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"O candidato do PSDB, José Serra, foi cobrado ontem por militares da reserva para expor na campanha o passado de sua adversária Dilma Rousseff (PT), em referência ao fato de a petista ter participado da luta armada contra a ditadura militar". O Dia
São militares da reserva, ou seja, que já "sairam" do quartel.
Sairam com a cabeça cheia da lavagem cerebral ideológica que sofreram.
Boa parte das Forças Armadas são assim: pagos com dinheiro de todos os brasileiros, prontos para defenderem uma ideologia de alguns brasileiros.
Isto tem que mudar!
É urgente que a democracia e o respeito a todas as idéias sejam cultivadas por este setor do serviço público.
No mais é importante lembrar que o nosso vizinho Uruguai elegeu um presidente que foi guerrilheiro. Ele governa na paz, e faz um ótimo governo.
Quem lutou contra a ditadura merece respeito e consideração, inclusive dos militares que a apoiaram.
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sábado, 28 de agosto de 2010
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Corrida armamentista NÃO!
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O Brasil quer comprar bastante submarinos, aviões, etc.
É um negócio de BILHÕES DE REAIS.
Que não servirá para nada.
Tudo isto é um "peidinho" frente as frotas dos EUA.
A Argentina, a Colombia, a Bolívia, Uruguai, Paraguai, Venezuela, e outros não estão sequer pensando em guerra contra nós.
Quem poderia vir aqui e querer se meter com nossa Pátria?
Os EUA.
Mas, para isto os americanos não precisam de armas. Basta dar dinheiro para a imprensa conservadora, comprar alguns políticos, jornalistas, juízes. Eles estão sempre de prontidão para defender os interesses dos EUA.
Na época da ditadura, e atualmente tambémos, EUA compraram a consciência de muitos militares.
Os EUA usam ideologia e dinheiro para influenciar o Brasil.
Bom, vamos supor que os EUA resolvam dominar o pré-sal. Eles terão que invadir o Brasil. Neste caso todos estes equipamentos militares não servirão para nada.
Quem venceu os EUA não usou a guerra convencional.
No Vietnam os EUA levaram um cacete.
No Afeganistão está apanhando.
Ou seja, é muito mais interessante fazer como o Chaves fez. Comprar milhares de armas e em caso de necessidade distribuir para a população.
Os 100 mil fuzis que o Chaves comprou dá mais medo nos EUA do que os aviões brasileiros.
Sabe porque?
Porque os americanos sabem lidar melhor com a guerra convencional, do que com a guerra de "porta em porta".
Se os EUA invadirem a Venezuela terão tanta baixa de soldados que eles já desistiram desta idéia.
Este deveria ser o caminho do Brasil.
Temos que treinar militares para entrarem nos EUA e fazerem sabotagem (lógico, que em caso de guerra). Temos que treinar militares para matar cada um dos americanos que ousarem pisar em nosso solo sagrado com a finalidade de guerra.
Fora isto, devemos gastar nosso dinheiro para promover a paz, a educação, a saúde. Para ajudar quem precisa, fazer caridade.
O Brasil será forte o dia em que se desenvolver e for um país que promova uma cultura de paz em todo o planeta.
Neste sentido devemos buscar a amizade e a paz com todos os países, inclusive com o povo que mais adora guerra neste planeta, que é o povo americano.
PS: a solução que aponto aqui é muito mais barata. Não precisa investir quase nada e ainda dá para cortar o orçamento de defesa do Brasil para um quarto do que é hoje.
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O Brasil quer comprar bastante submarinos, aviões, etc.
É um negócio de BILHÕES DE REAIS.
Que não servirá para nada.
Tudo isto é um "peidinho" frente as frotas dos EUA.
A Argentina, a Colombia, a Bolívia, Uruguai, Paraguai, Venezuela, e outros não estão sequer pensando em guerra contra nós.
Quem poderia vir aqui e querer se meter com nossa Pátria?
Os EUA.
Mas, para isto os americanos não precisam de armas. Basta dar dinheiro para a imprensa conservadora, comprar alguns políticos, jornalistas, juízes. Eles estão sempre de prontidão para defender os interesses dos EUA.
Na época da ditadura, e atualmente tambémos, EUA compraram a consciência de muitos militares.
Os EUA usam ideologia e dinheiro para influenciar o Brasil.
Bom, vamos supor que os EUA resolvam dominar o pré-sal. Eles terão que invadir o Brasil. Neste caso todos estes equipamentos militares não servirão para nada.
Quem venceu os EUA não usou a guerra convencional.
No Vietnam os EUA levaram um cacete.
