segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A frente da Educação

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Um dos grandes desafios de políticas públicas, é como montar um modelo federativo de articulação de políticas de educação entre União, Estados e Municípios.
Esse é um dos grandes desafios de políticas públicas universalistas em país continental, pois há que se montar uma comunidade tal – como na Saúde – que garanta a continuidade das políticas independentemente das autoridades e dos partidos de plantão.

Mas, segundo o Ministro da Educação Fernando Haddad, o setor de Educação conseguiu finalmente criar essa solidariedade.

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O primeiro passo foi a redefinição das políticas para o setor. Na gestão Paulo Renato, se utilizava a tese do “cobertor curto” para não atacar o problema das universidades públicas. Criou-se o falso mito de que todo investimento deveria ser apenas no ensino básico.

O Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) destinava-se a apoiar apenas o ensino fundamental. O Fundef ampliou para o curso médio. As verbas saltaram de R$ 500 milhões para R$ 5 bilhões.

Até então, o ensino médio não dispunha de livro didático, transporte e alimentação escolar. Até 2005, 7,8 milhões de alunos não recebiam livros didáticos.

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Hoje em dia, a Rede Federal de Educação Profissional, que estava em 130 municípios, chega em 350. As Universidades chegam a mais de 200. A Universidade Aberta do Brasil atinge 600 municípios em cursos à distância semi-presencial.

As Universidades Federais já assumiram a incumbência de fornecerem educação continuada para os professores do ensino médio.

Enfim, uma série de iniciativas que, aparentemente, rompeu com o modo tradicional de enxergar educação – por parte do próprio setor.

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O ponto central desse trabalho de coordenação é o Plano de Ações Articuladas, para a rede escolar – tanto estadual quanto municipal -, e o Plano de Desenvolvimento da Escola, para cada escola.

Todo sistema está interligado pela Internet. São 5.890 municípios.

O conjunto é monitorado pelo IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) que aplica provas em todo o país. A partir das provas, são identificados aquelas redes e escolas abaixo da média. Na última avaliação, foram 1.800 redes e 27 mil escolas.

A partir daí, os gestores de educação são instados a preencherem relatórios, para que se possa ter um diagnóstico da sua região – tudo pela Internet. Nesse diagnóstico, são identificados seus problemas e a lista de itens financiáveis para sua escola.

O MEC compatibiliza diagnóstico com demanda e passa a financiar um conjunto de ações. Todo o relacionamento se dá pela Internet. Consultores do MEC conversam com os gestores, trocam ideias, aconselham até se chegar às demandas necessárias.

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Esse monitoramento é amarrado às metas de qualidade. Em uma escala de 0 a 10, a média brasileira medida pelo IDEB estava em 3,5% em 2001. Agora, em 4,2. A meta é chegar em 6 (média dos países da OCDE) até 2022, ano do bicentenário da Independência.

Importante: todas autoridades da área, na União, Estados e Municípios, subscreveram esse pacto.

Do Blog do Luis Nassif


Nota do Chicão:

O Nassif esqueceu de duas ações fantásticas do MEC: livros didáticos para deficientes visuais e livros didáticos adaptados as realidades de áreas geográficas específicas do Brasil.

Um bom avanço.

Mas, se não for acompanhado por mais exigência aos alunos e aos professores será um tiro na água.




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Tecnologia do pré-sal, inovação para o Brasil grande

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Tecnologia corre para reduzir custo de produzir no pré-sal

Conhecimento atual faz com que despesas para extrair um barril dessa região somem o triplo do valor em outras áreas

Petrobras pretende que no pré-sal extração de petróleo seja controlada de forma remota, com o mínimo de pessoal, para conter gastos


Adaptar a tecnologia existente para produzir mais petróleo no pré-sal, a um custo menor e com segurança, é uma das maiores empreitadas que a Petrobras enfrentará nos próximos cinco anos. Em termos financeiros, vencer esse desafio significa, em valores de hoje, um impacto positivo de mais de US$ 50 milhões por dia no caixa da empresa, em 2020.

Para especialistas, a tecnologia atual já permite produzir do pré-sal. "O que estamos fazendo é evoluir, testar novos materiais e formatos, para adaptá-la às novas condições", diz Segen Estefen, coordenador do laboratório de tecnologia submarina da Coppe/UFRJ.

Entendem-se por novas condições as particularidades das regiões de maior potencial de produção. Embora se acredite que a província de petróleo abaixo da camada de sal vá da Bahia a Santa Catarina, a exploração hoje se concentra principalmente nas bacias de Campos (RJ) e de Santos (SP).

Em Campos, a Petrobras já produz óleo do pré-sal no campo de Jubarte, há um ano. Mas as reservas mais promissoras -e mais difíceis de extrair óleo- estão na bacia de Santos. Só em 3 das 10 áreas pesquisadas nessa bacia -Tupi, Iara e Guará-, estimativas apontam para até 13 bilhões de barris.

Nas palavras do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, isso significa "óleo possível de extrair com as técnicas de hoje", de forma a dar lucro. Na prática, o número dobra as reservas que a Petrobras havia levado 56 anos para acumular.
As reservas do pré-sal da bacia de Santos estão a 2.000 metros de profundidade do mar e mais 5.000 metros solo abaixo. No meio, ainda existe uma camada de sal de 2.000 metros a ser vencida. Tudo isso a 300 quilômetros da costa.

Em Jubarte, a distância da área até a costa é de 70 quilômetros, e as reservas do pré-sal estão a 4.700 metros do nível do mar, sendo 1.400 metros de lâmina d'água.
Somam-se a isso as dificuldades impostas pelo ambiente mais hostil no fundo do mar da região, onde a pressão elevada, a baixa temperatura e a presença de ácidos são ameaças constantes aos equipamentos, potencializando os riscos de incidentes e prejuízos.

Para completar, a empresa ainda está construindo o conhecimento sobre as rochas da região, chamadas de carbonáticas, e sobre o sal, que tem um comportamento menos previsível. Isso é importante porque o tipo de rocha determina o nível de produção. Os testes de produção em Tupi, desde maio, ajudam a trazer informações.
Diante de seu vasto portfólio e da dificuldade de fazer tudo ao mesmo tempo, a Petrobras sempre deu prioridade a produzir em áreas de alta lucratividade, deixando de lado as de baixo retorno. Sua corrida vai em direção a fazer do pré-sal uma fronteira mais lucrativa.

A empresa diz que o valor de US$ 45 por barril torna viável a produção do pré-sal. Tomando esse valor como um patamar de custo de produção e o petróleo na casa dos US$ 75 hoje, representaria, em valores atuais, uma margem positiva de US$ 30 por barril. Nos projetos fora do pré-sal, o custo médio de produção é de US$ 15, o que daria um saldo de US$ 60.

A diferença de cotação significaria, em 2020, quando a Petrobras pretende produzir 1,8 milhão de barris de petróleo por dia, cerca de US$ 54 milhões por dia no caixa da empresa, a valores de hoje. Por isso, baratear a produção no pré-sal é tão urgente.

"A ordem no pré-sal é reduzir custos da produção, e, sem avançar na tecnologia, isso não será possível", diz Celso Morooka, professor de engenharia do petróleo da Unicamp.

Distância

A logística para transporte de pessoas, equipamentos e mantimentos usada até hoje para a produção em águas profundas em poços distantes até cem quilômetros da costa, na bacia de Campos, deverá ser deixada de lado no pré-sal de Santos.
A empresa já declarou que a produção no pré-sal terá menos gente porque o custo ficaria muito alto. A ideia é que a produção seja controlada de forma remota, na medida do possível.

Uma solução em estudo é a construção de dutos que iriam da costa até os poços, dispensando a passagem do óleo por plataformas e navios de produção. "Haveria apenas algumas embarcações de apoio na região", afirma Estefen.

A construção de bases intermediárias, como se fossem ilhas, a meia distância entre a costa e os reservatórios, é outra possibilidade. "Mantimentos e equipamentos para manutenção ficariam sobre esse ponto intermediário e só seriam levados para a área de produção quando necessário." Nesse caso, o transporte da produção poderia ser de navio até a base intermediária e, de lá até a costa, por meio de dutos.

do Jornal Folha de São Paulo


Nota do Chicão:

Sem tecnologia não existe país desenvolvido.

Para ter tecnologia tem que ter escala.

Para ter escala é necessário que a Petrobras seja operadora única do pré-sal.

Em volta dela vai surgir uma indústria com centenas de milhares de empregos e bilhões impostos.

Esta indústria poderá se desenvolver e produzir componentes tecnológicos para outras áreas além da petrolífera.

É uma indústria nascente que poderá ser poderosa.

É o que nossos concorrentes internacionais querem MATAR.

O JOGO INTERNACIONAL É SUJO. ENVOLVE DINHEIRO PARA ANALISTAS, CONSULTORES E, ACREDITO EU, DINHEIRO PARA POLÍTICOS DE OPOSIÇÃO E PARA DONOS DE JORNAIS, RÁDIOS E TVS.



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domingo, 18 de outubro de 2009

Cartilha: Serra aumenta gastos com publicidade em 700%

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Para ver a cartilha clique abaixo:

http://www.pt-sp.org.br/noticias.php?id=488

Quem souber colocar esta cartilha no Youtube me mande.

Quem sabe os autores pensem nisto.


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Lina Vieira e Dilma: safadeza para destruir pessoas

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A Lina Vieira disse que encontrou com a Dilma no final do ano passado.

Foi ao senado se apresentar debaixo de holofotes e não deu nenhuma informação relevante.

Depois do depoimento ..."Pois esta senhora disse EXCLUSIVAMENTE para senadores da oposição que a data do encontro foi no dia 19 de dezembro de 2008". ( do texto: A importância da Transparência Pública para os inocentes http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/08/importancia-da-transparencia-publica.html )

A data que ela disse era MENTIRA.

MENTIRA. A transparência pública provou rapidamente a mentira dela.

E AGORA?

A Lina Vieira disse que encontrou finalmente sua agenda... Incrível!

Depois de meses... e sabe qual é o dia: 9 de outubro de 2008.

Certamente não é final do ano.

Foi o último dia que o PT disse que ela esteve com a Dilma em 2008. E disse para provar que era mentira a afirmativa de que ela se encontrou DEPOIS desta data. Na época até fiz um texto elogiando o Senador Mercadante ( Mercadante prova índole mentirosa de Lina http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/08/mercadante-prova-indole-mentirosa-de.html )

O video abaixo acaba com a versão da Lina. "O Senador Mercadante lembra que no dia 09 de outubro Lina esteve com a ministra tratando do Forum de Sioux, que se realizaria no dia 10 de outubro".




É muito triste quando pessoas maldosas tentam destruir a vida de outras pessoas.

Este assunto vai além de política.

Aliás, a parte menos importante é a política.

É a capacidade de determinadas pessoas fazerem o mal em nome da fama, do dinheiro, da vaidade e do ódio.

Leia mais aqui:

Uma história mal contada
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2009/10/uma-historia-mal-contada.html


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MST, Revista Veja e a informação safada

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A revista Veja voltou a atacar o MST. Isto não é novidade.

A novidade é que eles estão ficando cada vez mais cara de pau. Como eles não são bobos, acho que seus leitores estão aceitando tudo sem nem pensar.

