde há muito dinheiro, há muito interesse e há muito jogo sujo.
É isto que temos que tomar cuidado.
Leia também:
O que é uma empresa estratégica?
Petrobrás, impressionante!
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Crianças ficam reféns precocemente da publicidade e do marketing
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A publicidade e o marketing para as crianças, atualmente, estão entre os principais fatores que levam a distúrbios alimentares - como a obesidade e a anorexia -, à sexualização precoce, a comportamentos agressivos e a problemas familiares. O alerta é da professora e pesquisadora de Harvard, a norte-americana Susan Linn, que está no Brasil para o 2º Fórum Internacional Criança e Consumo - que termina amanhã. A informação é da Folha, de hoje.
"Hoje, elas [as crianças] são bombardeadas por uma série de estímulos para que consumam cada vez mais", afirma. De acordo com a pesquisadora de Harvard, em 1983, o gasto com publicidade voltada para crianças nos Estados Unidos era de US$ 100 milhões por ano. Atualmente, afirma Linn, esses valores chegam a US$ 17 bilhões por ano.
“Hoje em dia, - diz a pesquisadora norte-americana – qualquer pessoa precisa estar preocupada com a saúde do planeta e com o aquecimento global. Quem tem esse tipo de preocupação tem que estar atento ao consumo, porque é ele que tem que mudar. Isso está muito claro. Os hábitos começam com a criança e hoje em dia elas são bombardeadas por uma série de estímulos para que consumam cada vez mais” – completa Susan Linn.
Diário Gauche
Nota do Chicão:
Meus filhos aprenderam desde cedo a ter menos e ficarem satisfeitos.
A essência da propaganda é gerar insatisfação nas pessoas para depois vender uma "solução".
Me lembro quando o meu filho me pediu uma camisa oficial de um time de futebol. Eu fui com ele até a loja e mostrei a camisa e o preço. Falei para ele sobre ficar satisfeito em ter algo mais simples. E o preço que ele pagaria por acreditar em alo que não existe (o status).
Foram milhares de conversas. Dezenas de vezes propus para eles escolherem entre ter algo caro ou ficar com o pai e a mãe. Explicava que precisaria trabalhar mais para ter dinheiro extra, e mesmo assim haveriam muitas outras coisas que eles não teriam.
Ensinei meus filhos a brincarem sem televisão. Deu um pouco mais de trabalho. Mas eles aprenderam a brincar, chamar amigos, se satisfazerem com seus brincados e aproveitarem de cada um deles.
Hoje sou um pai satisfeito com o resultado.
Quando olho para trás vejo que curti muito meus filhos (e ainda curto). Lemos juntos, jogamos juntos, conversamos.
Minha casa só tem uma televisão. Todos conseguem dividir e viver em paz.
Minha casa tem paz e harmonia.
Aqui um ajuda o outro.
Conversamos muito e somos satisfeitos.
Certamente, se tivesse várias televisões, com as pessoas se alienando separadas NÃO HAVERIA espaço para o diálogo e para o COMPARTILHAR DE AÇÕES, ATIVIDADES, ETC.
Fizemos outra escolha. Fico muito feliz com isto.
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A publicidade e o marketing para as crianças, atualmente, estão entre os principais fatores que levam a distúrbios alimentares - como a obesidade e a anorexia -, à sexualização precoce, a comportamentos agressivos e a problemas familiares. O alerta é da professora e pesquisadora de Harvard, a norte-americana Susan Linn, que está no Brasil para o 2º Fórum Internacional Criança e Consumo - que termina amanhã. A informação é da Folha, de hoje.
"Hoje, elas [as crianças] são bombardeadas por uma série de estímulos para que consumam cada vez mais", afirma. De acordo com a pesquisadora de Harvard, em 1983, o gasto com publicidade voltada para crianças nos Estados Unidos era de US$ 100 milhões por ano. Atualmente, afirma Linn, esses valores chegam a US$ 17 bilhões por ano.
“Hoje em dia, - diz a pesquisadora norte-americana – qualquer pessoa precisa estar preocupada com a saúde do planeta e com o aquecimento global. Quem tem esse tipo de preocupação tem que estar atento ao consumo, porque é ele que tem que mudar. Isso está muito claro. Os hábitos começam com a criança e hoje em dia elas são bombardeadas por uma série de estímulos para que consumam cada vez mais” – completa Susan Linn.
Diário Gauche
Nota do Chicão:
Meus filhos aprenderam desde cedo a ter menos e ficarem satisfeitos.
A essência da propaganda é gerar insatisfação nas pessoas para depois vender uma "solução".
Me lembro quando o meu filho me pediu uma camisa oficial de um time de futebol. Eu fui com ele até a loja e mostrei a camisa e o preço. Falei para ele sobre ficar satisfeito em ter algo mais simples. E o preço que ele pagaria por acreditar em alo que não existe (o status).
Foram milhares de conversas. Dezenas de vezes propus para eles escolherem entre ter algo caro ou ficar com o pai e a mãe. Explicava que precisaria trabalhar mais para ter dinheiro extra, e mesmo assim haveriam muitas outras coisas que eles não teriam.
Ensinei meus filhos a brincarem sem televisão. Deu um pouco mais de trabalho. Mas eles aprenderam a brincar, chamar amigos, se satisfazerem com seus brincados e aproveitarem de cada um deles.
Hoje sou um pai satisfeito com o resultado.
Quando olho para trás vejo que curti muito meus filhos (e ainda curto). Lemos juntos, jogamos juntos, conversamos.
Minha casa só tem uma televisão. Todos conseguem dividir e viver em paz.
Minha casa tem paz e harmonia.
Aqui um ajuda o outro.
Conversamos muito e somos satisfeitos.
Certamente, se tivesse várias televisões, com as pessoas se alienando separadas NÃO HAVERIA espaço para o diálogo e para o COMPARTILHAR DE AÇÕES, ATIVIDADES, ETC.
Fizemos outra escolha. Fico muito feliz com isto.
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Conservadores como Kassab detonam a educação
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Um articulista conservador (G. Dimenstein) escreveu o seguinte:
"Gosto da idéia do CEU, por transformar uma escola num pólo de desenvolvimento comunitário. Marta Suplicy entra na história da inclusão social paulistana por levar esse tipo de equipamento para a prefeitura --uma obra ampliada por seu sucessor Gilberto Kassab e apoiada por Geraldo Alckmin. Virou consenso".
"O conceito do CEU é irretocável ao transformar a escola num centro de convivência também para as escolas do entorno para se beneficiem de programas de artes, esportes e cultura --e agora todos falam em fazer dali um espaço de ensino profissionalizante".
"O problema é que se valoriza mais, muito mais, o prédio e não o que sai dele. É surpreendente que quase ninguém se incomode com as notas dos alunos que estão do CEUs, menor do que a média escolar das escolas municipais --e, ás vezes, menor do que de escolas de três turnos.
É algo parecido a um hospital bonito mas que não cura direito. ... sem isso, como se vê nos CEUs, pouco funciona e vira um clube".
Nota do Chicão:
muito bem escrito, o texto relata bem a situação e "esquece" o principal.
A história verdadeira é seguinte: o Serra assumiu a prefeitura de SP disposto a destruir a Marta. Isto incluia desqualificar os CEUs (caros e ruins segundo o Serra).
TODOS OS PROGRAMAS DE QUALIDADE DE ENSINO CRIADOS PELA MARTA FORAM DESTRUÍDOS. TODOS.
As escolas começaram a ter falta de professores (como venho denunciando a muito tempo), falta de equipamentos e falta de planejamento.
A qualidade do ensino caiu. É lógico que caiu.
Imagine vocês uma criança que passa meses sem ter aula de uma determinada matéria. Desestimula. Gera desinteresse. Detona o futuro desta criança.
Para efeito de marketing eleitoral, os dois prefeitos (Serra e Kassab) construíram alguns CEUs. TODOS planejados pela Marta. São Mini-Céus, na verdade. Pois são menores (diminuíram o projeto para economizar) e muito mais caros.
O que o articulista conservador faz questão de esconder é esta política de destruição da educação na cidade de SP, tocada com o interesse de atingir a ex-prefeita Marta. Por isto a qualidade de ensino nos CEUS foi particularmente atingida.
Sobre o ensino profissionalizante no horário noturno é bom lembrar que o Vereador João Antônio (um batalhador pela educação) conseguiu aprovar uma lei. Esta lei foi VETADA pelo Kassab.
É triste, mas é a verdade.
É um jogo político podre, muito podre.
Um jogo podre onde alguns ganham poder, outros ganham dinheiro.
Pessoas, como o articulista conservador, sabem que se escreverem toda a verdade perderão seu emprego no jornal e perderão a exposição pública que é chamariz para ganhar rios de dinheiro dando palestras pelo Brasil a fora.
É por isto que ele escreve como se o baixo nível de qualidade de ensino dos CEUs fosse um filho que não tem pai e nem responsável.
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Um articulista conservador (G. Dimenstein) escreveu o seguinte:
"Gosto da idéia do CEU, por transformar uma escola num pólo de desenvolvimento comunitário. Marta Suplicy entra na história da inclusão social paulistana por levar esse tipo de equipamento para a prefeitura --uma obra ampliada por seu sucessor Gilberto Kassab e apoiada por Geraldo Alckmin. Virou consenso".
"O conceito do CEU é irretocável ao transformar a escola num centro de convivência também para as escolas do entorno para se beneficiem de programas de artes, esportes e cultura --e agora todos falam em fazer dali um espaço de ensino profissionalizante".
"O problema é que se valoriza mais, muito mais, o prédio e não o que sai dele. É surpreendente que quase ninguém se incomode com as notas dos alunos que estão do CEUs, menor do que a média escolar das escolas municipais --e, ás vezes, menor do que de escolas de três turnos.
É algo parecido a um hospital bonito mas que não cura direito. ... sem isso, como se vê nos CEUs, pouco funciona e vira um clube".
Nota do Chicão:
muito bem escrito, o texto relata bem a situação e "esquece" o principal.
