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sábado, 27 de março de 2010

Casal cristão é torturado por não abandonar sua fé

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PAQUISTÃO (14º) - Arshed Masih, 38, ainda luta por sua vida no hospital Família Sagrada em Rawalpindi, próxima à capital do Paquistão. Com a ajuda da polícia, extremistas muçulmanos o queimaram vivo por não se converter ao islamismo, e abusaram sexualmente de sua esposa. O incidente ocorreu em frente a uma delegacia de polícia.


Em 2005, Masih e sua esposa começaram a trabalhar com um empresário muçulmano, ele como motorista, ela como empregada de sua esposa. Recentemente, os dois desagradaram o empregador por insistirem em permanecer cristãos.

Durante o incidente, Martha, a esposa de Masih, “foi violentada pelos agentes da polícia”, fontes afirmam. Os três filhos do casal, de 7 a 12 anos, foram forçados a assistir seus pais sendo brutalizados.

“Agora, Masih e sua esposa estão sendo tratados no hospital. Ele está em péssimas condições, pois 80% do seu corpo está queimado”. Os funcionários do hospital declaram que, com esse tipo de queimaduras, a vítima provavelmente não sobreviverá.

No domingo, o governo de Punjab anunciou uma investigação sobre o que aconteceu. “A questão será investigada e os culpados serão presos”, afirma o Ministro da Lei em Punjab, Rana Sanaullah.

O casal cristão morava com os filhos na região liderada pelo sheikh Mohammad Sultan, em Rawalpindi. Em janeiro, os líderes religiosos e o sheikh ordenaram que Arshed e sua família se convertessem ao islamismo. Quando ele recusou, o ameaçaram, dizendo que ele sofreria “graves consequências”.

Arshed tentou pedir demissão, mas o empresário disse que o mataria se ele fosse embora.

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6093


Nota do Chicão:

Quem segue o Blog do Chicão sabe que este não é um ato isolado. É uma brutalidade que se repete cotidianamente.

No Paquistão os cristãos estão sendo barbarizados MUITO mais que os palestinos. Infelizmente sua tragédia sequer é notícia de jornal.

Outro dia os jornais noticiaram que um homem bomba explodiu-se numa vila ao norte do Iraque. Isto é notícia. Mas, os milhões de cristãos que sofrem violências cotidianas não são notícia. Será que a Globo e suas colegas redes de Tvs tem algum interesse nos dólares árabes?

Este pai de família morreu 3 dias depois desta notícia ser divulgada em ambientes RESTRITOS de cristãos e de defensores dos direitos humanos (que é o meu caso).

É um massacre que não tem fim. A maior parte da população do Paquistão não pratica violência, esta maioria apenas assiste silenciosa e com respeito por que agride os cristãos. Sim, a maior parte da população respeita quem agride os cristãos.

Esta é a realidade. Infelizmente!


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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Brasil ou Bangladesh: a grande mídia defende quem tem poder e dinheiro

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Um homem foi assassinado, em Bangladesh.

Seria um crime comum se a vítima não fosse cristã.

Os agressores são muçulmanos, em um país muçulmano.

O interesse da mídia não é a verdade.

É atacar os cristãos.

Lá quem tem poder são os muçulmanos.

A mídia serve quem tem dinheiro e poder.

Não se importam em mentir e em ajudar um asssassino a continuar a solta.

O que importa é negativizar os cristãos. Assim, acreditam, que estão desestimulando muitos muçulmanos de se converterem ao cristianismo.

É versão oriental do PIG brasileiro, que ataca quem é contra seus interesses ou contra os interesses de quem financia a imprensa.

Nesta situação perde a verdade, perde os direitos humanos, perde a liberdade de expressão e de culto.

A tal liberdade de imprensa é o incentivo ao uso do dinheiro para dominar mentes, criar desavenças, reforçar injustiças.

Liberdade de imprensa sim. Mas, sem o poder do dinheiro.


Obreiro é assassinado por estudantes

BANGLADESH (43º) - As autoridades estão investigando os possíveis motivos que ocasionaram o assassinato de um obreiro de uma igreja.

Um aluno que trabalha na universidade e seu amigo são acusados de terem torturado e matado Swapan Mondol, de 35 anos, no dia 12 de setembro no parque Suhrawardy Park, local adjacente à universidade. Swapan, que se converteu do hinduísmo para o cristianismo, era supervisor de missões jovens para a Igreja Cristã Livre de Bangladesh (FCCB, em inglês).