Eles acusam o MST de extorsão. Leia a reportagem e julguem vocês:

"... Ofereceram-se para ajudar as famílias – desde que um porcentual dos empréstimos ficasse com o movimento. Nesse quesito, o MST inovou: criou o pedágio com débito em conta! O politburo local dos sem-terra ALUGOU um ônibus, LEVOU as famílias até o banco e, sabe-se lá como, CUIDOU DAS FORMALIDADES junto ao governo. Na hora de fechar os empréstimos, os sem-terra obrigaram os camponeses a assinar a autorização para débito em conta. ... Os lavradores, que não têm nada a ver com o movimento, PASSARAM A PAGAR pedágio como se fosse conta de telefone. Um dos clientes do MST foi o camponês Antônio Lisboa. Ele contraiu um empréstimo de 1 000 reais. DEIXOU 20 na conta do movimento".

Isto eles chamam de extorsão.

O MST aluga ônibus transporta-os da área rural para a cidade, ajuda as pessoas, presta assessoria para terem acesso ao crédito... TUDO ISTO POR 20 REAIS.

Quanto um banco cobra para uma pequena empresa ter acesso ao dinheiro do BNDES?

MUITO, MUITO, MUITO MAIS DO QUE ISTO.

Foi tudo limpo e transparente. Inclusive com papel assinado. Nada errado e MUITO BARATO.

Porque a editora Abril não monta um serviço gratuíto para ajudar os assentados (inclusive com transporte grátis)?

Não monta porque sabe que custa muito dinheiro e que 20 reais NÃO paga nem os custos.

A safadeza deste pessoal não tem limite. Eles usam o termo: "passaram a pagar". Este termo dá idéia de continuidade. A reportagem mostra que é mentira. O agricultor foi ajudado UMA vez e pagou muito barato UMA vez.

É simples, é dentro da lei e é uma forma de ajudar as pessoas mais simples.

Eu tenho dó dos leitores da revista que PAGAM para terem suas mentes entupidas de falsidades e negatividades.

Estas negatividades agem dentro deles ajudando a entorpecer a bondade e a caridade, principalmente com a própria família.

Pagam caro para terem uma vida pior.

Vou orar por eles.

PS: A revista Veja também diz que os assentados foram obrigados a pagar ao MST. Como assim? Quer dizer que foram obrigados a entrar em um ônibus e serem transportados por dezenas de quilômetros de estradas poeirentas (ida e volta), foram abrigados a terem pessoas treinadas para ajudá-los e orientá-los?

Quer dizer que quem ajuda é o maldoso da estória da Veja?

Conta outra.

Quem não quer pagar é só dizer: obrigado, mas não quero nada de vocês e resolvo sozinho meu problema.


Leia mais artigos sobre o MST no Blog do Chicão: é só digitar MST em pesquisar no blog.


PS2: depois eu volto a escrever sobre outros tópicos da "reportagem".

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A catástrofe financeira do estado de São Paulo

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Como anda as finanças do governo de São Paulo?

Péssimas.

Só 22% do dinheiro investido em estradas é dinheiro próprio do governo estadual. O resto é, principalmente, empréstimos e dinheiro do governo federal.

Observe bem: só 22%.

Sabe o que significa isto?

NÃO é investimento sustentável.

É o mesmo que você fazer um financiamento habitacional em 18 anos para comprar uma casa. Com certeza, nos anos seguintes você não comprará outra. Isto significa que os próximos governadores estarão pagando as dívidas feitas neste governo.

O resultado é: MENOS INVESTIMENTOS FUTUROS.

Além disso, o Governo Serra nem sequer paga as dívidas.

Veja este trecho de um artigo [EM LETRA MAIÚSCULA É COMENTÁRIO MEU]:

"O orçamento estadual para 2010 prevê um valor menor do que o de 2009 para o pagamento de precatórios (sentenças judiciais). Serão R$ 1,7 bilhões – 4,5% menos do que neste ano [A FILA PARA RECEBER VAI AUMENTAR AINDA MAIS].
Apenas o “pagamento de ações indenizatórias de pequeno valor” terá aumento em relação a 2009, passando de R$ 50 milhões para R$ 200 milhões [VALOR RIDÍCULO EM UM ORÇAMENTO DE MAIS DE 120 BI]. O objetivo provável do Governo Serra é quitar os chamados precatórios alimentares referentes a 1998 e ainda pendentes. Relatório produzido no início deste ano pela própria Procuradoria Geral do Estado informa que o Estado de São Paulo já devia mais de R$ 19,6 bilhões, sendo R$ 1,3 bilhão referentes a precatórios anteriores a 1996. Considerando o estoque total de precatórios até 2009, o governo paulista deve mais de R$ 13,7 bilhões em precatórios alimentares, ou 69,8% do valor total devido em precatórios". [DEVE, NÃO PAGA E A JUSTIÇA NÃO FAZ NADA. AFINAL, A PRIORIDADE É DEFENDER OS LARANJAIS DE GRILEIROS]. ( http://www.bloguedoanselmoraposo.blogspot.com/ )

E a educação?

A proposta orçamentária é a seguinte:

"Segundo análise do blog Tranparência São Paulo, o pessimismo da proposta de Serra é tão grande que, na área social, os recursos estaduais para Educação crescerão 5%, ao mesmo tempo em que, na área federal, serão aumentados em 39%".

Moral da história: os 80 mil professores prometidos NÃO SERÃO CONTRATADOS. A não ser que eles dispensem quem não tem estabilidade.

As escolas vão continuar com falta de professores. Aliás, muita falta de professores.

O esculacho da educação em São Paulo vai ter continuidade.

E dá-lhe aumento da criminalidade!

Este é a São Paulo que os donos dos jornais querem vender como bem administrada.




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CPI para investigar possíveis desvios de recursos por parte entidades rurais ligadas ao DEM - Kátia Abreu

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Deputados querem agronegócio investigado na CPI

Paralelamente à ofensiva da bancada ruralista pela instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a Frente Parlamentar da Terra quer analisar as contas das instituições ligadas ao agronegócio, que recebem recursos de contribuições compulsórias. Elas estão sob suspeita de gestão irregular. Posto, abaixo, parte de um texto de Maurício Reimberg, aqui da Repórter Brasil, sobre o tema:

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) , administrado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), presidido pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), integram o chamado “Sistema S” – formado por pessoas jurídicas de direito privado que recebem denúncias constantes por falta de transparência na aplicação dos recursos financeiros. Ambas são entidades ligadas aos grandes fazendeiros.

Os relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU), que audita as unidades regionais do Senar e do Sescoop, servem como principal subsídio a parlamentares. As análises realizadas pelo órgão mostram indícios de desvio de finalidade na aplicação de recursos, manutenção na folha de pagamentos de funcionários que prestam serviços em outra instituição, ausência de licitação na realização de despesa com transporte de pessoal, contratação irregular de pessoal e transferências ilegais de recursos públicos para entidade privada, fato que tem causado “estranheza” às equipes de fiscalização e pode “confundir ainda mais a barreira entre o público e o privado” nessas entidades.

Em busca de dados sobre a administração das entidades, Dr. Rosinha (PT-PR) protocolou um requerimento à Mesa da Câmara, solicitando informações ao Ministério da Fazenda sobre a movimentação financeira do Senar e do Sescoop. No último dia 30 de setembro, o pedido foi aprovado pela Mesa para encaminhamento ao ministro Guido Mantega. A pasta, que participa da gestão dos serviços sociais, tem até o dia 30 de outubro para enviar resposta.

O deputado quer saber quanto foi repassado ao Senar e ao Sescoop desde janeiro de 2006 até agosto de 2009, com os detalhes das transferências, mês a mês, e as contas de depósito. Exige também informações sobre os resultados de auditorias. “Não existem informações suficientemente publicizadas a respeito”, critica. Para Rosinha, houve “desvio de finalidade” na aplicação do dinheiro. “O recurso recebido tem finalidade de educação. Eles pagam funcionários. Isso já é uma irregularidade”, afirma, referindo-se a casos verificados pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Segundo o parlamentar, requerimento do deputado federal Adão Pretto (PT-RS) – que faleceu em fevereiro deste ano – ao Ministério da Previdência mostra que o poder público arrecadou e transferiu, entre 2000 e 2006, cerca de R$ 884 milhões para o Senar e R$ 230 milhões para o Sescoop. O representante da Frente Parlamentar da Terra afirma que parte desse montante foi direcionada ao custeio da “máquina” das entidades patronais. “Caso seja mantida [a suspeita de fraude], vou pedir para a minha consultoria jurídica fazer análise se cabe processo”, diz Dr. Rosinha.

A discussão sobre o caráter das entidades rurais se dá num ambiente de tensionamento político. A bancada ruralista investe na segunda tentativa para instalar uma CPI que investigue supostas irregularidades no repasse de recursos ao MST. Os líderes da oposição dizem ter o número mínimo de assinaturas, mas ainda não protocolaram o pedido. No início de outubro, após pressão do governo, parlamentares aliados retiraram apoio ao projeto e derrubaram a criação da CPI. A idéia é encabeçada pela senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da CNA, que visa criar uma comissão mista (deputados e senadores).


Do Blog do Sakamotohttp://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2009/10/16/parlamentares-querem-cpi-para-investigar-agronegocio/


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Expansão do Bolsa-Família elevou PIB em R$ 43,1 bilhões, indica estudo

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Economista e aluno do Insper pesquisaram efeitos do projeto na economia dos municípios entre 2004 e 2006

Fernando Dantas, RIO

A expansão do valor total dos benefícios pagos pelo Bolsa-Família entre 2005 e 2006, de R$ 1,8 bilhão, provocou um crescimento adicional do PIB de R$ 43,1 bilhões, e receitas adicionais de impostos de R$ 12,6 bilhões. Esse ganho tributário é 70% maior do que o total de benefícios pagos pelo Bolsa-Família em 2006, que foi de R$ 7,5 bilhões.

Essas estimativas estão num estudo recém concluído dos economistas Naercio Aquino Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas (CPP) do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), antigo Ibmec-São Paulo, e de Paulo Henrique Landim Junior, aluno da graduação do Insper.

O objetivo do trabalho era investigar os efeitos do Bolsa-Família – que hoje atinge 12,9 milhões de famílias – na economia dos municípios. Os pesquisadores investigaram 5,5 mil municípios nos anos de 2004, 2005 e 2006. Os dados utilizados foram o PIB, a população e a arrecadação de tributos nos municípios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); e os desembolsos do Bolsa-Família, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

A partir dessa base, Menezes e Landim empregaram métodos estatísticos para calcular o impacto na economia municipal de aumentos dos repasses do programa per capita – os repasses divididos pela população do município (e não pelo número de beneficiários). A conclusão foi de que um aumento de 10% no repasse médio per capita do Bolsa-Família leva a uma ampliação de 0,6% no PIB municipal no ano em que ocorre a expansão e no seguinte.

“O impacto pode parecer pequeno, mas quando analisamos os efeitos levando em conta os números absolutos do PIB, ele é bem grande”, diz Menezes.

A magnitude do efeito do Bolsa-Família no PIB ficou a clara quando os pesquisadores fizeram o que chamaram de “análise de custo-benefício”, tomando os anos de 2005 e 2006. Entre os dois períodos, os repasses do programa subiram de R$ 5,7 bilhões para R$ 7,5 bilhões, num salto de R$ 1,8 bilhão, ou de 30,34%. O valor médio do repasse em 2006 foi de R$ 61,97 por família, e o porcentual da população beneficiada foi de 36,4%.

