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A Operação Boi Pirata II, que visa coibir o desmatamento ilegal na Amazônia para criação de gado, em andamento no oeste do estado do Pará, no município de Novo Progresso, recebeu a visita do ministro de Estado do Meio Ambiente, Carlos Minc.
O ministro esteve na fazenda Barroso, ocupada pelo Ibama, que fica na entrada da zona norte da Floresta Nacional - Flona do Jamanxim, região onde os índices de desmatamento são muito altos. Lá, falou à imprensa e anunciou o saldo da operação até o momento. Seis mil cabeças de gado já foram retiradas da Flona, 15 mil estão saindo e 1.700 estão sendo apreendidas hoje e serão doadas aos programas sociais do Governo Federal. “Boi pirata vai virar churrasquinho do Fome Zero”, disse.
Foram apreendidos até o momento: 14 armas, mil litros de óleo diesel que era transportado dentro da Flona de modo irregular, quatro tratores, sendo dois de esteira, três caminhões, uma serraria móvel. Foram detidas 17 pessoas e lavrados 27 autos de infração, que geraram R$ 23,86 milhões em multas.
De acordo com Carlos Minc, quem não tirar seus rebanhos da Flona o mais rápido possível, perderá o gado. “Quem entrou em terra que não era sua, tem que tirar o gado imediatamente”, informa. Disse ainda que todas as fazendas serão multadas, pois é crime ocupar áreas da União. “Isso dá cadeia”, ameaça.
Grande efetivo
O ministro salientou que desta vez não se repetirão os episódios de Paragominas/PA, quando servidores do Ibama foram agredidos “de forma covarde e criminosa” em operação contra madeireiros que agiam de forma ilegal. Para isso, a operação conta com um grande efetivo policial, que garantirá a segurança de seus agentes.
Para a Operação Boi Pirata II, estão disponíveis dois helicópteros, um caminhão tanque exclusivo para abastecer as aeronaves, 25 veículos próprios para as estradas da região, além de agentes ambientais do Ibama de vários estados brasileiros, policiais federais, policiais da Força Nacional de Segurança Pública, policiais militares ambientais do Distrito Federal, policiais militares e tropa de choque do estado do Pará, que somam quase 160 pessoas.
O ministro falou também que, apesar do movimento de vários políticos locais insuflando as pessoas a colocarem fogo na base operativa do Ibama, de um juiz do estado do Pará ter tentado prender o coordenador da operação e da pressão política e econômica para manter o desmatamento na região, a Operação Boi Pirata II seguirá de forma inequívoca.
Como alternativa ao desenvolvimento da região de Novo Progresso, Minc informou sobre a Operação Arco Verde, que é desenvolvida por vários ministérios e que prevê regularização fundiária, documentação das pessoas, crédito agrícola, enfim, um mutirão de cidadania. A Arco Verde busca o desenvolvimento de regiões que foram objeto de fiscalização.
(Envolverde/Ibama)
Nota do Chicão:
O Blog do Chicão sempre apoiou a operação boi pirata.
É uma idéia sensata e eficiente de combater a invasão de reservas ecológicas.
Atinge os invasores onde mais dói: no bolso.
No início os conservadores tentaram ridicularizar a idéia.
Agora, com os bons resultados eles fazem em silêncio.
O corrreto é persistir e não desanimar com as negatividades dos conservadores.
Parabéns ao ministro Carlos Minc.
Leia também:
Incomodando os destruidores
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/07/incomodando-os-destruidores.html
Atingir o bolso de quem destrói o meio-ambiente
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Bois piratas, verdades e versões
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/08/bois-piratas-verdades-e-verses.html
Boa notícia: a operação boi pirata continua e é um sucesso (por isto os jornais escondem)
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/11/boa-notcia-operao-boi-pirata-continua-e.html
Boi pirata: o negativismo da imprensa conservadora
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/10/boi-pirata-o-negativismo-da-imprensa.html
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quarta-feira, 12 de agosto de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Bois piratas em floresta nacional
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Este texto é importante para quem saber como funciona a grilagem de terra. Coloquei em negrito as partes que interessam.
O textoa está abaixo:
Começa a retirada de 35 mil animais em Bom Futuro (RO). Fazendeiros não serão multados [o que é uma pena]
PORTO VELHO
Uma árvore a cada 15 minutos. Esse é o ritmo de desmatamento na Floresta Nacional Bom Futuro, em Rondônia, que já teve um terço dos seus 270 mil hectares de mata nativa desmatado. Se o ritmo da devastação permanecer nesse patamar, a floresta acabará em dez anos. Para tentar mudar esse quadro, o Ministério do Meio Ambiente começou a cumprir uma decisão da Justiça Federal que exige a remoção de 35.000 cabeças de gado criadas dentro da floresta. Cerca de 30 dos 50 proprietários de gado da região já foram notificados. Eles terão um prazo mínimo de seis meses para retirar os animais. E, ao contrário do que prevê a Lei de Crimes Ambientais, não serão multados pela prática ilegal.
A extração ilegal de madeira e pecuária de corte são as principais responsáveis pelas áreas degradadas. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, esteve ontem em Bom Futuro para autuar uma fazenda com 400 bois. A proprietária do gado, Juliane Rocha de Oliveira, 27 anos, explicou que está no local há 12 anos e mostrou-se indignada com autuação, que recusou-se a assinar.
Indenizações
– Não dá para pegar outra área e fazer de reserva? – perguntou ao ministro. – Quando chegamos, há 12 anos, não havia placa avisando que era floresta. Só encontramos malária por aqui. Para onde vamos?
Segundo Juliane, ela e o marido, Cleuvas Almeida de Oliveira, compraram a terra de uma pessoa que chegou primeiro e "limpou" a área. Como as terras são da União, não há documento que comprove a transação, feita "olho a olho".
Para Juliane, se o governo federal pagasse para que as pessoas preservassem as matas, o desmatamento acabaria. Ela também perguntou ao ministro se existe a possibilidade dos donos de rebanho receberem pelas "benfeitorias" que fizeram nas terras em que ocupam. E calcula que sua indenização seria de R$ 500 mil.
–Indenizações serão estudadas – respondeu o ministro. – Mas não sei em que medida um curral vai gerar indenização.
– É uma situação desagradável - completou o ministro. – A senhora é uma pessoa de bem, mas a lei vale para todos. Então vocês vão ter que retirar o gado.