No Afeganistão está apanhando.
Ou seja, é muito mais interessante fazer como o Chaves fez. Comprar milhares de armas e em caso de necessidade distribuir para a população.
Os 100 mil fuzis que o Chaves comprou dá mais medo nos EUA do que os aviões brasileiros.
Sabe porque?
Porque os americanos sabem lidar melhor com a guerra convencional, do que com a guerra de "porta em porta".
Se os EUA invadirem a Venezuela terão tanta baixa de soldados que eles já desistiram desta idéia.
Este deveria ser o caminho do Brasil.
Temos que treinar militares para entrarem nos EUA e fazerem sabotagem (lógico, que em caso de guerra). Temos que treinar militares para matar cada um dos americanos que ousarem pisar em nosso solo sagrado com a finalidade de guerra.
Fora isto, devemos gastar nosso dinheiro para promover a paz, a educação, a saúde. Para ajudar quem precisa, fazer caridade.
O Brasil será forte o dia em que se desenvolver e for um país que promova uma cultura de paz em todo o planeta.
Neste sentido devemos buscar a amizade e a paz com todos os países, inclusive com o povo que mais adora guerra neste planeta, que é o povo americano.
PS: a solução que aponto aqui é muito mais barata. Não precisa investir quase nada e ainda dá para cortar o orçamento de defesa do Brasil para um quarto do que é hoje.
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Jornalismo lambe-botas
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Tem gente que acha que é conto da carochinha. Ou que a gente exagera. Pois na noite desta quarta-feira, dia 5 de agosto de 2009, a TV Globo e William Waack mostraram que não. Poucas vezes vi uma matéria tão subserviente ao imperialismo. Poucas vezes um jornalista se curvou tanto. Se é que se pode usar o termo; jornalista, pra mim, é outra coisa. Na verdade, faltou pouco pro WW pedir um autógrafo ao general estadunidense. É realmente lamentável a cena. O apresentador (este sim, um termo mais apropriado) que enche a boca para esculhambar trabalhadores e favelados brasileiros, se derrete todinho para o assessor de Obama. Olheiras, talvez de quem não tenha dormido pensando na entrevista, perguntinhas vagabundas e, no final, um sorriso emocionado, agradecendo a oportunidade pelo momento. E tudo falado em inglês, claro, a língua do dominador.
A matéria propriamente dita (leia/assista aqui - veja o link no blog Fazendo Média) faz parecer um grandissíssimo negócio permitir que os EUA explorem o pré-sal brasileiro, avaliado na ordem de trilhões de dólares. Em troca, receberíamos ajuda militar. Que grande bênção! Waack, por exemplo, descreve os marines como “a tropa mais aguerrida dos EUA”. Que o digam os civis iraquianos mutilados de hoje, ou os vietnamitas de ontem…
O WW ainda arruma espaço para atacar Hugo Chávez... ( o texto inteiro está aqui)
Nota do Chicão:
O Wiliam Wack é funcionário que para manter o emprego tem que fazer o que manda o dono da empresa.
O problema é que televisão é uma concessão pública e deveria ser regulada por interesses públicos. Esta situação em que um bem público, a concessão, serve a interesses particularees tem que mudar.
Venho dizendo aqui que o maior risco para nosso povo e nossa pátria é o avanço de empresas estrangeiras no mercado de mídias. E também a possibilidade de estrangeiros investirem em educação.
A Rede Globo, fadada a decadência por falta de grana (decadência lenta e constante) para acompanhar as mudanças tecnológicas, sabe que a saída é formar sólidas alianças com grupos de mídia estrangeiros.
Para surgir e crescer a rede Globo recebeu não só apoio financeiro da ditadura, mas também de empresas estrangeiras.
A aliança entre esta família Marinho e os interesses estrangeiros são longos, sólidos e LUCRATIVOS.
Uma das prioridades de todos os nacionalistas deve ser acabar com as grandes redes e pulverizar as concessões entre entidades civis, ongs e estrutura pública.
Devemos proteger nosso país.
Nosso futuro e o futuro de nossos filhos dependem de defendermos nossa pátria. Defender sem militarismo, com leis e regras que privilegiem quem é brasileiro, mora e trabalha aqui.
Não é possível que grandes empresas, como a Telefonica, tenham acesso privilegiado a fincenciamentos baratíssimos e os brasileiros não tenham acesso a estas linhas de crédito.
Este é só um exemplo do que nós, nacionalistas, temos que mudar.
Temos que mudar esta lei que considera uma empresa estrangeira tão brasileira quanto uma empresa constituída e administrada por brasileiros que morem aqui, e que assumam o compromisso de não desnacionalizar a empresa agora e no futuro.