Considerando-se a relação de 0,6% a mais de PIB para cada 10% a mais de Bolsa-Família, o aumento de 30,34% em 2006 significa um ganho no conjunto dos municípios – isto é, do País – de 1,82%. Aplicado ao PIB de 2006 de R$ 2,37 trilhões, chega-se ao PIB adicional de R$ 43,1 bilhões. Dessa forma, para cada R$ 0,04 de Bolsa-Família a mais, o ganho de PIB foi de R$ 1.

Menezes fez cálculos adicionais, levando em conta que a distribuição do aumento do Bolsa-Família de 2005 para 2006 não foi homogênea entre todos os municípios brasileiros, e obteve resultados muito parecidos.

Ele diz que aquele efeito explica-se pelo chamado “multiplicador keynesiano”, que faz com que um gasto adicional circule pela economia – de quem paga para quem recebe – várias vezes, aumentando a demanda bem mais do que o seu valor inicial.

A análise dos dois economistas permitiu avaliar também o impacto dos aumentos de repasses do Bolsa-Família nos diferentes setores da economia municipal. O maior efeito foi encontrado na indústria – para cada 10% a mais de Bolsa-Família, o PIB industrial aumenta 0,81%. Nos serviços, o impacto foi de 0,19%, enquanto na agricultura não foi registrado efeito significativo.

“É possível que a indústria tenha sido mais afetada por causa do aumento de consumo de energia elétrica, água, esgoto e gás das famílias pobres e extremamente pobres que recebem Bolsa-Família”, diz Menezes.

No caso da arrecadação municipal, o estudo indica que um aumento de 10% nos repasses leva a um aumento médio de 1,36%. Levando-se em conta o total de impostos gerados nos municípios em 2006, de R$ 304,7 bilhões, concluiu-se que o aumento de 30,34% do Bolsa-Família provocou uma alta de 4,1% na arrecadação, ou R$ 12,6 bilhões.

DO Jornal Oesp


Nota do Chicão:


Distribuição de renda é o melhor investimento que o governo federal pode fazer para ajudar a classe média.

Já escrevi sobre isto "dezenas" de vezes aqui no blog - pesquise usando o termo "classe média" e veja os textos que já publiquei.

O aumento do PIB é emprego e renda para todos, inclusive os mais ricos.




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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A CPI do MST e as terras roubadas

Por Mauro Santayana


A terra é o mais grave problema de nossa história social, desde que os reis de Portugal retalharam a geografia do país, com a concessão de sesmarias aos fidalgos. Os pobres não tiveram acesso pleno e legal à terra, a não ser nos 28 anos entre a independência – quando foi abolido o regime das sesmarias – e 1850, quando os grandes proprietários impuseram a Lei de Terras, pela qual as glebas devolutas só podiam ser adquiridas do Estado a dinheiro.

A legislação atual vem sendo sabotada desde que foi aprovado o Estatuto da Terra. É fácil condenar a violência cometida, em episódios isolados, e alguns muito suspeitos, pelos militantes do MST. Difícil tem sido a punição dos que matam seus pequenos líderes e os que os defendem. Nos últimos anos, segundo o MST, mais de 1.600 trabalhadores rurais foram assassinados e apenas 80 mandantes e executores chegaram aos tribunais. Em lugar de uma CPI para investigar as atividades daquele movimento, seria melhor para a sociedade nacional que se discutisse, a fundo, a questão agrária no Brasil.

O Censo de 2006, citado pelo MST, revela que 15 mil proprietários detêm 98 milhões de hectares, e 1% deles controla 46% das terras cultiváveis. Muitas dessas glebas foram griladas. Temos um caso atualíssimo, o do Pontal do Paranapanema, onde terras da União estão ocupadas ilegalmente por uma das maiores empresas cultivadoras de cítricos do Brasil. O Incra está em luta, na Justiça, a fim de recuperar a sua posse. O que ocorre ali, ocorre em todo o país, com a cumplicidade, remunerada pelo suborno, de tabeliães e de políticos.

Cinco séculos antes de Cristo, os legisladores já se preocupavam com a questão social e sua relação com a posse da terra. É conhecida a reforma empreendida por Sólon, o grande legislador, na Grécia, que, com firmeza, mandou quebrar os horoi, ou marcas delimitadoras das glebas dos oligarcas. Mais ou menos na mesma época, em 486, a.C., Spurio Cássio, um nobre romano, fez aprovar sua lei agrária, que mandava medir as glebas de domínio público e separar parte para o Tesouro do Estado e parte para ser distribuída aos pobres. Imediatamente os nobres se sublevaram como um só homem, e até mesmo os plebeus enriquecidos (ou seja a alienada classe média daquele tempo) a eles se somaram. Spurio Cássio, como conta Theodor Mommsen em sua História de Roma, foi levado à morte. “A sua lei foi sepultada com ele, mas o seu espectro, a partir de então, arrostava incessantemente a memória dos ricos, e, sem descanso, surgia contra eles, até que, pela continuada luta, a República se desfez” – conclui Mommsen. E com razão: a última e mais completa lei agrária romana foi a dos irmãos Graco, Tibério e Caio, ambos mortos pelos aristocratas descontentes com sua ação em favor dos pobres. Assim, a República se foi dissolvendo nas guerras sociais, até que Augusto a liquidou, ao se fazer imperador, e seus sucessores conduziram a decadência da grande experiência histórica.

Não há democracia sem que haja reforma agrária. A posse familiar da terra – e da casa, na situação urbana – é o primeiro ato de cidadania, ou seja, de soberania. Essa posse vincula o homem e sua família à terra, à natureza e à vida. Sem lar, sem uma parcela de terra na qual seja relativamente senhor, o homem é desgarrado, nômade sem lugar nas sociedades sedentárias.

É impossível ao MST estabelecer critérios rígidos de ação, tendo em vista a diversidade regional e a situação de luta, caso a caso. Outro ponto fraco é a natural permeabilidade aos agentes provocadores e infiltrados da repressão particular, ou da polícia submetida ao poder econômico local. No caso do Pontal do Paranapanema são muitas as suspeitas de que tenham agido provocadores. É improvável que os invasores tenham chamado a imprensa a fim de documentar a derrubada das laranjeiras – sabendo-se que isso colocaria a opinião pública contra o movimento. Repete-se, de certa forma, o que houve, há meses, no Pará, em uma propriedade do banqueiro Daniel Dantas.

É necessária a criação de força-tarefa, composta de membros do Ministério Público e agentes da Polícia Federal que promova, em todo o país, devassa nos cartórios e anule escrituras fraudulentas. No Maranhão, quiseram vender à Vale do Rio Doce (então estatal), extensas glebas. A escritura estava registrada em 1890, em livro redigido e assinado com caneta esferográfica – inventada depois de 1940.

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sábado, 10 de outubro de 2009

O principal desafio do Brasil

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“Os números que nos foram apresentados sobre os índices de desenvolvimento humano, IDH, do Brasil revelam os paradoxos de uma nação que alcança rapidamente taxas elevadas de crescimento econômico e ao mesmo tempo ainda carrega em sua estrutura social elementos incontestáveis de injustiças para com o seu povo".

Leia o texto completo aqui: http://www.vermelho.org.br/coluna.php?id_coluna_texto=2575&id_coluna=16

O principal desafio do Brasil chama-se distribuição de renda.

Observe estes dados:

5,9% foi o AUMENTO
da quantidade de miseráveis em São Paulo

4,8% foi a QUEDA
da miséria no resto do País

O que significa isto?

Tem menos gente comprando no estado de São Paulo.

Significa que alguns estão comprando mais. A renda está se concentrando no nosso estado, afinal a economia cresceu.

Você pode se perguntar : o que eu tenho a ver com isto?

Tem tudo a ver.

Significa que se seu filho ou você contruir uma pousada você vai ter menos clientes em POTENCIAL.

Porque o dinheiro circula na sociedade.

Quando uma pessoa pobre compra no mecadinho do bairro e o dono do mercadinho ganha dinheiro, ele pode gastar com o dentista e o dentista pode ir passar o final de semana na sua pousada.

Se o dinheiro fica concentrado nas mãos de poucos o que acontece?

Ele circula menos. O dinheiro não chega ao pobre, não chega ao dono do mercadinho e não chega ao dentista. Portanto, não chega até sua pousada.

É uma questão de volume.

Na minha casa haverá o mesmo número de dentes se eu ganhar 10 mil, 20 mil ou 100 mil por mês.

As idas ao dentistas serão as mesmas.

Quando há distribuição de renda há potencialmente muito mais dentes para serem tratados. Portanto, mais dentistas bem sucedidos em sua profissão doidinhos para irem passear em alguma pousada legal.

Distribuição de renda gera volume. Volume dilui os custos. Com custos diluidos os preços podem cair. É o chamado ganho de escala. Este é o principal motivo pelo qual as mercadorias nos EUA são mais baratas do que no Brasil. Desenvolver design de uma roupa para vender 5 mil unidades ou 50 mil unidade é o mesmo preço.

Distribuição de renda faz você ganhar de várias maneiras.

O que faz você perder dinheiro e pagar mais caro?

São ações que permitem a concentração de renda.

Sabe a senadora Kátia Abreu (DEM-TO)?

Ela e seus amiguinhos compraram fazendas quase de graça. http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2009/07/23/tocantins-politicos-se-esbaldam-com-terra-quase-de-graca/

Compraram por uma mixaria de dinheiro.

Quem vendeu?

O governo do Tocantins.

Ela ficou mais rica. E você mais pobre e com MENOS clientes em potencial para os negócios de sua família.

São formas diferentes de fazer o Brasil crescer e desenvolver.

O Blog do Chicão tenta orientar a classe média a entender como as políticas de concentração de renda são prejudiciais a ela.

E como políticas econômicas como o Bolsa família são de fundamental importância para a classe média.

O importante é saber COMO o dinheiro circula em nossa Pátria.

O importante é saber POR ONDE o dinheiro circula em nossa sociedade.


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A incompetência do Serra e seus asseclas em números

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A USP já foi uma das principais universidades do planeta.

Foi... não é mais.

A intromissão do Serra na universidade foi catastrófica.

Não param de aparecer notícias sobre dívidas, desorganização, partidarização.

O Serra poderia ajudar, mas preferiu criar cizânia e criar conflito.

Boicotou até a Transparência Pública.

Vai sair do governo de São Paulo com uma USP de pior qualidade.

É um PÉSSIMO gestor.

Infelizmente os números são péssimos em várias áreas.

Notícia de jornal:

5,9% foi o aumento
da quantidade de miseráveis em São Paulo

4,8% foi a queda
da miséria no resto do País

É triste ver estes números do nosso estado.

São Paulo puxar o Brasil para trás?

Isto tem que acabar.

O governador não para de pegar dinheiro emprestado e não paga dívidas.

Uma hora esta bomba vai estourar.

Ele espera estar longe do governo nesta hora.

Mas nós, cidadãos do estado, teremos que suar a camisa para pagar este absurdo.

Seus amigos donos dos jornais e Tvs escondem esta realidade.

Este dinheiro VAI SAIR DO SEU BOLSO.

E vai ser caro. Muito caro.

A USP pior, a miséria maior, dívidas e mais dívidas. Em troca algumas estradas. É a mentalidade de concreto armado...