Minc ressaltou que, por ora, não existem planos para tirar as 3.500 pessoas que vivem na floresta em comunidades que contam com 18 escolas e 14 igrejas. Afirmou ainda que se o gado for retirado, mesmo sem o pagamento de multas, a ação já valeu porque o foco agora é o desmatamento zero.
Operação semelhante começou a ser realizada na região em 2003, mas a insurgência da população, insuflada, segundo o ministro, pelos grandes proprietários e políticos donos de rebanho, causou a interrupção da mesma.
Criada em 1988, a floresta Bom Futuro começou a ser desmatada em 1995 quando foi criado o assentamento Menezes Filho, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). As invasões se intensificaram em 1996 e, em 1997, outra assentamento, o Santa Cruz, foi criado dentro da área.
Apesar da intervenção em 2003 ter sido suspensa, as madeireiras que encontravam-se dentro da floresta foram retiradas. Elas eram responsáveis pela saída diária de pelo menos 20 caminhões com 20 mil metros cúbicos de madeira cada um. A atual operação também pretende fiscalizar as 30 madeireiras que ficam ao redor da floresta. Duas foram fechadas nos últimos dias.
Ao todo, 364 pessoas participam da operação. Além de acompanhar a retirada do gado e coibir a retirada de madeira, eles precisam impedir que novas famílias cheguem para ocupar terras.
Jornal do Brasil - 20/05/2009
Nota do Chicão:
O que vocês estão vendo é o efeito de uma reserva ecológica de papel. Aquela que só existe no papel. Este tipo de lugar tem que vigiado, demarcado, homologado, etc.
Principalmente tem que ser fiscalizado. Ou seja, depois que é criada a reserva existe a necessidade de funcionários e gastos de custeio.
Se não vira esta bagunça onde invasora, desmatadora pede indenização.
Leia também:
Mais mil fiscais para proteger a natureza. Mais mil novos funcionários públicos
.
Este texto é importante para quem saber como funciona a grilagem de terra. Coloquei em negrito as partes que interessam.
O textoa está abaixo:
Começa a retirada de 35 mil animais em Bom Futuro (RO). Fazendeiros não serão multados [o que é uma pena]
PORTO VELHO
Uma árvore a cada 15 minutos. Esse é o ritmo de desmatamento na Floresta Nacional Bom Futuro, em Rondônia, que já teve um terço dos seus 270 mil hectares de mata nativa desmatado. Se o ritmo da devastação permanecer nesse patamar, a floresta acabará em dez anos. Para tentar mudar esse quadro, o Ministério do Meio Ambiente começou a cumprir uma decisão da Justiça Federal que exige a remoção de 35.000 cabeças de gado criadas dentro da floresta. Cerca de 30 dos 50 proprietários de gado da região já foram notificados. Eles terão um prazo mínimo de seis meses para retirar os animais. E, ao contrário do que prevê a Lei de Crimes Ambientais, não serão multados pela prática ilegal.
A extração ilegal de madeira e pecuária de corte são as principais responsáveis pelas áreas degradadas. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, esteve ontem em Bom Futuro para autuar uma fazenda com 400 bois. A proprietária do gado, Juliane Rocha de Oliveira, 27 anos, explicou que está no local há 12 anos e mostrou-se indignada com autuação, que recusou-se a assinar.
Indenizações
– Não dá para pegar outra área e fazer de reserva? – perguntou ao ministro. – Quando chegamos, há 12 anos, não havia placa avisando que era floresta. Só encontramos malária por aqui. Para onde vamos?
Segundo Juliane, ela e o marido, Cleuvas Almeida de Oliveira, compraram a terra de uma pessoa que chegou primeiro e "limpou" a área. Como as terras são da União, não há documento que comprove a transação, feita "olho a olho".
Para Juliane, se o governo federal pagasse para que as pessoas preservassem as matas, o desmatamento acabaria. Ela também perguntou ao ministro se existe a possibilidade dos donos de rebanho receberem pelas "benfeitorias" que fizeram nas terras em que ocupam. E calcula que sua indenização seria de R$ 500 mil.
–Indenizações serão estudadas – respondeu o ministro. – Mas não sei em que medida um curral vai gerar indenização.
– É uma situação desagradável - completou o ministro. – A senhora é uma pessoa de bem, mas a lei vale para todos. Então vocês vão ter que retirar o gado.
Minc ressaltou que, por ora, não existem planos para tirar as 3.500 pessoas que vivem na floresta em comunidades que contam com 18 escolas e 14 igrejas. Afirmou ainda que se o gado for retirado, mesmo sem o pagamento de multas, a ação já valeu porque o foco agora é o desmatamento zero.
Operação semelhante começou a ser realizada na região em 2003, mas a insurgência da população, insuflada, segundo o ministro, pelos grandes proprietários e políticos donos de rebanho, causou a interrupção da mesma.
Criada em 1988, a floresta Bom Futuro começou a ser desmatada em 1995 quando foi criado o assentamento Menezes Filho, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). As invasões se intensificaram em 1996 e, em 1997, outra assentamento, o Santa Cruz, foi criado dentro da área.
Apesar da intervenção em 2003 ter sido suspensa, as madeireiras que encontravam-se dentro da floresta foram retiradas. Elas eram responsáveis pela saída diária de pelo menos 20 caminhões com 20 mil metros cúbicos de madeira cada um. A atual operação também pretende fiscalizar as 30 madeireiras que ficam ao redor da floresta. Duas foram fechadas nos últimos dias.
Ao todo, 364 pessoas participam da operação. Além de acompanhar a retirada do gado e coibir a retirada de madeira, eles precisam impedir que novas famílias cheguem para ocupar terras.
Jornal do Brasil - 20/05/2009
Nota do Chicão:
O que vocês estão vendo é o efeito de uma reserva ecológica de papel. Aquela que só existe no papel. Este tipo de lugar tem que vigiado, demarcado, homologado, etc.
Principalmente tem que ser fiscalizado. Ou seja, depois que é criada a reserva existe a necessidade de funcionários e gastos de custeio.
Se não vira esta bagunça onde invasora, desmatadora pede indenização.
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sexta-feira, 8 de maio de 2009
Atingir o bolso de quem destrói o meio ambiente 2
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"Em palestra dirigida a advogados de diversas partes do mundo, Minc apontou o cumprimento das leis como a maior dificuldade do país para o combate aos problemas ambientais. "Já impetramos mais de cem ações na Justiça, contra os grandes desmatadores da Amazônia, e neste mês impetraremos outras 60. Infelizmente, a dificuldade maior não está em fazer leis, mas em fazer com que elas sejam cumpridas", disse o ministro.