A história verdadeira é seguinte: o Serra assumiu a prefeitura de SP disposto a destruir a Marta. Isto incluia desqualificar os CEUs (caros e ruins segundo o Serra).
TODOS OS PROGRAMAS DE QUALIDADE DE ENSINO CRIADOS PELA MARTA FORAM DESTRUÍDOS. TODOS.
As escolas começaram a ter falta de professores (como venho denunciando a muito tempo), falta de equipamentos e falta de planejamento.
A qualidade do ensino caiu. É lógico que caiu.
Imagine vocês uma criança que passa meses sem ter aula de uma determinada matéria. Desestimula. Gera desinteresse. Detona o futuro desta criança.
Para efeito de marketing eleitoral, os dois prefeitos (Serra e Kassab) construíram alguns CEUs. TODOS planejados pela Marta. São Mini-Céus, na verdade. Pois são menores (diminuíram o projeto para economizar) e muito mais caros.
O que o articulista conservador faz questão de esconder é esta política de destruição da educação na cidade de SP, tocada com o interesse de atingir a ex-prefeita Marta. Por isto a qualidade de ensino nos CEUS foi particularmente atingida.
Sobre o ensino profissionalizante no horário noturno é bom lembrar que o Vereador João Antônio (um batalhador pela educação) conseguiu aprovar uma lei. Esta lei foi VETADA pelo Kassab.
É triste, mas é a verdade.
É um jogo político podre, muito podre.
Um jogo podre onde alguns ganham poder, outros ganham dinheiro.
Pessoas, como o articulista conservador, sabem que se escreverem toda a verdade perderão seu emprego no jornal e perderão a exposição pública que é chamariz para ganhar rios de dinheiro dando palestras pelo Brasil a fora.
É por isto que ele escreve como se o baixo nível de qualidade de ensino dos CEUs fosse um filho que não tem pai e nem responsável.
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Colegas protegem colegas: aumentos de impostos
Para relembrar... postada em 18/2/08
Inúmeras vezes você já leu reportagens sobre o aumento da carga tributária no Brasil. Todas as matérias se referem ao governo federal. Ele é apontado como o culpado.
Em 2007 a carga tributária bateu recorde. Esta foi a manchete de um jornal. Na matéria muitos dados e informações sobre o governo federal.
Se o governo federal não aumentou os impostos federais porque houve aumento da carga tributária?
Esta é a questão. Será que os sonegadores estão tendo que pagar impostos que antes eles não pagavam? Lembrem que estes sonegadores são a linha inicial do crime organizado. Se for este o caso é bom, muito bom este aumento da carga tributária.
Existem também os impostos estaduais e municipais. Nas reportagens nunca aparece nenhuma entrevista com autoridades estaduais e municipais.
No RJ houve um aumento brutal do IPTU. Em São Paulo também.
Veja o comentário que vi em um blog:
Bom dia.
O valor de meu IPTU de SP subiu 35% de 2007 para 2008.
Paguei no ano passado R$ 477,00 e neste ano o boleto para pagamento à vista está com valor R$ 729,00.
Não vi, nem ouvi nada a respeito desse aumento absurdo em nenhum meio de comunicação.
Por quê???
OFF
Amigo O.F.F.,
você não verá manchete em jornal de SP com este tema. Simplesmente porque colega protege colega. A imprensa é coleguinha do prefeito Kassab. Ele já dobrou os gastos com propaganda. Eles são amiguinhos e amiguinhos dos amiguinhos deles. Agem como uma turma, que freqüentam os mesmos lugares, tem os mesmos amigos, etc.
O negócio de um se entrelaça ao negócio do outro – um é advogado de outro, que compra carro na loja de outro, que é casado com a prima de outro, que vai viajar com o irmão de um, que comanda uma empresa que anuncia no jornal de outro, etc. É um mundo pequeno, de amigos que se protegem. Este mundo pequeno estabelece alianças com alguns políticos que personificam os interesses deles. (lembrem do vínculo entre a filha do Alckimin e a Daslu).
No aumento da carga tributária os jornais jamais vão considerar o aumento dos impostos municipais de municípios administrados por coleguinhas. Já a classe média vai continuar dando apoio e comprando os jornais dos coleguinhas. E pagando mais caro.
O leite longa vida no estado de SP teve aumento de impostos. Um absurdo! Notícia? Só uma notinha no pé da página , bem pequenininha. Não foi um aumento pequeno, foi enorme, de 7% para 18%.
De novo a classe média aplaude sem saber que está tendo seu salário devorado. Afinal, o Serra também é coleguinha e coleguinha não coloca coleguinha em “maus lençóis”. O coleguinha Serra também dobrou os gastos com publicidade e deu um belo presente tributário às empresas de mídia que deviam ao estado de SP. Alguém tinha que pagar pelo benefício que as empresas de mídia ganharam... Tudo simples.
Então fica assim: a culpa da carga tributária alta é do incompetente do Lula. O Serra e o Kassab são exemplos, bons exemplos, de administração. Eles não aumentam impostos e aplicam super bem o dinheiro público.
Colega protege colega.
Eles só não protegem a população.
A culpa de quem é: daquele que acreditam neles e não percebem suas manipulações.
.
Inúmeras vezes você já leu reportagens sobre o aumento da carga tributária no Brasil. Todas as matérias se referem ao governo federal. Ele é apontado como o culpado.
Em 2007 a carga tributária bateu recorde. Esta foi a manchete de um jornal. Na matéria muitos dados e informações sobre o governo federal.
Se o governo federal não aumentou os impostos federais porque houve aumento da carga tributária?
Esta é a questão. Será que os sonegadores estão tendo que pagar impostos que antes eles não pagavam? Lembrem que estes sonegadores são a linha inicial do crime organizado. Se for este o caso é bom, muito bom este aumento da carga tributária.
Existem também os impostos estaduais e municipais. Nas reportagens nunca aparece nenhuma entrevista com autoridades estaduais e municipais.
No RJ houve um aumento brutal do IPTU. Em São Paulo também.
Veja o comentário que vi em um blog:
Bom dia.
O valor de meu IPTU de SP subiu 35% de 2007 para 2008.
Paguei no ano passado R$ 477,00 e neste ano o boleto para pagamento à vista está com valor R$ 729,00.
Não vi, nem ouvi nada a respeito desse aumento absurdo em nenhum meio de comunicação.
Por quê???
OFF
Amigo O.F.F.,
você não verá manchete em jornal de SP com este tema. Simplesmente porque colega protege colega. A imprensa é coleguinha do prefeito Kassab. Ele já dobrou os gastos com propaganda. Eles são amiguinhos e amiguinhos dos amiguinhos deles. Agem como uma turma, que freqüentam os mesmos lugares, tem os mesmos amigos, etc.
O negócio de um se entrelaça ao negócio do outro – um é advogado de outro, que compra carro na loja de outro, que é casado com a prima de outro, que vai viajar com o irmão de um, que comanda uma empresa que anuncia no jornal de outro, etc. É um mundo pequeno, de amigos que se protegem. Este mundo pequeno estabelece alianças com alguns políticos que personificam os interesses deles. (lembrem do vínculo entre a filha do Alckimin e a Daslu).
No aumento da carga tributária os jornais jamais vão considerar o aumento dos impostos municipais de municípios administrados por coleguinhas. Já a classe média vai continuar dando apoio e comprando os jornais dos coleguinhas. E pagando mais caro.
O leite longa vida no estado de SP teve aumento de impostos. Um absurdo! Notícia? Só uma notinha no pé da página , bem pequenininha. Não foi um aumento pequeno, foi enorme, de 7% para 18%.
De novo a classe média aplaude sem saber que está tendo seu salário devorado. Afinal, o Serra também é coleguinha e coleguinha não coloca coleguinha em “maus lençóis”. O coleguinha Serra também dobrou os gastos com publicidade e deu um belo presente tributário às empresas de mídia que deviam ao estado de SP. Alguém tinha que pagar pelo benefício que as empresas de mídia ganharam... Tudo simples.
Então fica assim: a culpa da carga tributária alta é do incompetente do Lula. O Serra e o Kassab são exemplos, bons exemplos, de administração. Eles não aumentam impostos e aplicam super bem o dinheiro público.
Colega protege colega.
Eles só não protegem a população.
A culpa de quem é: daquele que acreditam neles e não percebem suas manipulações.
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Pacote americano: uma ótima explicação
.
Agora, enfrenta problemas de monta para conseguir a aprovação junto ao Congresso. Principalmente porque ruiu a legitimação ideológica que sustentava o modelo de financeirização da economia norte-americana e mundial.
Nas últimas décadas, toda sorte de abusos foi cometida pelo sistema financeiro internacional, puxado pelos grandes bancos de investimento novaiorquinos. Quando a fogueira se alastrava, o FMI ou o Tesouro eram chamados a ajudá-los.
Os bancos e fundos especulavam até a corda arrebentar. Na véspera, entrava o FMI com empréstimos de emergência, que serviam apenas para permitir a saída dos especuladores sem grandes perdas.
Foi assim no vergonhoso acordo firmado pelo Brasil em outubro de 1998, no qual praticamente todos os recursos aportados pelo FMI serviram para salvar as aplicações dos especuladores externos.
***
Esse modelo começou a fazer água com o primeiro Secretário do Tesouro do governo George W. Bush, Paulo O’Neil – um executivo vindo do setor real da economia. Seu primeiro pronunciamento foi um alerta de que o jogo acabara. Não durou muito no cargo, mas o recado alterou o jogo político e permitiu um questionamento maior sobre as operações de salvamento de bancos.
***
O que acontece agora é dramático, e lembra a história do menininho que, de tanto mentir, não tinha mais credibilidade quando pediu socorro ante um perigo real.
Ontem Paulson e Ben Bernanke, presidente do FED, suavam frio para convencer os congressistas a autorizar a operação de salvamento. Mas os questionamentos foram duros. A operação continha liberalidades ilegítimas para os bancos. Eles compraram títulos do sub-prime. O valor desses títulos desabaram. Não podem ser colocados em massa no mercado, senão cairão mais ainda. O correto seria o Tesouro definir uma data de corte e adquirir os títulos pelo valor de mercado – impondo um prejuízo às instituições.