...e muita propaganda.

É a receita desastrada do novo Maluf.


Choque de gestão tucana: USP sai do ranking das 200 melhores do mundo
http://nogueirajr.blogspot.com/2009/10/choeuqe-de-gestao-tucana-usp-sai-do.html




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Governo Serra apronta e TCU joga a culpa no governo Lula

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O jornal O Estado de São Paulo traz uma pérola política.

Para justificar seus atos o TCU disse que já ajudou o Brasil a economizar 1,1 bilhões.

Veja um trecho da reportagem abaixo:

"A maior economia foi registrada na construção do trecho sul do Rodoanel, em São Paulo. O ajuste feito pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Desenvolvimento Rodoviário S A (Dersa) e pelos consórcios da obra apresentou diminuição de R$ 311,8 milhões no custo."

Ou seja, a obra tocada e administrada pelo governo do estado de São Paulo SOZINHA correspondeu a mais de 30% do valor que o TCU ajudou a poupar.

Lógico que o nome do governador NÃO APARECE na reportagem.

JAMAIS apareceria o nome dele. O dono do jornal é amigo ...

O Blog do Chicão já publicou uma reportagem sobre esta obra (uma estrada de 61 kilômetros que não para de bater récordes de custo - alguns a chamam de rouboanel, de tão cara). http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/09/ministerio-publico-federal-evita-rombo.html

Eu sei que outra das obras que teve economia de recursos também não era tocada pelo governo federal. Portanto, foi uma pena que a reportagem não colocasse claramente quais são as obras que reduziram preços e quais são aquelas cujos "indícios" do TCU era furo na água.

Minha opinião é que toda fiscalização é importante.

Importante também é melhorar os critérios de fiscalização. Por exemplo: a Petrobras vive reclamando que na contrução de refinarias de petróleo o TCU não deveria usar os mesmos critérios que em obras de civis normais. Nada mais justo!

Todavia, sabemos pelo histórico de disputa de partidos pelos cargos que a prioridade não é técnica, tanto no TCU quanto nas obras estaduais, federais e municipais.

No caso do estado de São Paulo até para conseguir uma reforma da escola os diretores de escolas estaduais tem que pedir para os deputados estaduais amigos do governador.

O resultado deste absurdo são escolas estaduais de péssima qualidade e reformas que necessitam de reformas. Veja aqui este absurdo: http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/10/reforma-que-pedem-reformas.html

Nós estamos apenas engatinhando na fiscalização das obras públicas.

O ideal seria que toda a documentação destas obras estivessem disponíveis na internet para todos poderem ter livre acesso.




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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Pedro Simon: vai vazar agora e abandonar sua protegida Yeda Crusius?

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"A crise no governo Yeda Crusius rachou o PMDB gaúcho.

Eliseu Padilha defende que o partido continue a sustentar a tucana, enquanto Pedro Simon, que tinha CARGOS NA MÁQUINA, agora quer que a sigla DESEMBARQUE".

Folha de São Paulo


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O número de funcionários públicos do governo federal aumentou em 57 mil

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Alguns pensam que funcionário público é um desperdício.

Eu digo: depende da função desempenhada.

Contratar um professor é um ótimo investimento.

29 mil das 57,1 mil novas vagas de funcionários públicos foram destinadas à Educação.

Outras 7,6 mil foram destinadas ao ministério da justiça. Praticamente todas para polícia federal, polícia rodoviária, para os novos presídeos de segurança máxima, e alguns outros órgãos técnicos.

Para defender o povo brasileiro das centenas de milhares de processos judiciais que causam uma PERDA BILIONÁRIA de dinheiro todos os anos, foi reforçado os quadros da Advocacia Geral da União.

Aumentou-se o número de técnicos para a realização de licenciamento ambiental. O número de licenças foi multiplicado e elas foram agilizadas.

E por aí vai.

Os novos cargos foram concentrados em áreas ÚTEIS E NECESSÁRIAS.

Algumas pessoas falam do governo remanejar pessoal de áreas onde há em excesso para áreas onde falta. Isto é possível quando falamos de funções burocrática básicas. Mas não é possível para áreas técnicas. Ou seja, não dá para colocar um auxiliar administrativo para fazer o trabalho de um engenheiro.

O investimento em funcionários públicos em áreas que REALMENTE são importantes é fundamental para o progresso do Brasil.

O que não pode acontecer é o que acontece em São Paulo. Há a necessidade de contratar aproximandamente 100 mil professores. O governo estadual já prometou contratar 80 mil professores.

Prometeu e não cumpriu. Está economizando ao não contratá-los. Está dizimando o futuro de milhões de crianças e adolescentes.

É assim que o governador Serra fica bem na estatística neoliberal, que preconiza menos funcionários públicos.

Quem sabe alguns meses antes de sair do governo o governador resolva fazer concurso?


Leia aqui o estudo do ministério do planejamento sobre funcionários públicos:

http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Arquivos/seges/noticias/090827_comunicado_seges_01.pdf


PS: a contratação de funcionários foi bem maior do que os 57 mil. É que uma parte considerável dos novos funcionários foram para vagas que já exitiam. Ou seja, eles subtituíram servidores que morreram, aposentaram ou pediram demissão.


São Paulo: o número de funcionários públicos AUMENTA MAIS do que no governo federal
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/09/sao-paulo-o-numero-de-funcionarios.html


O golpe da contratação dos professores na São Paulo do José Serra
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/07/o-golpe-da-contratacao-dos-professores.html


Mais mil fiscais para proteger a natureza. Mais mil novos funcionários públicos.
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/05/mais-mil-fiscais-para-proteger-natureza.html





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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Ricos grilando terras da união versus o MST

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O MST invadiu uma fazenda. Uma fazenda de um grupo enorme chamado Cutrale.

Gente muito rica, muito rica MESMO.

O MST derrubou milhares de pés de laranjas.

Os jornais apresentam esta como mais um exemplo do MST agindo contra a lei.

Leiam abaixo este comentário que tirei do blog do Nassif:

"...o INCRA informa que a fazenda Santo Henrique PERTENCE a União por integrar o antigo Núcleo Colonial Monção e sua retomada aguarda decisão juducial. O Núcleo Monção tem origem em 1909. Foi constituído por um grupo de fazendas, parte comprada pela União e parte recebida em pagamento de dívidas da Companhia de colonização São Paulo e Paraná. No total estas fazendas somavam aproximadamente 40 mil hectares, abrangendo partes dos municípios de Agudos, Lençóis Paulista, Borebi, Iaras e Águas de Santa Bárbara.

Nassif, o INCRA tem mais de cincoenta ações contra a CUTRALE no município de Ourinhos..."

Vamos pensar juntos:

1) porque a justiça ainda não retomou as terras para seus LEGÍTIMOS donos, a união? Será que é porque o invasor original é uma família muito rica?

2) Se a terra é da empresa porque ela não prova?

3) Eu acho que invasão de terra, uma forma de desobediência civil, deve ser usada em último caso. ESTA É UMA DESTAS SITUAÇÕES. Se não houver ação, NUNCA será resolvido este caso de possível grilagem de terras da união.

Os movimentos sociais podem e devem, em situações excepcionais, agir de modo muito firme.

Onde a justiça se recusa a decidir COM JUSTIÇA é o momento em que os movimentos sociais devem forçar.

Como você pensa que o Brasil acabou com a escravidão? Com uma princesinha boazinha? Não, foi com a desobediência de milhares de negros e com o incentivo de muito brancos. TODAS AS AÇÕES ERAM ILEGAIS NA ÉPOCA.

Como você pensa que foram conquistados os direitos dos trabalhadores? Porque patrões bonzinhos resolveram ser justos? Não, não foi. Foi com greve, protestos, ações. TODAS AS AÇÕESM ERAM ILEGAIS NA ÉPOCA.

Todas as conquistas sociais aconteceram porque houve aqules que lutaram CONTRA AS LEIS e contra a ação capenga da justiça.

Até Jesus fez isto. Ele derrubou as barracas dos cambistas dentro do Templo de Jerusalém.

São atitudes que devem ser a excessão.

Lembre que os sonhos dos conservadores é ter um monte de bundões reclamando da vida, mas sem tomar nenhuma atitude.

Se as terras forem griladas, o MST ESTÁ CORRETO EM INVADIR.

Chega deste papo de não existir lei para quem é MUITO RICO.


Leia mais aqui:


Cutrale usa terras griladas em São Paulo (nota do MST)
http://www.mst.org.br/node/8283


PiG(*) esconde que terras de fazenda pertencem à Uniãohttp://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=19784


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Brasil ou Bangladesh: a grande mídia defende quem tem poder e dinheiro

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Um homem foi assassinado, em Bangladesh.

Seria um crime comum se a vítima não fosse cristã.

Os agressores são muçulmanos, em um país muçulmano.

O interesse da mídia não é a verdade.

É atacar os cristãos.

Lá quem tem poder são os muçulmanos.

A mídia serve quem tem dinheiro e poder.

Não se importam em mentir e em ajudar um asssassino a continuar a solta.

O que importa é negativizar os cristãos. Assim, acreditam, que estão desestimulando muitos muçulmanos de se converterem ao cristianismo.

É versão oriental do PIG brasileiro, que ataca quem é contra seus interesses ou contra os interesses de quem financia a imprensa.

Nesta situação perde a verdade, perde os direitos humanos, perde a liberdade de expressão e de culto.

A tal liberdade de imprensa é o incentivo ao uso do dinheiro para dominar mentes, criar desavenças, reforçar injustiças.

Liberdade de imprensa sim. Mas, sem o poder do dinheiro.


Obreiro é assassinado por estudantes

BANGLADESH (43º) - As autoridades estão investigando os possíveis motivos que ocasionaram o assassinato de um obreiro de uma igreja.

Um aluno que trabalha na universidade e seu amigo são acusados de terem torturado e matado Swapan Mondol, de 35 anos, no dia 12 de setembro no parque Suhrawardy Park, local adjacente à universidade. Swapan, que se converteu do hinduísmo para o cristianismo, era supervisor de missões jovens para a Igreja Cristã Livre de Bangladesh (FCCB, em inglês).

Os amigos do principal suspeito argumentam que foram ajudá-lo depois de Swapan ter roubado o celular do estudante, algo que a esposa do cristão e a polícia duvidam. Lucky Mondol, esposa de Swapan, contou que não sabe por que eles mataram o seu marido.

“Ele era um evangelista e seu emprego lhe pagava bem, então ele não roubaria telefones celulares em um parque”, ela declarou.

Lucky conta que quando ela correu para o Hospital Dhaka Medical ... Swapan, que costumava a usar anel e cordão de ouro estava sem eles, e seu celular também havia sumido.

A polícia suspeita que Mohammed Rajon e seus amigos sejam responsáveis pelo assassinato e confirmaram que outros casos de violência por parte de grupos de estudantes já foram já aconteceram antes, e que eles citam roubo de celular como pretexto para atacar pessoas inocentes.

Um dos inspetores de polícia informou que o assassinato foi coberto de mistério.

“Alguns alunos da Universidade de Dhaka mataram Swapan sob o pretexto de ele ter roubado um telefone celular”, conta Karim. “Os alunos dizem que o pegaram em flagrante; então por que não o entregaram a nós (a polícia)? Se ele tivesse roubado qualquer coisa nós as teríamos recuperado”.