Daí a estratégia adotada pelo governo, de tentar resolver o problema antes mesmo de eles chegarem à esfera judicial, ao adotar medidas como os leilões de bois, soja e madeiras apreendidos. "Com isso, nós evitamos que as pessoas enriqueçam com produtos frutos de crimes ambientais", observou". UOL
Nota do Chicão:
Quem destrói o meio ambiente o faz em busca de lucros.
Está correto o ministro quando foca este caminho, sem abrir mão da demanda judicial.
Os leilões de gado e outros é uma forma de tornar maior o risco financeiro do daqueles que destroem, invadem, matam, depredam, corrompem, fincanciam políticos, etc.
Leia também:
Atingir o bolso de quem destrói o meio-ambiente
Onde os corruptos e os bandidos sentem mais dor
Boa notícia: a operação boi pirata continua e é um sucesso (por isto os jornais escondem)
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"Em palestra dirigida a advogados de diversas partes do mundo, Minc apontou o cumprimento das leis como a maior dificuldade do país para o combate aos problemas ambientais. "Já impetramos mais de cem ações na Justiça, contra os grandes desmatadores da Amazônia, e neste mês impetraremos outras 60. Infelizmente, a dificuldade maior não está em fazer leis, mas em fazer com que elas sejam cumpridas", disse o ministro.
Daí a estratégia adotada pelo governo, de tentar resolver o problema antes mesmo de eles chegarem à esfera judicial, ao adotar medidas como os leilões de bois, soja e madeiras apreendidos. "Com isso, nós evitamos que as pessoas enriqueçam com produtos frutos de crimes ambientais", observou". UOL
Nota do Chicão:
Quem destrói o meio ambiente o faz em busca de lucros.
Está correto o ministro quando foca este caminho, sem abrir mão da demanda judicial.
Os leilões de gado e outros é uma forma de tornar maior o risco financeiro do daqueles que destroem, invadem, matam, depredam, corrompem, fincanciam políticos, etc.
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Boa notícia: a operação boi pirata continua e é um sucesso (por isto os jornais escondem)
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segunda-feira, 20 de abril de 2009
Paciência para julgar, persistência para resolver os problemas
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Manchete do UOL:
Despesas com passagens no TCU aumentam 45%
"A despesa com passagens aéreas para os nove ministros do TCU (Tribunal de Contas da União) chegou a R$ 720.344,38 no ano passado, o que representa aumento de 45,2% em relação a 2007 e corresponde a uma média de R$ 80 mil anuais por integrante da corte,..."
"O dispêndio com viagens feitas por servidores técnicos aumentou numa proporção ainda maior, de 81%, chegando a R$ 1,7 milhão".
A manchete é um indicativo de um POSSÍVEL exagero, como na câmara dos deputados.
Não diz, porém, quem usou, para onde, com que interesse público, quando, etc.
Buscar esta resposta é fundamental. Se não, o escândalo se perde no tempo e continua tudo igual.
Evitar julgar rápido é fundamental, pois devemos buscar informações técnicas e confiáveis.
Estudar o problema e ter propostas é fundamental.
Persistir na luta por racionalidade dos gastos é que é IMPORTANTE.
Uma boa idéia, que deu resultados fantásticos foi o confisco dos "bois piratas". Hoje se tornou um risco invadir reservas ecológicas para criar gado clandestinamente.
Antes da proposta do confisco dos gados, muito estudo foi feito. A implementação da idéia demandou ajustes.
Hoje temos um bom recurso para inibir os destruidores das reservas ecológicas.
Como sempre, a mídia conservadora tentou NEGATIVIZAR E RIDICULARIZAR a proposta.
Estudar é fundamental para que tenhamos propostas viáveis e transformadoras.
O resto é fazer o jogo da imprensa conservadora e da classe alta que quer um povo INDIGNADO, mas sem propostas e bundões.
Leia também:
Boa notícia: a operação boi pirata continua e é um sucesso (por isto os jornais escondem)
Boi pirata: o negativismo da imprensa conservadora
Paciência para aprender
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Manchete do UOL:
Despesas com passagens no TCU aumentam 45%
"A despesa com passagens aéreas para os nove ministros do TCU (Tribunal de Contas da União) chegou a R$ 720.344,38 no ano passado, o que representa aumento de 45,2% em relação a 2007 e corresponde a uma média de R$ 80 mil anuais por integrante da corte,..."
"O dispêndio com viagens feitas por servidores técnicos aumentou numa proporção ainda maior, de 81%, chegando a R$ 1,7 milhão".
A manchete é um indicativo de um POSSÍVEL exagero, como na câmara dos deputados.
Não diz, porém, quem usou, para onde, com que interesse público, quando, etc.
Buscar esta resposta é fundamental. Se não, o escândalo se perde no tempo e continua tudo igual.
Evitar julgar rápido é fundamental, pois devemos buscar informações técnicas e confiáveis.
Estudar o problema e ter propostas é fundamental.
Persistir na luta por racionalidade dos gastos é que é IMPORTANTE.
Uma boa idéia, que deu resultados fantásticos foi o confisco dos "bois piratas". Hoje se tornou um risco invadir reservas ecológicas para criar gado clandestinamente.
Antes da proposta do confisco dos gados, muito estudo foi feito. A implementação da idéia demandou ajustes.
Hoje temos um bom recurso para inibir os destruidores das reservas ecológicas.
Como sempre, a mídia conservadora tentou NEGATIVIZAR E RIDICULARIZAR a proposta.
Estudar é fundamental para que tenhamos propostas viáveis e transformadoras.
O resto é fazer o jogo da imprensa conservadora e da classe alta que quer um povo INDIGNADO, mas sem propostas e bundões.
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Boi pirata: o negativismo da imprensa conservadora
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domingo, 22 de março de 2009
Onde os corruptos e os bandidos sentem mais dor
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“Podemos até decretar prisão perpétua nesses casos, mas não podemos colocar em risco o direito de propriedade.”
Ronaldo Caiado, deputado federal (DEM-GO), fundador da União Democrática Ruralista (UDR) e líder da bancada ruralista no Congresso Nacional, ao criticar a proposta de emenda à Constituição que possibilitaria confiscar as terras de quem usa trabalho escravo e destiná-las à reforma agrária. No jornal Correio Braziliense de hoje (Blog do Sakamoto).