Mas o que se pretende é adquirir os títulos pelo chamado prazo decorrido. Pegam a rentabilidade de face do título, calculam seu rendimento até a data de corte, e consideram esse valor para a troca por títulos do Tesouro. Um privilégio indecente.
***
O plano de Roosevelt com o New Deal teve legitimidade porque focou a ajuda nos mutuários. Adquiriu os créditos dos inadimplentes, refinanciou e montou um amplo trabalho social de apoio. Por tabela, salvou o sistema financeiro.
No jogo atual, esqueceram o principal: os mutuários. E isso vai dificultar a aprovação do cheque em branco.
do blog do Luis Nassif
.
Agora, enfrenta problemas de monta para conseguir a aprovação junto ao Congresso. Principalmente porque ruiu a legitimação ideológica que sustentava o modelo de financeirização da economia norte-americana e mundial.
Nas últimas décadas, toda sorte de abusos foi cometida pelo sistema financeiro internacional, puxado pelos grandes bancos de investimento novaiorquinos. Quando a fogueira se alastrava, o FMI ou o Tesouro eram chamados a ajudá-los.
Os bancos e fundos especulavam até a corda arrebentar. Na véspera, entrava o FMI com empréstimos de emergência, que serviam apenas para permitir a saída dos especuladores sem grandes perdas.
Foi assim no vergonhoso acordo firmado pelo Brasil em outubro de 1998, no qual praticamente todos os recursos aportados pelo FMI serviram para salvar as aplicações dos especuladores externos.
***
Esse modelo começou a fazer água com o primeiro Secretário do Tesouro do governo George W. Bush, Paulo O’Neil – um executivo vindo do setor real da economia. Seu primeiro pronunciamento foi um alerta de que o jogo acabara. Não durou muito no cargo, mas o recado alterou o jogo político e permitiu um questionamento maior sobre as operações de salvamento de bancos.
***
O que acontece agora é dramático, e lembra a história do menininho que, de tanto mentir, não tinha mais credibilidade quando pediu socorro ante um perigo real.
Ontem Paulson e Ben Bernanke, presidente do FED, suavam frio para convencer os congressistas a autorizar a operação de salvamento. Mas os questionamentos foram duros. A operação continha liberalidades ilegítimas para os bancos. Eles compraram títulos do sub-prime. O valor desses títulos desabaram. Não podem ser colocados em massa no mercado, senão cairão mais ainda. O correto seria o Tesouro definir uma data de corte e adquirir os títulos pelo valor de mercado – impondo um prejuízo às instituições.
Mas o que se pretende é adquirir os títulos pelo chamado prazo decorrido. Pegam a rentabilidade de face do título, calculam seu rendimento até a data de corte, e consideram esse valor para a troca por títulos do Tesouro. Um privilégio indecente.
***
O plano de Roosevelt com o New Deal teve legitimidade porque focou a ajuda nos mutuários. Adquiriu os créditos dos inadimplentes, refinanciou e montou um amplo trabalho social de apoio. Por tabela, salvou o sistema financeiro.
No jogo atual, esqueceram o principal: os mutuários. E isso vai dificultar a aprovação do cheque em branco.
do blog do Luis Nassif
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terça-feira, 23 de setembro de 2008
O massacre dos cristãos continua (Índia)
.
Sou espírita. Sou cristão. Sou libertário. Todos devem poder escolher livremente se querem ter religião ou não e qual religião querem ter.
Todavia, milhões de pessoas que escolheram ser cristãos estão sofrendo perseguições terríveis em vários lugares do planeta.
Porque será que não é notícia?
Uma bomba explode em uma cidadezinha do Iraque é notícia. O massacre de centenas de cristãos no Iraque não é notícia.
Porque será?
O massacre de cristãos na índia também não é notícia.
Leiam a carta abaixo:
Meu amor e saudações a todos os meus queridos amigos em nome de nosso Senhor
Jesus Cristo, protetor de minha vida e família da morte.
Aqui é Raj, seu amigo da Índia, pedindo sua gentil oração pela minha família
e pelas igrejas no distrito de Kandhamal(Phulbani), Estado de Orissa.
Para informá-los, houve um terrível ataque às igrejas de nosso distrito.
Quase todos os vilarejos cristãos foram destruídos, demolidos e queimados.
Isso começou no dia 24 de agosto de 2008 e continua de mal a pior. Mais de
100 cristãos mortos, entre eles cerca de 30 pastores, foram mortos de forma
brutal ou queimados vivos. Ninguém sabe quantos estão desaparecidos. Os
corpos dos mortos estão espalhados nas florestas, montes e vilarejos
distantes. Não há ninguém lá para enterrar os mortos. Pessoas são mortas na
frente de seus familiares, esposas e filhos. Meninas são raptadas por
gangues e queimadas vivas. Não tenho palavras para expressar a agonia e a
dor das pessoas. Muitos livros poderiam ser escritos sobre a tristeza de
seus corações partidos. Quase todas as igrejas foram arruinadas, demolidas e
queimadas. Todos os vilarejos e casas cristãs estão completamente
destruídos, suas propriedades foram saqueadas e todos os veículos,
queimados.
Milhares e milhares de pessoas pobres e inocentes, junto com suas
crianças e velhos, correram para salvar suas vidas nas florestas e colinas,
e mesmo ali suas vidas não estão seguras.
Eles continuam sendo caçados pelos fanáticos hindus.
O toque de recolher vem desde 24 de Agosto de 2008. Sem transportes, sem
mercados, parece que todo o distrito está parado e morto.
O último culto que realizei com os crentes de minha igreja foi no domingo do
dia 24. No dia 25, recebi notícias de que atacariam a mim e à minha família,
e destruiriam minha casa. Para salvar minha vida e a de minha família,
deixei minha casa às 5:30 da manhã apenas com a roupa do corpo. Eu, minha
esposa e meu filho de 10 anos nos abrigamos e escondemos com um amigo
não-cristão. O terror estava por toda a parte em nossa pequena cidade. Com
muita aflição e medo, nos abrigamos naquela casa. Assim que a noite caiu,
ouvimos o som de pessoas da oposição correndo de lá para cá, gritando "matem
todos os cristãos." Seu objetivo era matar todos os líderes e pastores.
Às 12:45 da noite, recebi uma ligação de um irmão. Eles marcharam contra o
prédio do meu escritório e, sem perder tempo, arrasaram minha casa com uma
bomba. Confiscaram tudo e queimaram o resto das coisas, meu carro e todas as
bicicletas. Então avançaram para a casa em que eu estava escondido e
arrombaram a porta para pegar e matar nossa família. Graças a Deus, o dono
da casa tomou uma atitude corajosa para me proteger, acabou agredido
brutalmente.
Na manhã seguinte, com muito medo, eu, minha esposa Purnima e meu filho
Comfort corremos para a floresta para nos salvar. Minha esposa é diabética.
Eu os levei para a floresta, sem sabermos para onde estávamos indo. Um
pastor e sua família nos encontraram naquela floresta. Permanecemos um dia
inteiro ali e, ao anoitecer, andamos mais 10km mata adentro para ficarmos a
salvo. Por quase cinco dias, o Senhor, com sua mão poderosa, nos protegeu
naquela floresta. As pessoas de um vilarejo cristão próximo ficaram sabendo
a nosso respeito e vieram nos ajudar trazendo comida. Ficamos sabendo que a
floresta também não era nada segura. Com muito cuidado, chegamos ao
acampamento de ajuda. Em cada um, de 5 a 6 mil pessoas. Não havia comida nem
água, só doenças por toda a parte, crianças pequenas e muitos idosos já
mortos. Foi um milagre dois motoristas não-cristãos de bom coração chegarem
de 60km de distância com meu primo e nos salvarem da morte
Em cinco minutos, pela manhã, às 7:45, eles nos atravessaram pelo campo dos
opositores que queriam minha vida. Por sua graça e mão poderosa, Ele nos
salvou. Graças ao seu santo nome, chegamos a um estado vizinho. Não sei o
que fazer, peço sua gentil oração por minha família e também que todos vocês
sustentem nosso povo e nossas igrejas em suas orações. As pessoas perderam
sua esperança, não há apoio do governo, o terror está por toda a parte.
Minha oração e confiança são que somente Deus, por sua graça, pode controlar
a situação de morte e agonia.
Algum de vocês pode enviar meu pedido de oração ao Dr. Dhanaraj e ao Sr.
Mandoza em Maui Haggai? Por favor, informem nossa condição a todo o povo de
Deus para oração. Se puderem, por favor me escrevam. Obrigado, meus amigos.
Essa é a realidade, dizia o irmão Mandoza, antes de deixarmos Maui (Havaí).
Não sei em que condições se acham sua vida e ministério, mas amo muito, oro
e tenho saudades de todos vocês. Muito obrigado por seu amor e amizade por
mim no Havaí. Que Deus abençoe todos vocês. Seu irmão
Pastor Raj.
RK DIGAL,INDIA.
Sou espírita. Sou cristão. Sou libertário. Todos devem poder escolher livremente se querem ter religião ou não e qual religião querem ter.
Todavia, milhões de pessoas que escolheram ser cristãos estão sofrendo perseguições terríveis em vários lugares do planeta.
Porque será que não é notícia?
Uma bomba explode em uma cidadezinha do Iraque é notícia. O massacre de centenas de cristãos no Iraque não é notícia.
Porque será?
O massacre de cristãos na índia também não é notícia.
Leiam a carta abaixo:
Meu amor e saudações a todos os meus queridos amigos em nome de nosso Senhor
Jesus Cristo, protetor de minha vida e família da morte.
Aqui é Raj, seu amigo da Índia, pedindo sua gentil oração pela minha família
e pelas igrejas no distrito de Kandhamal(Phulbani), Estado de Orissa.
Para informá-los, houve um terrível ataque às igrejas de nosso distrito.
Quase todos os vilarejos cristãos foram destruídos, demolidos e queimados.