Os amigos do principal suspeito argumentam que foram ajudá-lo depois de Swapan ter roubado o celular do estudante, algo que a esposa do cristão e a polícia duvidam. Lucky Mondol, esposa de Swapan, contou que não sabe por que eles mataram o seu marido.

“Ele era um evangelista e seu emprego lhe pagava bem, então ele não roubaria telefones celulares em um parque”, ela declarou.

Lucky conta que quando ela correu para o Hospital Dhaka Medical ... Swapan, que costumava a usar anel e cordão de ouro estava sem eles, e seu celular também havia sumido.

A polícia suspeita que Mohammed Rajon e seus amigos sejam responsáveis pelo assassinato e confirmaram que outros casos de violência por parte de grupos de estudantes já foram já aconteceram antes, e que eles citam roubo de celular como pretexto para atacar pessoas inocentes.

Um dos inspetores de polícia informou que o assassinato foi coberto de mistério.

“Alguns alunos da Universidade de Dhaka mataram Swapan sob o pretexto de ele ter roubado um telefone celular”, conta Karim. “Os alunos dizem que o pegaram em flagrante; então por que não o entregaram a nós (a polícia)? Se ele tivesse roubado qualquer coisa nós as teríamos recuperado”.

A polícia investigará o caso como assassinato, disse Karim.

Karim negou as declarações dos jornais de Bangladesh de que ele teria dito que Swapan e três cúmplices teriam tentado roubar um celular de Mohammed.

Calúnias

Quase toda a mídia retratou Swapan Mondol, que estudava teologia no Centro de Desenvolvimento Cristão em Dhaka e tinha completado estudos em teologia em Bangalore, na Índia, como um ladrão que operava no parque entre as prostitutas.

“Estou tão chocada com a mídia, por terem publicado essas calúnias mordazes contra ele”, declarou a esposa de Swapan. “As reportagens colocaram mais lenha na fogueira e, de uma maneira indireta, apoiaram a gangue de linchadores”.

Lucky conta que alguns jornais colocaram declarações suas, apesar de ela nunca ter falado com repórteres.

“Um dos jornais mais lidos de Bangladesh disse que meu marido costumava a ir ao parque todos os dias, e que eu tinha dito isso a eles”, conta Lucky, “e isso é uma mentira deslavada. Durante 15 ou 20 dias em cada mês, meu marido costumava visitar vários distritos no país por causa de seu trabalho na igreja. Como a morte de um homem inocente virou um escândalo!”.

O presidente da FCCB, Albert P. Mridha contou que Swapan, pai de uma criança de 10 anos, era um obreiro sério e leal que trabalhou durante 14 anos em um ministério nacional.

“Não temos programa em nossa igreja que trabalhe com as prostitutas que ficam no parque”, declara o presidente da FCCB.

Albert Mridha conta que uma semana antes de ser assassinado, Swapan havia voltado de uma viagem de três semanas que fizera ao sul de Bangladesh para coordenar as atividades das igrejas ali. Ele planejava pregar em uma reunião de avivamento no norte de Bangladesh.

“A maior parte dos dias do mês, Swapan viajava a trabalho”, continua o presidente. “às vezes ele ia à universidade ver alguma programação cultural”.

A mídia de Bangladesh também identificou erroneamente Swapan como empregado de uma ONG, ao que Mridha também corrigiu, dizendo que um obreiro de uma igreja não é um empregado de uma ONG.

“Ele era bastante honesto e sincero em seu trabalho”, declara o presidente da FCCB. “Se 14 anos de convivência me permitem declarar alguma coisa sobre o assunto, o que eu digo é que Swapan não estava envolvido com roubo. O motivo para assassiná-lo foi outro e não sabemos qual, mas dizer que o mataram porque ele estava roubando um celular é pretexto”.

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=5678



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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

IRÃ: ex-muçulmanas são julgadas por se converterem ao cristianismo

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Todo ser humano tem o direito de decidir sua própria religião livremente e ser RESPEITADO.

Milhões de cristãos estão sofrendo barbaramente. Por algum motivo a imprensa esconde este sofrimento.

É um massacre. Uma violação dos direitos humanos e uma barbárie que vai aumentando dia-a-dia.