É no BOLSO que mais dói.
Os corruptos e bandidos agem para obter dinheiro e poder.
Ao obter o dinheiro, eles tornam-se PARANÓICOS.
Eles querem PROTEGER a todo custo o que conseguiram. Mandam matar, difamam, compram proteção, fazem alianças políticas, ficam amigos de polícia, justiça e promotores, etc.
Vale tudo para preservar o que conseguiram.
É por isto que o juiz Lalau desviou muitos milhões e CONTINUOU dono de uma mansão e recebendo aposentadoria MUITO ALTA. A lei é feita para proteger o patrimônio de quem faz algo errado (principalmente se for alguém "grande $$$").
A operação "boi pirata", que CONFISCAVA os gados daqueles que invadiam as reservas ecológicas para cria-los, foi torpedeada e ridicularizada porque atuava no centro do problema: dinheiro.
Há algo mais importante que a própria liberdade: o dinheiro. Esta é a visão destas pessoas.
Vale tudo! Desde que não toquem no dinheiro (propriedade).
Para quem quer acabar com a impunidade é importante ter em mente que os corruptos e os bandidos SOFREM MUITO quando existe algum risco para o patrimônio.
PS: usei a frase do deputado Caiado por ele ser um legítimo representante da elite conservadora. Não há, aqui, nenhum juízo de valor moral contra a pessoa dele.
Boa notícia: a operação boi pirata continua e é um sucesso (por isto os jornais escondem)
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Paciência para aprender
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“Podemos até decretar prisão perpétua nesses casos, mas não podemos colocar em risco o direito de propriedade.”
Ronaldo Caiado, deputado federal (DEM-GO), fundador da União Democrática Ruralista (UDR) e líder da bancada ruralista no Congresso Nacional, ao criticar a proposta de emenda à Constituição que possibilitaria confiscar as terras de quem usa trabalho escravo e destiná-las à reforma agrária. No jornal Correio Braziliense de hoje (Blog do Sakamoto).
É no BOLSO que mais dói.
Os corruptos e bandidos agem para obter dinheiro e poder.
Ao obter o dinheiro, eles tornam-se PARANÓICOS.
Eles querem PROTEGER a todo custo o que conseguiram. Mandam matar, difamam, compram proteção, fazem alianças políticas, ficam amigos de polícia, justiça e promotores, etc.
Vale tudo para preservar o que conseguiram.
É por isto que o juiz Lalau desviou muitos milhões e CONTINUOU dono de uma mansão e recebendo aposentadoria MUITO ALTA. A lei é feita para proteger o patrimônio de quem faz algo errado (principalmente se for alguém "grande $$$").
A operação "boi pirata", que CONFISCAVA os gados daqueles que invadiam as reservas ecológicas para cria-los, foi torpedeada e ridicularizada porque atuava no centro do problema: dinheiro.
Há algo mais importante que a própria liberdade: o dinheiro. Esta é a visão destas pessoas.
Vale tudo! Desde que não toquem no dinheiro (propriedade).
Para quem quer acabar com a impunidade é importante ter em mente que os corruptos e os bandidos SOFREM MUITO quando existe algum risco para o patrimônio.
PS: usei a frase do deputado Caiado por ele ser um legítimo representante da elite conservadora. Não há, aqui, nenhum juízo de valor moral contra a pessoa dele.
Boa notícia: a operação boi pirata continua e é um sucesso (por isto os jornais escondem)
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Boa notícia: a operação boi pirata continua e é um sucesso (por isto os jornais escondem)
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Retirada de mais de 3.300 reses encerra Operação Boi Pirata na Terra do Meio
Ibama - Chega ao fim a Operação Boi Pirata realizada na região do rio Iriri, no Pará, para retirada de gado ilegal apreendido dentro das unidades de conservação. Para finalizar a primeira operação, 3.300 reses foram removidas da Fazenda Lourilândia, uma área ocupada ilegalmente para criação de gado bovino situada no interior da Estação Ecológica (Esec) Terra do Meio. Com a retirada desse gado, a estimativa é a de que cerca de 30 mil reses tenham sido removidas da Esec desde o início da operação.
Apesar do encerramento dessa ação, o Ministério do Meio Ambiente (MMA), por meio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), vai continuar na região não só para concluir outras operações em curso e iniciar novas ações, mas também para manter o controle do Mosaico de Unidades de Conservação Terra do Meio e garantir a recuperação da floresta. Está prevista, por exemplo, a entrega de outros mandados de segurança para desapropriação de terras públicas já expedidos pela Justiça do Pará.
O gado removido nos últimos 20 dias é parte das cerca de 120 mil reses que, segundo estimativa do ICMBio e do Ibama, calculada com base nas fiscalizações iniciadas em 2006, estão no interior das unidades. A remoção das 3.300 reses mobilizou vaqueiros, policiais militares, servidores do ICMBio e do Ibama e um destacamento do Exército, que montou uma base de apoio no município de Vila Central. [...]
[...] Para o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Flávio Montiel, “a operação Boi Pirata teve um efeito muito maior do que o simples resultado do leilão. Ela gerou um efeito dominó, a ponto de os 14 fazendeiros notificados realizarem a retirada de mais de 30 mil cabeças da região. Teve também um efeito de dissuasão em relação ao objetivo central, garantir a integridade da unidade de conservação e a redução do desmatamento na região, isso mostra como a fiscalização ambiental federal estará aplicando a lei com rigor”, disse.
O procurador da República do MPF-PA, Alan Rogério Mansur, disse que a Justiça vai continuar expedindo ações civis públicas até eliminar as ocupações irregulares na região. Além da desapropriação, os grileiros terão de pagar pelo dano ambiental e material que provocaram. Segundo ele, a devastação de cinco mil hectares pode gerar uma multa de R$ 20 milhões.
Leia a matéria completa no site do Ibama
o Blog do Alê Porto
Nota do Chicão:
Em política pública é necessário perseverança e determinação. Não se pode desistir com as dificuldades iniciais.
Continuidade é a palavra chave.
A operação boi pirata foi chamada de pirotecnia, exibicionismo... tudo que pudesse negativizar e ridicularizar a iniciativa.
Aos poucos foram superados obstáculos (muitos ainda existem) e atingido objetivos.
O principal deles é inibir os grileiros de terra e gerar prejuízo para eles.
Tornar um mau negócio invadir reserva ecológica é o objetivo. Estas pessoas só sentem quando são atingidos "no bolso".
