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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Nacionalismo: Brasil amplia sua fronteira marítima na área do pré-sal

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O Brasil acaba de se declarar "dono" para exploração econômica de uma área 960 mil Km2 de mar onde estão localizadas as reservas de petróleo do pré-sal.


A medida não conta com o aval da ONU, que por influencia dos EUA já se manifestou contra.

A história é a seguinte: a convenção das Nacções Unidas sobre o Direito do Mar, de 1982, permite que países reinvindiquem direitos sobre o oceano de até 350 milhas náuticas da sua costa. São Zonas Econômicas Exclusivas.

Os governos anteriores ao governo do PT tiveram MEDO do EUA e da Europa e ficaram quietinhos. Não reivindicaram nada para o Brasil (apresentaram inúmeras desculpas, postergaram, enrolaram...).

Lembra que a imprensa conservadora acusa o PT de ser anti-americano?

Um dos motivos é que o atual governo revindicou uma área MUITO grande do mar para ser Zonas Econômicas Exclusivas.

Imagina quanto de minérios, tipo petróleo, tem na plataforma continental do Brasil? (Plataforma continental é a terra que fica no fundo do mar).

Em 2004 o governo do PT encaminhou à ONU a reivindicação do Brasil. Esta reivindicação do Brasil foi rejeitada por pressão dos EUA.

O que foi feito agora?

Uma resolução interministerial resolveu "peitar" a ONU e decidiu: qualquer empresa ou nação que queira prospectar recursos da Plataforma Continental Brasileira terá que pedir autorização ao governo do Brasil.

É uma forma de tomar posse de fato e FACILITAR a negociação posterior sobre os direitos da NOSSA PÁTRIA.

Parabéns Brasil!

Um lindo presente de 7 de Setembro.

O Brasil é nossa pátria. Somos privilegiados por termos encarnados aqui.


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terça-feira, 17 de agosto de 2010

Nacionalismo para desenvolver o Brasil

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Veja o que fala o Obama:

"No centro dessa estratégia estão três poderosas palavras: 'Feito na América'. Vamos fazer as coisas direito aqui nos Estados Unidos da América e vendê-las por todo o mundo", disse. O presidente pediu ao povo para escolher entre políticas que incentivam a criação de emprego nos EUA e as que as encorajam em algum outro lugar a mais nesta eleição. "Então, em vez de dar incentivos fiscais às empresas que enviam empregos para o exterior, queremos cortar impostos para os donos de pequenas empresas que criam empregos bem aqui nos Estados Unidos da América", disse Obama.


O presidente disse que seu governo quer iniciar uma indústria nativa de energia limpa. "Não quero ver novos painéis solares, turbinas eólicas e carros elétricos fabricados em outro lugar. Quero vê-los marcados com o 'Feito na América', dos trabalhadores norte-americanos", disse em meio a uma rodada de aplausos".

Isto foi divulgado por um jornal Chinês.

Jornais conservadores brasileiros não divulgam tal fato.

São uns vendidos. PRECISAM DO DINHEIRO DAS MULTINACIONAIS PARA SOBREVIVEREM.

Precisamos urgentemente acabar com este papo de que empresa estrangeira é igual a empresa brasileira.

Temos que diferenciar e ajudar quem é brasileiro.

E impedir que os donos vendam as empresas para estrangeiros, depois de receberem benefícios no Brasil.

Aliás, para receberem benefícios, parte do valor da empresa deve ser reservada para fundos sociais. Como, por exemplo, um fundo para pesquisa de doenças tropicais.

Só recebe benefícios quem manter o negócio sob o poder de brasileiros que MOREM AQUI.

Setores como a educação devem ser PROIBIDOS PARA ESTRANGEIROS.

Está na hora dos brasileiros agirem e entenderem que o nosso MAIOR PATRIMÔNIO É O NOSSO MERCADO INTERNO.

Ajude o Blog do Chicão a divulgar esta mensagem. Mande para todos os seus amigos.



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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Tecnologia é o que garante o progresso de um país

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"Durante sua campanha em 2008, o então candidato Barack Obama falou em tom alarmante sobre a ameaça dessa concorrência acadêmica para a competitividade dos EUA. "Se quisermos continuar construindo os carros do futuro aqui não podemos nos permitir ver o número de doutorados em engenharia aumentando na China, na Coreia do Sul e no Japão, ao mesmo tempo que se observa uma queda aqui nos EUA", declarou Obama".

Esta é a competitivdade real da economia.

É por aí que se vence a guerra da concorrência pelo progresso.

No Brasil, a agenda dos conservadores se foca em tirar direitos trabalhistas e em assuntos irrelevantes como a "autonomia" do Banco Central.

Quando o governo do PT planejou o pré-sal, administrado pela Petrobras, foi por motivos nacionalistas e de dinheiro.

Mas, foi principalmente porque sabe que o desenvolvimento de tecnologias é a parte mais nobre da concorrência entre as nações.

Para tanto deve-se ter escala. E deve-se ter empresas que garantam a compra e o uso da tecnologia.

A NASA, agência espacial Norte Americana, tem esta função: ela encomenda e compra inovações tecnológicas de empresas americanas (tente vender para eles... americano é neoliberal no Brasil e nacionalista lá nos EUA).

As forças armadas também tem esta função, e vários outros órgãos de governo.

Se é assim em todo o mundo, porque não é assim no Brasil?

Porque aqui os conservadores são burros e de mente colonizada.

O texto de onde tirei a citação é este (vale a pena ler): http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-grande-disputa-por-cerebros#more



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domingo, 18 de julho de 2010

Nacionalismo: Líder do PSDB concorda com o Blog do Chicão

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Bresser Pereira e a privatização da telefonia

Só um bobo dá a estrangeiros serviços públicos como as telefonias fixa e móvel


JOÃO É DONO de um jogo de armar. Dois meninos mais velhos e mais espertos, Gonçalo e Manuel, persuadem João a trocar o seu belo jogo por um pirulito.

Feita a troca, e comido o pirulito, João fica olhando Gonçalo e Manoel, primeiro, se divertirem com o jogo de armar, e, depois, montarem uma briga para ver quem fica o único dono. Alguma semelhança entre essa estoriazinha e a realidade?

Não é preciso muita imaginação para descobrir. João é o Brasil que abriu a telefonia fixa e a celular para estrangeiros. Gonçalo é a Espanha e sua Telefônica, Manuel é Portugal e a Portugal Telecom; os dois se engalfinham diante da oferta "irrecusável" da Telefônica para assumir o controle da Vivo, hoje partilhado por ela com os portugueses.

Mas por que eu estou chamando o Brasil de menino bobo? Porque só um tolo entrega a empresas estrangeiras serviços públicos, como são a telefonia fixa e a móvel, que garantem a seus proprietários uma renda permanente e segura.