Veja o texto abaixo:

Durante uma audiência no último domingo, 9 de agosto, as autoridades iranianas disseram para Maryam Rustampoor e Marzieh Amirizadeh, convertidas do islã para o cristianismo, para desistirem de sua nova fé.

Maryam, 27, e Marzieh, 30, foram presas pela primeira vez no dia 5 de março de 2009, por abandonarem o islamismo. As autoridades iranianas as mantiveram na solitária da prisão de Evin, desprovidas de tratamento médico, vendadas, e passando por longos períodos de interrogatório. Recentemente, foram transferidas para uma cela lotada.

No momento da audiência, o promotor público, Haddad, perguntou para Maryam e Marzieh sobre sua religião e disseram para que elas desistissem de sua crença em Cristo. Quando ele questionou se eram cristãs, elas responderam: “Nós amamos Jesus”. Então, ele repetiu a pergunta, e elas disseram: “Sim, nós somos cristãs”.

Quando o promotor afirmou: “Vocês eram muçulmanas e se tornaram cristãs”, elas responderam: “Nós nascemos em famílias muçulmanas, mas não somos muçulmanas”.

Durante o interrogatório, quando elas fizeram referência a como Deus as confrontou pelo Espírito Santo, o promotor disse: “É impossível Deus falar com os seres humanos”. Então, Marzieh perguntou: “Você está questionando o poder soberano de Deus?”. Ele respondeu: “Você não é digna de que Deus fale com você”. Marzieh disse: “Não é você, e sim Deus, que deve dizer se sou digna ou não”.

Antes que a audiência acabasse, o promotor disse para que elas pensassem na opção de retornar ao islamismo, mas Maryam e Marzieh responderam: “Nós já nos decidimos”.

Depois disso, elas foram enviadas de volta para prisão até decidirem desistir de sua religião. Apesar de a acusação pedir a mesma sentença dada em casos de apostasia, o juiz não pronunciou nenhum veredicto.

Cinco meses de abuso e maus tratos causaram danos na saúde de nossas irmãs. Elas perderam peso e não receberam atendimento médico. Marzieh tem sofrido de dores na coluna, infecção dentária e fortes dores de cabeça.

Os cristãos iranianos pedem nossas orações, e agradecem a Deus por ter sustentado Maryam e Marzieh na prisão e durante o interrogatório.


http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=5550

Pesquise no Blog do Chicão outros textos que mostram o massacre dos cirstãos. É só digitar cristãos e clicar em pesuisar no blog.

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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Direitos humanos: perseguição religiosa no Irã

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Recebi um email dizendo que não são apenas os cristãos que estão sendo barbaramente perseguidos nos países de maioria muçulmana (em alguns mais, em outros menos, em todos são perseguidos).

São todas as minorias.

Abaixo segue parte de uma entrevista de um membro da comunidade Bahá´í.

"Os Bahá'ís são perseguidos no Irã desde a fundação da religião. Todo os governos iranianos, em maior ou menor grau, têm encontrado desculpas convenientes para promover campanhas de perseguição aos Bahá'ís. Em um momento foram acusados de relacionamento espúrio com os russos. Em outro, eram espiões da Inglaterra. Nos últimos tempos seriam ligados aos EUA e Israel.

A justificativa parece simples e banal, afinal o centro mundial bahá'í é em Haifa, Israel. Como os bahá'ís do mundo todo se comunicam com o centro mundial de alguma forma, por associação, dizem que eles são sionistas. O governo Iraniano se esquece de dizer a opinião pública que os fundadores da fé Bahá'í foram exilados como prisioneiros para a colonia penal de Acre, na Palestina, em 1868. Quem estuda a história da região e da Fé Bahá'í sabe que o estado de Israel só seria fundado nesse território 80 anos depois.

Os lideres religiosos iranianos têm, desde a revolução de 1979, promovido uma campanha orquestrada para acabar com uma comunidade de mais de 300 mil pessoas. Em 1990 chegou as mãos das Nações Unidas o memorando Golpaygani, um documento que delineava como deveria ser destruída a comunidade Bahá'í dentro do Irã. A justificativa religiosa era o crime de apostasia. Punível com com a pena de morte.

