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Na minha opinião este livro tem tudo a ver com a história repetida e cantada de dossiê.
Se a imprensa conservadora fica repetindo isto é porque tem algo aí.
Eles não dão ponto sem nó.
É gente treinada em ser do mau.
Leia mais aqui: http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/08/31/livro-sobre-dantas-preciado-ricardo-sergio-e-filha-do-serra-vem-ai/
O que será que tem neste livro que causa tanta polêmica?
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terça-feira, 31 de agosto de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Livro: Sem Logo, a tirania das marcas em um planeta vendido
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Me indicaram este livro.
Comecei a ler. É legal!
Você pode lê-lo na internet, de graça.
http://www.scribd.com/doc/16677920/Naomi-Klein-Sem-Logo-
Uma dica para vocês.
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Me indicaram este livro.
Comecei a ler. É legal!
Você pode lê-lo na internet, de graça.
http://www.scribd.com/doc/16677920/Naomi-Klein-Sem-Logo-
Uma dica para vocês.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009
A frente da Educação
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Um dos grandes desafios de políticas públicas, é como montar um modelo federativo de articulação de políticas de educação entre União, Estados e Municípios.
Esse é um dos grandes desafios de políticas públicas universalistas em país continental, pois há que se montar uma comunidade tal – como na Saúde – que garanta a continuidade das políticas independentemente das autoridades e dos partidos de plantão.
Mas, segundo o Ministro da Educação Fernando Haddad, o setor de Educação conseguiu finalmente criar essa solidariedade.
***
O primeiro passo foi a redefinição das políticas para o setor. Na gestão Paulo Renato, se utilizava a tese do “cobertor curto” para não atacar o problema das universidades públicas. Criou-se o falso mito de que todo investimento deveria ser apenas no ensino básico.
O Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) destinava-se a apoiar apenas o ensino fundamental. O Fundef ampliou para o curso médio. As verbas saltaram de R$ 500 milhões para R$ 5 bilhões.
Até então, o ensino médio não dispunha de livro didático, transporte e alimentação escolar. Até 2005, 7,8 milhões de alunos não recebiam livros didáticos.
***
Hoje em dia, a Rede Federal de Educação Profissional, que estava em 130 municípios, chega em 350. As Universidades chegam a mais de 200. A Universidade Aberta do Brasil atinge 600 municípios em cursos à distância semi-presencial.
As Universidades Federais já assumiram a incumbência de fornecerem educação continuada para os professores do ensino médio.
Enfim, uma série de iniciativas que, aparentemente, rompeu com o modo tradicional de enxergar educação – por parte do próprio setor.
***
O ponto central desse trabalho de coordenação é o Plano de Ações Articuladas, para a rede escolar – tanto estadual quanto municipal -, e o Plano de Desenvolvimento da Escola, para cada escola.
Todo sistema está interligado pela Internet. São 5.890 municípios.
O conjunto é monitorado pelo IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) que aplica provas em todo o país. A partir das provas, são identificados aquelas redes e escolas abaixo da média. Na última avaliação, foram 1.800 redes e 27 mil escolas.
A partir daí, os gestores de educação são instados a preencherem relatórios, para que se possa ter um diagnóstico da sua região – tudo pela Internet. Nesse diagnóstico, são identificados seus problemas e a lista de itens financiáveis para sua escola.
O MEC compatibiliza diagnóstico com demanda e passa a financiar um conjunto de ações. Todo o relacionamento se dá pela Internet. Consultores do MEC conversam com os gestores, trocam ideias, aconselham até se chegar às demandas necessárias.
***
Esse monitoramento é amarrado às metas de qualidade. Em uma escala de 0 a 10, a média brasileira medida pelo IDEB estava em 3,5% em 2001. Agora, em 4,2. A meta é chegar em 6 (média dos países da OCDE) até 2022, ano do bicentenário da Independência.
Importante: todas autoridades da área, na União, Estados e Municípios, subscreveram esse pacto.
Do Blog do Luis Nassif
Nota do Chicão:
O Nassif esqueceu de duas ações fantásticas do MEC: livros didáticos para deficientes visuais e livros didáticos adaptados as realidades de áreas geográficas específicas do Brasil.
Um bom avanço.
Mas, se não for acompanhado por mais exigência aos alunos e aos professores será um tiro na água.
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Um dos grandes desafios de políticas públicas, é como montar um modelo federativo de articulação de políticas de educação entre União, Estados e Municípios.
