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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Juros Bancários, quem acreditou nos comentaristas safadinhos se ferrou.

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Machete de hoje do UOL: Bancos públicos superam os privados em lucro e tamanho

"Uma das explicações para essas mudanças é o avanço dos bancos públicos no crédito nos últimos 12 meses. ... as instituições estatais, cujo ativos e lucros cresceram com o aumento nos empréstimos. Esse avanço foi uma determinação do governo (do PT) para evitar uma recessão maior na virada do ano. Houve até mesmo mudanças na presidência do BB, a maior instituição do país, diante da política do banco de acompanhar os bancos privados na redução do crédito e no aumento dos juros".

Este é o resultado de uma ação acertada do governo do PT para enfrentar a crise mundial.

Veja o que um destes colunistas da revista Veja escreveu na época em que estas medidas foram adotadas: "A recente ingerência no Banco do Brasil frustrou quem achava que ele estava protegido contra o populismo inconsequente. Ao emitir a ordem para baixar os juros e expandir o crédito, o governo agiu como se fosse dono do banco e não o seu acionista controlador, condição que não inclui o poder de ditar políticas prejudiciais à instituição e aos acionistas minoritários".

Leia o que eu escrevi na época: Juros bancários: os histéricos querem te enganar http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/04/juros-os-histericos-querem-te-enganar.html

Um conhecido correu e vendeu suas ações do Banco do Brasil. Perdeu dinheiro, muito dinheiro. Quem manda acreditar nestes "colunistas".

Eles seguem a linha editorial do dono da revista. Ou seja, o compromisso deles é com o dono da revista.

O que os bancos públicos fizeram foi diminuir os juros, ganhar no volume e FICAR COM OS MELHORES CLIENTES.

Um outro amigo comprou um carro. A melhor proposta de financiamento foi do Banco do Brasil. Ele nunca havia feito negócios com o banco, não era cliente. Gostou tanto que abriu uma conta lá. Ele é um ótimo cliente, já que NUNCA deu um cheque sem fundo.

Eu já previa este fenômeno, é algo básico na economia.

Eu terminei o texto citado acima escrevendo: "Você pensa que este Mailson (e os histéricos dos jornais e tvs) são babacas? Eles são muito bem remunerados por divulgarem notícias como estas que esculhambam com o não interessa aos MUITO RICOS".

Alguns dias depois eu escrevi outro texto: Juros bancários: a hora da verdade ( http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/05/juros-bancarios-hora-da-verdade.html )

Siga o raciocínio: "O governo federal mandou o Banco do Brasil e a CEF abaixarem os juros. Parte da elite, acostumada a viver de renda, chiou. Vários comentaristas alarmaram contra o ato do banco. Foi feito o xilique normal dos jornais conservadores e seus "comentaristas". Eles querem impedir a queda dos juros, pois juros alto é grana no bolso deles. Grana limpinha e SEM RISCO".

"...Se depender dos bancos privados, eles nos entopem de juros, para ganhar mais e mais. Depois da histeria da imprensa conservadora, que quer saber apenas de dinheiro no bolso dos seus donos milionários, chegou a verdade".

A verdade chegou e a imprensa conservadora evita fazer esta reflexão que estou fazendo com vocês.

O governo do PT tomou uma atitude correta. O Estado tem que ser forte para poder intervir na economia e balancear os desejos de lucros ENORMES e SEM RISCOS dos muito ricos.

É por isto que eles sempre quiseram destruir o Banco do Brasil, a CEF e, agora, querem destruir o BNDES.

Outro dia um destes comentaristas dizia que o Brasil tem que desmamar do BNDES. Traduzindo: O BNDES deve ser reduzido e anulado.

Eu acho que ele deve ser fortalecido, deve ter aumento de capital. Ele deve crescer mais ainda.

É desta forma que faremos um grande país.

São duas posturas diferentes. Cabe voê escolher qual delas é melhor para o Basil.


Leia também:

Banco do Brasil: quem é trouxa acredita na revista Veja
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/08/banco-do-brasil-que-e-trouxa-acredita.html

O melhor para a classe média: juros menores e taxação da poupança
( http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/06/o-melhor-para-classe-media-juros.html )

O sonho da classe alta e a insensatez da classe média
( http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/12/o-sonho-da-classe-alta-e-insensatez-da.html )

A imprensa nacional é irracional?
( http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/07/imprensa-nacional-irracional.html )

Uma aula de economia dada pela Petrobras
( http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/08/uma-aula-de-economia-dada-pela.html )



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sábado, 3 de outubro de 2009

Dívida interna, uma avaliação interessante

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O Editorial do jornal Estado de São Paulo e artigo do Valor Econômico de hoje defendem mais cortes de gastos sociais para que a dívida interna possa ser reduzida. Os jornais alegam que as despesas com pessoal e previdência têm aumentado, impedindo que a dívida seja paga completamente.