Pessoas, como esta família Marinho e seus funcionários, são capazes de muita coisa por dinheiro.
Devemos ter cuidado com eles.
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Tem gente que acha que é conto da carochinha. Ou que a gente exagera. Pois na noite desta quarta-feira, dia 5 de agosto de 2009, a TV Globo e William Waack mostraram que não. Poucas vezes vi uma matéria tão subserviente ao imperialismo. Poucas vezes um jornalista se curvou tanto. Se é que se pode usar o termo; jornalista, pra mim, é outra coisa. Na verdade, faltou pouco pro WW pedir um autógrafo ao general estadunidense. É realmente lamentável a cena. O apresentador (este sim, um termo mais apropriado) que enche a boca para esculhambar trabalhadores e favelados brasileiros, se derrete todinho para o assessor de Obama. Olheiras, talvez de quem não tenha dormido pensando na entrevista, perguntinhas vagabundas e, no final, um sorriso emocionado, agradecendo a oportunidade pelo momento. E tudo falado em inglês, claro, a língua do dominador.
A matéria propriamente dita (leia/assista aqui - veja o link no blog Fazendo Média) faz parecer um grandissíssimo negócio permitir que os EUA explorem o pré-sal brasileiro, avaliado na ordem de trilhões de dólares. Em troca, receberíamos ajuda militar. Que grande bênção! Waack, por exemplo, descreve os marines como “a tropa mais aguerrida dos EUA”. Que o digam os civis iraquianos mutilados de hoje, ou os vietnamitas de ontem…
O WW ainda arruma espaço para atacar Hugo Chávez... ( o texto inteiro está aqui)
Nota do Chicão:
O Wiliam Wack é funcionário que para manter o emprego tem que fazer o que manda o dono da empresa.
O problema é que televisão é uma concessão pública e deveria ser regulada por interesses públicos. Esta situação em que um bem público, a concessão, serve a interesses particularees tem que mudar.
Venho dizendo aqui que o maior risco para nosso povo e nossa pátria é o avanço de empresas estrangeiras no mercado de mídias. E também a possibilidade de estrangeiros investirem em educação.
A Rede Globo, fadada a decadência por falta de grana (decadência lenta e constante) para acompanhar as mudanças tecnológicas, sabe que a saída é formar sólidas alianças com grupos de mídia estrangeiros.
Para surgir e crescer a rede Globo recebeu não só apoio financeiro da ditadura, mas também de empresas estrangeiras.
A aliança entre esta família Marinho e os interesses estrangeiros são longos, sólidos e LUCRATIVOS.
Uma das prioridades de todos os nacionalistas deve ser acabar com as grandes redes e pulverizar as concessões entre entidades civis, ongs e estrutura pública.
Devemos proteger nosso país.
Nosso futuro e o futuro de nossos filhos dependem de defendermos nossa pátria. Defender sem militarismo, com leis e regras que privilegiem quem é brasileiro, mora e trabalha aqui.
Não é possível que grandes empresas, como a Telefonica, tenham acesso privilegiado a fincenciamentos baratíssimos e os brasileiros não tenham acesso a estas linhas de crédito.
Este é só um exemplo do que nós, nacionalistas, temos que mudar.
Temos que mudar esta lei que considera uma empresa estrangeira tão brasileira quanto uma empresa constituída e administrada por brasileiros que morem aqui, e que assumam o compromisso de não desnacionalizar a empresa agora e no futuro.
Pessoas, como esta família Marinho e seus funcionários, são capazes de muita coisa por dinheiro.
Devemos ter cuidado com eles.
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Negócios militares drenam dinheiro da educação
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Na época da guerra do Vietnan surgiu um lema pacifista que era assim: "imagine se houvesse uma guerra e ninguém aparecesse para lutar".
Milhares de jovens no mundo seguiram este lema e não apareceram para lutar.
Isto é pacifismo.
Mas, pacifismo não dá dinheiro. Principalmente para aqueles acostumados a produzir armas. E a usar armas para ter tecnologia e assim incentivar indústrias de fins civis.
Entendeu? Funciona assim: o governo dos EUA, por exemplo, investe bilhões em encomendas para as indústrias locais ESCOLHIDAS "A DEDO". Com as encomendas, com os incentivos fiscais, elas investem em inovação tecnológica. Depois, parte destas inovações se transformam em produtos que eles vendem nos mercados internacionais.
Hoje o governo dos EUA é militar dependente. Sem esta estratégia o país perde muito e apressa sua decadência (que os gênios da revista Veja juram que é pura intriga de esquerdistas).