Esse é um dos grandes desafios de políticas públicas universalistas em país continental, pois há que se montar uma comunidade tal – como na Saúde – que garanta a continuidade das políticas independentemente das autoridades e dos partidos de plantão.
Mas, segundo o Ministro da Educação Fernando Haddad, o setor de Educação conseguiu finalmente criar essa solidariedade.
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O primeiro passo foi a redefinição das políticas para o setor. Na gestão Paulo Renato, se utilizava a tese do “cobertor curto” para não atacar o problema das universidades públicas. Criou-se o falso mito de que todo investimento deveria ser apenas no ensino básico.
O Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) destinava-se a apoiar apenas o ensino fundamental. O Fundef ampliou para o curso médio. As verbas saltaram de R$ 500 milhões para R$ 5 bilhões.
Até então, o ensino médio não dispunha de livro didático, transporte e alimentação escolar. Até 2005, 7,8 milhões de alunos não recebiam livros didáticos.
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Hoje em dia, a Rede Federal de Educação Profissional, que estava em 130 municípios, chega em 350. As Universidades chegam a mais de 200. A Universidade Aberta do Brasil atinge 600 municípios em cursos à distância semi-presencial.
As Universidades Federais já assumiram a incumbência de fornecerem educação continuada para os professores do ensino médio.
Enfim, uma série de iniciativas que, aparentemente, rompeu com o modo tradicional de enxergar educação – por parte do próprio setor.
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O ponto central desse trabalho de coordenação é o Plano de Ações Articuladas, para a rede escolar – tanto estadual quanto municipal -, e o Plano de Desenvolvimento da Escola, para cada escola.
Todo sistema está interligado pela Internet. São 5.890 municípios.
O conjunto é monitorado pelo IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) que aplica provas em todo o país. A partir das provas, são identificados aquelas redes e escolas abaixo da média. Na última avaliação, foram 1.800 redes e 27 mil escolas.
A partir daí, os gestores de educação são instados a preencherem relatórios, para que se possa ter um diagnóstico da sua região – tudo pela Internet. Nesse diagnóstico, são identificados seus problemas e a lista de itens financiáveis para sua escola.
O MEC compatibiliza diagnóstico com demanda e passa a financiar um conjunto de ações. Todo o relacionamento se dá pela Internet. Consultores do MEC conversam com os gestores, trocam ideias, aconselham até se chegar às demandas necessárias.
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Esse monitoramento é amarrado às metas de qualidade. Em uma escala de 0 a 10, a média brasileira medida pelo IDEB estava em 3,5% em 2001. Agora, em 4,2. A meta é chegar em 6 (média dos países da OCDE) até 2022, ano do bicentenário da Independência.
Importante: todas autoridades da área, na União, Estados e Municípios, subscreveram esse pacto.
Do Blog do Luis Nassif
Nota do Chicão:
O Nassif esqueceu de duas ações fantásticas do MEC: livros didáticos para deficientes visuais e livros didáticos adaptados as realidades de áreas geográficas específicas do Brasil.
Um bom avanço.
Mas, se não for acompanhado por mais exigência aos alunos e aos professores será um tiro na água.
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segunda-feira, 1 de junho de 2009
Qual a relação do Secretário da Educação Paulo Renato com os livros didáticos?
.
Leia no link abaixo:
Qual a relação do Secretário da Educação Paulo Renato com os livros didáticos?
O senhor Paulo Renato é um consultor. A Miriam Leitão, Gilberto Dimenstein, o FHC, toda esta turma são palestrantes costumazes.
Ganham muito dinheiro com esta atividade.
Quem gostaria de ouvir a Miriam Leitão se ela não estivesse na televisão? Ninguém. Portanto, se ela não for muito confiável para os DONOS da Rede Globo ela perde o emprego e perde as palestras.
E o Gilberto Dimenstein. Se ele ousar a falar bem do PT e mal do Serra é rua na hora. Como ele é muito ético, interessado na cidadania, ele quer manter o PRÓPRIO emprego. Com a exposição pública algumas pessoas o convidam a falar sobre ética ou quem sabe sobre a revolução que o Serra está fazendo na educação de São Paulo. Isto mesmo, segundo o Dimenstein o Serra pomove uma revolução (no bom sentido).
Você conhece a Ieda Areias? A secretária do Serra... Conhece a Iara Prado? Leia aqui.
Está na hora do Brasil aprender que os políticos são só a ponta do iceberg de um movimento maior de interesses econômicos, profissionais e muita vaidade.