Porém, consultando os dados do SIAFI (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal), vemos que em 2009 (até 21/09) já foram pagos nada menos que R$ 173 bilhões em juros reais (descontada a inflação) e amortizações, sem considerar a “rolagem”, ou seja, o pagamento de amortizações por meio da emissão de novos títulos. Tal valor representa R$ 65 bilhões a mais do que foi gasto com todos os servidores públicos (ativos e inativos, de todas as carreiras e poderes), ou R$ 30 bilhões a mais do que foi gasto com as dezenas de milhões de aposentados do INSS.
Poderia-se perguntar: mas de onde o governo retira tanto dinheiro para pagar a dívida, dado que o superávit primário federal estaria em queda, como afirmam os jornalistas (e também o governo)?

Conforme comentado em edições anteriores desta seção, o superávit primário é apenas uma das fontes de recursos para o pagamento da dívida, que já se utilizou, por exemplo, de quase R$ 90 bilhões do lucro do Banco Central de 2008, R$ 35 bilhões da emissão de novos títulos, R$ 20 bilhões do rendimento da Conta Única do Tesouro, R$ 10 bilhões do recebimento de juros e amortizações de estados e municípios (que devem à União), R$ 9 bilhões de tributos, e R$ 7 bilhões provenientes do lucro das estatais.

Ou seja: a grande imprensa omite que a dívida é um grande buraco negro das riquezas nacionais, sugando recursos em dinheiro vivo de várias partes do orçamento público (e não somente das fontes tributárias, que geram o superávit primário), que poderiam estar sendo destinados às áreas sociais, tão urgentes para o país.

Tais R$ 173 bilhões gastos com a dívida poderiam servir para multiplicar por 6 os recursos da saúde, ou multiplicar por 10 os recursos da educação, ou multiplicar por 147 vezes os recursos da Reforma Agrária.

O título do artigo do Valor Econômico denomina-se “Gasto Público, uma bomba para desarmar”. De fato, o título está correto, porém, faltaria apenas especificar que esta bomba se chama “dívida pública”, e não saúde, nem educação, nem previdência, nem servidores públicos, nem nenhum outro gasto social.

A principal conseqüência desta absurda priorização dos gastos com a dívida está no jornal O Globo, que traz pesquisa do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostrando que os mais ricos no Brasil gastam em 3 dias o que os pobres consomem em um ano. Cabe ressaltar que tal injustiça ainda é bem maior na realidade, devido ao fato de que a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) não capta os ganhos financeiros dos banqueiros e especuladores, muitos deles residentes no exterior.
A pesquisa mostra que está havendo uma melhora na distribuição de renda, porém bastante lenta, pois continuando-se no ritmo atual, serão necessários 20 anos para que o país tenha uma distribuição de renda considerada justa. Além do mais, esta “redistribuição” ocorre entre os trabalhadores, visto que os grandes rentistas estão de fora deste bolo.

A pesquisa do IPEA mostra uma absurda concentração de renda no país: a renda apropriada pelos 1% mais ricos é a mesma renda apropriada pelos 45% mais pobres. Caso somente um terço da renda nacional fosse igualmente distribuída entre todos os brasileiros, seria possível garantir a todos a satisfação de todas as necessidades básicas. A pesquisa ainda mostra que atualmente quase 50 milhões de pessoas ainda vivem em famílias com renda abaixo de R$ 190 ao mês.

Um dos principais motivos para esta distribuição péssima da renda nacional está na falta de políticas que beneficiem os mais pobres, como educação, saúde e reforma agrária. Outro motivo é falta de coragem de se tributar os verdadeiramente ricos, ou seja, os rentistas, que não páram de usufruir de generosas isenções fiscais, enquanto o povo sustenta o estado brasileiro.

Continue lendo aqui:
http://www.divida-auditoriacidada.org.br/config/artigo.2009-09-21.5661457171/document_view

do blog Auditoria Cidadã: http://www.divida-auditoriacidada.org.br/




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terça-feira, 15 de setembro de 2009

A arte doentia de negativizar a realidade

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A Grande Aliança Conservadora tem como base a defesa MÚTUA de quem é super milionário por quem é super milionário.

O que atinge o interesse de algum deles deve ser imediatamente negativizado, criminalizado, destruído.

Um exemplo claro da ação desta aliança foi dado pela Folha de SP.

A manchete é a seguinte: "banco público compensa juro baixo com tarifa alta".

Quem lê a manchete pensa: que sacanagem!

Este é o pensamento que eles querem INDUZIR EM VOCÊ.

Eles NÃO querem que você pense ou reflita.

Eles querem te dominar pela emoção: que sacanagem!

Observe a realidade:

a) as tarifas dos bancos federais NÃO SUBIRAM.

b) algumas tarifas ABAIXARAM.

Então o que aconteceu:

Ganho de escala.

Os bancos fizeram mais negócios, com isto cobraram mais tarifas.