Isso começou no dia 24 de agosto de 2008 e continua de mal a pior. Mais de
100 cristãos mortos, entre eles cerca de 30 pastores, foram mortos de forma
brutal ou queimados vivos. Ninguém sabe quantos estão desaparecidos. Os
corpos dos mortos estão espalhados nas florestas, montes e vilarejos
distantes. Não há ninguém lá para enterrar os mortos. Pessoas são mortas na
frente de seus familiares, esposas e filhos. Meninas são raptadas por
gangues e queimadas vivas. Não tenho palavras para expressar a agonia e a
dor das pessoas. Muitos livros poderiam ser escritos sobre a tristeza de
seus corações partidos. Quase todas as igrejas foram arruinadas, demolidas e
queimadas. Todos os vilarejos e casas cristãs estão completamente
destruídos, suas propriedades foram saqueadas e todos os veículos,
queimados.
Milhares e milhares de pessoas pobres e inocentes, junto com suas
crianças e velhos, correram para salvar suas vidas nas florestas e colinas,
e mesmo ali suas vidas não estão seguras.
Eles continuam sendo caçados pelos fanáticos hindus.
O toque de recolher vem desde 24 de Agosto de 2008. Sem transportes, sem
mercados, parece que todo o distrito está parado e morto.
O último culto que realizei com os crentes de minha igreja foi no domingo do
dia 24. No dia 25, recebi notícias de que atacariam a mim e à minha família,
e destruiriam minha casa. Para salvar minha vida e a de minha família,
deixei minha casa às 5:30 da manhã apenas com a roupa do corpo. Eu, minha
esposa e meu filho de 10 anos nos abrigamos e escondemos com um amigo
não-cristão. O terror estava por toda a parte em nossa pequena cidade. Com
muita aflição e medo, nos abrigamos naquela casa. Assim que a noite caiu,
ouvimos o som de pessoas da oposição correndo de lá para cá, gritando "matem
todos os cristãos." Seu objetivo era matar todos os líderes e pastores.
Às 12:45 da noite, recebi uma ligação de um irmão. Eles marcharam contra o
prédio do meu escritório e, sem perder tempo, arrasaram minha casa com uma
bomba. Confiscaram tudo e queimaram o resto das coisas, meu carro e todas as
bicicletas. Então avançaram para a casa em que eu estava escondido e
arrombaram a porta para pegar e matar nossa família. Graças a Deus, o dono
da casa tomou uma atitude corajosa para me proteger, acabou agredido
brutalmente.
Na manhã seguinte, com muito medo, eu, minha esposa Purnima e meu filho
Comfort corremos para a floresta para nos salvar. Minha esposa é diabética.
Eu os levei para a floresta, sem sabermos para onde estávamos indo. Um
pastor e sua família nos encontraram naquela floresta. Permanecemos um dia
inteiro ali e, ao anoitecer, andamos mais 10km mata adentro para ficarmos a
salvo. Por quase cinco dias, o Senhor, com sua mão poderosa, nos protegeu
naquela floresta. As pessoas de um vilarejo cristão próximo ficaram sabendo
a nosso respeito e vieram nos ajudar trazendo comida. Ficamos sabendo que a
floresta também não era nada segura. Com muito cuidado, chegamos ao
acampamento de ajuda. Em cada um, de 5 a 6 mil pessoas. Não havia comida nem
água, só doenças por toda a parte, crianças pequenas e muitos idosos já
mortos. Foi um milagre dois motoristas não-cristãos de bom coração chegarem
de 60km de distância com meu primo e nos salvarem da morte
Em cinco minutos, pela manhã, às 7:45, eles nos atravessaram pelo campo dos
opositores que queriam minha vida. Por sua graça e mão poderosa, Ele nos
salvou. Graças ao seu santo nome, chegamos a um estado vizinho. Não sei o
que fazer, peço sua gentil oração por minha família e também que todos vocês
sustentem nosso povo e nossas igrejas em suas orações. As pessoas perderam
sua esperança, não há apoio do governo, o terror está por toda a parte.
Minha oração e confiança são que somente Deus, por sua graça, pode controlar
a situação de morte e agonia.
Algum de vocês pode enviar meu pedido de oração ao Dr. Dhanaraj e ao Sr.
Mandoza em Maui Haggai? Por favor, informem nossa condição a todo o povo de
Deus para oração. Se puderem, por favor me escrevam. Obrigado, meus amigos.
Essa é a realidade, dizia o irmão Mandoza, antes de deixarmos Maui (Havaí).
Não sei em que condições se acham sua vida e ministério, mas amo muito, oro
e tenho saudades de todos vocês. Muito obrigado por seu amor e amizade por
mim no Havaí. Que Deus abençoe todos vocês. Seu irmão
Pastor Raj.
RK DIGAL,INDIA.
Depois do amarelinho, o amarelão
.
Primeiro foi o amarelinho que dizimou os laranjais paulistas. Agora é o amarelão, a praga do grini. Surgiu em 2004 e espalhou-se devido à crise do setor e à perda de margem dos produtores de laranja, devido à apreciação do dólar.
Sem margem, passaram a comprar mudas não-certificadas. Com elas, veio a praga que já dizimou 20% dos laranjais paulistas, 3 milhões de pés erradicados e ameaça se espalhar por outros estados. Apenas agora a Secretaria da Agricultura de São Paulo e o Ministério da Agricultura decidiram avançar nas pesquisas para combater o mal.
Os agricultores imprudentes ainda tentaram resistir à erradicação de suas árvores. Foi necessária intervenção da polícia.
Por Hans Bintje
Do site da Embrapa
"Mas de onde vêm estes microrganismos (patógenos) que causam doenças nas plantas? Ora, algumas espécies de microrganismos já conviviam, há muito tempo, e ainda convivem no centro de origem ou centro de ocorrência natural com as espécies de plantas atualmente domesticadas. Vejamos o exemplo da seringueira (Hevea brasiliensis) e do cupuaçú (Theobroma grandiflorum), cujo centro de ocorrência natural é a Amazônia. A convivência da seringueira na floresta com o fungo Microcyclus ulei causador do mal-das-folhas, e do cupuaçú com o Crinipellis perniciosa causador da vassoura-de-bruxa é traduzida pelo equilíbrio entre populações.
As tentativas de monocultivo de Hevea brasiliensis em Belterra e Fordlândia no século passado resultaram em prejuízos e abandono do empreendimento após intenso ataque de Microcyclus ulei".
A mesma estória agora se repete com a laranja. As plantações raramente são entrecortadas por trechos de mata nativa, os "corredores ecológicos" que permitem a sobrevivência dos inimigos naturais das pragas das lavouras, a proteção dos mananciais de água e provêem o isolamento entre as glebas cultivadas, dificultando a disseminação de doenças entre as plantas.
De nada adianta a violência humana contra a genial adaptabilidade desses microorganismos. São adversários formidáveis e exigem o melhor de nossa inteligência na observação das inter-relações do mundo natural.
do blog do Luis Nassif
.
Primeiro foi o amarelinho que dizimou os laranjais paulistas. Agora é o amarelão, a praga do grini. Surgiu em 2004 e espalhou-se devido à crise do setor e à perda de margem dos produtores de laranja, devido à apreciação do dólar.
Sem margem, passaram a comprar mudas não-certificadas. Com elas, veio a praga que já dizimou 20% dos laranjais paulistas, 3 milhões de pés erradicados e ameaça se espalhar por outros estados. Apenas agora a Secretaria da Agricultura de São Paulo e o Ministério da Agricultura decidiram avançar nas pesquisas para combater o mal.
Os agricultores imprudentes ainda tentaram resistir à erradicação de suas árvores. Foi necessária intervenção da polícia.
Por Hans Bintje
Do site da Embrapa
"Mas de onde vêm estes microrganismos (patógenos) que causam doenças nas plantas? Ora, algumas espécies de microrganismos já conviviam, há muito tempo, e ainda convivem no centro de origem ou centro de ocorrência natural com as espécies de plantas atualmente domesticadas. Vejamos o exemplo da seringueira (Hevea brasiliensis) e do cupuaçú (Theobroma grandiflorum), cujo centro de ocorrência natural é a Amazônia. A convivência da seringueira na floresta com o fungo Microcyclus ulei causador do mal-das-folhas, e do cupuaçú com o Crinipellis perniciosa causador da vassoura-de-bruxa é traduzida pelo equilíbrio entre populações.
As tentativas de monocultivo de Hevea brasiliensis em Belterra e Fordlândia no século passado resultaram em prejuízos e abandono do empreendimento após intenso ataque de Microcyclus ulei".
A mesma estória agora se repete com a laranja. As plantações raramente são entrecortadas por trechos de mata nativa, os "corredores ecológicos" que permitem a sobrevivência dos inimigos naturais das pragas das lavouras, a proteção dos mananciais de água e provêem o isolamento entre as glebas cultivadas, dificultando a disseminação de doenças entre as plantas.
De nada adianta a violência humana contra a genial adaptabilidade desses microorganismos. São adversários formidáveis e exigem o melhor de nossa inteligência na observação das inter-relações do mundo natural.
do blog do Luis Nassif
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segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Liberalismo de araque
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Enquanto os EUA investem trilhões para manter como americanas empresas falidas, no Brasil foi diferente.
O HSBC "ganhou" um banco inteiro. Um negócio da China, o verdadeiro negócio da China.
Sem fazer licitação pública, o governo FHC/Serra/Alckmin/ Aécio/Tasso jereissat/e todos do PSDB E DEM, fez um acordo transferindo o controle de um banco para o HSBC.
"Vendeu" baratíssimo e com uma cláusula que ele poderia devolver o banco se não quisesse mais.
Que legal! Eles pegam o negócio, se der certo tudo é meu. Se der errado o problema é seu.
Péssimo negócio para o Brasil.
Péssimo negócio para o povo do Brasil.
Isto é o liberalismo a lá FHC.
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Enquanto os EUA investem trilhões para manter como americanas empresas falidas, no Brasil foi diferente.
O HSBC "ganhou" um banco inteiro. Um negócio da China, o verdadeiro negócio da China.