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Leia no link abaixo:
Qual a relação do Secretário da Educação Paulo Renato com os livros didáticos?
O senhor Paulo Renato é um consultor. A Miriam Leitão, Gilberto Dimenstein, o FHC, toda esta turma são palestrantes costumazes.
Ganham muito dinheiro com esta atividade.
Quem gostaria de ouvir a Miriam Leitão se ela não estivesse na televisão? Ninguém. Portanto, se ela não for muito confiável para os DONOS da Rede Globo ela perde o emprego e perde as palestras.
E o Gilberto Dimenstein. Se ele ousar a falar bem do PT e mal do Serra é rua na hora. Como ele é muito ético, interessado na cidadania, ele quer manter o PRÓPRIO emprego. Com a exposição pública algumas pessoas o convidam a falar sobre ética ou quem sabe sobre a revolução que o Serra está fazendo na educação de São Paulo. Isto mesmo, segundo o Dimenstein o Serra pomove uma revolução (no bom sentido).
Você conhece a Ieda Areias? A secretária do Serra... Conhece a Iara Prado? Leia aqui.
Está na hora do Brasil aprender que os políticos são só a ponta do iceberg de um movimento maior de interesses econômicos, profissionais e muita vaidade.
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quinta-feira, 28 de maio de 2009
Livro de Serra às crianças: “Nunca ame ninguém. Estupre.”
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Esta turma do Serra é doente. Faz tempo que venho denunciando as loucuras e as maldades deste povo (faça uma pesquisa com o termo "educação" aqui no Blog do Chicão).
Apostilas de baixíssima qualidades com erros básicos e mal organizadas.
Livros com palavrões.
Escolas sem manutenção.
Falta de treinamento e capacitação de professores.
Falta de material para-didático nas escolas.
Veja o que o diretor da escola estadual de SP melhor colocada no ENEM disse:
"Não consigo uma reforma porque não participo das reuniõezinhas, não vou lá ficar bajulando. Eu percorria gabinete de deputado para pedir reforma. Desisti. É indigno para um diretor".
Isto mesmo! A manutenção é péssima. Pior do que isto: TODA A EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO ESTÁ APARELHADA ENTRE O PSDB, DEM, PPS, PTB, PV, e outros menos votados. Até para conseguir uma reforma é preciso tomar as "bençãos" dos deputados donos dos pedaços.
( Educação: Governo do Estado de São Paulo só me atrapalha )
Esta catástrofe faz com que grande parte das crianças simplesmente NÃO TENHAM AULA na frequência adequada e, por isto, não aprendam.
Com toda esta catástrofe é ABSOLUTAMENTE NORMAL QUE OS LIVROS QUE SÃO DISTRIBUÍDOS ÀS CRIANÇAS SEJAM ESCOLHIDOS POR CRITÉRIOS DOENTIOS, JÁ QUE O GOVERNO SERRA É DOENTIO.
Frases do tipo estão no livro: "nunca ame ninguém. Estupre"; "Tome drogas, pois é sempre aconselhável ver o panorama do alto"
Estes malucos estão distribuindo isto para crianças de 9 anos.
Ao invés de comprar bons livros para as escolas, a secretaria de educação compra milhares de revistas Recreios caríssimas (editora Abril), com textos "pedagógicos" como este: "Encare partidas de tênis com Mario no Wii".
Quando compra livros, poucos livros por escola, compra sem critério (ou o critério é não confessável?).
É uma catástrofe! Não é atoa que o governo Serra está no seu terceiro secretário de educação.
Quem lê a revista Veja (e se deixa ser manipulada por ela) pensa que a educação de São Paulo está uma beleza, sendo bem administrada e bem gerida. Porque será?
Segundo puxa-sacos como o Gilberto Dimenstein (da folha de SP) está começando uma revolução em SP. Será que o cara sofre de psicose? Será que ele foi orientado a emitir esta opinião pelos donos do jornal conservador e emitiu para manter o emprego? Será que é por falta de ética? Porque será?
E o pior, estão querendo que o elemento José Serra seja candidato a presidente.
O meu voto ele não tem.
PS: o título da postagem eu tirei do Conversa Afiada
PS2: infelizmente a bandalheira envolvida nesta história de livros com palavrões, baixa qualidade, pornográfico e incitador ao uso de drogas e violência é maior do que eu imaginava.