Vou dar um exemplo: a Caixa cobra X reais por um contrato de financiamento habitacional. Se ela fazia 10 contratos e passou a fazer 30 contratos, o total de X que ela possaou a receber foi 30X (ao invés dos 10X anteriores).

Isto não é sacanagem. É a própria alma da política de redução de juros.

Fazer mais negócios e conquistar os melhores clientes com juros MAIS BAIXOS.

Estas pessoas abrem conta no banco, investem no banco e com isto o banco ganha mais com as tarifas.

É tão simples.

É tão bom para o povo brasileiro.

Só NÃO é bom para os bilionários donos dos bancos privados.

Se não é bom para os bilionários donos dos bancos, os jornais conservadores tratam de NEGATIVIZAR.

É assim que funciona.

O que está em jogo é onde o dinheiro que sai do seu bolso vai parar.

Os donos dos bancos privados querem te sugar ao máximo. E o governo do PT está atrapalhando-os.

Para combater este problema dos juros básicos e da boa imagem dos bancos públicos nada como DOMINAR A MENTE DAS PESSOAS COM NEGATIVISMO.


Leia também no Blog do Chicão:

Juros bancários: a hora da verdade
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/05/juros-bancarios-hora-da-verdade.html


Banco do Brasil: quem é trouxa acredita na revista Veja
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/08/banco-do-brasil-que-e-trouxa-acredita.html


O melhor para a classe média: juros menores e taxação da poupança
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/06/o-melhor-para-classe-media-juros.html


O sonho da classe alta e a insensatez da classe média
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/12/o-sonho-da-classe-alta-e-insensatez-da.html


A imprensa nacional é irracional?

http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/07/imprensa-nacional-irracional.html



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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Qual teria sido o resultado dos bancos privados sem a "rede de proteção financeira" oferecida pela banca estatal?

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A QUEDA do lucro da Caixa Econômica Federal suscitou ironias da torcida mercadista, assim como o anúncio dos resultados do Banco do Brasil levantara poeira na facção estatista do debate futebolístico sobre o crédito.

A rentabilidade da CEF caiu? Caiu. Mas está na faixa média, maior ainda que a da maioria dos bancos médios e maiores. A inadimplência é, como a do Banco do Brasil, menor que a de bancos privados. Mas, como as carteiras de empréstimos são diferentes, fica difícil comparar médias. Coisa não muito diferente pode se dizer a respeito das médias de "spreads" divulgadas pelos bancos.

Os índices de eficiência estão sujeitos também à mesma crítica etc. etc. Isto não quer dizer que não seja possível comparar resultados. Mas um trimestre ou semestre apenas é pouco para se chegar a uma conclusão, ainda mais quando se trata de meses de crise. A prova do pudim será, como sempre, comê-lo. De quanto será o lucro no final do ano? Qual a relação entre expansão da carteira de crédito e o resultado? Quanto das provisões (reservas para cobrir perdas) irá de fato para o buraco, quanto será revertido? Quanto da fatia de mercado "comprada" pelos bancos públicos voltará à banca privada?

Mesmo que a divisão do bolo do crédito bancário volte ao que era antes do estouro da crise, alguma coisa pode ter mudado, para inverter a enfadonhamente repetida frase do superestimado Lampedusa. O que mudou? 1) Talvez se comprove que a banca estatal pode oferecer "uma rede de proteção financeira" à banca privada durante crises; 2) Executivos da banca privada atribuem boa parte da queda de lucro e de rentabilidade ao aumento da competição e à queda dos juros básicos.

Desde outubro, os bancos estatais foram responsáveis por 83% do aumento do estoque de crédito. Caso a política dos estatais fosse a mesma dos bancos privados, teria havido mais recessão, mais falências, mais desemprego. Mais calotes. O balanço dos bancos privados teria sido pior. Ou seja, não é possível avaliar o resultado privado sem levar em conta a "rede de proteção financeira" da banca estatal, que ajudou a evitar queda maior no PIB e mais calotes.

É possível argumentar que os estatais ofereceram crédito de modo "insustentável". Isto é, o ganho de parte do mercado teria sido artificial no pior sentido: a agressividade estatal em breve redundaria em perdas que anulariam o efeito provisória e ilusoriamente positivo da manutenção do crescimento do crédito no semestre recessivo. É preciso ser um fundamentalista fanático para acreditar nisso.
De qualquer modo, os dados ainda não estão disponíveis. A prova do pudim virá em novembro, no mais tardar fevereiro. Então será possível saber também se os bancos estatais podem ser um fator permanente de aumento da competição (mesmo que menos intensa que nos meses de crise). Vai se saber ainda se era possível baixar juros e taxas sem prejudicar a saúde financeira de um banco. Como o teriam feito os estatais.