No caso da telefonia fixa, a privatização é inaceitável porque se trata de monopólio natural. No caso da telefonia móvel, há alguma competição, de forma que a privatização é bem-vinda, mas nunca para estrangeiros.

Estou, portanto, pensando em termos do "condenável" nacionalismo econômico cuja melhor justificação está no interesse que foi demonstrado pelos governos da Espanha e de Portugal.

O governo espanhol, nos anos 90, aproveitou a hegemonia neoliberal da época para subsidiar de várias maneiras suas empresas a comprarem os serviços públicos que estavam então sendo privatizados. Foram bem-sucedidos nessa tarefa.

Neste caso, foram os espanhóis os nacionalistas, enquanto os latino-americanos, inclusive os brasileiros, foram os colonialistas, ou os tolos.

Agora, quando a espanhola Telefônica faz uma oferta pelas ações da Vivo de propriedade da Portugal Telecom, o governo português entra no jogo e proíbe a transação.

A União Europeia já considerou ilegal essa atitude, mas o que importa aqui é que, neste caso, os nacionalistas são os portugueses que sabem como um serviço público é uma pepineira, e não querem que seu país a perca.

O menino tolo é o Brasil, que vê o nacionalismo econômico dos portugueses e dos espanhóis e, neste caso, nada tem a fazer senão honrar os contratos que assinou.

Vamos um dia ficar espertos novamente? Creio que sim. Nestes últimos anos, o governo brasileiro começou a reaprender, e está tratando de dar apoio a suas empresas.

Para horror dos liberais locais, está ajudando a criar campeões nacionais. Ou seja, está fazendo exatamente a mesma coisa que fazem os países ricos, que, apesar de seu propalado liberalismo, também não têm dúvida em defender suas empresas nacionais.

Se o setor econômico da empresa é altamente competitivo, não há razão para uma política dessa natureza. Quando, porém, o mercado é controlado por poucas empresas, ou, no caso dos serviços públicos, quando é monopolista ou quase monopolista, não faz sentido para um país pagar ao outro uma renda permanente ao fazer concessões públicas a empresas estrangeiras.

A briga entre espanhóis e portugueses pela Vivo é uma confirmação do que estou afirmando.

Nota do Chicão:

Existem empresas que são estratégicas.

Existem áreas da economia que são estratégicas.

Quem dominar estas áreas fica rico. Quem não dominar ficará pobre.

Lembre disto.

Leia também:

Brasileiros devem aprender a defender a pátria com o exemplo de Portugal
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2010/07/brasileiros-devem-aprender-defender.html

O que é uma empresa estratégica?

http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/07/o-que-uma-empresa-estratgica.html



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segunda-feira, 29 de março de 2010

Em defesa das empresas brasileiras

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Tem gente que acredita em livre mercado e nem se lembra dos sérios problemas.

Alguns anos atrás a Motorola colocou todo seu setor de recursos humanos nas mãos de uma empresa de capital árabe chamada Man Power.

Em Campinas, as empresas locais perderam um grande cliente: a Motorola.

Foi um acordo global, que provavelmente foi influenciado pelos interesses da empresa em fazer bons negócios com os países árabes.

Os empresários brasileiros, apesar de serem competentes, perderam.

Perderam porque o livre mercado é uma ficção, principalmente quando envolve multinacionais.

Hoje na coluna do Luis Nassif há mais um exemplo de como funciona "o livre mercado":

"Na privatização das telecomunicações brasileiras, ficou clara a diferença entre países com projeto – Espanha, por exemplo – e países sem projeto – o Brasil.


A falta de uma regulação adequada permitiu que a Telefonica entrasse no Brasil como porta de entrada para um enorme conjunto de empresas espanholas, de fornecedoras de serviços de manutenção a serviços de software". http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/03/29/um-projeto-para-as-multi-brasileira/

Ou seja, ganha quem tem poder.

Ganha o país que defende sua indústria e suas empresas prestadoras de serviços.

O BRASIL PRECISA DE LEIS REALMENTE NACIONALISTAS.


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terça-feira, 9 de março de 2010

Porque os brasileiros gostam do Lula

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" Valendo-se de expressão cunhada por Nelson Rodrigues, Lula disse, no Rio, que a imprensa brasileira sofre de complexo de vira-lata.


A coisa teria ficado evidente, segundo ele, na semana passada, durante a visisa da secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton.

Lula disse que os repórteres o inquiriram sobre os temas que trataria com Hillary. E esclareceu: só recebeu madame porque o chanceler Celso Amorim pediu.

Evocando fato ocorrido sob FHC, Lula disse: foi-se o tempo em que um “sub do sub” do governo dos EUA palpitava sobre o Brasil e as autoridades ABAIXAVAM A CABEÇA". do blog do Josias

O Josias, para não perder o emprego, termina o texto falando mal do Lula.

Eu vou falar bem. Apesar de achar o governo Lula pouco esquerdista para meus critérios, tenho que reconhecer uma mudança brutal na forma de negociar e se relacionar com outras nações.

Veja a LOUCURA que era na época em que o FHC e o Serra mandavam na política do Brasil. Eles prometeram transformar o Banco do Brasil em um banco de segunda linha.

Isto é rasgar dinheiro.

Isto é destruir um bem público.

O americano chegava no Brasil e mandava. O Serra, FHC, Aécio e outros obedeciam.

O americano mandava porque era o melhor para os países que ele defendia.

O Brasil prometia até rasgar dinheiro. Este absurdo acabou e não pode voltar.

Veja aqui a cópia do acordo onde o Brasil promete destruir o Banco do Brasil: torná-lo um banco de segunda linha. http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010/02/bb-deixa-itau-comendo-poeira-em-2009.html

Veja aqui o quanto o Banco do Brasil FORTE foi importante para superação da crise internacional:
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010/03/lula-gracas-deus-o-banco-do-brasil-nao.html

Aqui você vai ler mais sobre o Brasil negociando firme para defender seus interesses:
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2010/03/voce-quer-um-governo-submisso-ou-um.html

É uma mudança brutal de orientação de um governo nacionalista (o do PT) para um governo entreguista e destruidor (o anterior).

Ainda podemos melhorar mais ainda. Ser mais firmes e mais fortes. Com o tempo e com as pessoas corretas vamos chegar lá.



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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Petrobras é a terceira maior empresa de capital aberto das Américas.

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Pesquisa da consultoria Economática mostra que companhia cresceu US$ 192,5 bilhões em valor de mercado entre dezembro de 2002 e novembro de 2009 e só está atrás da Exxon e da Microsoft.