Hoje em dia as operações não são noticiadas pelos jornais conservadores. Faz parte da estratégia deles.
Leia também:
Boi pirata: o negativismo da imprensa conservadora
Paciência para aprender
Grilagem de terra no Brasil é uma festa
Amigos protegem amigos. A grande aliança con$ervadora.
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Retirada de mais de 3.300 reses encerra Operação Boi Pirata na Terra do Meio
Ibama - Chega ao fim a Operação Boi Pirata realizada na região do rio Iriri, no Pará, para retirada de gado ilegal apreendido dentro das unidades de conservação. Para finalizar a primeira operação, 3.300 reses foram removidas da Fazenda Lourilândia, uma área ocupada ilegalmente para criação de gado bovino situada no interior da Estação Ecológica (Esec) Terra do Meio. Com a retirada desse gado, a estimativa é a de que cerca de 30 mil reses tenham sido removidas da Esec desde o início da operação.
Apesar do encerramento dessa ação, o Ministério do Meio Ambiente (MMA), por meio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), vai continuar na região não só para concluir outras operações em curso e iniciar novas ações, mas também para manter o controle do Mosaico de Unidades de Conservação Terra do Meio e garantir a recuperação da floresta. Está prevista, por exemplo, a entrega de outros mandados de segurança para desapropriação de terras públicas já expedidos pela Justiça do Pará.
O gado removido nos últimos 20 dias é parte das cerca de 120 mil reses que, segundo estimativa do ICMBio e do Ibama, calculada com base nas fiscalizações iniciadas em 2006, estão no interior das unidades. A remoção das 3.300 reses mobilizou vaqueiros, policiais militares, servidores do ICMBio e do Ibama e um destacamento do Exército, que montou uma base de apoio no município de Vila Central. [...]
[...] Para o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Flávio Montiel, “a operação Boi Pirata teve um efeito muito maior do que o simples resultado do leilão. Ela gerou um efeito dominó, a ponto de os 14 fazendeiros notificados realizarem a retirada de mais de 30 mil cabeças da região. Teve também um efeito de dissuasão em relação ao objetivo central, garantir a integridade da unidade de conservação e a redução do desmatamento na região, isso mostra como a fiscalização ambiental federal estará aplicando a lei com rigor”, disse.
O procurador da República do MPF-PA, Alan Rogério Mansur, disse que a Justiça vai continuar expedindo ações civis públicas até eliminar as ocupações irregulares na região. Além da desapropriação, os grileiros terão de pagar pelo dano ambiental e material que provocaram. Segundo ele, a devastação de cinco mil hectares pode gerar uma multa de R$ 20 milhões.
Leia a matéria completa no site do Ibama
o Blog do Alê Porto
Nota do Chicão:
Em política pública é necessário perseverança e determinação. Não se pode desistir com as dificuldades iniciais.
Continuidade é a palavra chave.
A operação boi pirata foi chamada de pirotecnia, exibicionismo... tudo que pudesse negativizar e ridicularizar a iniciativa.
Aos poucos foram superados obstáculos (muitos ainda existem) e atingido objetivos.
O principal deles é inibir os grileiros de terra e gerar prejuízo para eles.
Tornar um mau negócio invadir reserva ecológica é o objetivo. Estas pessoas só sentem quando são atingidos "no bolso".
Hoje em dia as operações não são noticiadas pelos jornais conservadores. Faz parte da estratégia deles.
Leia também:
Boi pirata: o negativismo da imprensa conservadora
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Grilagem de terra no Brasil é uma festa
Amigos protegem amigos. A grande aliança con$ervadora.
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sábado, 11 de outubro de 2008
Boi pirata: o negativismo da imprensa conservadora
.
Quando o atual ministro do meio-ambiente resolveu confiscar os bois que são criados ilegalmente dentro das reservas ecológicas a imprensa e seus representantes chamaram a ação de pirotecnia.
Naturalmente, a intenção era desqualificar uma ação que contrariava o interesse de grandes grileiros de terra.
Desqualificar com que intenção? Com a intenção de ficar tudo por isto mesmo.
Houve um primeiro confisco de gado. Milhares foram confiscados, gerando um prejuízo muito grande aos bandidos donos dos bois.
A imprensa ficou fazendo troça das dificuldades de venda dos bois. Sempre o negativismo.
É natural que em uma ação pioneira haja dificuldades. É a primeira vez. Muito aprendizado estava acontecendo.
O objetivo central foi atingido. A dor no bolso do destruidor/invasor de áreas de preservação aconteceu. Vários outros ficaram com medo de acontecer com eles também. Ou seja, inibiu crimes como este por todo o Brasil.
Mas, o negativismo da imprensa quiz reduzir todo este esforço apenas a "pirotecnia".
Tão logo os bois foram vendidos, sumiu do noticiário.
Sumiu do noticiário todas as ações que foram e continuam sendo tomadas contra os invasores de reservas ecológicas.
O ministério público federal está atuando em conjunto com o ministério. O que é bom.
Este tipo de ação está mostrando eficiente para inibir PARTE do problema.
Ela está tendo CONTINUIDADE.
Existe muito o que fazer para proteger nossas reservas ecológicas. Uma dessas ações é o confisco de propriedades de quem quem invade estas reservas.
isto é bom para mim. É bom para você. É bom para o Brasil.
Leia abaixo:
Ministério Público quer mais um leilão de bois piratas
Da Agência Safras
Quase dois meses depois do primeiro leilão do boi pirata, rebanho apreendido em junho na Estação Ecológica da Terra do Meio, no Pará, o MPF - Ministério Público Federal, no estado pediu à Justiça um levantamento de quantas cabeças de gado ainda estão na unidade de conservação. O prazo determinado pela Justiça para que todos os proprietários Retirassem os rebanhos da área de preservação venceu em setembro.
De acordo com o Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, antes da Operação Boi Pirata, cerca de 40 mil cabeças de gado ilegais eram criadas em 14 propriedades na Terra do Meio. O MPF pede que, caso a ordem judicial não tenha sido cumprida, a Justiça determine a apreensão imediata e um novo leilão para venda do rebanho irregular.
De acordo com o procurador da República em Altamira (PA), Alan Rogério Mansur Silva, pelo menos 10 mil cabeças ainda podem estar na unidade de conservação. Na recomendação, o MPF indica que o levantamento deverá ser feito pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, responsável pela gestão da estação ecológica.