Leia este texto do Conversa Afiada e veja as relações pessoais, comerciais e políticas que envolvem este caso: Livros pornô: a responsabilidade
de Serra e Paulo Renato.
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Esta turma do Serra é doente. Faz tempo que venho denunciando as loucuras e as maldades deste povo (faça uma pesquisa com o termo "educação" aqui no Blog do Chicão).
Apostilas de baixíssima qualidades com erros básicos e mal organizadas.
Livros com palavrões.
Escolas sem manutenção.
Falta de treinamento e capacitação de professores.
Falta de material para-didático nas escolas.
Veja o que o diretor da escola estadual de SP melhor colocada no ENEM disse:
"Não consigo uma reforma porque não participo das reuniõezinhas, não vou lá ficar bajulando. Eu percorria gabinete de deputado para pedir reforma. Desisti. É indigno para um diretor".
Isto mesmo! A manutenção é péssima. Pior do que isto: TODA A EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO ESTÁ APARELHADA ENTRE O PSDB, DEM, PPS, PTB, PV, e outros menos votados. Até para conseguir uma reforma é preciso tomar as "bençãos" dos deputados donos dos pedaços.
( Educação: Governo do Estado de São Paulo só me atrapalha )
Esta catástrofe faz com que grande parte das crianças simplesmente NÃO TENHAM AULA na frequência adequada e, por isto, não aprendam.
Com toda esta catástrofe é ABSOLUTAMENTE NORMAL QUE OS LIVROS QUE SÃO DISTRIBUÍDOS ÀS CRIANÇAS SEJAM ESCOLHIDOS POR CRITÉRIOS DOENTIOS, JÁ QUE O GOVERNO SERRA É DOENTIO.
Frases do tipo estão no livro: "nunca ame ninguém. Estupre"; "Tome drogas, pois é sempre aconselhável ver o panorama do alto"
Estes malucos estão distribuindo isto para crianças de 9 anos.
Ao invés de comprar bons livros para as escolas, a secretaria de educação compra milhares de revistas Recreios caríssimas (editora Abril), com textos "pedagógicos" como este: "Encare partidas de tênis com Mario no Wii".
Quando compra livros, poucos livros por escola, compra sem critério (ou o critério é não confessável?).
É uma catástrofe! Não é atoa que o governo Serra está no seu terceiro secretário de educação.
Quem lê a revista Veja (e se deixa ser manipulada por ela) pensa que a educação de São Paulo está uma beleza, sendo bem administrada e bem gerida. Porque será?
Segundo puxa-sacos como o Gilberto Dimenstein (da folha de SP) está começando uma revolução em SP. Será que o cara sofre de psicose? Será que ele foi orientado a emitir esta opinião pelos donos do jornal conservador e emitiu para manter o emprego? Será que é por falta de ética? Porque será?
E o pior, estão querendo que o elemento José Serra seja candidato a presidente.
O meu voto ele não tem.
PS: o título da postagem eu tirei do Conversa Afiada
PS2: infelizmente a bandalheira envolvida nesta história de livros com palavrões, baixa qualidade, pornográfico e incitador ao uso de drogas e violência é maior do que eu imaginava.
Leia este texto do Conversa Afiada e veja as relações pessoais, comerciais e políticas que envolvem este caso: Livros pornô: a responsabilidade
de Serra e Paulo Renato.
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terça-feira, 19 de maio de 2009
Palavrões nos livros didáticos: a educação no governo Serra é uma zona
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São Paulo já teve três secretários de educação desde que o José Serra assumiu o governo. Este é o retrato da bagunça da educação.
Escolas abandonadas, falta de professores, livros didáticos mal feitos, compras de toneladas de revistas da editora Abril. Um caos!
É tudo mal feito. Praticamente mas não há treinamento de professores. O que faz então: cria-se uma escola. Pose para fotos, reportagens nas revistas que ele manda comprar, discursos, planos, idéias. Nada sai direito. Os professores continuam sem treinamento. Nada é bem feito.
A ex-secretária disse que 60% das escolas estaduais precisam de grandes reformas. É um número baixo, conservador. Mas, e o investimento para estas reformas? É pouco, muito pouco.
Fazer funcionar bem o que já existe não dá voto. Não vira reportagem de revista e jornal.
O novo Maluf de São Paulo abandonou o que já existe para criar algumas escolas técnicas. Abandonou milhões de crianças.
Para fazer marketing, o Serra abriu mão dos livros didáticos, que ele recebe de graça e resolveu investir em apostilas. Como tudo do governo dele SÃO MUITO MAL FEITAS.