A Petrobras é a terceira maior empresa de capital aberto do continente americano, segundo estudo divulgado nesta terça-feira (10/11) pela consultoria Economática. A pesquisa mostra que a companhia teve um crescimento de US$ 192,5 bilhões de valor de mercado, entre dezembro de 2002 e novembro de 2009, passando de US$ 15,4 bi para US$ 207,9 bi. A primeira e segunda colocadas da lista são as empresas americanas Exxon (US$ 345,8 bi) e Microsoft (US$ 257,4 bi).

No final do 2002 a Petrobras ocupava a 121ª colocação no ranking das maiores empresas de capital aberto do continente. Desde então, a Petrobras subiu 118 posições.

O resultado coloca a Petrobras à frente de empresas como Wal Mart (US$ 200,6 bi), Apple (US$ 181,5 bi) e Procter & Gamble (US$ 180,7 bi), que ficaram respectivamente na quarta, quinta e sexta posições na lista, que inclui ainda outras multinacionais como Google, Johnson & Johnson, Texaco e Coca-Cola. do Jornal do Brasil


Nota do Chicão:

Não é só o tamanho que importa.

Importa que foi a Petrobras que "roeu o osso" para investir no Brasil. Ela é que enfrentou o desafio e continua enfrentando.

Tanto é que vem batendo recordes sucessivos de prospecção em alto mar. Ou seja, em outros países, em condições similares, as empresas estrangeiras NÃO SE INTERESSARAM POR EXPLORAR.

É preciso que os brasileiros aprendam a valorizar o que há de bom no Brasil.

A Petobras é uma destas coisas boas.




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A luta dos entreguistas para destruir a Petrobras

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FHC e o PSDB, os algozes da Petrobras

O pai, grande lutador pela empresa, o filho fez tudo para destruí-la.
O presidente Fernando Henrique Cardoso recebeu uma missão: desmontar o País. A Petrobras está na sua longa agenda macabra de demolidor do futuro.
Acompanhe os passos de FHC rumo ao seu grande objetivo:
1993

Neste ano, o então ministro FHC promoveu um corte de 52% no orçamento de 1994 da PETROBRAS. Isto só não paralisou a empresa porque estourou no Congresso o escândalo do Orçamento, impedindo que se fechasse o orçamento geral da União antes de outubro de 94. Ainda assim a PETROBRAS teve retardados diversos projetos em andamento.

1994

Através do Departamento Nacional de Combustíveis, o ministro FHC promoveu uma manipulação da estrutura de preços que transferiu, permanentemente, da PETROBRAS para as multi nacionais da distribuição cerca de US$ 3 bilhões/ano. Nos 6 meses que antecederam a URV o governo deu dois aumentos por mês aos combustíveis para compensar a desvalorização diária da moeda nacional frente ao dólar.
Nesses aumentos, a parcela da PETROBRAS aumentava abaixo da inflação enquanto a das distribuidoras aumentava acima da inflação. De dezembro de 93 a abril de 94 os aumentos foram de: a) inflação 536%; b) parcela da PETROBRAS 491% e c) distribuidoras 703%. Com a Urverização os ganhos e perdas respectivas se tornaram permanentes, criando no Brasil a maior margem de distribuição do mundo.
1995

O governo, mais uma vez, faltando com o compromisso negociado com a categoria, levou os petroleiros à greve com o firme propósito de destruir o sindicalismo brasileiro. E colocou tropas militares nas refinarias, deixando as distribuidoras de combustíveis e de gás sonegarem os produtos. Há documentos do DNC provando isto.
Pelo Cano
Em 1995, deflagrou a construção do gasoduto Bolívia-Brasil que vai permitir às empresas do Cartel das 5 irmãs venderem uma massa de 1,1 trilhão de m3 de gás ao único cliente possível (150 bi na Bolívia, 350 bi de m3 em Camisea, Peru, descoberto pela Shell em 1983 e até hoje não explorado e 600 bi de m3 na Argentina, pertencentes à Shell, Enron e British).
A PETROBRAS constrói o duto (economicamente inviável) drenando recursos que poderiam ser aplicados na Bacia de Campos, onde o retorno é acima de 60% ao ano. O gás vai ser usado em termoelétricas. Teremos uma matriz energética mais poluente e estaremos dependentes de energia externa fornecida por um monopólio natural, comandado por multinacionais. Mary Quinn, diretora de investimentos do C.S.F. Boston declarou que não consegue explicar este investimento da Petrobras.
Quebra

Em 1995, a quebra do monopólio do petróleo com pressões, chantagens e barganhas com o Congresso Nacional.
Ainda em 1994, no governo Itamar, as estatais estratégicas, durante o processo de Revisão Constitucional, enviaram os seus técnicos a Brasília para dar informações sobre os dados significativos das empresas. Isto ajudou a impedir que a Revisão Constitucional se realizasse. No governo FHC os empregados foram proibidos de ir ao Congresso conversar com os parlamentares sob pena de demissão. O Decreto 1.403 de fevereiro de 95 criou o SIAL – Serviço de Informação e Apoio Legislativo, que foi o grupo de “Intelligentzia” criado com a missão de verificar a ida dos empregados para fins de demissão.
1996

Anulação do Contrato de Gestão. Envia a Lei 9.478 que quebra o monopólio da União (art. 26), permite a exportação (art. 60) e cria subsidiárias (art. 65) para cumprir o plano C.S First Boston de desmonte da empresa.
Também em 96, na Europa, os governos assinam um contrato de Gestão com as empresas estatais e estabelecem metas a serem cumpridas pelas empresas.
Caso as metas não sejam cumpridas rolam cabeças de dirigentes. Mas o governo não interfere na gestão das empresas. Por isto elas são eficientes e lucrativas a ponto de comprarem estatais no exterior, inclusive no Brasil. Aqui as estatais são violentadas pelo governo. É o único caso do planeta Terra, em que o acionista majoritário trabalha contra a sua empresa. O governo Collor mudou, em dois anos, 6 presidentes e 24 diretores. O governo FHC vem fazendo um estrago maior. O governo FHC anulou o contrato de Gestão que havia entre o governo e a Petrobras.
O Golpe
FHC envia ao Congresso a Lei 9.478 que iria regulamentar o setor de petróleo após a quebra do monopólio em 1995. A Lei extingue violentamente a Lei 2.004 que criou a PETROBRAS após um dos maiores movimentos cívicos ocorrido no País. A Lei, além de desrespeitar a Constituição em vários artigos, efetiva a quebra do monopólio da União.
O artigo 26 é claro: a concessionária que produzir o petróleo torna-se sua proprietária, cabendo à União o monopólio de rocha vazia. O artigo 60 permite a exportação do petróleo. O nosso petróleo que poderia nos suprir por 40 anos, pode ser exaurido em 10 anos. As Cinco Irmãs têm hoje menos de 5% das reservas mundiais. Usarão as nossas. A Lei é um conjunto de artigos que anulam a Constituição e o bom senso.
1997

Cria a ANP e nomeia o genro para comandar o processo de engessamento da Petrobras.