Alguma coisa terá acontecido no coração do mercado bancário brasileiro se, no fim do ano, a "rede de proteção financeira" estatal não mostrar rasgos. Ou caso o esforço competitivo dos bancos estatais não lhes cause um infarto financeiro.

VINICIUS TORRES FREIRE

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi1808200908.htm


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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Banco do Brasil: veja as mentiras dos jornais contra o banco

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Manchete de algumas notícias de hoje:

- Ação agressiva no crédito devolve a liderança ao Banco do Brasil

- Lucro do Banco do Brasil cresce 41% no trimestre e fica em R$ 2,34 bi

- Presidente do Itaú Unibanco critica juros de bancos públicos (por serem mais baixos)


Lembre o que os jornais falaram quando o Banco do brasil trocou sua direção:

“O Banco é do Brasil ou de Lula?”, perguntava a revista Època;

“BB do PT”, intitulava seu editorial a Folha de S. Paulo;

“Ingerência política volta a assustar” afirmava artigo de opinião do jornal Valor.

“Apesar de todas as justificativas dadas pelo governo para essa troca de presidente, ela aumenta a preocupaçõo de possíveis interferências políticas sobre a gestão do banco”, disse o analista da Itaú Corretora, Alcir Freitas, conforme o jornal Valor (9 a 12.04.2009).

Ainda segundo o mesmo jornal, para Laura Lyra Schuch, analista de ações da corretora Ativa, a preocupaçõo é de que o novo presidente do banco se torne uma “marionete” do governo em ações que possam comprometer a rentabilidade do banco".

Comentário do Vladimir no Blog do Luis Nassif

Saiba agora quanto o perdeu o sujeito que acreditou nestes jornais e venderam suas ações com medo do futuro do banco:

"Nossa mídia agora vai a falência de vez. Àqueles que acreditaram em suas previsões catastróficas com a trca do presidente do BB em abril e venderam suas ações estão deixando de ganhar quase 50%,isto mesmo,50% em apenas 4 meses. As ações que estavam em R$17,00,hoje encontram-se em R$25,00". Comentário do Vladimir no Blog do Luis Nassif

Leia mais e entenda porque os conservadores querem a privatização do Banco do Brasil e o incômodo que sentem com o banco baixando os juros:

Banco do Brasil: quem é trouxa acredita na revista Veja
( http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/08/banco-do-brasil-que-e-trouxa-acredita.html )


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Banco do Brasil: quem é trouxa acredita na revista Veja

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Veja as manchetes de hoje do Uol, depois eu comento:

- Ação agressiva no crédito devolve a liderança ao Banco do Brasil

- Lucro do Banco do Brasil cresce 41% no trimestre e fica em R$ 2,34 bi

- Presidente do Itaú Unibanco critica juros de bancos públicos (por serem mais baixos)


Vamos entender o que aconteceu:

O governo federal decidiu abaixar os juros dos bancos federais.

Os jornais e Tvs conservadores fizeram terrorismo. Disseram que o governo aparelhava os bancos e que estava fazendo uma política irresponsável.

Eu desmenti mais esta enganação aqui no blog do Chicão em um texto chamado: Juros bancários: os histéricos querem te enganar ( http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/04/juros-os-histericos-querem-te-enganar.html )

O colunista da Revista Veja escreveu: "Ao emitir a ordem para baixar os juros e expandir o crédito, o governo agiu como se fosse dono do banco ... condição que não inclui o poder de ditar políticas prejudiciais à instituição e aos acionistas minoritários".

Como você pode perceber pelas manchetes, quem lê a Revista Veja paga para ser mal informado e fazer o papel de trouxa.

Na época eu escrevi: "Se o Japão, a China e a Coréia seguissem este conselho seriam hoje tão desenvolvidos como Gâmbia ou Zimbabue. O governo pede ao Banco do Brasil que reduza os juros e GANHE NO VOLUME. É isto que os países acima fizeram para crescer: diminuir o preço e ganhar no volume. ... diminuir os juros e, por ter melhores taxas de juros, FICAR COM OS MELHORES CLIENTES".

Eu terminei o texto escrevendo: "Você pensa que este Mailson (e os histéricos dos jornais e tvs) são babacas? Eles são muito bem remunerados por divulgarem notícias como estas que esculhambam com o não interessa aos MUITO RICOS".

Alguns dias depois eu escrevi este texto: Juros bancários: a hora da verdade ( http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/05/juros-bancarios-hora-da-verdade.html )

Siga o raciocínio: "O governo federal mandou o Banco do Brasil e a CEF abaixarem os juros. Parte da elite, acostumada a viver de renda, chiou. Vários comentaristas alarmaram contra o ato do banco. Foi feito o xilique normal dos jornais conservadores e seus "comentaristas". Eles querem impedir a queda dos juros, pois juros alto é grana no bolso deles. Grana limpinha e SEM RISCO".