A porcaria das apostilas contém um monte de erros.
Agora apareceram livros com palavrões, livros dirigidas a crianças de 9 anos. Além de palavrões existem imagens totalmente erradas. Por exemplo: aparece a ilustração de um jogador enfiando o dedo no ânus de outro. "Muito" didático!
O conteúdo é péssimo independentemente dos palavrões. Os palavrões são apenas a ponta do iceberg.
O CONTEÚDO É PORCARIA. Mal feito, mal organizado.
É uma pena!
Estão de brincadeira com nosso estado e com o nosso país.
Basta de incompetência, senhor Serra.
PS: A saúde no governo de São Paulo também piorou. Veja a história da Luciana, que viajou mais de 300 kilômetros par fazer um exame simples no ouvido e não conseguiu fazer.
Chuíça(*): transporte é o pior do Brasil. A saúde e a educação também Texto do site Conversa Afiada
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São Paulo já teve três secretários de educação desde que o José Serra assumiu o governo. Este é o retrato da bagunça da educação.
Escolas abandonadas, falta de professores, livros didáticos mal feitos, compras de toneladas de revistas da editora Abril. Um caos!
É tudo mal feito. Praticamente mas não há treinamento de professores. O que faz então: cria-se uma escola. Pose para fotos, reportagens nas revistas que ele manda comprar, discursos, planos, idéias. Nada sai direito. Os professores continuam sem treinamento. Nada é bem feito.
A ex-secretária disse que 60% das escolas estaduais precisam de grandes reformas. É um número baixo, conservador. Mas, e o investimento para estas reformas? É pouco, muito pouco.
Fazer funcionar bem o que já existe não dá voto. Não vira reportagem de revista e jornal.
O novo Maluf de São Paulo abandonou o que já existe para criar algumas escolas técnicas. Abandonou milhões de crianças.
Para fazer marketing, o Serra abriu mão dos livros didáticos, que ele recebe de graça e resolveu investir em apostilas. Como tudo do governo dele SÃO MUITO MAL FEITAS.
A porcaria das apostilas contém um monte de erros.
Agora apareceram livros com palavrões, livros dirigidas a crianças de 9 anos. Além de palavrões existem imagens totalmente erradas. Por exemplo: aparece a ilustração de um jogador enfiando o dedo no ânus de outro. "Muito" didático!
O conteúdo é péssimo independentemente dos palavrões. Os palavrões são apenas a ponta do iceberg.
O CONTEÚDO É PORCARIA. Mal feito, mal organizado.
É uma pena!
Estão de brincadeira com nosso estado e com o nosso país.
Basta de incompetência, senhor Serra.
PS: A saúde no governo de São Paulo também piorou. Veja a história da Luciana, que viajou mais de 300 kilômetros par fazer um exame simples no ouvido e não conseguiu fazer.
Chuíça(*): transporte é o pior do Brasil. A saúde e a educação também Texto do site Conversa Afiada
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Ipea lança livro "Desigualdades raciais", com download gratuito
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O Ipea lançou hoje (20/11), no Dia da Consciência Negra, o livro
"Desigualdades raciais, racismo e políticas públicas 120 anos após a
abolição".
O livro traz análises inéditas sobre a política de cotas brasileira e
sobre os números dos censos e Pnads desde 1890 que confirmam que a
população brasileira volta em 2007 a ser de maioria negra como fora no
primeiro registro oficial confiável, de 1890.
O mais novo lançamento do Ipea está disponível na íntegra gratuitamente
no sítio eletrônico do Ipea (http://www.ipea.gov.br). Basta clicar sobre
a reprodução da capa e, na página da sinopse, clicar em "acesse o
documento".
"Não é que o Brasil esteja se tornando uma nação de negros, mas está se
assumindo como tal", destaca o pesquisador Sergei Soares, um dos autores
do livro.
Para o organizador do livro, Mário Theodoro, diretor de Cooperação e
Desenvolvimento do Ipea, é muito importante essa tomada de consciência
da população negra e a conquista de direitos no Brasil. "Mas os negros
vivem ainda hoje uma situação de enorme desigualdade em relação à
população branca. Com menos empregos, salários menores, menos acesso a
escola e universidade, muito menos acesso a rede de saneamento básico e
muito mais pobreza."
O livro apresenta um conjunto de estudos enfocando diversos aspectos da
questão racial no Brasil.