A polícia investigará o caso como assassinato, disse Karim.

Karim negou as declarações dos jornais de Bangladesh de que ele teria dito que Swapan e três cúmplices teriam tentado roubar um celular de Mohammed.

Calúnias

Quase toda a mídia retratou Swapan Mondol, que estudava teologia no Centro de Desenvolvimento Cristão em Dhaka e tinha completado estudos em teologia em Bangalore, na Índia, como um ladrão que operava no parque entre as prostitutas.

“Estou tão chocada com a mídia, por terem publicado essas calúnias mordazes contra ele”, declarou a esposa de Swapan. “As reportagens colocaram mais lenha na fogueira e, de uma maneira indireta, apoiaram a gangue de linchadores”.

Lucky conta que alguns jornais colocaram declarações suas, apesar de ela nunca ter falado com repórteres.

“Um dos jornais mais lidos de Bangladesh disse que meu marido costumava a ir ao parque todos os dias, e que eu tinha dito isso a eles”, conta Lucky, “e isso é uma mentira deslavada. Durante 15 ou 20 dias em cada mês, meu marido costumava visitar vários distritos no país por causa de seu trabalho na igreja. Como a morte de um homem inocente virou um escândalo!”.

O presidente da FCCB, Albert P. Mridha contou que Swapan, pai de uma criança de 10 anos, era um obreiro sério e leal que trabalhou durante 14 anos em um ministério nacional.

“Não temos programa em nossa igreja que trabalhe com as prostitutas que ficam no parque”, declara o presidente da FCCB.

Albert Mridha conta que uma semana antes de ser assassinado, Swapan havia voltado de uma viagem de três semanas que fizera ao sul de Bangladesh para coordenar as atividades das igrejas ali. Ele planejava pregar em uma reunião de avivamento no norte de Bangladesh.

“A maior parte dos dias do mês, Swapan viajava a trabalho”, continua o presidente. “às vezes ele ia à universidade ver alguma programação cultural”.

A mídia de Bangladesh também identificou erroneamente Swapan como empregado de uma ONG, ao que Mridha também corrigiu, dizendo que um obreiro de uma igreja não é um empregado de uma ONG.

“Ele era bastante honesto e sincero em seu trabalho”, declara o presidente da FCCB. “Se 14 anos de convivência me permitem declarar alguma coisa sobre o assunto, o que eu digo é que Swapan não estava envolvido com roubo. O motivo para assassiná-lo foi outro e não sabemos qual, mas dizer que o mataram porque ele estava roubando um celular é pretexto”.

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=5678



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Censo confirma: agricultura familiar produz mais em menor área

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Setor emprega quase 75% da mão-de-obra no campo e é responsável pela
segurança alimentar dos brasileiros, produzindo 70% do feijão e 87% da
mandioca consumidos no país.

O Censo Agropecuário 2006 traz uma novidade: pela primeira vez, a
agricultura familiar brasileira é retratada nas pesquisas feitas pelo
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foram identificados 4.367.902 estabelecimentos de agricultura familiar, que
representam 84,4% do total, (5.175.489 estabelecimentos) mas ocupam apenas
24,3% (ou 80,25 milhões de hectares) da área dos estabelecimentos
agropecuários brasileiros.

Apesar de ocupar apenas um quarto da área, a agricultura familiar responde
por 38% do valor da produção (ou R$ 54,4 bilhões) desse total. Mesmo
cultivando uma área menor, a agricultura familiar é responsável por garantir
a segurança alimentar do País, gerando os produtos da cesta básica
consumidos pelos brasileiros. O valor bruto da produção na agricultura
familiar é de 677 reais por hectare/ano.

"Isso mostra a representatividade, o peso deste setor para a formação da
nossa economia e da produção primária no País. Com isso, a agricultura
familiar demonstra capacidade em gerar renda, em aproveitar bem o espaço
físico e contribuir para a produção agrícola brasileira", afirma Daniel
Maia, ministro interino do Desenvolvimento Agrário.
Os dados do IBGE apontam que em 2006, a agricultura familiar foi responsável
por 87% da produção nacional de mandioca, 70% da produção de feijão, 46% do
milho, 38% do café , 34% do arroz, 58% do leite e, ainda, 21% do trigo. A
cultura com menor participação da agricultura familiar foi a soja (16%). O
valor médio da produção anual da agricultura familiar foi de R$ 13,99 mil.

Permanência no campo

Outro resultado positivo apontado pelo Censo 2006 é o número de pessoas
ocupadas na agricultura: 12,3 milhões de trabalhadores no campo estão em
estabelecimentos da agricultura familiar (74,4% do total de ocupados no
campo). Ou seja, de cada dez ocupados no campo, sete estão na agricultura
familiar , que emprega 15,3 pessoas por 100 hectares.

Para o ministro interino, esses números refletem a eficácia das políticas do
Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para manter os agricultores
familiares no campo com boa produção e renda. "Os resultados desse Censo
permitem constatar o quanto a participação da agricultura familiar é
importante para a agropecuária e para a economia brasileira. O cenário,
antes de pauperização e fuga do homem do campo, está sendo mudado,
revertido", frisa.
Dois terços do total de ocupados no campo são homens. Mas o número de
mulheres é bastante expressivo: 4,1 milhões de trabalhadoras no campo estão
na agricultura familiar. As mulheres também são responsáveis pela direção de
cerca de 600 mil estabelecimentos de agricultura familiar.

O Censo Agropecuário 2006 revela ainda que dos 4,3 milhões de
estabelecimentos, 3,2 milhões de produtores são proprietários da terra. Isso
representa 74,7% dos estabelecimentos com uma área de 87,7%.

Os critérios que definem o que é agricultura familiar foram determinados
pela Lei nº 11.326 aprovada em 2006. Eles são mais restritivos do que os
critérios usados em estudos feitos anteriormente por outros organismos como
a Fao/Incra e universidades brasileiras que estudaram o setor. A Lei 11.326
determina que quatro módulos fiscais é o limite máximo para um
empreendimento familiar. Determina também que a mão-de-obra deve ser
predominantemente da própria família e a renda deve ser originada nas
atividades da propriedade e a direção também tem que ser feita por um membro
da família.

(MDA / www.e-campo.com.br)


Nota do Chicão:

A grande mídia atua tentando IMPREGNAR na mente dos brasileiros imagens erradas sobre o campo brasileiro.

Eles passam e repassam as mesmas imagens.

A grande propriedade é sempre mostrada com muitos tratores e colhedeiras,

a pequena propriedade é sempre mostrada como um bando de coitadinhos sofredores.

A grande propriedade é descrita como moderna, produtiva e eficiente.

A pequena propriedade é descrita como pobre e ineficiente.

De tanto mostrar estas duas imagens muita gente está acreditando nisto. Pensam com a cabeça dos donos das empresas de mídia, que ganham DINHEIRO com este serviço prestado DE DOMINAÇÃO MENTAL.

Este texto mostra que a verdade é DIFERENTE da imagem.

A realidade é que a grande propriedade normalmente produz pouco, à excessão de uma minoria que é melhor administrada (as que aparecem na televisão).

São tão MAL ADMINISTRADAS que hoje uma das principais "fonte de renda" é pegar dinheiro emprestado do crédito rural e depois ficar eternamente "renegociando". Os grandes proprietários dizem que não tem condição de pagar as dívidas. Eles compram casa, viajam para o exterior, comem do bom e do melhor, mas não "tem condição" de pagar suas dívidas.

Virou um negoção ser pouco eficiente! Esta é a forma de vida da imensa maioria dos grandes proprietários.

Quando o governo federal ameaçou elevar os índices de produtividade foi uma chiadeira dos grandes proprietários.

E teve o APOIO da imensa maioria dos pequenos.

Os grandes choram porque sabem que são INEFICIENTES em sua imensa maioria.

Quem mais gera empregos e renda para o povo brasileiro é a pequena propriedade.


Leia também no Blog do Chicão:


O jogo político dos ruralistas que devem bilhões de reais para o governo federal
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/09/o-jogo-politico-dos-ruralistas-que.html


Kátia Abreu e o jogo político dos que devem bilhões de reais para o governo federal
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/09/katia-abreu-e-o-jogo-politico-dos-que.html


Tocantins: políticos se esbaldam com terra quase de graça
http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2009/07/23/tocantins-politicos-se-esbaldam-com-terra-quase-de-graca/


Leia a nota do Movimento dos Pequenos Agricultores sobre a mudança dos índices de produtividade
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/09/indice-de-produtividade-rural-com.html


Reforma Agrária e índices de produtividade
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/09/reforma-agraria-e-indices-de.html


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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Descaso do governo de São Paulo com os animais e as reservas ecológicas

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Vendo este abuso do governador Serra, gostaria que vissem aqui no link que vou disponibilizar. Trata-se de imagens da morte de animais dentro de uma Unidade de Conservação- no conhecido Horto Florestal- o cartão postal da cidade.

São imagens fortes que comprovam a falta de atenção deste governo que só faz propaganda mas que no fim não cuida nem de capivaras. (do site Conversa Afiada)





A secretaria do meio ambiente do governo José Serra tem uma missão especial: não fazer nada.

Ela deve ser algo INÚTIL para mostrar aos ruralistas, desmatadores e destruidores em geral que o Serra é um sujeito que NÃO vai criar problemas para eles.

O Serra faz uma administração para deixar claro que ele é CONFIÁVEL para todos estes que querem destruir a legislação ambiental.

O secretário do meio ambiente de São Paulo é um ex-deputado ruralista.

O candidato José Serra faz questão de se mostrar um aliado para todos os interesses dos deputados e senadores ruralistas.

A situação deplorável de TODAS as reservas ecológicas do governo do estado de São Paulo é só mais um reflexo desta políticagem.


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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Pessoas que apóiam a corrupção e ficam mais pobres com ela

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Leia o comentário que eu tirei do Blog do Sakamoto:

"Honestamente, você pensa no trabalho escravo nos canaviais quando enche o tanque do carro com o alcool a uns R$ 1,40 !?
Deveria aumentar o salário dos boias frias em 200% para você pagar 3 reais o litro, que é o merecido ! Bom né !?"

O idiota pensa que leva vantagem com o trabalho escravo.

Ele se esquece que o sujeito que tem trabalho escravo não para a corrupção por aí. Ele tem que comprar polícia, juíz, fiscal, político. Ele compra todo mundo que vê pela frente.

Porque você acha que este sujeito que é capaz de escravizar alguém INVESTIRIA DINHEIRO na campanha política de seus amiguinhos do DEM, PMDB, PSDB, PTB e outros?

Simples, para eles fazerem leis que garantam a impunidade. Leis que dificultem a ação da polícia e do ministério público. Leis que tirem o poder de fiscais.

E, se tudo der errado, leis que garantam que o judiciário NÃO vá funcionar.

É uma corrente de interesses de grupos conservadores. Dou a esta corrente de interesses o nome de Grande Aliança Conservadora (pesquise mais aqui no blog do Chicão).

Estes mesmos políticos somem com o dinheiro público e geram uma dívida enorme para o país.

Com isto há aumento de impostos e o sujeito que fez o comentário tem que pagar o aumento de impostos.

A violência explode nas cidades e o sujeito do comentário paga caro por segurança de sua casa e seguro para tudo.