"...Se depender dos bancos privados, eles nos entopem de juros, para ganhar mais e mais. Depois da histeria da imprensa conservadora, que quer saber apenas de dinheiro no bolso dos seus donos milionários, chegou a verdade".

A verdade chegou e a imprensa conservadora evita fazer esta reflexão que estou fazendo com vocês.

O pedido de desculpas da Itautrade, por ter seguido o histerismo dos conservadores e orientado mal seus clientes foi constrangedor, mas verdadeiro. Leia aqui o pedido de desculpas. Eles concluíram que a administração do Banco do Brasil era profissional e capacitada.

A máscara dos conservadores cai completamente com o dono do Itaú reclamando das taxas de juros mais baixas do Banco do Brasil e da Caixa. Ele quer juros bem alto, é assim que ele ganha dinheiro fácil. Não quer concorrência, por isto ele ODEIA que exista banco estatal.

Aqueles acostumados a viver de renda também odeiam os bancos estatais e, mais ainda, odeiam os juros baixos.

Os colunistas e a própria revista Veja fazem campanha contra o Banco do Brasil, quer sua privatização, não quer que ele abaixe os juros, reclamam de sua expansão.

AGORA VOCÊ SABE PORQUE.

Não seja trouxa. Deixe de ler quem te engana.




Leia também:

O melhor para a classe média: juros menores e taxação da poupança
( http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/06/o-melhor-para-classe-media-juros.html )

O sonho da classe alta e a insensatez da classe média
( http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/12/o-sonho-da-classe-alta-e-insensatez-da.html )

A imprensa nacional é irracional?
( http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/07/imprensa-nacional-irracional.html )

Uma aula de economia dada pela Petrobras
( http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/08/uma-aula-de-economia-dada-pela.html )



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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Financiamento habitacional, ontem e hoje

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Um amigo meu tentou pegar empréstimos bancários para comprar sua casa própria, lá nos anos FHC.

Os bancos privados cobravam caro e colocavam mil dificuldades.

Ele acabou quase fechando com a Caixa Federal. Quase fechou, pois ficou inseguro e desistiu tamanha era a montanha de juros que teria que pagar.

Ele está realizando seu sonho agora, em 2009. Juros menores e muitos bancos disputando para emprestar para ele.

Observe os investimentos em financiamento habitacional a cada ano na figura acima:

2002 - R$ 1,758 bi
2006 - R$ 9,340 bi

Mais de 5 vezes a mais.

Se o dinheiro dos financiamentos vem da poupança e a poupança não aumentou em 5 vezes seu valor, de onde veio tanto dinheiro?

Da poupança, lógico. É que no governo do PSDB o dinheiro que deveria ir para crédito imobiliário podia ser direcionado para outras atividades (lógico que mais rentáveis).

Como sempre, onde tem tucano tem benefíco para os mais ricos.

Para quem acha que a administração econômica do Governo Lula e FHC é exatamente igual, esta é uma boa forma de você enxergar as diferenças.

Meu amigo vai deixar de pagar aluguel. Muitos brasileiros vão poder comprar sua casa própria. E vários bancos estão sendo OBRIGADOS a entrarem neste mercado.

Quem não entrar vai perder clientes.

Lembra quando escrevi aqui a lógica do Banco do Brasil baixar os juros? Lembra do terrorismo dos jornais conservadores e de "especialistas" como o Mailson da Nóbrega?

Se não lembra leia aqui no Blog do Chicão para refletir:

Juros bancários: os histéricos querem te enganar


Juros bancários: a hora da verdade


Itautrade: corretora do Itaú acredita nos jornais conservadores e orienta mal os clientes


O melhor para a classe média: juros menores e taxação da poupança



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sexta-feira, 12 de junho de 2009

O melhor para a classe média: juros menores e taxação da poupança

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Eu escrevi este texto algumas semanas atrás e esqueci de postar aqui no blog do Chicão. É sobre a juros e poupança. O texto segue abaixo:

Segundo o jornal “O Estado de São Paulo” a mundança na poupança taxa a classe média.
Para este jornal não existe a classe alta.

A classe alta obtém boa parte de seus rendimentos de rendas. Aluguel, ações, fundos de investimentos e outros pingam todos os meses nos bolso deles.

Quanto maior os juros melhor, para ela.

Abaixar os juros é diminuir o rendimento destas pessoas.

Houve uma crise econômica (bem pequena, comparada a atual) na era FHC em que os juros foram a 84% ao ano. O país entrou em crise, a dívida pública explodiu e o dinheiro foi para onde?

Dinheiro não desaparece fácil. Normalmente dinheiro muda de bolso.

O dinheiro foi para o bolso dos MUITO RICOS.

A poupança não rendeu 84%. Rendeu aproximadamente 40%. Uma diferença de 110% de rendimento a favor dos MUITO ricos ou de 44 pontos percentuais (84% menos 40%) de rendimento a MENOS (com os impostos a diferença fica um pouco menor) para o poupador da classe média ou pobre. A classe média perdeu desta e de outras formas. Perdeu emprego para seus filhos, perdeu pois o saldo das dívidas dos finciamentos explodiram, perdeu pois o serviço público foi desestruturado.