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Quando o atual ministro do meio-ambiente resolveu confiscar os bois que são criados ilegalmente dentro das reservas ecológicas a imprensa e seus representantes chamaram a ação de pirotecnia.
Naturalmente, a intenção era desqualificar uma ação que contrariava o interesse de grandes grileiros de terra.
Desqualificar com que intenção? Com a intenção de ficar tudo por isto mesmo.
Houve um primeiro confisco de gado. Milhares foram confiscados, gerando um prejuízo muito grande aos bandidos donos dos bois.
A imprensa ficou fazendo troça das dificuldades de venda dos bois. Sempre o negativismo.
É natural que em uma ação pioneira haja dificuldades. É a primeira vez. Muito aprendizado estava acontecendo.
O objetivo central foi atingido. A dor no bolso do destruidor/invasor de áreas de preservação aconteceu. Vários outros ficaram com medo de acontecer com eles também. Ou seja, inibiu crimes como este por todo o Brasil.
Mas, o negativismo da imprensa quiz reduzir todo este esforço apenas a "pirotecnia".
Tão logo os bois foram vendidos, sumiu do noticiário.
Sumiu do noticiário todas as ações que foram e continuam sendo tomadas contra os invasores de reservas ecológicas.
O ministério público federal está atuando em conjunto com o ministério. O que é bom.
Este tipo de ação está mostrando eficiente para inibir PARTE do problema.
Ela está tendo CONTINUIDADE.
Existe muito o que fazer para proteger nossas reservas ecológicas. Uma dessas ações é o confisco de propriedades de quem quem invade estas reservas.
isto é bom para mim. É bom para você. É bom para o Brasil.
Leia abaixo:
Ministério Público quer mais um leilão de bois piratas
Da Agência Safras
Quase dois meses depois do primeiro leilão do boi pirata, rebanho apreendido em junho na Estação Ecológica da Terra do Meio, no Pará, o MPF - Ministério Público Federal, no estado pediu à Justiça um levantamento de quantas cabeças de gado ainda estão na unidade de conservação. O prazo determinado pela Justiça para que todos os proprietários Retirassem os rebanhos da área de preservação venceu em setembro.
De acordo com o Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, antes da Operação Boi Pirata, cerca de 40 mil cabeças de gado ilegais eram criadas em 14 propriedades na Terra do Meio. O MPF pede que, caso a ordem judicial não tenha sido cumprida, a Justiça determine a apreensão imediata e um novo leilão para venda do rebanho irregular.
De acordo com o procurador da República em Altamira (PA), Alan Rogério Mansur Silva, pelo menos 10 mil cabeças ainda podem estar na unidade de conservação. Na recomendação, o MPF indica que o levantamento deverá ser feito pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, responsável pela gestão da estação ecológica.
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quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Atingir o bolso de quem destrói o meio-ambiente
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Qual o principal motivo para o meio ambiente ser destruído?
Dinheiro.
As pessoas querem ganhar dinheiro, mesmo ilegalmente, destruindo o meio-ambiente.
Sempre defendi o confisco de tudo que está ilegal em áreas de proteção ecológica. O que fazer com um caminhão que entra em uma reserva ecológica para transportar madeira tirada de lá (roubada)?
Tem que confiscar o caminhão, moto-serra, trator, etc. Tem que dar o maior prejuízo possível aos destruidores. Além, é lógico, de mandar os ladrões para a cadeia.
É por isto que notícias como a seguinte me enchem de entusiasmo.
Governo planeja tirar 40 mil bois de área de reserva
DA AGÊNCIA FOLHA, EM BELÉM
O governo federal planeja a retirada de 40 mil bois "piratas" de uma unidade de conservação em Rondônia. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, 25% da área da unidade já foi transformada em pastagem.
Se a operação for realizada, precisará ser muito maior do que a primeira ação para apreender animais criados em locais reservados à preservação, feita em junho, quando 3.500 cabeças de gado foram apreendidas na Estação Ecológica Terra do Meio, no Pará.
Aqueles bovinos só foram negociados após alguns leilões fracassarem, por falta de participantes. À época, o governo federal foi acusado pelo setor pecuarista de cuidar mal dos bois, e rebateu dizendo que os criadores boicotaram a venda.
A idéia, segundo o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), é que a área já esteja totalmente sem bois até outubro.
A Flona (Floresta Nacional) Bom Futuro também é alvo do setor madeireiro. Segundo dados do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), 30 caminhões saem diariamente da unidade carregados de toras.
Nota do Chicão:
É importante notar que os defensores da impunidade dos muito ricos vão sempre tentar desmoralizar as ações que os atingem.
O importante é que o prejuízo ao invasor e destruidor vai acontecer e é isto que eles temem.
Segundo: você já viu algum jornal/TV apresentar os donos destas 40 mil cabeças de gado como destruidores que deveriam ir para a cadeia? Nada disto, são "produtores", "pecuaristas", e sempre serão vítimas.
Invasor é o pessoal do MST. Os muito ricos jamais invadem... tentam produzir e trazer o progresso. PArece piada, mas é a mensagem que tantam passar. Basta ver como são tratados os invasores MUITO ricos da Reserva Raposo Serra do Sol.
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Qual o principal motivo para o meio ambiente ser destruído?
Dinheiro.
As pessoas querem ganhar dinheiro, mesmo ilegalmente, destruindo o meio-ambiente.
Sempre defendi o confisco de tudo que está ilegal em áreas de proteção ecológica. O que fazer com um caminhão que entra em uma reserva ecológica para transportar madeira tirada de lá (roubada)?
Tem que confiscar o caminhão, moto-serra, trator, etc. Tem que dar o maior prejuízo possível aos destruidores. Além, é lógico, de mandar os ladrões para a cadeia.
É por isto que notícias como a seguinte me enchem de entusiasmo.
Governo planeja tirar 40 mil bois de área de reserva
DA AGÊNCIA FOLHA, EM BELÉM
O governo federal planeja a retirada de 40 mil bois "piratas" de uma unidade de conservação em Rondônia. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, 25% da área da unidade já foi transformada em pastagem.
Se a operação for realizada, precisará ser muito maior do que a primeira ação para apreender animais criados em locais reservados à preservação, feita em junho, quando 3.500 cabeças de gado foram apreendidas na Estação Ecológica Terra do Meio, no Pará.
Aqueles bovinos só foram negociados após alguns leilões fracassarem, por falta de participantes. À época, o governo federal foi acusado pelo setor pecuarista de cuidar mal dos bois, e rebateu dizendo que os criadores boicotaram a venda.