Nesses 30 anos desde a revolução, mais de 220 líderes da comunidade bahá'í foram mortos, locais sagrados demolidos, jovens expulsos de universidades, crianças maltratadas nas escolas, cemitérios destruídos além da perda do direito ao trabalho, isso sem falar da perda do direito as pensões e aposentadorias. Um outro aspecto interessante é o fato de os acusados NÃO terem direito a um advogado de defesa.

O atual governo só aumentou a pressão sobre os bahá'ís, criando assim uma situação insustentável do ponto de vista dos direitos humanos. A única saída apresentada aos Bahá'ís presos antes de sua condenação é a negação da sua fé em público.

Blog - Uma derrota de Ahmedinejad pode melhorar a vida dos Baha'i no Irã?

Rassekh - Não acredito que haverá mudança significativa depois da eleição. Nenhum dos candidatos têm a liberdade de se opor as orientações do líder supremo do Irã. O conceito de apostasia é muito forte dentro desse grupo. Não imagino que do dia para a noite eles possam aceitar que a Fé Bahá'í é uma religião válida e independente. Como todos já sabem, não existe imprensa livre naquele país e os candidatos são previamente escolhidos (e aprovados) pela cúpula religiosa a partir de uma lista. Só em um milagre poderíamos imaginar que dentro desse sistema haveria algum espaço para uma verdadeira mudança. Lembrem-se que a "democracia" no Irã não segue o modelo que conhecemos.

Pessoalmente, espero que num futuro próximo a população se sensibilize e procure saber a verdade sobre o que está acontecendo. Não são só os bahá'ís que são perseguidos. A lista é grande, sugiro ao leitor fazer uma pesquisa sobre a situação dos Curdos, Sunitas, Sufis, Cristãos, homosexuais e mulheres daquele país".


texto completo está aqui




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terça-feira, 12 de maio de 2009

Muçulmanos egípcios utilizam a gripe suína como pretexto para perseguir cristãos

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No Egito, os cristãos coptas vivem predominantemente dos negócios relacionados à criação de porcos. Apesar do nome, a gripe suína não foi detectada em porcos ainda em lugar nenhum do mundo. Entretanto, os muçulmanos do Egito, que consideram o porco um animal impuro, decidiram perseguir os cristãos utilizando como pretexto o extermínio preventivo de suas criações de suínos, o que os priva de seu trabalho e fonte de renda, efetivamente destruindo suas vidas.

A campanha tem origem no governo e tem sido apoiada pela mídia que espalha superstições e desinformação sobre os porcos espalharem a doença, a despeito de, reiterando, ser fato conhecido que nenhum animal jamais foi encontrado contaminado. Mesmo assim, o objetivo do governo muçulmano é destruir todas as 400 mil cabeças do gado suíno egípcio.

Segundo líderes cristãos coptas que evidentemente desejam manter seu nome em segredo, a medida tem o objetivo de privar os cristãos de suas rendas, tendo já retirado de alguns milhares de cristãos o seu ganha-pão.

Além disso, segundo as mesmas fontes, a campanha é utilizada também como outras formas de perseguição. Pontos de blitz foram localizados nas regiões onde vivem os coptas para "impedir" que tentem transferir os porcos para esconderijos. Os muçulmanos exigem inclusive que os cristãos dispam-se completamente alegando que poderiam estar escondendo porcos embaixo da roupa, ou seja, buscando apenas humilhá-los.

A violência islâmica contra cristãos é recorrente no Egito. Um dos casos mais proeminente ocorreu em 2007 quando muçulmanos atacaram cristãos coptas e suas lojas, incendiando-as. O motivo que incitou a violência: os cristãos desejavam construir uma paróquia. O governo egípcio exige uma pesada burocracia para a construção ou aumento de paróquias, exigindo inúmeras licenças. Todo e qualquer ofício necessita de permissão estatal e os cristãos não podem ocupar cargos de relevância no governo, exército ou na educação.

Com informações da World Net Daily

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=5317


Nota do Chicão:


Um dos maiores massacres da humanidade está sendo cometido contra os cristãos em vários países, principalmente nos países de maioria muçulmana.

Eles aproveitam todas as oportunidades para violarem os direitos humanos dos cristãos.

Não são apenas os "radicais" que fazem isto. São também os chamados moderados.

Somente os muçulmanos de bom coração é que defendem os cristãos. São uma pequena minoria, que demonstram a importância do bom coração para termos boas atitudes.

Vamos divulgar o sofrimento destes muitos milhões de cristãos.



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