Hoje a taxa Selic está em 10,25% ao ano (escrevi o texto antes da taxa baixar). A poupança rende aproximadamente 6,5% ano. Uma diferença de menos de 4%. Com os impostos de renda fica um pouco menor, menos de 3%. Os MUITO ricos estão ficando nervosos pois o rendimento ENORME que eles estão acostumados está diminuindo...

Se os juros caírem para 9% os mais pobres e parte da classe média vão ganhar o MESMO que os MUITO ricos (os bancos cobram taxas de administração dos fundos que comem parte dos ganhos dos investidores).

Será a primeira vez na história deste país.

Se cair para menos que isto os pobres e a maior parte da classe média ganharão MAIS do que os MUITO ricos.

Algo inimaginado neste país.

Sem a taxação os MUITO RICOS migrarão para a poupança e terão a mesma remuneração que os mais pobres e a imensa maioria da classe média. (O que será pior para o país, pois este dinheiro serve para financiar vários tipos de empréstimos).

Eles são espertos e querem ganhar sempre.

Diminuir os juros é acabar com uma das maiores MAMATAS da história da humanidade.

Os amigos dos banqueiros, dos MUITO ricos e a oposição ao governo federal estão muito bravos.

Tem muita gente que vai ter que começar a tabalhar e outros que vão ter que gastar um pouco menos.

Baixar os juros quer dizer TIRAR muito dinheiro FÁCIL destes VIPs.

E isto eles não perdoam.

É algo humilhante um simples brasileiro ter maior rendimento do que eles. NUNCA FOI ASSIM...

É humilhante uma pessoa de classe média, com seu carro comprado à prestação, ganhar mais no investimento do que os muito ricos.

Esta mudança é boa para o Brasil. É boa para quem trabalha. É boa para a classe média. É boa para as finanças públicas (juros mais baixos, menos dívida, mais investimento, mais emprego).

É boa principalmente para a classe média, que consome mais. Com juros mais baixos as prestações ficam menores, os custos para as empresas produzirem fica menor e assim elas podem vender mais barato, mais pessoas podem montar empresas (aumentando os empregos), etc.

Quem perde?

O grande capital, os MUITO RICOS, os que vivem de renda.

Quem anuncia nos jornais conservadores?

O grande capital.

Quem é amigo e faz negócios com os donos dos jornais conservadores?

Os muito ricos, os que vivem de renda e os especuladores.

A classe média é apenas massa de manobra. É o alvo principal da enganação. Observe bem: eles jamais falam dos muito ricos. Eles jamais explicam que com juros menores haverá mais emprego para os membros da classe média.

Enquanto esta classe média supostamente perde, por exemplo, cem reais com a taxação da poupança, ela GANHA mais de 20 mil reais com a diminuição dos juros para a compra da casa própria. Ou ganha mais de 2 mil reais no financiamento do carro novo. Ou ganha na hora de comprar uma calça ou batom, pois as empresas que produzem estes ítens terão um custo financeiro menor.

Os jornais conservadores que te enganar ou não?
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É sempre assim. Os jornais conservadores usam a classe média para tentar defender os interesses dos muito ricos. E, o pior é que parte desta classe média acredita.

Pense bem. E leia sempre o Blog do Chicão

Abaixo uma reportagem que faz tremer os MUITO ricos que possuem nas rendas seu maior patrimõnio:

"Com corte nos juros, poucos fundos superam rentabilidade da poupança

Com a redução da taxa de juros básicos para 9,25% ao ano, grande parte dos fundos de investimentos passam a render menos do que a poupança, informa reportagem de Toni Sciarretta na Folha. Em simulações feitas pela reportagem, só aplicações em DI com taxa de administração inferior a 1,25% têm rendimento maior que caderneta.

O problema é que quase nenhum dos grandes bancos trabalha no varejo tradicional com taxas de administração de menos de 1,5% para fundos DI. Taxas compatíveis são oferecidas para clientes de alta renda, para aplicações acima de R$ 50 mil.

Segundo pesquisa da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras), os fundos DI com taxa de administração de 1,25% tinham rendimento líquido de 6,8% no ano, considerando uma alíquota de IR de 15% para saques acima de dois anos. No último dia 8, a poupança rendeu 6,95%.

É justamente para evitar um cenário de fuga de grandes investidores da poupança que o governo anunciou, em maio, a tributação de cadernetas com mais de R$ 50 mil. A cobrança, que deve valer a partir de 2010, ocorrerá quando a taxa Selic estiver abaixo de 10,50% ao ano.

Juros menores

Segundo a pesquisa Focus, realizada pelo BC com o mercado financeiro, a expectativa é de que os juros alcancem os 9% na próxima reunião do Copom, que acontece nos dias 21 e 22 de julho.