Depois ele paga mais ainda. Pois como eles são capazes de roubar e desperdiçar o dinheiro da saúde, ele gasta MAIS dinheiro para o convênio médico.

Depois ele paga pedágio, seguro obrigatório, etc.

Ele passa o dia mentendo a mão no bolso porque este pessoal da Grande Aliança Conservadora gosta que ele PAGUE POR TUDO.

A única alegria dele é pagar menos pelo álcool que é feito com trabalho escravo.

Realmente, ele é muito esperto. Super esperto.

Honestidade significa menos custos para todos os brasileiros.

A Transparência Pública é uma das melhores ferramentas para promover a honestidade.


Leia também:

Os pedágios paulistas tiveram um reajuste acima da inflação de quase 200%
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/10/os-pedagios-paulistas-tiveram-um.html


Dívida interna, uma avaliação interessante
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/10/divida-interna-uma-avaliacao.html



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Bolsa da Dilma: tem cada MENTIRA na internet...

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Eu sempre me perguntei porque as pessoas repassam algo na internet SEM ter certeza que é verdade.

Existe um email que eu já recebi três vezes sobre uma bolsa da Dilma.

É um email preconceituoso que tenta DESTRUIR a imagem da ministra.

É uma mentira. Mais uma enganação.

Uma jornalista do Jornal do Brasil escreveu uma nota. Por preguiça, maldade ou outro problema ela NÃO checou corretamente a verdade.

Imediatamente mentes deturpadas reproduziram a nota, tomando o cuidado em fazer mais afirmações denegridoras.

A nota é esta (as palavras maldosas estão em letra maiúscula): “A ministra Dilma Rousseff, em foto publicada em "O Globo", deve ter se esquecido de ESCONDER a bolsa – tamanha foi a BRONCA no assessor do Geddel. Trata-se de uma Kelly, grife Hermès, criada em homenagem à princesa Grace, e objeto de consumo das milionárias mundo afora. Detalhe: a bolsa não custa menos de 4.700 euros – cerca de R$ 14 mil. Portanto… Quem ainda teme a revolucionária dos anos 70 pode ficar tranquilo. Não se usa uma Kelly IMPUNEMENTE.”

A bolsa em questão NÃO é uma Kelly. Era só perguntar para o ministra ou sua assessoria, simples. Ou poderia pesquisar na internet.

Os sites de assuntos femininos aproveitaram a deixa para fazer reportagens sobre compras mais BARATAS.

Um deles diz: "Se possuir um objeto de griffe custa muito caro, por que não um similar sem perder o charme e a elegância?
É o que a ministra Dilma Roussef fez ao usar uma bolsa Francesco Rogani (que pode ser adquirida por R$ 600, em Roma, na Via Condotti, 47), quase igual a original, modelo Kelly, da Hermes (www.hermes.com) ,que custa em torno de R$ 10 mil".
http://mulher-jornalagora.blogspot.com:80/2009/09/so-no-blog.html

A Revista Viagem, da editora Abril, fez uma reportagem assim: "Onde encontrar a autêntica bolsa que a ministra Dilma Rousseff desfilou por aí"
http://viajeaqui.abril.com.br/vt/materias/vt_materia_495086.shtml

Eu descobri isto em menos de 3 minutos de pesquisa no Google.

A ministra Dilma trabalha muito, ganha bem e sua única filha é adulta, casada e emancipada. Ela poderia comprar uma bolsa mais cara. Todavia, não é o caso.

Ajude o Blog do Chicão a divulgar esta mensagem para que a MENTIRA NÃO PREVALEÇA EM NOSSO PAÍS.



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domingo, 4 de outubro de 2009

Conservadores e aliados do Serra/Aécio querem mão de Obra MAIS BARATA para as Olimpíadas

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Fenômeno: já querem cortar a CLT pelas Olimpíadas

Eu tinha certeza! Nem bem as comemorações pela escolha do Rio como sede das Olimpíadas de 2016 começavam na praia de Copacabana e arautos do capitalismo salve-se-quem-puder foram à mídia para dizer que o Brasil não conseguirá realizar as obras necessárias com as leis atuais. Na opinião deles, para ter sucesso na “remodelação” urbana, será imprescindível uma reforma trabalhista que torne mais barata a mão-de-obra (tradução: direitos trabalhistas, tchau, tchau) e mudanças urgentes nas leis ambientais para agilizar projetos que podem causar impacto ao meio (tradução: aprovação a toque de caixa, sem intromissão do governo, para a alegria de investidores que querem ver áreas de preservação convertidas em construções).

A cara-de-pau é tamanha que eles nem mais escondem que querem usar as Olimpíadas como justificativa para derrubar dois “entraves” ao “progresso”: o povo e sua qualidade de vida. Afinal, o lucro em primeiro lugar.

Acho sensacional que o Brasil sedie os Jogos. Mas é claro que muita gente vai tentar fazer deles justificativa para tudo e, pior, usá-lo para enriquecimento ilícito. Óbvio que temos desafios importantes como nação, como garantir educação a todos, saúde de qualidade, uma reforma agrária, universalizar direitos. Mas não é fugindo de determinados desafios que vamos conseguir vencer nossos problemas. Da corrupção generalizada aos modelos errados de desenvolvimento, a construção de 2016 será um bom momento para encará-los de frente e mostrar que somos sérios. Um bom começo é deixar as carpideiras do capital falando sozinhas, sem dar peso às suas fúteis palavras.

A guerra de discursos usando as Olimpíadas já começou e vai durar sete anos. Temos que ficar atentos e ir à luta para garantir que a ladainha dos que querem “liberdade total” tendo como justificativa o desenvolvimento não continue sendo entoada. Nossa maior conquista será a de que podemos construir um evento que deixe um legado de dignidade à população e não seja um instrumento de sua exploração.

http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2009/10/03/fenomeno-ja-querem-cortar-a-clt-pelas-olimpiadas/



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sábado, 3 de outubro de 2009

Dívida interna, uma avaliação interessante

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O Editorial do jornal Estado de São Paulo e artigo do Valor Econômico de hoje defendem mais cortes de gastos sociais para que a dívida interna possa ser reduzida. Os jornais alegam que as despesas com pessoal e previdência têm aumentado, impedindo que a dívida seja paga completamente.

Porém, consultando os dados do SIAFI (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal), vemos que em 2009 (até 21/09) já foram pagos nada menos que R$ 173 bilhões em juros reais (descontada a inflação) e amortizações, sem considerar a “rolagem”, ou seja, o pagamento de amortizações por meio da emissão de novos títulos. Tal valor representa R$ 65 bilhões a mais do que foi gasto com todos os servidores públicos (ativos e inativos, de todas as carreiras e poderes), ou R$ 30 bilhões a mais do que foi gasto com as dezenas de milhões de aposentados do INSS.
Poderia-se perguntar: mas de onde o governo retira tanto dinheiro para pagar a dívida, dado que o superávit primário federal estaria em queda, como afirmam os jornalistas (e também o governo)?

Conforme comentado em edições anteriores desta seção, o superávit primário é apenas uma das fontes de recursos para o pagamento da dívida, que já se utilizou, por exemplo, de quase R$ 90 bilhões do lucro do Banco Central de 2008, R$ 35 bilhões da emissão de novos títulos, R$ 20 bilhões do rendimento da Conta Única do Tesouro, R$ 10 bilhões do recebimento de juros e amortizações de estados e municípios (que devem à União), R$ 9 bilhões de tributos, e R$ 7 bilhões provenientes do lucro das estatais.

Ou seja: a grande imprensa omite que a dívida é um grande buraco negro das riquezas nacionais, sugando recursos em dinheiro vivo de várias partes do orçamento público (e não somente das fontes tributárias, que geram o superávit primário), que poderiam estar sendo destinados às áreas sociais, tão urgentes para o país.

Tais R$ 173 bilhões gastos com a dívida poderiam servir para multiplicar por 6 os recursos da saúde, ou multiplicar por 10 os recursos da educação, ou multiplicar por 147 vezes os recursos da Reforma Agrária.

O título do artigo do Valor Econômico denomina-se “Gasto Público, uma bomba para desarmar”. De fato, o título está correto, porém, faltaria apenas especificar que esta bomba se chama “dívida pública”, e não saúde, nem educação, nem previdência, nem servidores públicos, nem nenhum outro gasto social.

A principal conseqüência desta absurda priorização dos gastos com a dívida está no jornal O Globo, que traz pesquisa do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostrando que os mais ricos no Brasil gastam em 3 dias o que os pobres consomem em um ano. Cabe ressaltar que tal injustiça ainda é bem maior na realidade, devido ao fato de que a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) não capta os ganhos financeiros dos banqueiros e especuladores, muitos deles residentes no exterior.
A pesquisa mostra que está havendo uma melhora na distribuição de renda, porém bastante lenta, pois continuando-se no ritmo atual, serão necessários 20 anos para que o país tenha uma distribuição de renda considerada justa. Além do mais, esta “redistribuição” ocorre entre os trabalhadores, visto que os grandes rentistas estão de fora deste bolo.

A pesquisa do IPEA mostra uma absurda concentração de renda no país: a renda apropriada pelos 1% mais ricos é a mesma renda apropriada pelos 45% mais pobres. Caso somente um terço da renda nacional fosse igualmente distribuída entre todos os brasileiros, seria possível garantir a todos a satisfação de todas as necessidades básicas. A pesquisa ainda mostra que atualmente quase 50 milhões de pessoas ainda vivem em famílias com renda abaixo de R$ 190 ao mês.

Um dos principais motivos para esta distribuição péssima da renda nacional está na falta de políticas que beneficiem os mais pobres, como educação, saúde e reforma agrária. Outro motivo é falta de coragem de se tributar os verdadeiramente ricos, ou seja, os rentistas, que não páram de usufruir de generosas isenções fiscais, enquanto o povo sustenta o estado brasileiro.

Continue lendo aqui:
http://www.divida-auditoriacidada.org.br/config/artigo.2009-09-21.5661457171/document_view

do blog Auditoria Cidadã: http://www.divida-auditoriacidada.org.br/




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Os pedágios paulistas são uma esculhambação

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"Na Fernão Dias, estrada que liga São Paulo a Belo Horizonte, o custo será ainda menor - R$ 1,60. Os pedágios cobrados em rodovias entregues anteriormente à iniciativa privada são muito superiores.

Ao trafegar pela Nova Dutra, estrada que liga São Paulo ao Rio de Janeiro e a primeira federal a ser privatizada, um motorista paga, em média, R$ 7,65 por 100 quilômetros percorridos. Nas principais concessões de rodovias do Estado de São Paulo, o custo médio do pedágio chega a R$ 12,32, conforme estimativa da NTC & Logística. Trata-se, portanto, de preços respectivamente, 4,7 e 7,7 vezes superiores ao que será cobrado na Fernão Dias". (do site Intelog)

Quando você trafega pelas estradas estaduais de SP você paga em média 7,7 VEZES MAIS de pedágio mas rodovias federais concedidas no governo do PT.

Isto não é normal!

É uma vergonha!

Qual seria a saída: renegociar os contratos.

Como informei anteriormente o governo estadual da dupla PSDB e DEM já renegociaram.

Sabe o que aconteceu?

Deram MAIS DIREITOS para as empresas.

Eles cobram exageradamente caro e ainda ganharam MAIS TEMPO para cobrar caro de você.