Como justificar o militarismo?
Criando problemas e insegurança.
A guerra contra o Sadam foi um exemplo.
Agora querem trazer insegurança para a América Latina. Os EUA querem rechear a Colômbia de bases militares.
O que os outros países vão fazer?
Vão se armar para se sentirem menos inseguros. Vão gastar dinheiro para comprar armas. Dinheiro que poderia ir para a educação.
Quem fica feliz com isto são os comerciantes de armas. E o governo dos EUA que é militar dependente.
Quem fica feliz com isto são os malucos que acham que defender nossa pátria é só comprar armas. Se esquecem que o maior perigo para nossa soberania está em empresas estrangeiras investirem em educação e em jornais, rádios, internet e Tvs. Muito melhor do que ocupar um país é fazer a cabeça da sua população para defenderem o interesse estrangeiro.
Leia a notícia abaixo:
Colômbia vai ceder 7 bases aos EUA
Decisão de ampliar instalações militares à disposição do Pentágono irrita vizinhos; acordo ainda não foi fechado
O acordo discutido entre Washington e Bogotá deverá permitir que as forças americanas utilizem sete e não apenas três bases militares da Colômbia, disse ontem o comandante das Forças Armadas colombianas e ministro interino da Defesa, general Freddy Padilla. O anúncio foi feito em meio ao início de um giro do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, pelos países da região para explicar os objetivos do acordo militar.
Até então, a Colômbia havia confirmado a intenção de ceder apenas três bases aos EUA: Malambo, Palanquero e Apiay. As novidades estão no anúncio das bases do Exército de Tolemaida e Larandia e das bases navais de Cartagena e Bahía Málaga.
"Serão três bases aéreas, duas bases do Exército e duas bases navais", confirmou Padilla, na abertura de uma conferência sobre segurança regional, na cidade colombiana de Cartagena de Índias, da qual participam representantes de nove países, entre eles o chefe do Comando Sul dos EUA, general Douglas Fraser.
"É importante deixar claro que ainda não temos nenhum tipo de acordo", disse Fraser. A prudência do general deve-se à resistência que os países da região - o Brasil à frente - manifestaram à assinatura do acordo, o que obrigou tanto a Colômbia quanto os EUA a visitarem diversos países-membros da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) para explicar suas intenções.
O rechaço ao acordo teve início com a Venezuela e o Equador. Ambos temem que os EUA possam, a partir das bases colombianas, lançar operações aéreas contra países vizinhos.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090805/not_imp413734,0.php
Leia também:
Brasil gasta mais em armamentos
EUA - 40% dos impostos vão para militares
Um novo militarismo
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Na época da guerra do Vietnan surgiu um lema pacifista que era assim: "imagine se houvesse uma guerra e ninguém aparecesse para lutar".
Milhares de jovens no mundo seguiram este lema e não apareceram para lutar.
Isto é pacifismo.
Mas, pacifismo não dá dinheiro. Principalmente para aqueles acostumados a produzir armas. E a usar armas para ter tecnologia e assim incentivar indústrias de fins civis.
Entendeu? Funciona assim: o governo dos EUA, por exemplo, investe bilhões em encomendas para as indústrias locais ESCOLHIDAS "A DEDO". Com as encomendas, com os incentivos fiscais, elas investem em inovação tecnológica. Depois, parte destas inovações se transformam em produtos que eles vendem nos mercados internacionais.
Hoje o governo dos EUA é militar dependente. Sem esta estratégia o país perde muito e apressa sua decadência (que os gênios da revista Veja juram que é pura intriga de esquerdistas).
Como justificar o militarismo?
Criando problemas e insegurança.
A guerra contra o Sadam foi um exemplo.
Agora querem trazer insegurança para a América Latina. Os EUA querem rechear a Colômbia de bases militares.
O que os outros países vão fazer?
Vão se armar para se sentirem menos inseguros. Vão gastar dinheiro para comprar armas. Dinheiro que poderia ir para a educação.
Quem fica feliz com isto são os comerciantes de armas. E o governo dos EUA que é militar dependente.
Quem fica feliz com isto são os malucos que acham que defender nossa pátria é só comprar armas. Se esquecem que o maior perigo para nossa soberania está em empresas estrangeiras investirem em educação e em jornais, rádios, internet e Tvs. Muito melhor do que ocupar um país é fazer a cabeça da sua população para defenderem o interesse estrangeiro.