Corte de R$ 1 bilhão nos investimentos. Obriga a empresa a apelar para parcerias. Os parceiros, que nada investiram, passam a repartir os lucros.
FHC cria a ANP – Agência Nacional do Petróleo, presidida pelo seu genro ivatista David Zilbersztajn. A ANP tem se mostrado a inimiga nº 2 da Petrobras. Atrapalha a empresa, cria fórmulas e dispositivos que a desfavorecem como a portaria nº 3 que a impede de se defender da inflação e da correção cambial. Dá 3 anos para a PETROBRAS pôr em produção os seus campos em águas profundas, enquanto estabelece o prazo de 8 anos para as demais concorrentes. “E dá outras nocivas providências”.
Obriga a empresa a apelar para parcerias. Áreas onde ela investiu pesado, correu todos os riscos e desenvolveu tecnologia, é obrigada agora a dividir os lucros com aquelas empresas que não quiseram correr os riscos. É como se a PETROBRAS comprasse um bilhete premiado e fosse obrigada a repartir o prêmio, recebendo só a metade do valor da compra do bilhete.
1998

Corte nos investimentos. Impede a emissão de debêntures para obter recursos para investimentos. Libera a importação de equipamentos sem IPI e ICMS para multi nacionais.
Proíbe tomar empréstimo no exterior (a 6% ao ano). Impasse na negociação salarial (continua até hoje).
Em plena Copa do Mundo a ANP retira mais 35% das áreas escolhidas pela PETROBRAS, restando para ela apenas 7,1% do total.
ANP emite a Portaria nº 3 que impede a Petrobras de se defender da desvalorização do real e da inflação.
Ocupação

Em 1998, seis empresas ocupam o 12º andar do EDISE (duas delas comandaram a privatização da YPF Argentina – Merryl Linch e Gaffney Cline) – para examinar minuciosamente todos os dados da PETROBRAS.
Neste mesmo ano, promove o corte de um bilhão nos investimentos. Novas paralisações em projetos e atividades importantes. Só a revisão do orçamento promove uma paralisação de mais de três a seis meses na Petrobras. Técnicos das áreas mais cruciais param os seus serviços para analisar e priorizar os cortes. É uma das piores armas de FHC contra a empresa. Projetos de alta rentabilidade vão se tornando inviáveis com as paralisações.

Garrote

Proíbe a empresa de tomar recursos no exterior a juros civilizados, impede-a de emitir debêntures para gerar recursos. Enquanto isto a ANP ameaça retomar as áreas que não produzirem em 3 anos da data da Lei 9.478.
Libera a importação de equipamentos com isenção de impostos pelas multinacionais, inviabilizando a competitividade dos fabricantes nacionais. Gera emprego no exterior e os extingue no País.
1999

Corte nos investimentos.
Delega ao Conselho de Administração o controle absoluto da empresa. Nomeia um conselho de raposas para isto, entre eles Jayme Rotstein, empresário fracassado, lobistas dos usineiros e suplente de senador na chapa derrotada do Roberto Campos e Pio Borges com 23 denúncias de improbidade administrativa no BNDES junto com Mendonça de Barros.
O governo corta novamente R$ 1 bilhão nos investimentos, nova paralisação na empresa. Promove um aumento brutal nos impostos da Petrobras. Alguns aumentaram até 4 vezes como o caso dos royalties. O pior é que sabemos que, se a Petrobras for privatizada, as Cinco Irmãs extinguirão os royalties como fizeram no Mar do Norte, na Índia e na costa da Califórnia, EUA. Alegam que a atividade em águas profundas é dispendiosa e arriscada, conseguindo com isto a revogação do royalty.
Rapinagem

O governo faz um decreto delegando ao Conselho de Administração o controle absoluto da PETROBRAS, modificando dois decretos existentes que davam essas atribuições ao governo.
O governo impede a Petrobrás (BR e Petros) de entrarem no leilão da CONGÁS. É mais uma ingerência ilegal e imoral na empresa.

Veja o texto completo aqui:

http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=22230

Leia também:

O que é uma empresa estratégica?
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/07/o-que-uma-empresa-estratgica.html

Petrobrás, impressionante!
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/05/petrobrs-impressionante.html



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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Pré-sal, é muito dinheiro. Por isso tanto interesse.

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Indústria terá de investir US$ 400 bi

Fornecedores precisam ampliar capacidade para atender pré-sal

O desenvolvimento da indústria nacional para atender à demanda do pré-sal vai necessitar de investimentos de pelo menos US$ 400 bilhões. A conta foi feita pelo presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, considerando que cada dólar investido no desenvolvimento das reservas equivale a US$ 4 em aportes na capacidade de fornecimento de bens e serviços. Para o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), tamanha necessidade de financiamento pode paralisar outros setores da indústria nacional.

Gabrielli lembrou que a Petrobrás planeja investir US$ 111,4 bilhões no pré-sal até 2020. Para atingir o objetivo de maximizar as compras de bens e serviços no Brasil, a indústria terá de fazer um enorme esforço de ampliação de capacidade.

A empresa já vem adotando medidas no sentido de viabilizar esse processo, com a encomenda de grandes pacotes de equipamentos que garantam investimentos em parques fabris. Um exemplo é a contratação de grandes pacotes de equipamentos submarinos e o pacote de 28 sondas de perfuração que serão licitados com compromisso de construção em estaleiros nacionais. O Brasil ainda não é fabricante de sondas de perfuração de águas ultraprofundas, como as necessárias para a exploração do pré-sal.

A direção da companhia vem repetindo sistematicamente que as empresas que quiserem fornecer para o pré-sal terão de se instalar no País. Segundo Gabrielli, a indústria mundial não tem capacidade hoje para atender à demanda do pré-sal e qualquer ampliação de capacidade deverá ser feita no Brasil.

Esse é, segundo o governo, o objetivo principal das propostas de mudanças no marco regulatório do setor. Segundo esse raciocínio, a nova estatal ditaria um ritmo de exploração adequado à chegada de novas empresas e, como operadora única, a Petrobrás garante as encomendas para quem vier.