Sem fazer licitação pública, o governo FHC/Serra/Alckmin/ Aécio/Tasso jereissat/e todos do PSDB E DEM, fez um acordo transferindo o controle de um banco para o HSBC.
"Vendeu" baratíssimo e com uma cláusula que ele poderia devolver o banco se não quisesse mais.
Que legal! Eles pegam o negócio, se der certo tudo é meu. Se der errado o problema é seu.
Péssimo negócio para o Brasil.
Péssimo negócio para o povo do Brasil.
Isto é o liberalismo a lá FHC.
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Liberalismo.... dos EUA, a verdade.
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Na era FHC o Brasil abriu o setor de educação para as empresas estrangeiras SEM negociar contrapartida nenhuma.
Era o discurso de que quanto mais liberalismo melhor.
O discurso uniforme (como sempre) da grande mídia era que até na China era assim. Empresas estrangeiras poderiam investir livremente e enviar livremente seus ganhos para o exterior.
Era mentira. O discurso só servia para nós, o terceiro mundo.
Na China a empresa para ganhar o direito de investir lá tem que cumprir várias exigências, entre elas ser sócia de empresário local e transferir tecnologia.
Os EUA, dizia a mídia, eram o exemplo de liberalismo e viviam muito bem. Esqueciam das legislações estaduais e das séries de leis que restringiam estrangeiros em compras públicas.
Vou contar uma história: quando eu era pequeno tinha um menino mais velho que gostava de brigar com os menores. Era um valentão. Pois é, um dia nós crescemos e o valentão virou bonzinho. Sabe porque? Porque ficou franzino e fraquinho. Levou umas surras e mudou de opinião.
É o que acontece nos EUA. Enquanto eles ganham o jogo são liberais. Se perdem são conservadores/protecionistas. Hoje, estão perdendo o jogo. Muitas empresas estão sendo vendidas. Eles estão fazendo tudo para que empresas nacionais não sejam vendidas para empresas estrangeiras.
Eles sabem que não é bom para eles e para o país deles ter empresas do tipo Santander, HSBC, Real, etc dominando o mercado financeiro.
O brasileiro ainda acha que isto é normal e bom.
Grande parte deste socorro de TRILHÕES de dólares visa exatamente isto. Manter como americano o que é americano.
Eles são MUITO nacionalistas.
Somente progride de verdade os países que são NACIONALISTAS.
Nunca um país cuja elite é entreguista conseguiu desenvolver. É por isto que jamais podemos acreditar na elite brasileira, e seus porta-vozes, a mídia conservadora.
.
Na era FHC o Brasil abriu o setor de educação para as empresas estrangeiras SEM negociar contrapartida nenhuma.
Era o discurso de que quanto mais liberalismo melhor.
O discurso uniforme (como sempre) da grande mídia era que até na China era assim. Empresas estrangeiras poderiam investir livremente e enviar livremente seus ganhos para o exterior.
Era mentira. O discurso só servia para nós, o terceiro mundo.
Na China a empresa para ganhar o direito de investir lá tem que cumprir várias exigências, entre elas ser sócia de empresário local e transferir tecnologia.
Os EUA, dizia a mídia, eram o exemplo de liberalismo e viviam muito bem. Esqueciam das legislações estaduais e das séries de leis que restringiam estrangeiros em compras públicas.
Vou contar uma história: quando eu era pequeno tinha um menino mais velho que gostava de brigar com os menores. Era um valentão. Pois é, um dia nós crescemos e o valentão virou bonzinho. Sabe porque? Porque ficou franzino e fraquinho. Levou umas surras e mudou de opinião.
É o que acontece nos EUA. Enquanto eles ganham o jogo são liberais. Se perdem são conservadores/protecionistas. Hoje, estão perdendo o jogo. Muitas empresas estão sendo vendidas. Eles estão fazendo tudo para que empresas nacionais não sejam vendidas para empresas estrangeiras.
Eles sabem que não é bom para eles e para o país deles ter empresas do tipo Santander, HSBC, Real, etc dominando o mercado financeiro.
O brasileiro ainda acha que isto é normal e bom.
Grande parte deste socorro de TRILHÕES de dólares visa exatamente isto. Manter como americano o que é americano.
Eles são MUITO nacionalistas.
Somente progride de verdade os países que são NACIONALISTAS.
Nunca um país cuja elite é entreguista conseguiu desenvolver. É por isto que jamais podemos acreditar na elite brasileira, e seus porta-vozes, a mídia conservadora.
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domingo, 21 de setembro de 2008
Acreditar, incentivar, ajudar
.
Olhem que fotos mais lindas.
Não faz muito tempo na história da humanidade que um deficiente físico era muotivo de muita vergonha para as famílias.
Para algumas famílias ainda são.
Para muitas não. São motivo de muita luta e incentivo.

Ficar em casa, sem oportunidade de trabalho, diversão e estudos era uma constante.
Serem motivos de zombaria e de piedade era uma constante.
Na hora de construir um edifício não eram levados em conta. Era muito difícil e complicado uma pessoa de cadeira de rodas ir a um cinema.
Os tempos estão mudando.
Está mudando a forma como olhamos para os deficientes.

Esportes foram adaptados. Afinal, eles também merecem se divertirem e desenvolverem as habilidades físicas.
Demorou milênios para a humanidade dar este salto evolutivo.
Milênios.
Milênios para o ser humano tomar esta boa decisão.

Quando eu desanimo.
Quando me cansa ajudar ajudar ao próximo, me lembro de imagens como estas.
Me lembro das pessoas que podem se movimentar livremente e que escolhem ficarem aleijadas pela televisão, cultivando a preguiça e a má vontade.
Não quero ser como elas. Quero ajudar, quero acreditar, quero colaborar.
Aí eu me lembro de como minha vida é melhor por aprender com quem é diferente de mim.

Eu tenho muitas histórias para contar para meus filhos.
Histórias de pessoas que tiveram a oportunidade de uma mão estendida e que agarraram a oportunidade.
A vidas delas mudaram.
Mudaram para melhor.
PARABÉNS AOS ATLETAS PARAOLÍMPICOS DO BRASIL.
.
Olhem que fotos mais lindas.
Não faz muito tempo na história da humanidade que um deficiente físico era muotivo de muita vergonha para as famílias.
Para algumas famílias ainda são.
Para muitas não. São motivo de muita luta e incentivo.

Ficar em casa, sem oportunidade de trabalho, diversão e estudos era uma constante.
Serem motivos de zombaria e de piedade era uma constante.
Na hora de construir um edifício não eram levados em conta. Era muito difícil e complicado uma pessoa de cadeira de rodas ir a um cinema.
Os tempos estão mudando.
Está mudando a forma como olhamos para os deficientes.

Esportes foram adaptados. Afinal, eles também merecem se divertirem e desenvolverem as habilidades físicas.
Demorou milênios para a humanidade dar este salto evolutivo.
Milênios.
Milênios para o ser humano tomar esta boa decisão.

Quando eu desanimo.
Quando me cansa ajudar ajudar ao próximo, me lembro de imagens como estas.
Me lembro das pessoas que podem se movimentar livremente e que escolhem ficarem aleijadas pela televisão, cultivando a preguiça e a má vontade.
Não quero ser como elas. Quero ajudar, quero acreditar, quero colaborar.
Aí eu me lembro de como minha vida é melhor por aprender com quem é diferente de mim.

Eu tenho muitas histórias para contar para meus filhos.
Histórias de pessoas que tiveram a oportunidade de uma mão estendida e que agarraram a oportunidade.
A vidas delas mudaram.
Mudaram para melhor.
PARABÉNS AOS ATLETAS PARAOLÍMPICOS DO BRASIL.
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Cristãos massacrados. Milhares são expulsos de casa. Porque não é notícia?
.
"MOVIMENTO DE DEVASTAÇÃO ANTI-CRISTÃO SE ESPALHA NA ÍNDIA
O violento movimento de devastação que explodiu em 23 de agosto em
Kandhamal, distrito ao noroeste do estado de Orissa, continua se espalhar
com força. Atinge, agora, nove distritos, o que indica um alto nível de
orquestração pelo VHP (Conselho Mundial Hindu).
Mais de 50 cristãos foram mortos e multidões foram raptadas, surradas, atacadas com fogo e armas perfurantes.
Em torno de 50 mil cristãos estão foram expulsos de suas casas.
Mesmo os campos de refugiados têm sido atacados, mas pela graça de Deus duas
tentativas de envenenamento dos depósitos de água para os refugiados foram
frustradas. Além disso, a violência anti-cristã tem se espalhado por outros
estados. Igrejas foram incendiadas em Madhya Pradesh e Karnataka, enquanto
irmãs da ordem de Missionárias de Madre Tereza foram violentamente atacadas
em Chhattisgarh. O governo central parece paralisado. Ore, por favor, pela
intervenção do Senhor."
Fonte: Religious Liberty Prayer Bulletin | No. 495 | Wed 10 Sep 2008
"MOVIMENTO DE DEVASTAÇÃO ANTI-CRISTÃO SE ESPALHA NA ÍNDIA
O violento movimento de devastação que explodiu em 23 de agosto em
Kandhamal, distrito ao noroeste do estado de Orissa, continua se espalhar
com força. Atinge, agora, nove distritos, o que indica um alto nível de
orquestração pelo VHP (Conselho Mundial Hindu).
Mais de 50 cristãos foram mortos e multidões foram raptadas, surradas, atacadas com fogo e armas perfurantes.
Em torno de 50 mil cristãos estão foram expulsos de suas casas.
Mesmo os campos de refugiados têm sido atacados, mas pela graça de Deus duas
tentativas de envenenamento dos depósitos de água para os refugiados foram
frustradas. Além disso, a violência anti-cristã tem se espalhado por outros
estados. Igrejas foram incendiadas em Madhya Pradesh e Karnataka, enquanto
irmãs da ordem de Missionárias de Madre Tereza foram violentamente atacadas
em Chhattisgarh. O governo central parece paralisado. Ore, por favor, pela
intervenção do Senhor."