* Cap 1. Inicia com um enfoque histórico que analisa a formação do
mercado de trabalho brasileiro à luz do passado escravista e da
transição para o trabalho livre.
* Cap 2. Sobre a discriminação racial e a ideologia do branqueamento que
ganham força, sobretudo a partir da abolição.
* Cap 3. Trata do tema racial tendo em vista as diferentes abordagens do
estudo da questão da mobilidade social, proporcionando um rico quadro da
trajetória dos estudos sobre o assunto.
* Cap 4 e 5. Tratam dos dados mais recentes sobre as desigualdades
raciais, extraídos da Pnad: um sobre os aspectos demográficos outro
sobre os diferencias de renda.
* Cap 6. Analisa as políticas públicas de combate à desigualdade racial
no Brasil seus limites e abrangência.
* Cap 7. São apresentadas algumas conclusões com base no que foi
discutido nos capítulos anteriores.
Autores:
MÁRIO THEODORO (organizador)
A formação do mercado de trabalho e a questão racial no Brasil.
LUCIANA JACCOUD
O combate ao racismo e à desigualdade racial: o desafio das políticas
públicas de promoção da igualdade racial.
RAFAEL OSÓRIO
Desigualdade racial e mobilidade social no Brasil: um balanço das teorias.
SERGEI SOARES
As desigualdades raciais no Brasil – a trajetória a partir dos dados da
Pnad.
Para baixar o livro basta acessar http://www.ipea.gov.br e clicar na
reprodução da capa no link livraria (à direita)
(Envolverde/Ipea)
.
O Ipea lançou hoje (20/11), no Dia da Consciência Negra, o livro
"Desigualdades raciais, racismo e políticas públicas 120 anos após a
abolição".
O livro traz análises inéditas sobre a política de cotas brasileira e
sobre os números dos censos e Pnads desde 1890 que confirmam que a
população brasileira volta em 2007 a ser de maioria negra como fora no
primeiro registro oficial confiável, de 1890.
O mais novo lançamento do Ipea está disponível na íntegra gratuitamente
no sítio eletrônico do Ipea (http://www.ipea.gov.br). Basta clicar sobre
a reprodução da capa e, na página da sinopse, clicar em "acesse o
documento".
"Não é que o Brasil esteja se tornando uma nação de negros, mas está se
assumindo como tal", destaca o pesquisador Sergei Soares, um dos autores
do livro.
Para o organizador do livro, Mário Theodoro, diretor de Cooperação e
Desenvolvimento do Ipea, é muito importante essa tomada de consciência
da população negra e a conquista de direitos no Brasil. "Mas os negros
vivem ainda hoje uma situação de enorme desigualdade em relação à
população branca. Com menos empregos, salários menores, menos acesso a
escola e universidade, muito menos acesso a rede de saneamento básico e
muito mais pobreza."
O livro apresenta um conjunto de estudos enfocando diversos aspectos da
questão racial no Brasil.
* Cap 1. Inicia com um enfoque histórico que analisa a formação do
mercado de trabalho brasileiro à luz do passado escravista e da
transição para o trabalho livre.
* Cap 2. Sobre a discriminação racial e a ideologia do branqueamento que
ganham força, sobretudo a partir da abolição.
* Cap 3. Trata do tema racial tendo em vista as diferentes abordagens do
estudo da questão da mobilidade social, proporcionando um rico quadro da
trajetória dos estudos sobre o assunto.
* Cap 4 e 5. Tratam dos dados mais recentes sobre as desigualdades
raciais, extraídos da Pnad: um sobre os aspectos demográficos outro
sobre os diferencias de renda.
* Cap 6. Analisa as políticas públicas de combate à desigualdade racial
no Brasil seus limites e abrangência.
* Cap 7. São apresentadas algumas conclusões com base no que foi
discutido nos capítulos anteriores.
Autores:
MÁRIO THEODORO (organizador)
A formação do mercado de trabalho e a questão racial no Brasil.
LUCIANA JACCOUD
O combate ao racismo e à desigualdade racial: o desafio das políticas
públicas de promoção da igualdade racial.
RAFAEL OSÓRIO
Desigualdade racial e mobilidade social no Brasil: um balanço das teorias.
SERGEI SOARES
As desigualdades raciais no Brasil – a trajetória a partir dos dados da
Pnad.
Para baixar o livro basta acessar http://www.ipea.gov.br e clicar na
reprodução da capa no link livraria (à direita)
(Envolverde/Ipea)
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