Durante sua participação no Debate Estadão "O Futuro do Pré-Sal", porém, Jereissati alertou para o risco de foco excessivo do governo na cadeia produtiva do petróleo, em detrimento de outros setores industriais. "Essa política deixa outros setores desamparados. Há o risco de uma concentração de recursos para o petróleo", afirmou, em referência à demanda que surgirá para financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Gabrielli, no entanto, afirmou que o BNDES não será o único financiador no processo de expansão da capacidade, que deve contar com recursos estrangeiros e das próprias matrizes das empresas que venham a aportar no País. Segundo ele, a Petrobrás já vem tendo contatos com diversos fornecedores interessados em aproveitar as oportunidades do pré-sal.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091001/not_imp443813,0.php


Nota do Chicão:

Grande parte dos chamados "consultores" na realidade são vendedores de facilidades.

Imagine quanto eles perderão de negócios com a Petrobras sendo operadora única do pré-sal?

Por isto eles lotam as emissoras conservadoras com entrevistas "isentas" procurando detonar o modelo que defende o Brasil.

A Petrobras tem força e desejo de criar uma indústria no Brasil, com milhões de empregos diretos e indiretos para o povo brasileiro.

Um destes consultores "isentos" poderia dizer assim: "isto o governo pode criar sem a necessidade da Petrobras".

Na teoria pode, mas na prática o que vai acontecer é que dinheiro vai e dinheiro vem e esta nacionalização vai ser deixada de lado.

O Brasil teve um plano enorme na área de radares, o SIVAM, do governo FHC.

Qual foi o ganho em tecnologia para o Brasil? Quase nenhum.

Qual foi o ganho de produção no Brasil? Praticamente nenhum.

O modo mais simples que as multinacionais tem para defender seus interesses é: dar dinheiro para deputado e senador fazer campanha eleitoral, fazer marketing em jornais e rédios para deputados e senadores que votam com eles. Com isto fazem leis do interesse de seus amigos e parceiros.

Estas empresas também influem na indicação de "técnicos" escolhidos a dedo para defender o interesse delas em órgãos governamentais e agências reguladoras.

Elas fazem de tudo, TUDO MESMO, para ficar com a maior parte possível do dinheiro que serviria para ajudar nossa pátria.

O poder corruptor destas empresas multinacionais e nacionais será MUITO MENOR com a Petrobras operando o pré-sal.

Como vocês sabem estes interesses distribuem muito dinheiro, de forma direta e indiretamente para muita gente poderosa.

Qual o jornal ou revista nacionalista que recebe verba publicitária da Exxom Mobil? Nenhum.

Já aquela revista cujos donos são sul-africanos, a Veja, recebe um dinheirão de anúncios destas empresas transnacionais.

É isto que alguns chamam de liberdade de imprensa.

Defender certos pontos de vistas vale dinheiro, vale emprego e em muitos casos vale uma bolsa corrupção.





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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Jornalismo lambe-botas

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Tem gente que acha que é conto da carochinha. Ou que a gente exagera. Pois na noite desta quarta-feira, dia 5 de agosto de 2009, a TV Globo e William Waack mostraram que não. Poucas vezes vi uma matéria tão subserviente ao imperialismo. Poucas vezes um jornalista se curvou tanto. Se é que se pode usar o termo; jornalista, pra mim, é outra coisa. Na verdade, faltou pouco pro WW pedir um autógrafo ao general estadunidense. É realmente lamentável a cena. O apresentador (este sim, um termo mais apropriado) que enche a boca para esculhambar trabalhadores e favelados brasileiros, se derrete todinho para o assessor de Obama. Olheiras, talvez de quem não tenha dormido pensando na entrevista, perguntinhas vagabundas e, no final, um sorriso emocionado, agradecendo a oportunidade pelo momento. E tudo falado em inglês, claro, a língua do dominador.

A matéria propriamente dita (leia/assista aqui - veja o link no blog Fazendo Média) faz parecer um grandissíssimo negócio permitir que os EUA explorem o pré-sal brasileiro, avaliado na ordem de trilhões de dólares. Em troca, receberíamos ajuda militar. Que grande bênção! Waack, por exemplo, descreve os marines como “a tropa mais aguerrida dos EUA”. Que o digam os civis iraquianos mutilados de hoje, ou os vietnamitas de ontem…

O WW ainda arruma espaço para atacar Hugo Chávez... ( o texto inteiro está aqui)


Nota do Chicão:

O Wiliam Wack é funcionário que para manter o emprego tem que fazer o que manda o dono da empresa.

O problema é que televisão é uma concessão pública e deveria ser regulada por interesses públicos. Esta situação em que um bem público, a concessão, serve a interesses particularees tem que mudar.

Venho dizendo aqui que o maior risco para nosso povo e nossa pátria é o avanço de empresas estrangeiras no mercado de mídias. E também a possibilidade de estrangeiros investirem em educação.

A Rede Globo, fadada a decadência por falta de grana (decadência lenta e constante) para acompanhar as mudanças tecnológicas, sabe que a saída é formar sólidas alianças com grupos de mídia estrangeiros.

Para surgir e crescer a rede Globo recebeu não só apoio financeiro da ditadura, mas também de empresas estrangeiras.

A aliança entre esta família Marinho e os interesses estrangeiros são longos, sólidos e LUCRATIVOS.

Uma das prioridades de todos os nacionalistas deve ser acabar com as grandes redes e pulverizar as concessões entre entidades civis, ongs e estrutura pública.

Devemos proteger nosso país.

Nosso futuro e o futuro de nossos filhos dependem de defendermos nossa pátria. Defender sem militarismo, com leis e regras que privilegiem quem é brasileiro, mora e trabalha aqui.

Não é possível que grandes empresas, como a Telefonica, tenham acesso privilegiado a fincenciamentos baratíssimos e os brasileiros não tenham acesso a estas linhas de crédito.

Este é só um exemplo do que nós, nacionalistas, temos que mudar.

Temos que mudar esta lei que considera uma empresa estrangeira tão brasileira quanto uma empresa constituída e administrada por brasileiros que morem aqui, e que assumam o compromisso de não desnacionalizar a empresa agora e no futuro.

Pessoas, como esta família Marinho e seus funcionários, são capazes de muita coisa por dinheiro.

Devemos ter cuidado com eles.


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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Para refletir: inundação versus acidente aéreo (e política externa)

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O norte do Brasil está sofrendo com as inundações. São centenas de milhares de pessoas sofrendo.

Houve um acidente aéreo onde morreram 58 brasileiros.

O presidente do Brasil estava viajando quando soube do acidente aéreo. Todos os recursos foram disponibilizados, o presidente em exercício esteve no RJ, o ministro da defesa coordena os esforços, MILHÕES DE REAIS SÃO GASTOS PARA LOCALIZAR OS DESTROÇOS.

Nada disto basta. Os blogs conservadores clamam: o Lula tem que voltar imediatamente. O governo tem que parar para ser solidário... Deve seguir o exemplo do governante da França, etc.

Engraçado! Nenhum deles pregou o mesmo com relação as vítimas pobres e miseráveis das inundações.