Fonte: Religious Liberty Prayer Bulletin | No. 495 | Wed 10 Sep 2008
sábado, 20 de setembro de 2008
O lucro é capitalista, o prejuízo socialista
.
Nos últimos dias estamos presenciando uma “crise” do mercado imobiliário americano, que pode se disseminar por outras áreas da economia e causar uma recessão mundial. Desta forma todos perdem. A palavra de ordem é evitar perdas generalizadas. Todos os analistas econômicos da grande mídia respiram aliviados quando os bancos centrais mundo afora aportam no mercado mais de 300 bilhões de dólares.
- "Ufa! Os bancos centrais estão ajudando".
- "Estão tendo uma conduta responsável".
- "Estão colaborando para a calma voltar aos mercados e evitar o pior".
Estes são discursos que você está ouvindo todo dia no rádio, televisão e jornal. Tudo funciona assim: eles tocam a mesma música e nos dizem que é melhor dançar do jeito deles senão é correria e morte.
Estas pessoas, que dirigem a imprensa, são muito espertos e sabem ganhar e proteger o próprio dinheiro. Neste sentido eles têm o apoio total das empresas e dos grandes empresários, que derramam rios de dinheiro nestas empresas jornalísticas (selecionadas entre as mais confiáveis) para serem porta vozes da visão de mundo e da versão que lhes interessam.
Os bobos são aqueles que acreditam e reproduzem estes discursos continuamente. A solução é pensar, refletir, ser um livre pensador. (ainda existem aqueles que acreditam que vivemos com liberdade de imprensa... na realidade o que existe é um mecanismo onde os mais ricos financiam aqueles que lhes oferecem bons serviços ideológicos).
Todo processo funciona assim:
a) se a operação financeira dá lucros – o dinheiro vai para o bolso dos mais ricos, um pouquinho vai para o bolso da classe média e quase nada para os mais pobres.
b) Se a operação dá prejuízo – procura-se maneiras de socializar o prejuízo – uma parte da perda fica com os mais ricos, outra parte com a classe média e outra com os mais pobres. Normalmente encontram-se formas do setor público (governos) pagar grande parte da conta. Existem muitos e muitos mecanismos legais que facilitam esta socialização do prejuízo. São deduções, incentivos, refinanciamentos, leis generosas com quem tem muito. A lei é para todos, mas somente quem tem condições de utilizá-las, na prática, são os mais ricos.
Eu sei disso. Eu sou rico e minhas empresas utilizam estes mecanismos. Quando uma empresa compra outra empresa partes generosas deste desembolso é compensada (eufemismo para o verbo pagar) através de deduções de impostos. Ou seja, quando o Itaú comprou o Banerj quem pagou parte da conta foi você. O lucro deste banco não é seu, jamais.
Este é um fenômeno global, tendo mais força onde a sociedade civil não se articula para criar um contraponto.
Na atual crise dos mercados imobiliários americanos estamos observando a mesma peça de teatro acontecendo. A conta está sendo paga parcialmente pelos governos com o propósito de “nos ajudar a todos”. Em parte é verdade: quando vem a recessão todos perdem. Em parte é uma farsa: porque este mecanismo não embute possibilidades de socializar lucros.
O que é socializar lucros? É fácil. Um operador do mercado de ações possui 50 mil reais aplicados. Se vier a recessão este valor cairá para, por exemplo, 40 mil reais. Sem a recessão pode subir para 60 mil reais. Ou seja, dentro de um cenário otimista este aplicador vai embolsar 20 mil reais. Só ele. Os mais pobres e os governos nada. Existem mecanismos possíveis de contribuições extraordinárias que podem determinar que porções consideráveis deste lucro vá para o governo ou para fundos de promoção de educação, cultura, etc.
Não existe discussão sobre mecanismo de socialização dos lucros quando o governo socorre o mercado. Existem menos discussões ainda quando o governo promove alguns incentivos fiscais, tecnológicos, linhas de crédito subsidiadas, etc. Um caso emblemático disto foi o governo ter gastado muito dinheiro para permitir a incubação de uma empresa tecnológica em BH. Esta empresa foi vendida bem cara para o Google. Quem ganhou? O Google que ficou com a tecnologia para usar em escala mundial, o dono da empresa que ficou milionário e mais ninguém. Pense nisso?
Pense em mecanismos de socialização de lucros. Principalmente quando há incentivos embutidos estimulando atividades.
Outro exemplo: a TIM, a Claro, A Vivo, empresas de celular de capital multinacional recebem financiamentos a juros bem baixos do BNDES. Juros bem mais baixo do que você consegue, se precisar. O banco poderia cobrar uma sobretaxa, digamos de 1% ao ano e formar um fundo de promoção ao patrimônio histórico nacional. Outra forma de socializar o lucro é obrigá-las a levar celular para áreas não cobertas por serem consideradas anti-econômicas, como pequenos vilarejos.
Outra forma de socialização é mudar algumas leis, que visam transferir dinheiro público para o bolso privado. Não é corrupção, é tudo legal. Outro dia entrarei nesta discussão.
Este texto antigo é sempre atual. SINAL DE QUE NÃOE STAMOS APRENDENDO E REPTINDO OS MESMOS ERROS.
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Nos últimos dias estamos presenciando uma “crise” do mercado imobiliário americano, que pode se disseminar por outras áreas da economia e causar uma recessão mundial. Desta forma todos perdem. A palavra de ordem é evitar perdas generalizadas. Todos os analistas econômicos da grande mídia respiram aliviados quando os bancos centrais mundo afora aportam no mercado mais de 300 bilhões de dólares.
- "Ufa! Os bancos centrais estão ajudando".
- "Estão tendo uma conduta responsável".
- "Estão colaborando para a calma voltar aos mercados e evitar o pior".
Estes são discursos que você está ouvindo todo dia no rádio, televisão e jornal. Tudo funciona assim: eles tocam a mesma música e nos dizem que é melhor dançar do jeito deles senão é correria e morte.
Estas pessoas, que dirigem a imprensa, são muito espertos e sabem ganhar e proteger o próprio dinheiro. Neste sentido eles têm o apoio total das empresas e dos grandes empresários, que derramam rios de dinheiro nestas empresas jornalísticas (selecionadas entre as mais confiáveis) para serem porta vozes da visão de mundo e da versão que lhes interessam.
Os bobos são aqueles que acreditam e reproduzem estes discursos continuamente. A solução é pensar, refletir, ser um livre pensador. (ainda existem aqueles que acreditam que vivemos com liberdade de imprensa... na realidade o que existe é um mecanismo onde os mais ricos financiam aqueles que lhes oferecem bons serviços ideológicos).
Todo processo funciona assim:
a) se a operação financeira dá lucros – o dinheiro vai para o bolso dos mais ricos, um pouquinho vai para o bolso da classe média e quase nada para os mais pobres.
b) Se a operação dá prejuízo – procura-se maneiras de socializar o prejuízo – uma parte da perda fica com os mais ricos, outra parte com a classe média e outra com os mais pobres. Normalmente encontram-se formas do setor público (governos) pagar grande parte da conta. Existem muitos e muitos mecanismos legais que facilitam esta socialização do prejuízo. São deduções, incentivos, refinanciamentos, leis generosas com quem tem muito. A lei é para todos, mas somente quem tem condições de utilizá-las, na prática, são os mais ricos.
Eu sei disso. Eu sou rico e minhas empresas utilizam estes mecanismos. Quando uma empresa compra outra empresa partes generosas deste desembolso é compensada (eufemismo para o verbo pagar) através de deduções de impostos. Ou seja, quando o Itaú comprou o Banerj quem pagou parte da conta foi você. O lucro deste banco não é seu, jamais.
Este é um fenômeno global, tendo mais força onde a sociedade civil não se articula para criar um contraponto.
Na atual crise dos mercados imobiliários americanos estamos observando a mesma peça de teatro acontecendo. A conta está sendo paga parcialmente pelos governos com o propósito de “nos ajudar a todos”. Em parte é verdade: quando vem a recessão todos perdem. Em parte é uma farsa: porque este mecanismo não embute possibilidades de socializar lucros.
O que é socializar lucros? É fácil. Um operador do mercado de ações possui 50 mil reais aplicados. Se vier a recessão este valor cairá para, por exemplo, 40 mil reais. Sem a recessão pode subir para 60 mil reais. Ou seja, dentro de um cenário otimista este aplicador vai embolsar 20 mil reais. Só ele. Os mais pobres e os governos nada. Existem mecanismos possíveis de contribuições extraordinárias que podem determinar que porções consideráveis deste lucro vá para o governo ou para fundos de promoção de educação, cultura, etc.
Não existe discussão sobre mecanismo de socialização dos lucros quando o governo socorre o mercado. Existem menos discussões ainda quando o governo promove alguns incentivos fiscais, tecnológicos, linhas de crédito subsidiadas, etc. Um caso emblemático disto foi o governo ter gastado muito dinheiro para permitir a incubação de uma empresa tecnológica em BH. Esta empresa foi vendida bem cara para o Google. Quem ganhou? O Google que ficou com a tecnologia para usar em escala mundial, o dono da empresa que ficou milionário e mais ninguém. Pense nisso?
Pense em mecanismos de socialização de lucros. Principalmente quando há incentivos embutidos estimulando atividades.
Outro exemplo: a TIM, a Claro, A Vivo, empresas de celular de capital multinacional recebem financiamentos a juros bem baixos do BNDES. Juros bem mais baixo do que você consegue, se precisar. O banco poderia cobrar uma sobretaxa, digamos de 1% ao ano e formar um fundo de promoção ao patrimônio histórico nacional. Outra forma de socializar o lucro é obrigá-las a levar celular para áreas não cobertas por serem consideradas anti-econômicas, como pequenos vilarejos.
Outra forma de socialização é mudar algumas leis, que visam transferir dinheiro público para o bolso privado. Não é corrupção, é tudo legal. Outro dia entrarei nesta discussão.
Este texto antigo é sempre atual. SINAL DE QUE NÃOE STAMOS APRENDENDO E REPTINDO OS MESMOS ERROS.