Leia também:

Quem paga imposto no Brasil é da classe média para baixo


Distribuição de renda e emprego para os filhos da classe média


O sonho da classe alta e a insensatez da classe média


MST e a ação direta (como o MST ajuda a classe média)


A goela aberta dos que querem tudo


Consumidores conscientes e a reação dos conservadores


Quais são as prioridades do Brasil?


A imprensa nacional é irracional?


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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Nossa Caixa: nova administração, juros menores

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A Nossa Caixa sempre foi mal administrada pelos tucanos. O Alckmin usou-a como cabide de emprego para amigos e indicados de deputados. O Serra continou a mesma forma de administração: empreguismo e falta de responsabilidade.

Moral da história: em vez de crescer, o banco estagnou. Foi vendido para o Banco do Brasil e o Serra vai torrar o dinheiro e fazer muita propaganda.

O Banco do Brasil, que é um banco melhor administrado, começou a fazer uma limpa na Nossa Caixa. Os resultados começam a aparecer.

Veja a notícia da Folha On-line:

Nossa Caixa reduz taxas e amplia prazos de financiamento imobiliário

"Mais um banco anuncia a redução das taxas de juros e a ampliação dos prazos de empréstimos imobiliários. A Nossa Caixa informou hoje o corte de mais de dois pontos percentuais na taxa mínima pós-fixada para financiamentos de imóveis enquadrados no SFH (Sistema Financeiro da Habitação), passando de 11% para 8,9% ao ano. A taxa máxima nessas operações, por sua vez, caiu de 11,50% para 10% ao ano, recuo de 1,50 ponto porcentual".

"As reduções da Nossa Caixa valem para financiamentos de aquisição e construção de imóveis residenciais com taxa pós-fixada, que não podem passar dos R$ 500 mil estipulados pelo SFH".

"O banco também ampliou o prazo de pagamento no plano prefixado de 15 para 20 anos e baixou de R$ 25 para R$ 22 a tarifa mensal de administração para todos os novos contratos de empréstimo habitacional
".

O ganho é da sociedade. O ganho é de todos nós.

Certamente, à medida que o Banco do Brasil for desfazendo as cagadas do Alckmin e do Serra, a Nossa Caixa vai poder ter juros menores e taxas menores.

As notícias demonstram que estão no bom caminho.

PS: com a queda dos juros, os bancos privados vão ter que acompanhar. Pois o que está em jogo é, principalmente, o acesso aos melhores clientes.




Você sabe quem é o sujeito da foto acima?

Ele é marido da deputada Célia Leão (PSDB/Campinas).

O nome do sujeito: Daniel Eduardo Edelmuth. Foi Diretor de Tecnologia da Informação do Banco Nossa Caixa no governo Geraldo Alckmin.

Foi diretor desta área do Banco por ANOS.

Nunca saiu uma ÙNICA notícia em jornal descrevendo este tipo de aparelhamento da máquina pública pelo PSDB, em São Paulo. Os jornais conservadores fazem questão de ESCONDER este tipo de política dos seus amiguinhos.

O problema maior não é o sujeito ser marido da deputada (que ajuda a sepultar as CPIs em São Paulo). O problema é que a área do banco que ele tomava conta sempre foi de péssima qualidade.

O Alckmin NOMEOU ele como diretor da Nossa Caixa.

E o Serra?

A deputada Célia Leão é considerada por muitos a DAMA DA IMPUNIDADE, seu apoio é muito importante. O Serra ia deixar sem uma boquinha bancana o marido da deputada que AJUDA A EVITAR CPIs que investiguem indícios de corrupção do governo do estado de São Paulo?

Nunca. O Serra é fiel a quem lhe garante apoio para impedir CPIs incômodas e dá apoio parlamentar (mesmo que seja às custas da qualidade do serviço público).

Eu entrei no site do PRODESP (empresa de processsamento de dados do governo de São Paulo) e advinha o nome que encontrei lá?

Conselheiros: Daniel Eduardo Edelmuth ( mais 5 outros).

Isto mesmo! Lá está o marido da deputada Célia Leão. Sujeito competente...

Isto você jamais verá nos jornais conservadores. Aproveite para ler no Blog do Chicão. E aproveite para divulgar esta notícia.


Leia mais:

Juros bancários: a hora da verdade


Juros bancários: os histéricos querem te enganar


Itautrade: corretora do Itaú acredita nos jornais conservadores e orienta mal os clientes


A boquinha do marido da deputada Célia Leão ( PSDB - Campinas ) no governo José Serra


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terça-feira, 26 de maio de 2009

Juros bancários: a hora da verdade

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Quando o FHC "doou" um banco para o HSBC os jornais conservadores fizeram a festa. "Olha que bacana, vamos ter bancos de todo planeta aqui". "Maravilha!" "os bancos estrangeiros tem mais capacidade e vão ajudar a abaixar os juros"...