É assim que funciona a cabeça de conservadores: o que atinge os ricos deve ter preferência e grande dedicação. O que atinge os pobres pode ser relevado à insignificância.

Alguns destes conservadores dizem: "o que o Lula foi fazer na América Central, além de passear"? São ignorantes que pensam que raciocinam.

Este é um bom momento para entender como funcionava a diplomacia externa do PSDB no seu péssimo governo. El Salvador ERA um país governado pela extrema direita, com o apoio entusiástico do Bush, do FHC, do Serra e congêneres. O governo bush fez ÓTIMOS NEGÓCIOS com o país. Praticamente monopolizou PARA OS EUA OS NEGÓCIOS QUE DAVAM LUCROS.

E o Brasil? Ficou chupando dedos, se sentindo feliz em fazer o discurso neo-conservador.

Resumindo: os negócios e a grana ficaram com os EUA. A garganta ficou com a turma "eficiente" do PSDB.

O mesmo aconteceu em Honduras, Guatemala, Nicaragua e outros. GRANA E NEGÓCIOS na mão dos EUA e NADA PARA O BRASIL.

Lógico que a revista Veja, a Globo e os jornais conservadores diziam uma maravilha do FHC. Afinal, o governo dos EUA orienta as empreSas americanas a investirem dinheiro (publicidade e outros) nos meios de comunicação que são favoráveis a eles.

Os donos dos meios de comunicação GANHAM GRANA com esta diplomacia.

Os políticos do PSDB, DEM, PPS e outros ganham apoio dos meio de comunicação.

E o Brasil, nossa pátria, dança.

A esquerda ganhou as eleições em El Salvador. Um ótimo momento para quebrar o virtual monopólio americano sobre os bons negócios do país. Uma chance de vender produtos brasileiros, fazer negócios, criar vínculos comerciais e culturais.

É isto que o Lula está fazendo na América Central. Preparando o terreno para que os BONS NEGÓCIOS também venham para o Brasil.

Isto atrapalha os bons negócios dos americanos.

A imprensa conservadora sabe que deve continuar defender o interesse americano, para isto deve fazer pouco caso da política externa brasileira. Não pense que o motivo principal é ideológico. É grana! Muita grana!


Abaixo uma lista dos recursos disponíveis para a procura do avião da AIR FRANCE (recebido por email):

"As aeronaves brasileiras utilizadas são: -Uma aeronave Amazonas (SC-105 2810) pousada em Natal-RN, com previsão de decolagem às 02h50 (horário de Brasília) para realização de buscas; -Uma aeronave Hércules (C-130 2474) efetuou buscas no dia de hoje na área, sem detectar nenhum indício de localização do voo AFR 447, e pousou em Natal-RN às 22h35 (horário de Brasília); -Duas aeronaves Hércules (KC-130 2462 e C-130 2466) decolaram do Rio de Janeiro-RJ, com destino a Natal-RN, às 21h00 e 21h40 (horário de Brasília), respectivamente. As três aeronaves C-130 envolvidas na operação decolam de Natal-RN para continuidade das buscas às 03h (horário de Brasília); -Uma aeronave R-99 6751 decolou de Fernando de Noronha-PE às 22h35 (horário de Brasília), com destino à área de busca, para realização de padrões de busca com utilização do radar de abertura sintética, varredura eletrônica nas freqüências de transmissão do localizador de emergência (ELT) e, caso as condições sejam favoráveis, o FLIR (equipamento infravermelho); -Um avião Bandeirante de patrulha marítima (P-95 7100) que realizou a busca no dia de hoje na rota do vôo AFR 447, encontra-se em Fernando de Noronha-PE à disposição da coordenação do Salvaero Recife; -Uma aeronave Bandeirante SAR (SC-95 6545) pousado em Natal-RN à disposição do Salvaero Recife As aeronaves de outros países utilizadas são: -Uma aeronave francesa Falcon 50; -Uma aeronave americana P-3 Helicópteros: -Um helicóptero Blackhawk (H-60 8906) disponibilizado para resgate, pousado em Natal-RN; -Um helicóptero Super Puma (H-34 8731) disponibilizado para resgate; Navios: -Um navio patrulha “Grajaú”; -Um Corveta “Caboclo”; -Um Fragata “Constituição”.

Há uma clara diferença entre tratamento dispensado as vítimas pobres e o dedicado para as "outras" vítimas. O Brasil está a fazer uma distinção qualitativa entre as vítimas das regiões norte/nordeste e as da Airfrance. Isto é vergonhoso".

F. de O. R.


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sábado, 2 de maio de 2009

Comunicações: nossa pátria em perigo

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Um país dígno deve sempre ser nacionalista.

Em uma época em que as comunicações vão ganhando cada vez mais força e poder é preciso que todos os nacionalistas PRESTEM ATENÇÃO A ESTE SETOR.

Cada dia que passa estamos desnacionalizando mais esta área.

Veja como a CHINA reflete sobre este setor:

"O objetivo é montar um canal 24 horas de notícias em inglês, dobrar o número de escritórios estrangeiros pertencentes à sua agência de notícias oficial, Xinhua, e desenvolver um novo jornal diário em inglês. “Capacidade de comunicação determina influência”, enfatizou Li Changchun, chefe de propaganda da China, em dezembro do ano passado.

Na idade moderna, a nação que tiver métodos de comunicação mais avançados e capacidade de comunicação mais forte será a nação cuja cultura e valores centrais serão capazes de ser espalhados — e esta será a nação com mais poder de influenciar o mundo”, acrescentou.

O futuro canal será gerido pela agência de notícias Xinhua, que está sob a autoridade do Gabinete Central da Propaganda. Enquanto a “CNN Chinesa”, inspirada no canal de notícias árabes Al-Jazeera, deveria começar sua transmissão em um ou dois anos, o Global Times, o novo jornal diário pertencente à própria voz oficial do Partido Comunista, o Diário do Povo, imprimiu sua primeira edição na semana passada"
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Quais os valores o grupo sul-africano (que cresceu apoiando o regime racista de lá) dono da Editora Abril terá interesse em divulgar no Brasil?

Que tipo de político ele apoiará ou combaterá?

Pense bem!

É muito importante refletir sobre este fato.

As grandes empresas de telefonia estão espalhando seu poder pela internet, tv a cabo, e outras áreas. Qual canal de televisão que elas permitirão em suas Tvs a cabo?

Que tipo de interesse político elas apoiarão?

Nós, brasileiros, deveríamos agir como os chineses. Eles controlam com mãos de ferro as empresas estrangeiras, controlam se uma empresa chinesa pode ser vendida ou não.

Lá não tem esta babaquice ideológica de empresa estrangeira ser igual a empresa nacional.