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socialismo
Regulação é o princípio da democracia
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“O ex-presidente Ronald Reagan eliminou os controles governamentais sobre uma ampla gama de instituições e instrumentos financeiros, em consonância com sua fé no livre mercado. Reagan gostava de ilustrar sua política desreguladora com a frase: "o governo não é a solução, mas sim o problema". Em 1999, a Lei de Modernização de Serviços Financeiros eliminou controles financeiros impostos desde os tempos de Franklin Delano Roosevelt. As conseqüências estão aí".
Leia mais aqui
A democracia é a repartição de poder.
O que significa isto?
Significa (por exemplo) que o dono do leite não pode fazer o que quiser com ele. Ele não pode dizer: o leite é meu e eu coloco o quanto de água eu quiser nele. Para viver em sociedade democrática ele abre mão do poder total que ele teria sobre sua propriedade.
Existem regras para proteger as pessoas. Isto se chama regulação. Sendo mal feita ela burocratiza a sociedade. Sendo bem feita ela desburocratiza a sociedade.
Vou explicar. Se você tem dinheiro aplicado em um banco e sabe que ele é bem fiscalizado, você fica tranquilo e pode se dedicar as suas atividades diárias normais. Mas, e se ele não for fiscalizado e poder fazer tudo de tudo? Isto gera desconfiança e insegurança. Você, além de suas atividades diárias, terá que ir todos os dias atrás de informações sobre como o banco está gerindo o seu dinheiro. ISTO É BUROCRACIA.
O sonho dos MUITO ricos sempre foi ter DIREITOS sem ter DEVERES. A regulação determina os deveres (por exemplo, fica proibido adicionar água ao leite). É a forma mais eficiente de punir os transgressores.
Ou seja, os MUITO ricos querem ter direitos, sem deveres e sem o risco de serem punidos.
Se você duvida disto é só lembrar do caso da algema aqui no Brasil.
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“O ex-presidente Ronald Reagan eliminou os controles governamentais sobre uma ampla gama de instituições e instrumentos financeiros, em consonância com sua fé no livre mercado. Reagan gostava de ilustrar sua política desreguladora com a frase: "o governo não é a solução, mas sim o problema". Em 1999, a Lei de Modernização de Serviços Financeiros eliminou controles financeiros impostos desde os tempos de Franklin Delano Roosevelt. As conseqüências estão aí".
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A democracia é a repartição de poder.
O que significa isto?
Significa (por exemplo) que o dono do leite não pode fazer o que quiser com ele. Ele não pode dizer: o leite é meu e eu coloco o quanto de água eu quiser nele. Para viver em sociedade democrática ele abre mão do poder total que ele teria sobre sua propriedade.
Existem regras para proteger as pessoas. Isto se chama regulação. Sendo mal feita ela burocratiza a sociedade. Sendo bem feita ela desburocratiza a sociedade.
Vou explicar. Se você tem dinheiro aplicado em um banco e sabe que ele é bem fiscalizado, você fica tranquilo e pode se dedicar as suas atividades diárias normais. Mas, e se ele não for fiscalizado e poder fazer tudo de tudo? Isto gera desconfiança e insegurança. Você, além de suas atividades diárias, terá que ir todos os dias atrás de informações sobre como o banco está gerindo o seu dinheiro. ISTO É BUROCRACIA.
O sonho dos MUITO ricos sempre foi ter DIREITOS sem ter DEVERES. A regulação determina os deveres (por exemplo, fica proibido adicionar água ao leite). É a forma mais eficiente de punir os transgressores.
Ou seja, os MUITO ricos querem ter direitos, sem deveres e sem o risco de serem punidos.
Se você duvida disto é só lembrar do caso da algema aqui no Brasil.
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quinta-feira, 18 de setembro de 2008
A segurança da baixa velocidade
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No bairro carioca da Tijuca .... As ruas da Tijuca serão primeiras a experimentar a segurança das “Zonas 30″, áreas onde a velocidade dos motorizados será reduzida para aumentar a segurança de ciclistas e pedestres.
Além da Tijuca, outros bairros do Rio de Janeiro poderão ser beneficiados pela redução do limite de velocidade, caso o projeto das “Zonas 30″, apresentado pela associação Transporte Ativo, seja colocado em prática.
Máquinas pesadas e velozes são uma ameaça à vida e uma das grandes barreiras para quem está começando a usar um veículo a propulsão humana.
A equação é simples: mais velocidade = menos tempo de reação, tanto para o motorista, quanto para os demais ocupantes das ruas.
A redução da velocidade é imprescindível para a criação de cidades humanas. Permitir que automóveis, ônibus, caminhões e motos trafeguem a 70 ou 80km/h dentro do perímetro urbano é legitimar o genocídio motorizado, perpetuando o assustador índice da OMS, que aponta os “acidentes” de trânsito como a principal causa de mortes de jovens e crianças no mundo.
Em 1961, os estadunidenses Paul e Percival Goodman já afirmavam que não havia razão para que os veículos em circulação na ilha de Manhattan trafegassem em velocidades superiores a 40km/h. Mais ousada era a proposta de simplesmente banir os automóveis da “grande maçã”.
Infelizmente um dos pilares do lobby automobilístico é o estímulo à velocidades criminosas, perpetuando a ilusão de que o deslocamento em automóveis é algo instantâneo: basta entrar, girar a chave, acelerar e pronto, você já chegou ao seu destino.
A redução da velocidade e as iniciativas que visam propagar o respeito e a convivência nas ruas são tão ou mais importantes que a construção de ciclovias. Aliás, faixas segregadas para bicicletas não seriam sequer necessárias se a velocidade máxima permitida em algumas ruas fosse a velocidade média do trânsito, ou seja, 30km/h.
do Blog Apocalipse Motorizado
http://apocalipsemotorizado.net/2008/09/12/a-seguranca-da-baixa-velocidade/
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No bairro carioca da Tijuca .... As ruas da Tijuca serão primeiras a experimentar a segurança das “Zonas 30″, áreas onde a velocidade dos motorizados será reduzida para aumentar a segurança de ciclistas e pedestres.
Além da Tijuca, outros bairros do Rio de Janeiro poderão ser beneficiados pela redução do limite de velocidade, caso o projeto das “Zonas 30″, apresentado pela associação Transporte Ativo, seja colocado em prática.
Máquinas pesadas e velozes são uma ameaça à vida e uma das grandes barreiras para quem está começando a usar um veículo a propulsão humana.
A equação é simples: mais velocidade = menos tempo de reação, tanto para o motorista, quanto para os demais ocupantes das ruas.
A redução da velocidade é imprescindível para a criação de cidades humanas. Permitir que automóveis, ônibus, caminhões e motos trafeguem a 70 ou 80km/h dentro do perímetro urbano é legitimar o genocídio motorizado, perpetuando o assustador índice da OMS, que aponta os “acidentes” de trânsito como a principal causa de mortes de jovens e crianças no mundo.
Em 1961, os estadunidenses Paul e Percival Goodman já afirmavam que não havia razão para que os veículos em circulação na ilha de Manhattan trafegassem em velocidades superiores a 40km/h. Mais ousada era a proposta de simplesmente banir os automóveis da “grande maçã”.
Infelizmente um dos pilares do lobby automobilístico é o estímulo à velocidades criminosas, perpetuando a ilusão de que o deslocamento em automóveis é algo instantâneo: basta entrar, girar a chave, acelerar e pronto, você já chegou ao seu destino.
A redução da velocidade e as iniciativas que visam propagar o respeito e a convivência nas ruas são tão ou mais importantes que a construção de ciclovias. Aliás, faixas segregadas para bicicletas não seriam sequer necessárias se a velocidade máxima permitida em algumas ruas fosse a velocidade média do trânsito, ou seja, 30km/h.
do Blog Apocalipse Motorizado
http://apocalipsemotorizado.net/2008/09/12/a-seguranca-da-baixa-velocidade/
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Isto é bom. É democracia.
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Tem gente que pensa que democracia é só eleições e deixar a imprensa falar o que quer.
Democracia é antes de tudo DIVISÃO DE PODERES. Os vários poderes se controlando e todos sendo auditados, controlados e prestando CONTAS À SOCIEDADE.
O que deve fazer o PF: investigar, levantar provas.
Quem julga: a justiça.
Como a polícia de todo o planeta desenvolvido atua? Na base de informações. Qual o problema em a PF usar pessoas da ABIN para ajudar na investigação? Nenhum.
Qual o problema da PF fazer escutas telefônicas e algemar pessoas? Nenhum.
A PF deve investigar para a justiça poder julgar.
Como a PF está investigando os muito ricos existe uma resistência dos muito ricos. Apoiados, vejam só, por pessoas que sempre atacam o governo Lula.
O governo Lula tem seus defeitos. Ter investido na PF, dado autonomia e condições para ela investigar "peixes grandes" é uma das QUALIDADES deste governo. E, por isto, é combatido.
A grande mídia conservadora está cumprindo o seu papel: NEGATIVIZAR tudo que não é do interesse dos MUITO RICOS.
De negativização em negativização vai colhendo seus frutos: tudo deve continuar como é do interesse dos MUITO ricos. Eles podem invadir terras porque são "produtores" e "proprietários". Podem sonegar, comprar fiscais, porque são vítimas de uma legislação absurda. Se alguém investiga estes senhores é porque estamos em um estado policial. Terra para índios é um absurdo pois coloca em risco nossa soberania. Tudo deve continuar igual.
Alguns papagaios repetem tudo e fazem o jogo deles. São estes que dão sustentação política para eles, pois os muito ricos são poucos, muito poucos.
Observe abaixo:
"Grampo até dentro da PF
De Jailton de Carvalho:
Policiais encarregados da Operação Toque de Midas instalaram escutas ambientais e grampearam durante 20 dias, com autorização judicial, os telefones do diretor-executivo da Polícia Federal, Romero Menezes, preso anteontem por determinação da Justiça Federal e solto na madrugada de ontem por um habeas corpus".
Para quem passar a idéia de que há grampo indiscriminado no Brasil é importante colocar que há grampo ATÉ dentro da PF.