Será que eles agiram com justiça ou com interesse eleitoral/financeiro?

Teria que ter uma investigação séria, mas aqui em São Paulo está tudo dominado.

Para você ter uma idéia, a corrupção de São Paulo está sendo investigada em vários países.

Mas, se dependesse da investigação da polícia civil, do tribunal de contas ou do ministério público São Paulo seria a terra dos anjos.

Para renegociar os contratos das rodovias é NECESSÁRIO TIRAR ESTE PESSOAL QUE ESTÁ NO GOVERNO A 15 ANOS.

Só assim reduziremos os custos de nossa vida.

lembre que os pedágios encarecem TODOS OS PRODUTOS QUE TRAFEGAM PELAS ESTRADAS.

leia também:

Os pedágios paulistas tiveram um reajuste acima da inflação de quase 200%
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/10/os-pedagios-paulistas-tiveram-um.html



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Os pedágios paulistas tiveram um reajuste acima da inflação de quase 200%

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Caramba!

Eu sentia no bolso este aumento exagerado.

Mas, não sabia que era tanto assim.

Com os pedágios, tudo que você compra fica mais caro.

Porque não há uma renegociação para diminuí-los?

Falta interesse político.

Para o governador Serra é melhor politicamente ficar super bem com as empresas que arrecadam exageradamente.

Eu fico me perguntando se isto tem algo a ver com dinheiro, muito dinheiro, para campanha política.

Acho que está na hora de uma INVESTIGAÇÃO séria nos pedágios e no fluxo do dinheiro que é arrecadado neles.

O pior é que já houve uma renegociação dos contratos e sabe o que aconteceu?

Você não vai acreditar?

O pessoal do PSDB e do DEM deram um PRESENTÃO para as empresas.

Sabe qual presente?

Como elas são vítimas e coitadinhas, elas ganharam mais tempo para cobrar pedágios.

"...o governo paulista prorrogou os contratos de 10 das 12 concessionárias de rodovias. Os contratos foram estendidos em até oito anos e oito meses, como é o caso da AutoBAn, que atua nas rodovias Anhangüera e Bandeirantes. A concessão prevista para acabar em 2018 terminará só em 2026". (Folha de SP)

Neste tempo o secretariado era o mesmo do Alckmin, que havia saído para disputar a presidência e o Serra era candidato a governador. A turma era a mesma, o governador o Cláudio Lembo. As empresas são as mesmas, os amigos os mesmos, tudo igual.

O ministério público estadual aquela "lerdeza" e falta de interesse.

O TCE, tribunal de contas do estado, dominado por amigos do PSDB e DEM.

Nada de CPI.

Eles nadando no dinheiro e o dinheiro saindo do nosso bolso.

Isto tem que acabar!

Estes contratos devem ser revistos, rápido.

Há espaço para abaixar e muito os pedágios das rodovias estaduais.

Se a turma do PSDB não tem interesse em nos defender, é MELHOR QUE ELES SAIAM DE LÁ.


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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

TCU proibiu PF de fazer a segurança de prova do ENEM

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Ontem, a PF alegou que não teve qualquer participação no processo porque foi proibida pelo Tribunal de Contas da União (TCU), de fazer esse tipo de atividade. Ah! o TCU. Aparelhado pelo DEM e PSDB a serviço da oposição.

Ah o TCU, que bloqueia todas as obras do PAC, para prejudicar Dilma, mas fecha os olhos para as obras do Rodoanel superfaturado para favorecer José Serra.

O pedido de apoio foi feito pelo MEC, e, em julho, foi realizada reunião com integrantes do Inep — órgão do ministério —, em que a PF informou que não poderia participar do processo. Antes de 2005, a PF guardava as provas nas superintendências até o dia do exame.

Do edital do novo Enem, liberado em junho, consta a exigência de interação entre o consórcio vencedor e a PF. O edital chega a mencionar que as viagens de policiais seriam pagas pelo Inep. O uso de vigilância armada e monitoramento por câmeras durante 24h ficou apenas a cargo do consórcio.

Neste consórcio, está a A Plural Editora e Gráfica Ltda,da Folha de S.Paulo.(Ontem, a Folha se fez de morta durante todo dia. Somente a noite, divulgou nota da Gráfica, e só hoje disse que também foi procurada pelos dois laranjas.)

Pelo edital, o consórcio Connase deveria empregar seguranças armados e filmar por 24 horas todos os locais onde a prova é manuseada. As fitas deveriam ser entregues ao Inep em até três dias, sem edição. O documento dizia que número de vigias e o tipo de armamento a ser usado fica a critério da empresa. Todas as pessoas que trabalham para o consórcio devem assinar termo de confidencialidade. E para ingressar na gráfica e no centro de distribuição, precisariam passar por detectores de metais. A entrada de qualquer equipamento eletrônico também é proibida no edital, para evitar fotos ou repasse de informações por celulares. Qualquer material inutilizado precisa passar por “trituração dupla e picotamento duplo na sede” da empresa.

Em São Paulo, a PF abriu inquérito ontem de manhã para investigar os responsáveis pelo vazamento. Um delegado da área fazendária iniciou os trabalhos ontem mesmo. Estava previsto que dois repórteres de “O Estado de S. Paulo” seriam ouvidos pelo delegado, na tentativa de identificar os homens que tentaram vender cópia das provas para o jornal, por R$ 500 mil.

A PF pretende ouvir ainda funcionários da Gráfica Plural, da Folha de S.Paulo, onde as provas foram impressas.

Alguns comentários na página da Folha - sempre aberto quando a notícia é contra o governo

"Mas também, esse ministério... Como é possível que tenham mandado imprimir as provas em São Paulo???
A sede das conspirações demo-tucanas?
E na gráfica da Folha de São Paulo!!!
A porta-voz do golpismo latino-americano???
É claro que isto é abrir as portas para o "imponderável"...Não se espera - como sempre - que a Folha se explique, mas o ministério deveria explicar porque escolheu essa empresa para imprimir as provas do ENEM."

"O que se vê são todas as formas de sabotar o governo Lula. Coincidentemente uns dias antes o Jornal Nacional exibiu uma material exculhambando com ENEM, dizendo que algumas pessoas teriam que viajar mais de 200Km para fazer a prova. Se preparem pois 2010 está ai e veremos sequencias elouquentes de factoides, "escandalos", golpes e crises sem fim. Haja estomago."

"A gráfica responsável pela impressão das provas é do grupo Folha, o mesmo que vem tentando minar o governo federal com reportagens fraudulentas, como o grampo do STF que não existiu e a ficha falsificada da ministra Dilma. Que imprensa é essa, meu Deus"

"Se for comprovado que o vazamento ocorreu de dentro da gráfica é o Grupo FOLHA que deveria arcar com os R$ 30 milhões referentes aos custos de reimpressão do Enem, além dos custos de relogística e eventuais processos judiciais que venham a acontecer em decorrência da falha.Como contribuintes ficamos indignados se este montante sair dos cofres públicos"

"Fiquei estarrecido, ao tomar conhecimento_não através do grupo Folha_que o conteúdo das provas possilvelmente tenha vazado por uma das empresas do referido grupo.Senhores, isto é um absurdo!Caso haja de fato procedência desta informação, estaremos diante de mais uma baixa tentativa de terrorismo interno, perpetrado pelos mesmos, que não admitem um país plural e, um governo empenhado em alargar o ensino superior para os mais pobres.A máscara cai, quando serão punidos os mascarados é outra história"

"Isso está me cheirando à sabotagem, tem cara de mais uma armação contra o Governo Presidente Lula.A última pesquisa sobre a avaliação do Governo Lula demonstrou crescimento da avaliação positiva sobre educação.Esperemos os desdobramento do episodio."

"Mais uma tentativa de desmoralizar o governo Lula. O Estadão, mestre dos PIG's (Partido da Imprensa Golpista), revesa com Veja e demais. Ora um, ora outro. O Brasil ainda é um País muito vulnerável"

"Tá muito esquisita essa estória.Espero que as investigações comecem pelos "tais dois homens".Que o jornal faça o seu papel e informe aos seus leitores os nomes dos dois indivíduos. Acredito que numa situação dessa, DE INTERESSE PÚBLICO, o segredo do informante tem que ir para o saco !Espero que o jornal faça o seu papel"

Uma pergunta para os leitores: Vocês lembram do Léo Rocha, funcionário da Folha que repassou um dossiê? Relembre lendo nossa matéria aqui no arquivo do blog. Coincidência? Veja o que eu perguntei aqui nesta matéria

Do blog Amigos do Presidente Lula
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2009/10/os-laranjas-estava-servico-de-quem.html



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Reformas que pedem reformas

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O que você acha de uma escola que precisa de reformas logo depois de passar por reforma?

É muito relaxo, não é.

Isto virou uma constante no governo de SP.

Quando fizeram o rebaixamento da calha do rio Tietê não faltou quem disse: é o projeto é muito mal feito.

No final ficou MUITO caro, caríssimo. Foi mal planejado e não teve o resultado que poderia ter.

O Rodoanel é a mesma coisa. O Serra está construindo uma estrada de 61 kilômetros. O preço: + ou - R$5 bilhões.

Caro, muito caro.

Mal planejado e com falhas ambientais graves.

Logo vai ficar saturado. Aliás, uma parte que foi feito antes já tem congestionamento.

De baixaria em baixaria, SP não paga dívidas e ainda faz mais dívidas. Uma hora vai estourar nas nossas costas.

Voltando às escolas. A maioria é mal conservada. Algumas passam por reformas porcas.

É o padrão Serra e Alckmin.

Veja a reportagem sobre os milhões gastos em reformas porcas no blog NaMaria News
http://namarianews.blogspot.com/2009/09/reformas-que-pedem-reformas.html

Nas escolas de São Paulo faltam professores, falta material didático, falta treinamento, falta de tudo.

Falta principalmente honradez dos governantes de São Paulo.


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Ética: é isto o que incomoda os conservadores

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Você se indigna com o senado?

Torce contra o Sarney e "esquece" do senador Arthur Virgílio?

Conversa sobre a mentira da Lina Vieira?

Diz que o Brasil tem que combater a corrupção?

Conversa somente sobre aquilo que os jornais e TV fazem VERDADEIRAS CAMPANHAS?

Pois eu te pergunto:

você acha que a família Marinho (Globo), bipo Macedo (Record), família malufista Saad (Band), a família Civita e o grupo sul-africano que ficou bilionário defendendo o racismo (editora Abril) querem mesmo que o Brasil acabe com a impunidade?

Eu não acredito.

E dou um exemplo: qual é uma das principais ações que o Brasil precisava fazer para diminuir a corrupção e lavagem de dinheiro?

Qual é uma das principais ações que o Brasil precisava fazer para dificultar e tornar mais cara a vida daqueles que roubam MUITO, desviam MUITO e aprontam MUITO?

É fundamental controlar o fluxo clandestino de dinheiro. Principalmente através do câmbio ILEGAL. O chamado dolar paralelo, que sempre foi divulgado pelos jornais conservadores.

Sempre foi divulgado como se fosse algo normal, natural. Afinal, a lei não serve para os amigos dos donos das empresas jornalísticas que sempre usaram em larga escala o câmbio ILEGAL.