Eles são um bom exemplo para nós, brasileiros.

Eles são nacionalistas.

Eles vão ser uma grande potência por serem nacionalistas.

Vamos seguir este bom exemplo.


O texto completo da matéria está aqui.


PS: é uma pena que a direita racional está ocupada em acusar os índios. Ela se aliou aos histéricos e discute o que os histéricos querem.


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sábado, 11 de abril de 2009

E o México? Como anda o exemplo de neoliberalismo?

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O México era o exemplo. De repente sumiu da mídia conservadora. Isto me chamou atenção e eu pensei: o país deve estar mal.

O México fez a lição de casa neoliberal. Abriu mão de um planejamento de país e entregou-se ao trabalho de produzir produtos baratos para os EUA.

Durante um período teve alguns benefícios, tal qual aquela prostituta novinha que é cortejada pelos fregueses. A ilusão acaba e o que acontece?

1) O narco-tráfico avança e domina parte importante do país.

2) O país volta ao FMI para um empréstimo de 40 bilhões de dólares.

3) Os níveis de pobreza aumentam.

4) O país já não tem quase nenhum poder de barganha em negociações internacionais, pois escancarou tudo para o capital estrangeiro.

Esta é a política que o Serra queria aplicar ao Brasil em 2002.

Um dos fetiches desta turma era o sistema de importação do país (México). Tem a vantagem de ser bem mais desburocratizado. Não importa muito o que é importado. O que vale é o peso do produto.

Imagina você tendo uma fábrica de um determinado produto, aí uma empresa internacional vende o mesmo produto abaixo do preço de produção. Você é sacaneado e vai a falância. Não há como proteger a indústria nacional, pois o que conta é o peso (estou simplificando para ser claro).

A indústria mexicana NATIVA foi a nocaute. Virou maquiladora: montadora. Hoje, no mundo, ninguém aposta um centavo no futuro do México.

O futuro está nos BRICs.

China: uma empresa estrangeira só instala no país com a autorização do governo, tendo sócios locais e garantindo transferência de tecnologia.

Índia: é um péssimo exemplo de neolibralismo. Financia fortemente determinados setores e fecha fortemente outros.

Rússia: o mesmo da Índia. E tem aumentado a força do estado na economia.

Brasil: segurou um pouco o neoliberalismo do governo FHC. Na minha opinião deveria ter retrocedido em várias áreas. Em algumas áreas deveria retroceder para ter o que negociar.

Por exemplo: não tem porque o BNDES financiar uma pequena empresa do interior do Brasil (cujos donos moram e gastam no país) pela mesma taxa de juros com que financia uma empresa estrangeira, como a Telefonica (por exemplo).

Não tem porque permitir a venda de terras no Brasil para estrangeiros.

Não tem porque permitir que estrangeiros invistam em escolas e universidades. São áreas estratégicas para a soberania de um país.

Não tem porque permitir a entrada de capital estrangeiro em jornais, rádios, revistas, tv a cabo, etc.

Vou dar um exemplo ideologia neoliberal e de sua máquina de propaganda. No governo FHC liberaram a entrada de capital estrangeiro na educação. Os jornais e revistas de sempre elogiaram a iniciativa. Diziam que ia aumentar a competição e que "faculdades" (como Havard) poderiam invstir no Brasil (melhorando o ensino). NÃO NEGOCIARAM NENHUMA CONTRAPARTIDA PARA ESTA LIBERALIZAÇÃO.

Foi puro entreguismo. Falta de planejamento. Falta de estratégia. Falta de amor à pátria.

Moral da história: até hoje o Brasil negocia a abertura de mercados para o nossos produtos agrícolas. Os países estrangeiros já tem acesso a quase todo mercado nacional, porque vão abrir os deles?

Moral da história 2: os poucos investimentos feitos por estrangeiros em educação foram de grupos mercenários e com baixíssima qualidade de ensino. Nada de Havard...

Esta é a moral do neoliberalismo.

Ainda bem que, por enquanto, ele está estagnado no Brasil.



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quarta-feira, 18 de março de 2009

Rede Record, Rede Globo e Folha de São Paulo e NACIONALISMO

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Fiquei sabendo que a circulação do jornal Folha de São Paulo diminuiu de 513 mil (1998) para 299 mil (2008). Uma queda enorme.

Com menos leitores o jornal torna-se mais dependente dos anunciantes. Principalmente dos grandes anunciantes. Os maiores anunciantes são governos e algumas empresas (boa parte delas multinacionais).

Quem tem dinheiro tem poder. Poder de influenciar juízes, jornalistas, políticos e a linha editorial de jornais.

A liberdade de imprensa acaba se tornando liberdade de quem tem dinheiro, pois custa muito caro manter um jornal.

Isto explica muitas notícias que saem na Folha de SP. E explica muitas notícias que DEIXAM de sair no jornal. Os assentamentos ligados ao MST produzem MILHÕES de toneladas de alimentos. Qual a probabilidade deste fato virar notícia, ser debatido e receber muitas reportagens? NENHUMA.

A imprensa conservadora depende cada vez mais, para sobreviver, de ser compromissada com os grandes interesses, principalmente do capital internacional.

Continuar a ter acesso a linhas do BNDES em igualdade de condições com pequenas e médias empresas genuinamente nacionais é um dos pontos que interessam ao grande capital internacional.

Imagine você: uma empresa de logística inglesa vem para o Brasil e começa a transportar carga. Ela tem acesso a linhas de créditos da mesma forma que uma pequena transportadora do interior. Advinha se a concorrência vai ser justa?

Moral da história: a classe média reclama de que está cada vez mais difícil montar pequenos negócios no Brasil. Elas acham que o problema é apenas os impostos e burocracia. Não, não é apenas isto. Os créditos mais baratos acabam indo, em grande parte, para financiar o grande capital. Um exemplo é a empresa Anglo-american (minérios) que veio para o Brasil e já "papou" alguns bilhões do BNDES. Tudo dentro da lei e com o apoio dos jornais conservadores que dependem das verbas destas grandes empresas.

Mudando de assunto: quem desafia a rede Globo? A rede Record. Acho que no final deve vencer a Record. A globo e outros vão fazer muita pressão para aumentar o capital estrangeiro na área de televisão. Querem ter sócios "fortes" para sobreviver.

Dois pontos:

1) muito pior que a hegemonia da Globo será uma possível hegemonia da Record (igreja universal). Bem pior que uma hegemonia Americana será uma hegemonia chinesa.

2) parece piada os estrategistas militares brasileiros acharem que o risco para nossa nação são as reservas indígenas. Quem é verdadeiramente nacionalista deve estar atento a alguns fatores:

- desnacionalização da imprensa e da TV, Tv a cabo, rádio, etc. Muito melhor do que invadir um país é fazer a cabeça da população para seguirem os interesses dos dominadores estrangeiros.