A idéia, segundo o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), é que a área já esteja totalmente sem bois até outubro.
A Flona (Floresta Nacional) Bom Futuro também é alvo do setor madeireiro. Segundo dados do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), 30 caminhões saem diariamente da unidade carregados de toras.
Nota do Chicão:
É importante notar que os defensores da impunidade dos muito ricos vão sempre tentar desmoralizar as ações que os atingem.
O importante é que o prejuízo ao invasor e destruidor vai acontecer e é isto que eles temem.
Segundo: você já viu algum jornal/TV apresentar os donos destas 40 mil cabeças de gado como destruidores que deveriam ir para a cadeia? Nada disto, são "produtores", "pecuaristas", e sempre serão vítimas.
Invasor é o pessoal do MST. Os muito ricos jamais invadem... tentam produzir e trazer o progresso. PArece piada, mas é a mensagem que tantam passar. Basta ver como são tratados os invasores MUITO ricos da Reserva Raposo Serra do Sol.
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sábado, 2 de agosto de 2008
Bois piratas, verdades e versões
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O governo federal fez algo muito bom, apreendeu bois de pecuaristas que invadiam reservas ecológicas e desmatavam a área para criar gado.
Gerar prejuízo financeiro a estas pessoas é fundamental para coibi-las. É a língua que eles entendem: dinheiro.
Como conseqüência desta apreensão, dezenas de milhares de outras cabeças de gado foram retiradas de unidades de conservação por medo dos outros fazendeiros de perdê-las.
Sob o ponto de vista ambiental e de justiça a ação esá sendo um SUCESSO.
Não é o que você fica sabendo lendo os jornais conservadores. Eles simplesmente não informaram a retirada de milhares de animais de áreas ambientais. Fiquei sabendo lendo a agência Brasil, só lá foi informada.
O interesse destes jornais é associar tudo do governo federal a fracasso. É por isto que eles omitem o principal e se apegam em detalhes. São informações importantes, porém incompletas e viciadas.
A apreensão de bois é uma iniciativa NOVA. E, como toda novidade, sujeita a erros e a ganhos de experiênica.
Um amigo que trabalha na área de comércio de gado me informou que existe um boicote na região à venda do gado. Um corporativismo, onde pessoas de bem apoiam grileiros e destruidores pois se identificam mutuamente como fazendeiros. Uma pena!
Com isto o tempo vai passando, o custo para manter os animais aumentando, as condições e recursos não são suficientes para mante-los, etc. É isto que vira notícia. Realça-se não a discussão positiva de como melhorar esta ação tão importante. Busca-se o negativo, a crítica destrutiva.
O Blog do Josias, que é bom, chama a ação de pirotecnia. Porque? Teria que ser uma ação silenciosa? De jeito nenhum. Isto é o tipo de punição que serve como EXEMPLO. Portanto, ela deve ser sempre muito BEM divulgada. A intenção da imprensa conservadora e seus comentaristas é sempre buscar algo negativo. SEMPRE BUSCAR O NEGATIVO.
Para aprender, aperfeiçoar e evoluir devemos ter paciência, perseverança, disciplina e ESTUDO RACIONAL do problema. Devemos buscar soluções e aplica-las.
Devemos buscar fazer melhor, sempre.
Tomara que o ministro e seus assessores não se deixem desanimar por campanhas de desqualificação.
Título da matéria da folha: "Bois piratas" já custaram R$ 1 mi ao governo"
Título da matéria que não houve: "Milhares de cabeças de gado são retiradas de reservas ecológicas".
Para lembrar: o gado (bois piratas) foi apreendido na Estação Ecológica da Terra do Meio, no Pará. Hoje eles não estão mais lá para destruírem a natureza.
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O governo federal fez algo muito bom, apreendeu bois de pecuaristas que invadiam reservas ecológicas e desmatavam a área para criar gado.
Gerar prejuízo financeiro a estas pessoas é fundamental para coibi-las. É a língua que eles entendem: dinheiro.
Como conseqüência desta apreensão, dezenas de milhares de outras cabeças de gado foram retiradas de unidades de conservação por medo dos outros fazendeiros de perdê-las.
Sob o ponto de vista ambiental e de justiça a ação esá sendo um SUCESSO.
Não é o que você fica sabendo lendo os jornais conservadores. Eles simplesmente não informaram a retirada de milhares de animais de áreas ambientais. Fiquei sabendo lendo a agência Brasil, só lá foi informada.
O interesse destes jornais é associar tudo do governo federal a fracasso. É por isto que eles omitem o principal e se apegam em detalhes. São informações importantes, porém incompletas e viciadas.
A apreensão de bois é uma iniciativa NOVA. E, como toda novidade, sujeita a erros e a ganhos de experiênica.
Um amigo que trabalha na área de comércio de gado me informou que existe um boicote na região à venda do gado. Um corporativismo, onde pessoas de bem apoiam grileiros e destruidores pois se identificam mutuamente como fazendeiros. Uma pena!
Com isto o tempo vai passando, o custo para manter os animais aumentando, as condições e recursos não são suficientes para mante-los, etc. É isto que vira notícia. Realça-se não a discussão positiva de como melhorar esta ação tão importante. Busca-se o negativo, a crítica destrutiva.
O Blog do Josias, que é bom, chama a ação de pirotecnia. Porque? Teria que ser uma ação silenciosa? De jeito nenhum. Isto é o tipo de punição que serve como EXEMPLO. Portanto, ela deve ser sempre muito BEM divulgada. A intenção da imprensa conservadora e seus comentaristas é sempre buscar algo negativo. SEMPRE BUSCAR O NEGATIVO.
Para aprender, aperfeiçoar e evoluir devemos ter paciência, perseverança, disciplina e ESTUDO RACIONAL do problema. Devemos buscar soluções e aplica-las.
Devemos buscar fazer melhor, sempre.
Tomara que o ministro e seus assessores não se deixem desanimar por campanhas de desqualificação.
Título da matéria da folha: "Bois piratas" já custaram R$ 1 mi ao governo"
Título da matéria que não houve: "Milhares de cabeças de gado são retiradas de reservas ecológicas".
Para lembrar: o gado (bois piratas) foi apreendido na Estação Ecológica da Terra do Meio, no Pará. Hoje eles não estão mais lá para destruírem a natureza.
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quarta-feira, 23 de julho de 2008
Incomodando os destruidores
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Quando as leis são usadas a favor da sociedade logo aparecem os incomodados.