Para quem quer que haja investigação de todos, sem discriminação, ter esta liberdade de investigação é PARA COMEMORAR.
O fator liberdade para investigar nem é sitado na notícia. Fica escondido, pois o que interessa é a campanha de negativização.
São duas visões da mesmo realidade.
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Tem gente que pensa que democracia é só eleições e deixar a imprensa falar o que quer.
Democracia é antes de tudo DIVISÃO DE PODERES. Os vários poderes se controlando e todos sendo auditados, controlados e prestando CONTAS À SOCIEDADE.
O que deve fazer o PF: investigar, levantar provas.
Quem julga: a justiça.
Como a polícia de todo o planeta desenvolvido atua? Na base de informações. Qual o problema em a PF usar pessoas da ABIN para ajudar na investigação? Nenhum.
Qual o problema da PF fazer escutas telefônicas e algemar pessoas? Nenhum.
A PF deve investigar para a justiça poder julgar.
Como a PF está investigando os muito ricos existe uma resistência dos muito ricos. Apoiados, vejam só, por pessoas que sempre atacam o governo Lula.
O governo Lula tem seus defeitos. Ter investido na PF, dado autonomia e condições para ela investigar "peixes grandes" é uma das QUALIDADES deste governo. E, por isto, é combatido.
A grande mídia conservadora está cumprindo o seu papel: NEGATIVIZAR tudo que não é do interesse dos MUITO RICOS.
De negativização em negativização vai colhendo seus frutos: tudo deve continuar como é do interesse dos MUITO ricos. Eles podem invadir terras porque são "produtores" e "proprietários". Podem sonegar, comprar fiscais, porque são vítimas de uma legislação absurda. Se alguém investiga estes senhores é porque estamos em um estado policial. Terra para índios é um absurdo pois coloca em risco nossa soberania. Tudo deve continuar igual.
Alguns papagaios repetem tudo e fazem o jogo deles. São estes que dão sustentação política para eles, pois os muito ricos são poucos, muito poucos.
Observe abaixo:
"Grampo até dentro da PF
De Jailton de Carvalho:
Policiais encarregados da Operação Toque de Midas instalaram escutas ambientais e grampearam durante 20 dias, com autorização judicial, os telefones do diretor-executivo da Polícia Federal, Romero Menezes, preso anteontem por determinação da Justiça Federal e solto na madrugada de ontem por um habeas corpus".
Para quem passar a idéia de que há grampo indiscriminado no Brasil é importante colocar que há grampo ATÉ dentro da PF.
Para quem quer que haja investigação de todos, sem discriminação, ter esta liberdade de investigação é PARA COMEMORAR.
O fator liberdade para investigar nem é sitado na notícia. Fica escondido, pois o que interessa é a campanha de negativização.
São duas visões da mesmo realidade.
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quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Este Alckmin é uma piada de mau gosto
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O cara é sacana e capaz de tudo. Estou falando do Alckmin.
Em 2004 não depositou o dinheiro da prefeitura de SP para a Marta ficar sem dinheiro no caixa. Dia 3 ou 4 de janeiro de 2005 (com a posse do José Serra) ele depositou o dinheiro.
Esta foi uma parte da tramóia de difamação do governo da Marta. Como vocês se lembram o início do governo do Serra foi um festival de baixarias contra a ex-prefeita.
O Serra até disse: "encontrei a prefeitura sem dinheiro..."
Agora a mentira está sendo aos poucos desmentida (o TCM já demonstrou que ela deixou SP com 95 milhões de superávit - mesmo sem o muitos, muitos milhões que o Alckmin não depositou).
Esta maneira de fazer política tentando destruir os adversários ganhou adeptos.
A máquina de propaganda do Serra tem divulgado várias notícias que mostram as besteiras do Alckmin como governador. Tudo para destruí-lo.
Para retrucar e desgastar o Kassab ele quer lembrar que o Kassab ajudou a destruir São Paulo na época do Pita/Maluf.
Acontece que agora o Pita é um dos maiores aliados do Alckmin. Aliás, o Pita, o Garotinho e o Aécio Neves. Um trio da pesada.
É a política, meu amigo...
.

O cara é sacana e capaz de tudo. Estou falando do Alckmin.
Em 2004 não depositou o dinheiro da prefeitura de SP para a Marta ficar sem dinheiro no caixa. Dia 3 ou 4 de janeiro de 2005 (com a posse do José Serra) ele depositou o dinheiro.
Esta foi uma parte da tramóia de difamação do governo da Marta. Como vocês se lembram o início do governo do Serra foi um festival de baixarias contra a ex-prefeita.
O Serra até disse: "encontrei a prefeitura sem dinheiro..."
Agora a mentira está sendo aos poucos desmentida (o TCM já demonstrou que ela deixou SP com 95 milhões de superávit - mesmo sem o muitos, muitos milhões que o Alckmin não depositou).
Esta maneira de fazer política tentando destruir os adversários ganhou adeptos.
A máquina de propaganda do Serra tem divulgado várias notícias que mostram as besteiras do Alckmin como governador. Tudo para destruí-lo.
Para retrucar e desgastar o Kassab ele quer lembrar que o Kassab ajudou a destruir São Paulo na época do Pita/Maluf.
Acontece que agora o Pita é um dos maiores aliados do Alckmin. Aliás, o Pita, o Garotinho e o Aécio Neves. Um trio da pesada.
É a política, meu amigo...
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Atingir o bolso de quem destrói o meio-ambiente
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Qual o principal motivo para o meio ambiente ser destruído?
Dinheiro.
As pessoas querem ganhar dinheiro, mesmo ilegalmente, destruindo o meio-ambiente.
Sempre defendi o confisco de tudo que está ilegal em áreas de proteção ecológica. O que fazer com um caminhão que entra em uma reserva ecológica para transportar madeira tirada de lá (roubada)?
Tem que confiscar o caminhão, moto-serra, trator, etc. Tem que dar o maior prejuízo possível aos destruidores. Além, é lógico, de mandar os ladrões para a cadeia.
É por isto que notícias como a seguinte me enchem de entusiasmo.
Governo planeja tirar 40 mil bois de área de reserva
DA AGÊNCIA FOLHA, EM BELÉM
O governo federal planeja a retirada de 40 mil bois "piratas" de uma unidade de conservação em Rondônia. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, 25% da área da unidade já foi transformada em pastagem.
Se a operação for realizada, precisará ser muito maior do que a primeira ação para apreender animais criados em locais reservados à preservação, feita em junho, quando 3.500 cabeças de gado foram apreendidas na Estação Ecológica Terra do Meio, no Pará.
Aqueles bovinos só foram negociados após alguns leilões fracassarem, por falta de participantes. À época, o governo federal foi acusado pelo setor pecuarista de cuidar mal dos bois, e rebateu dizendo que os criadores boicotaram a venda.
A idéia, segundo o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), é que a área já esteja totalmente sem bois até outubro.
A Flona (Floresta Nacional) Bom Futuro também é alvo do setor madeireiro. Segundo dados do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), 30 caminhões saem diariamente da unidade carregados de toras.
Nota do Chicão:
É importante notar que os defensores da impunidade dos muito ricos vão sempre tentar desmoralizar as ações que os atingem.
O importante é que o prejuízo ao invasor e destruidor vai acontecer e é isto que eles temem.
Segundo: você já viu algum jornal/TV apresentar os donos destas 40 mil cabeças de gado como destruidores que deveriam ir para a cadeia? Nada disto, são "produtores", "pecuaristas", e sempre serão vítimas.
Invasor é o pessoal do MST. Os muito ricos jamais invadem... tentam produzir e trazer o progresso. PArece piada, mas é a mensagem que tantam passar. Basta ver como são tratados os invasores MUITO ricos da Reserva Raposo Serra do Sol.
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Qual o principal motivo para o meio ambiente ser destruído?
Dinheiro.
As pessoas querem ganhar dinheiro, mesmo ilegalmente, destruindo o meio-ambiente.
Sempre defendi o confisco de tudo que está ilegal em áreas de proteção ecológica. O que fazer com um caminhão que entra em uma reserva ecológica para transportar madeira tirada de lá (roubada)?
Tem que confiscar o caminhão, moto-serra, trator, etc. Tem que dar o maior prejuízo possível aos destruidores. Além, é lógico, de mandar os ladrões para a cadeia.
É por isto que notícias como a seguinte me enchem de entusiasmo.
Governo planeja tirar 40 mil bois de área de reserva
DA AGÊNCIA FOLHA, EM BELÉM
O governo federal planeja a retirada de 40 mil bois "piratas" de uma unidade de conservação em Rondônia. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, 25% da área da unidade já foi transformada em pastagem.
Se a operação for realizada, precisará ser muito maior do que a primeira ação para apreender animais criados em locais reservados à preservação, feita em junho, quando 3.500 cabeças de gado foram apreendidas na Estação Ecológica Terra do Meio, no Pará.
Aqueles bovinos só foram negociados após alguns leilões fracassarem, por falta de participantes. À época, o governo federal foi acusado pelo setor pecuarista de cuidar mal dos bois, e rebateu dizendo que os criadores boicotaram a venda.
A idéia, segundo o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), é que a área já esteja totalmente sem bois até outubro.
A Flona (Floresta Nacional) Bom Futuro também é alvo do setor madeireiro. Segundo dados do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), 30 caminhões saem diariamente da unidade carregados de toras.
Nota do Chicão:
É importante notar que os defensores da impunidade dos muito ricos vão sempre tentar desmoralizar as ações que os atingem.
O importante é que o prejuízo ao invasor e destruidor vai acontecer e é isto que eles temem.
Segundo: você já viu algum jornal/TV apresentar os donos destas 40 mil cabeças de gado como destruidores que deveriam ir para a cadeia? Nada disto, são "produtores", "pecuaristas", e sempre serão vítimas.
Invasor é o pessoal do MST. Os muito ricos jamais invadem... tentam produzir e trazer o progresso. PArece piada, mas é a mensagem que tantam passar. Basta ver como são tratados os invasores MUITO ricos da Reserva Raposo Serra do Sol.
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