- desnacionalização da educação (escolas e universidades) - fazer a cabeça da juventude para acreditarem no que interessa aos outros países.

- acordos globais de empresas que não dão a mínima oportunidade de empresários brasileiros se mostrarem competentes e concorrerem de igual para igual. (Quem quiser um exemplo estudem o acordo entre a Motorola e a Manpower. A Manpower passou a cuidar da área de seleção de pessoal da Motorola e os empresários de Campinas, que faziam muito bem feito a tarefa, foram jogados NA LATA DO LIXO).

QUEM É VERDADEIRAMENTE NACIONALISTA DEVE PRESTAR MUITA ATENÇÃO AO QUE FOI DESCRITO NESTE TEXTO E PARAR DE FOCAR NOS ÍNDIOS QUE SÃO TÃO BRASILEIROS QUANTO NÓS.



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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Quem manda no Brasil são os brasileiros

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Ano passado, quando a França se recusou extraditar para a Itália um membro de um grupo de extrema esquerda Italiana todos os ministros italianos ficaram quietinhos.

Ficaram uns anjinhos.

Ficaram caladinhos.

Isto porque na França seriam tratados na "ponta da botina". Francês nenhum aceita que um estrangeiro venha reclamar de uma decisão de seu país.

Quem manda no Brasil somos nós brasileiros. Que fique claro isto.

Estrangeiro nenhum pode reclamar de nossas decisões.

É justo a oposição reclamar, que os brasileiros esbravejem, que os jornais brasileiros façam campanha contra o asilo de tal Battisti.

Italiano não!

Italiano tem que ficar caladinho.

Ainda mais este país FDP que não quis mandar o bandido do Cacciola de volta para o Brasil.

Leia o que os pilantras dizem: "as promessas de investimentos no País também se multiplicavam ... Em Roma, a embaixada brasileira recebeu até mesmo empresários interesses nos projetos do PAC, em especial na construção do trem-bala entre São Paulo e Rio de Janeiro".

Avisa os jornais do Brasil que já passou o tempo em que o Brasil precisava ficar de joelhos implorando investimento estrangeiro.

O Brasil é um país economicamente bom. É muito melhor investir aqui do que na Itália. Tanto é que o Brasil recebe MUITO mais investimento estrangeiro que a decadente Itália.

Se eles não quiserem investir não farão falta.

Aliás, a FIAT poderia ir embora do país. Certamente entraria em falência se fizesse isto. Isto mesmo, o grupo FIAT (um dos maiores da Itália) só sobrevive graças a seus negócios no Brasil. Por isto eles estão quietinhos.

Por isto é bom estes italianos babacas ficarem calados.

Quem manda no Brasil são os brasileiros.

Quando um brasileiro falar sobre o Brasil o italiano tem que ficar de bico fechado.

Eu tenho orgulho de defender meu país.

Ajude o Blog do Chicão a divulgar esta mensagem por todo o Brasil.




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segunda-feira, 16 de junho de 2008

As empresas estrangeiras e a CPMF (a arte de empobrecer um país)

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Um pouco antes da votação da CPMF eu escrevi este texto. Quem está acompanhando o noticiário econômico percebe que o Blog do Chicão acertou em cheio.

Leia abaixo o texto:

Nos últimos anos o Brasil se tornou um país atrativo para o investimento estrangeiro. O mercado interno e as condições macroeconômicas transformaram o Brasil num dos principais pólos de absorção do excesso de recursos financeiros do planeta. Isto significa que estas empresas conseguem dinheiro super barato para comprarem suas competidoras nacionais.

Depois de investir elas querem ter lucro e mandar para seus países de origem. Entre 2003 e 2006 as remessas destas empresas para suas matrizes no exterior foi de U$37,8 bilhões. Isto mesmo quase 38 bilhões de dólares.

Se acabar a CPMF elas poderão aumentar seus lucros e remeter mais dinheiro para fora do país. Isto mesmo: serão retirados bilhões da saúde e de outros programas sociais para que parte significativa deste dinheiro seja enviado para o exterior.
É uma boa troca para o país? Pense bem?

O que proponho:

- manutenção da CPMF

- eliminação de todos os impostos incidentes sobre o transporte público coletivo (ônibus, metrô, trens, etc)

- Taxas diferenciadas do BNDES para empresas estrangeiras, para que a diferença de juros seja investida em pequenas empresas e em cooperativas. Ex: empresa estrangeira paga 1% a mais de juros. Esta diferença será cobrada a menos de pequenas empresas e cooperativas. Como o total investido pelas grandes empresas multinacionais é grande, o desconto poderá ser bem maior do que 1%.

- Por fim, renovar o conceito de que o mercado interno do Brasil é patrimônio do povo Brasileiro e que para empresas estrangeiras o explorarem elas devem pagar por isto. Esta taxa poderia ser utilizada para a criação de um fundo de proteção ao meio ambiente.

Houve um tempo em que o Brasil tinha que se esforçar para buscar investimento estrangeiro. Hoje a realidade é outra. Está na hora de defendermos o patrimônio nacional.

Mas, é importante evitar o que aconteceu com a Ambev, que virou multinacional. Ou seja, todas as empresas de capital nacional e que seus sócios morem no Brasil, para terem acesso a crédito subsidiado ou a outros benefícios deveriam ter a obrigação de dar uma garantia jurídica ao povo brasileiro de não serem vendida a estrangeiros.

Está na hora de defendermos o Brasil.
Nosso maior patrimônio é nosso território e nosso mercado interno.


Observem como são as coisas na China:

“Para uma empresa se instalar na China ela tinha que ter autorização do governo, ter um sócio chinês, garantir transferência de tecnologia e ainda comprar produtos fabricados por empresas chinesas. Só instalavam na China empresas que eles queriam, nas condições que eles impunham. Uma diferença brutal com a realidade descrita pela imprensa burguesa brasileira.

Áreas inteiras do país estavam fechadas aos estrangeiros, setores inteiros da economia protegidos da concorrência predatória das multinacionais. Cada empresa que se instalava lá tinha que garantir vários benefícios para as empresas chinesas e aos empresários chineses. Que diferença do projeto neoliberal no Brasil! No Brasil se abriu toda a economia sem negociação de reciprocidade com as outras nações. Acabou com a diferenciação entre capital nacional e estrangeiro, não garantiu transferência de tecnologia, etc. Resultado: a China cresce e o Brasil patina”.

Do texto:
Golpe contra a classe média: fim da CPMF (leia no arquivo antigo do Blog do Chicão)

Observaram a diferença?
Agora é nossa vez de fazer a diferença...


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