Veja esta notícia, que logo vai ser esquecida. Ela é fundamental para vocês entenderem o incômodo que algumas ações causam. É POR ISTO QUE AS FAMÍLIAS ACIMA FAZEM QUESTÃO DE FALAR QUASE NADA SOBRE O ASSUNTO E ESCREVER MENOS AINDA.

ELA DEVE SER UMA QUASE NÃO NOTÍCIA.

É uma notícia que incomoda quem faz coisas erradas.

Está lotado de colarinhos brancos doidinhos para tornar esta notícia coisa do passado.

Leia esta notícia, porque outra igual vai ser difícil de encontrar (as fámílias preferem o que distrai a platéia e não mexe com os interesses de seus amiguinhos).


Câmbio ilegal se torna cada vez mais caro e raro

Desde maio de 2003, quando foi montada uma força-tarefa no Ministério Público Federal no Paraná para investigar a remessa ilegal de divisas feita por meio das contas CC5 do Banestado, a profissão de "doleiro" tornou-se um negócio arriscado no Brasil. O caso do Banestado deu início ao uso da delação premiada na investigação de crimes contra o sistema financeiro nacional no país. O foco dos acordos fechados entre a Justiça e os réus é, em geral, o doleiro. Ou seja, aquele que tem as provas: sabe de que forma, de onde veio e para onde foi o dinheiro. De delator em delator, a Polícia Federal acabou por criar um verdadeiro efeito cascata no combate ao mercado de câmbio negro no país.

Desde 17 de agosto de 2004, quando a Operação Farol da Colina pôs nas ruas 800 policiais federais com 215 mandados de busca e apreensão e 123 mandados de prisão temporária em oito Estados do país, outras 18 operações da Polícia Federal tiveram como foco o combate ao mercado negro de moeda estrangeira no país - o que tornou o negócio do câmbio ilegal extremamente arriscado no país. Desde o início das operações de combate e das consequentes denúncias do Ministério Público e abertura de ações penais na Justiça, o spread entre o dólar comercial e o dólar-cabo - nome pelo qual é chamado o sistema ilegal usado para a evasão de divisas - só aumenta: a mediana da diferença entre o dólar comercial e o dólar cabo, que em 1999 era de 3,29%, passou a ser de 11,64% em 2008. Ontem, enquanto a cotação do dólar comercial ficou em R$ 1,8650, a do dólar cabo foi de R$ 1,9900.

Pelo sistema do dólar cabo, um cidadão que queira enviar recursos ao exterior, mas prefere não utilizar a remessa legal registrada no Banco Central - pelo fato de o dinheiro ser proveniente de crimes como corrupção, sonegação fiscal ou tráfico de drogas, por exemplo - , opera com um doleiro que faz uma operação casada: recolhe reais de quem quer enviar os dólares para fora e entrega o equivalente a quem está vendendo com um deságio, que é o ganho do doleiro. As operações, no entanto, passam por um banco, que, pelas regras existentes hoje, deve informar ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) todas as operações suspeitas e as que movimentam valores acima de R$ 10 mil. "Hoje é muito difícil fazer operações de câmbio ilegal", diz o advogado criminalista Jair Jaloreto, sócio do escritório Portela, Campos Bicudo e Jaloreto Advogados.

Com essas regras e a atenção da Polícia Federal voltada para os crimes contra o sistema financeiro nacional, o câmbio ilegal fica cada vez mais raro - e CARO.

Advogados criminalistas que acompanham processos penais decorrentes de operações da Polícia Federal dizem que, por conta das delações premiadas, não há quase doleiros presos no país.

Ainda assim, poucos se arriscam a usar seus serviços - uma vez que foi pego em uma operação da Polícia Federal, qualquer contato com o doleiro se torna alvo de investigações, sendo ele delator ou não. "Sempre acho que esse tipo de câmbio ilegal vai acabar, mas a cada seis meses surge uma nova operação da Polícia Federal", diz a advogada Heloísa Estellita, do escritório Toron, Torihara e Szafir Advogados.

O caso do Banestado investigou mais de 1.170 contas no exterior - que movimentaram ilegalmente US$ 28,1 bilhões -, segundo um balanço da operação feito pelo Ministério Público Federal no Paraná após o fim da força tarefa, em setembro de 2007.

do jornal Valor Econômico




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Pelé e o respeito aos mais velhos

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Pelé deu algumas gafes com nomes de pessoas.

Se confundiu entre Jordan e Jackson.

Depois se confundiu de novo.

E daí?

Será que não podemos aceitar que um senhor de 68 anos possa ter alguns lápsos de memória.

Será que ensinaremos aos nossos filhos que alguém que está velho deve ser desprezado quando não atua como gostaríamos?

Sempre ensinei aos meus filhos que a mesma paciência, carinho e respeito que eles receberam quando crianças pequenas deve ser retribuído aos mais velhos.

Pode errar, Pelé. Seja você mesmo!

Quem te criticar é porque ainda não aprendeu a cultivar o respeito e a caridade. E estes vão te criticar de qualquer jeito.


PS: estes são os mesmos que combatem as políticas de cotas, PROUNI, bolsa família, etc.


Leia também:

Cotas para afro-descendentes nas universidades e a gratidão
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/07/cotas-para-afro-descendente-na.html




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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Pré-sal, é muito dinheiro. Por isso tanto interesse.

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Indústria terá de investir US$ 400 bi

Fornecedores precisam ampliar capacidade para atender pré-sal

O desenvolvimento da indústria nacional para atender à demanda do pré-sal vai necessitar de investimentos de pelo menos US$ 400 bilhões. A conta foi feita pelo presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, considerando que cada dólar investido no desenvolvimento das reservas equivale a US$ 4 em aportes na capacidade de fornecimento de bens e serviços. Para o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), tamanha necessidade de financiamento pode paralisar outros setores da indústria nacional.

Gabrielli lembrou que a Petrobrás planeja investir US$ 111,4 bilhões no pré-sal até 2020. Para atingir o objetivo de maximizar as compras de bens e serviços no Brasil, a indústria terá de fazer um enorme esforço de ampliação de capacidade.

A empresa já vem adotando medidas no sentido de viabilizar esse processo, com a encomenda de grandes pacotes de equipamentos que garantam investimentos em parques fabris. Um exemplo é a contratação de grandes pacotes de equipamentos submarinos e o pacote de 28 sondas de perfuração que serão licitados com compromisso de construção em estaleiros nacionais. O Brasil ainda não é fabricante de sondas de perfuração de águas ultraprofundas, como as necessárias para a exploração do pré-sal.

A direção da companhia vem repetindo sistematicamente que as empresas que quiserem fornecer para o pré-sal terão de se instalar no País. Segundo Gabrielli, a indústria mundial não tem capacidade hoje para atender à demanda do pré-sal e qualquer ampliação de capacidade deverá ser feita no Brasil.

Esse é, segundo o governo, o objetivo principal das propostas de mudanças no marco regulatório do setor. Segundo esse raciocínio, a nova estatal ditaria um ritmo de exploração adequado à chegada de novas empresas e, como operadora única, a Petrobrás garante as encomendas para quem vier.

Durante sua participação no Debate Estadão "O Futuro do Pré-Sal", porém, Jereissati alertou para o risco de foco excessivo do governo na cadeia produtiva do petróleo, em detrimento de outros setores industriais. "Essa política deixa outros setores desamparados. Há o risco de uma concentração de recursos para o petróleo", afirmou, em referência à demanda que surgirá para financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Gabrielli, no entanto, afirmou que o BNDES não será o único financiador no processo de expansão da capacidade, que deve contar com recursos estrangeiros e das próprias matrizes das empresas que venham a aportar no País. Segundo ele, a Petrobrás já vem tendo contatos com diversos fornecedores interessados em aproveitar as oportunidades do pré-sal.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091001/not_imp443813,0.php


Nota do Chicão:

Grande parte dos chamados "consultores" na realidade são vendedores de facilidades.

Imagine quanto eles perderão de negócios com a Petrobras sendo operadora única do pré-sal?

Por isto eles lotam as emissoras conservadoras com entrevistas "isentas" procurando detonar o modelo que defende o Brasil.

A Petrobras tem força e desejo de criar uma indústria no Brasil, com milhões de empregos diretos e indiretos para o povo brasileiro.

Um destes consultores "isentos" poderia dizer assim: "isto o governo pode criar sem a necessidade da Petrobras".

Na teoria pode, mas na prática o que vai acontecer é que dinheiro vai e dinheiro vem e esta nacionalização vai ser deixada de lado.

O Brasil teve um plano enorme na área de radares, o SIVAM, do governo FHC.

Qual foi o ganho em tecnologia para o Brasil? Quase nenhum.

Qual foi o ganho de produção no Brasil? Praticamente nenhum.

O modo mais simples que as multinacionais tem para defender seus interesses é: dar dinheiro para deputado e senador fazer campanha eleitoral, fazer marketing em jornais e rédios para deputados e senadores que votam com eles. Com isto fazem leis do interesse de seus amigos e parceiros.

Estas empresas também influem na indicação de "técnicos" escolhidos a dedo para defender o interesse delas em órgãos governamentais e agências reguladoras.

Elas fazem de tudo, TUDO MESMO, para ficar com a maior parte possível do dinheiro que serviria para ajudar nossa pátria.

O poder corruptor destas empresas multinacionais e nacionais será MUITO MENOR com a Petrobras operando o pré-sal.

Como vocês sabem estes interesses distribuem muito dinheiro, de forma direta e indiretamente para muita gente poderosa.

Qual o jornal ou revista nacionalista que recebe verba publicitária da Exxom Mobil? Nenhum.

Já aquela revista cujos donos são sul-africanos, a Veja, recebe um dinheirão de anúncios destas empresas transnacionais.

É isto que alguns chamam de liberdade de imprensa.

Defender certos pontos de vistas vale dinheiro, vale emprego e em muitos casos vale uma bolsa corrupção.





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Uma derrota na guerra pela Transparência Pública

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STF revoga liminar que permitia acesso da Folha a notas fiscais de deputados

Nesta quarta-feira (30), o Supremo Tribunal Federal acatou um recurso protocolado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), e revogou a liminar que obrigava a Casa a permitir o acesso do jornal Folha de S.Paulo a documentos de deputados.

O jornal tenta, desde agosto, obter dados sobre gastos com verba indenizatória dos parlamentares no terceiro quadrimestre de 2008. Uma liminar favorável ao jornal foi concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello, que impôs um mandado de segurança obrigando a Câmara a entregar os documentos solicitados. Na época, alegando inviabilidade técnica e sob o argumento de que não havia conseguido tirar cópia de toda a documentação, a Casa não acatou a decisão.

Após se recusar a fornecer os dados sobre gastos dos deputados com verba indenizatória, realizados entre setembro a dezembro de 2008, o presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), entrou com recurso para não entregar os documentos. O STF decidiu, por 6 votos a 4, que não há requisitos de urgências para a concessão da liminar.

O ministro Marco Aurélio, relator do caso, manteve sua defesa: "Negar o acesso a dados públicos como vem sendo feito, descumprindo-se ordem do Supremo, é ferir de morte a liberdade de expressão", afirmou segundo o G1.

Celso de Mello seguiu o entendimento do colega. "O cidadão não tem direito de requerer, tem o direito de exigir o acesso a dados públicos (...) Ressalvados os casos em que o sigilo seja imprescindível a segurança da sociedade e do estado", disse.

http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2009/09/30/imprensa31130.shtml


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