Observe esta situação: o sujeito tem uma fazenda embargada porque a área NÃO é dele e está destruindo uma reserva ecológica.
Mesmo assim ele continua com sua sanha destruidora e nem dá bola para a lei.
O que fazer com um cara destes?
Agir mais forte, porém dentro da lei.
Atingir o "fígado" do sujeito, que é seu amor incontrolável por dinheiro, mesmo dinheiro com origem suja.
É o que está acontecendo com a apreensão dos bois criados nesta situação.
Algo ótimo para o Brasil. Ruim para os grileiros e seus defensores.
Quando a lei é "pra valer" eles, os de sempre, reagem fortemente. Um bom sinal, sinal que está indo no rumo certo.
Veja o notinha da FSP abaixo:
"Ninguém vai aderir às ações espetaculosas desse ambientalista de Copacabana, que acha que pode confiscar bois que vivem soltos há mais de dez gerações no interior do país."
--------------------------------------------------------------------------------
Do deputado ABELARDO LUPION (DEM-PR), sobre o fiasco do leilão eletrônico para vender o que o ministro Carlos Minc chama de "bois piratas", porque criados em áreas de preservação.
PS: este deputado é um dos mais animados cabos eleitorais do Serra. Porque será?
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Quando as leis são usadas a favor da sociedade logo aparecem os incomodados.
Observe esta situação: o sujeito tem uma fazenda embargada porque a área NÃO é dele e está destruindo uma reserva ecológica.
Mesmo assim ele continua com sua sanha destruidora e nem dá bola para a lei.
O que fazer com um cara destes?
Agir mais forte, porém dentro da lei.
Atingir o "fígado" do sujeito, que é seu amor incontrolável por dinheiro, mesmo dinheiro com origem suja.
É o que está acontecendo com a apreensão dos bois criados nesta situação.
Algo ótimo para o Brasil. Ruim para os grileiros e seus defensores.
Quando a lei é "pra valer" eles, os de sempre, reagem fortemente. Um bom sinal, sinal que está indo no rumo certo.
Veja o notinha da FSP abaixo:
"Ninguém vai aderir às ações espetaculosas desse ambientalista de Copacabana, que acha que pode confiscar bois que vivem soltos há mais de dez gerações no interior do país."
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Do deputado ABELARDO LUPION (DEM-PR), sobre o fiasco do leilão eletrônico para vender o que o ministro Carlos Minc chama de "bois piratas", porque criados em áreas de preservação.
PS: este deputado é um dos mais animados cabos eleitorais do Serra. Porque será?
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segunda-feira, 21 de julho de 2008
Paciência para aprender
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Fazer algo novo não é fácil.
Para superar a fase de aprendizado deve-se ter paciência e perseverança.
Aprender com os erros e seguir adiante.
Uma das idéias mais legais para combater os que detonam com o meio-ambiente é apreensão de bois (bens materiais) daqueles que não respeitam a lei e continuam não respeitando.
O prejuízo financiero é o que eles mais temem.
"Ibama: leilão de "boi pirata" fracassa novamente"
São Paulo - Fracassou novamente a tentativa do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) de leiloar o gado apreendido no Pará. Nenhum dos quatro lotes ofertados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) teve proposta de compra e os 3.046 "bois piratas" ainda não conseguiram ser negociados. Na semana passada, tanto a Conab quanto o Ibama justificaram que o fracasso da primeira tentativa era "normal" por se tratar da primeira da primeira operação com esse tipo de produto. Os técnicos das duas entidades disseram que fariam ajustes para o remate de hoje, mas as alterações não surtiram o efeito desejado. Uma das mudanças foi a redução de 3.500 para as 3.046 cabeças. Além disso, o valor total dos quatro lotes ofertados recuou de R$ 3,9 milhões para R$ 3,15 milhões.
Analistas disseram que as informações concedidas no edital não são suficientes para atrair possíveis compradores. Além disso, os preços mínimos estabelecidos pelo governo também estão acima das médias do mercado. Na oferta de hoje, por exemplo, o valor de um touro era de R$ 3.150,00. O valor médio das vacas foi de R$ 78,82 por arroba, bem acima da média de R$ 70,00 pago pela arroba de fêmeas no Pará.
Segundo o analista Fabiano Tito Rosa, a forma com que o governo está querendo vender esses animais não é a mais adequada. "O governo vai ter que filmar esses animais, fotografar, dar um peso médio, a idade dos animais e conceder informações mínimas para despertar o mínimo de interesse", explica o analista.
Alexandre Inacio
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Fazer algo novo não é fácil.
Para superar a fase de aprendizado deve-se ter paciência e perseverança.
Aprender com os erros e seguir adiante.
Uma das idéias mais legais para combater os que detonam com o meio-ambiente é apreensão de bois (bens materiais) daqueles que não respeitam a lei e continuam não respeitando.
O prejuízo financiero é o que eles mais temem.
"Ibama: leilão de "boi pirata" fracassa novamente"
São Paulo - Fracassou novamente a tentativa do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) de leiloar o gado apreendido no Pará. Nenhum dos quatro lotes ofertados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) teve proposta de compra e os 3.046 "bois piratas" ainda não conseguiram ser negociados. Na semana passada, tanto a Conab quanto o Ibama justificaram que o fracasso da primeira tentativa era "normal" por se tratar da primeira da primeira operação com esse tipo de produto. Os técnicos das duas entidades disseram que fariam ajustes para o remate de hoje, mas as alterações não surtiram o efeito desejado. Uma das mudanças foi a redução de 3.500 para as 3.046 cabeças. Além disso, o valor total dos quatro lotes ofertados recuou de R$ 3,9 milhões para R$ 3,15 milhões.
Analistas disseram que as informações concedidas no edital não são suficientes para atrair possíveis compradores. Além disso, os preços mínimos estabelecidos pelo governo também estão acima das médias do mercado. Na oferta de hoje, por exemplo, o valor de um touro era de R$ 3.150,00. O valor médio das vacas foi de R$ 78,82 por arroba, bem acima da média de R$ 70,00 pago pela arroba de fêmeas no Pará.
Segundo o analista Fabiano Tito Rosa, a forma com que o governo está querendo vender esses animais não é a mais adequada. "O governo vai ter que filmar esses animais, fotografar, dar um peso médio, a idade dos animais e conceder informações mínimas para despertar o mínimo de interesse", explica o analista.
Alexandre Inacio
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