Os bancos estrangeiros chegaram e os juros bancários continuaram altos. Os bancos estrangeiros tem compromisso com o dinheiro no próprio bolso e não com nossa pátria.

Enquanto isto o Banco do Brasil e a CEF eram detonados pela imprensa conservadora. E, o pior, existia uma política DELIBERADA para destruí-los, durante todo o governo FHC.

Esta turma do PSDB não é "flor que se cheire".

Tempo passou e 2009 chegou, e a crise econômica detonando mundo afora.

O governo federal mandou o Banco do Brasil e a CEF abaixarem os juros. Parte da elite, acostumada a viver de renda, chiou. Vários comentaristas alarmaram contra o ato do banco.

Foi feito o xilique normal dos jornais conservadores e seus "comentaristas".

Eles querem impedir a queda dos juros, pois juros alto é grana no bolso deles. Grana limpinha e SEM RISCO.

Um anti-patriota chamado Mailson da Nóbrega escreveu um monte de besteira em uma revista anti-patriota "alertando" para o absurdo do Banco do Brasil abaixar os juros. Esta história você lê aqui ( Juros bancários: os histéricos querem te enganar )

O blog do Chicão já alertava os brasileiros sobre o fato do Banco do Brasil, com juros bancários menores, ficaria com os MELHORES CLIENTES. Isto geraria concorrência.

Se depender dos bancos privados, eles nos entopem de juros, para ganhar mais e mais.

Depois da histeria da imprensa conservadora, que quer saber apenas de dinheiro no bolso dos seus donos milionários, chegou a verdade.

Nada de "comentaristas" pedir desculpas. Nada deles fazerem auto-crítica. Apenas o Itautrade fez autocrítica e pediu desculpas ( Itautrade: corretora do Itaú acredita nos jornais conservadores e orienta mal os clientes )

Agora é a hora da verdade. Veja a notícia abaixo:


Bancos baixam juros

Crédito é estratégia na briga pelo cliente; Banco do Brasil reduziu as taxas para linhas de empréstimo para pessoa física. Bradesco não fica atrás e anuncia custo menor e prazo de até 30 anos para o financiamento habitacional de imóveis com valor de até R$ 120 mil

http://www.jt.com.br/editorias/2009/05/26/eco-1.94.2.20090526.1.1.xml

Parabéns ao ministro Guido Mantega. Continue a forçar a diminuição dos juros bancários.

O que conseguimos ainda é pouco. Dá para ficar melhor ainda.




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sábado, 18 de abril de 2009

Juros bancários: os histéricos querem te enganar

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Mailson da Nobrega:

"A recente ingerência no Banco do Brasil frustrou quem achava que ele estava protegido contra o populismo inconsequente. Ao emitir a ordem para baixar os juros e expandir o crédito, o governo agiu como se fosse dono do banco e não o seu acionista controlador, condição que não inclui o poder de ditar políticas prejudiciais à instituição e aos acionistas minoritários".

Se o Japão, a China e a Coréia seguissem este conselho seriam hoje tão desenvolvidos como Gâmbia ou Zimbabue.

O governo pede ao Banco do Brasil que reduza os juros e ganhe no volume.

É isto que os países acima fizeram para crescer: diminuir o preço e ganhar no volume.

A forma de implementar este projeto é o "X" da questão. Mas, o caminho está correto.

Como o mercado de crédito é altamente concentrado há dois caminhos principais para forçar a concorrência:

1) alguém diminuir os juros e, por ter melhores taxas de juros, FICAR COM OS MELHORES CLIENTES.

2) NÓS, CIDADÃOS, PRESSIONARMOS OS BANCOS.

Eu vou ligar para a gerente do banco em que tenho conta e darei um aviso: vou acompanhar as taxas do banco, se não abaixar como as da Caixa e do Banco do Brasil irei MUDAR DE BANCO. IREI APLICAR MEU DINHEIRO EM OUTRO BANCO, FAREI SEGURO DE CARRO EM OUTRO BANCO, ETC.

As altas taxas destes bancos PREJUDICAM meus negócios. "Comem meus clientes pela perna". O dinheiro que sobra no bolso deles, para eles gastarem comigo, é MENOR.

Portanto, a partir de hoje o banco que não abaixar juros será MEU ADVERSÁRIO.

Só aplicarei dinheiro e farei negócios com bancos que tiverem baixas taxas de juros.

VIVA A CONCORRÊNCIA!!!

VIVA O PODER DOS CIDADÃOS!!!

Não vou ficar só reclamando. Vou ficar de olho nas taxas dos juros dos bancos.


PS: Você pensa que este Mailson (e os histéricos dos jornais e tvs) são babacas? Eles são muito bem remunerados por divulgarem notícias como estas que esculhambam com o não interessa aos MUITO RICOS.


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