Leia a notícia abaixo:
Colômbia vai ceder 7 bases aos EUA
Decisão de ampliar instalações militares à disposição do Pentágono irrita vizinhos; acordo ainda não foi fechado
O acordo discutido entre Washington e Bogotá deverá permitir que as forças americanas utilizem sete e não apenas três bases militares da Colômbia, disse ontem o comandante das Forças Armadas colombianas e ministro interino da Defesa, general Freddy Padilla. O anúncio foi feito em meio ao início de um giro do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, pelos países da região para explicar os objetivos do acordo militar.
Até então, a Colômbia havia confirmado a intenção de ceder apenas três bases aos EUA: Malambo, Palanquero e Apiay. As novidades estão no anúncio das bases do Exército de Tolemaida e Larandia e das bases navais de Cartagena e Bahía Málaga.
"Serão três bases aéreas, duas bases do Exército e duas bases navais", confirmou Padilla, na abertura de uma conferência sobre segurança regional, na cidade colombiana de Cartagena de Índias, da qual participam representantes de nove países, entre eles o chefe do Comando Sul dos EUA, general Douglas Fraser.
"É importante deixar claro que ainda não temos nenhum tipo de acordo", disse Fraser. A prudência do general deve-se à resistência que os países da região - o Brasil à frente - manifestaram à assinatura do acordo, o que obrigou tanto a Colômbia quanto os EUA a visitarem diversos países-membros da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) para explicar suas intenções.
O rechaço ao acordo teve início com a Venezuela e o Equador. Ambos temem que os EUA possam, a partir das bases colombianas, lançar operações aéreas contra países vizinhos.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090805/not_imp413734,0.php
Leia também:
Brasil gasta mais em armamentos
EUA - 40% dos impostos vão para militares
Um novo militarismo
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quarta-feira, 29 de julho de 2009
Um almirante na mira da polícia
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Dono de um iate de R$ 3 milhões, Euclides Matos, ex-chefe do Estado-Maior, é acusado num esquema de importações subfaturadas
Em 44 anos de carreira na Marinha, o almirante Euclides Duncan Janot de Matos ocupou vários cargos importantes, chefiou o Estado-Maior da Armada e foi apontado, em 2007, como candidato a comandante da Força. Atualmente na reserva, Matos acabou por ter seu nome e seus títulos manchados no dia 30 de junho, quando se tornou o primeiro oficial quatro estrelas das Forças Armadas brasileiras preso por crime comum.
Foi fisgado na Operação Luxo, da Polícia Federal do Ceará, junto com os donos do estaleiro Inace (Indústria Naval do Ceará) e da empresa Marimar. Todos são acusados de integrar um esquema de importação ilegal de artigos subfaturados. O ponto de partida foi uma denúncia oferecida em 2006 pelo Ministério Público Federal do Ceará. Nela, Matos é acusado de receber de presente o Bucaneiro, um trawler (espécie de superiate), por intermediar ilegalmente negócios do Inace com a Marinha.
Naquele ano, o estaleiro fechou contratos no valor de R$ 103 milhões para construir navios-patrulha. Agora, a PF acusa o almirante de ajudar a fraudar licitações da Marinha e da Petrobras. Recentemente, ele trocou o Bucaneiro por outro barco, ainda maior, registrado em nome de sua empresa: é o Safira, embarcação de 75 pés (22,86 m), também fabricada pelo Inace, avaliada em R$ 3 milhões.
No esquema descoberto pela PF, as empresas importavam peças e equipamentos destinados à construção de embarcações civis e militares. Os contêineres transportavam também artigos supérfluos de luxo. Tudo era subfaturado. "Na nota fiscal falsa, um relógio importado por quatro mil euros aparecia como se tivesse sido adquirido por cerca de US$ 100", explicou o delegado da PF Cláudio Joventino, que coordenou as apurações. Dessa forma, as empresas enganavam a alfândega brasileira, que cobrava impostos com base em valores equivalentes a 5% do custo real, lançados nos documentos falsificados. (Defesa Brasil)
Nota do Chicão:
A dificuldade de dizer não ao que é errado é um traço cultural brasileiro.
Atinge militares, civis, homens, mulheres, jovens, velhos...
Dizer não ao que é errado e aprender a viver bem sendo 100% honesto é um desafio.
Nós podemos vencer este desafio como pessoas e ajudar o Brasil a melhorar fazendo parte de grupos que pregem e pratiquem a honestidade.
Certamente quando o ser humano for grato ele terá maiores facilidades em ser honesto. Pois quem cultiva a gratidão cultiva a satisfação. Este sabe valorizar o que tem e o que pode usufruir. Para quem é grato o que falta não é o centro da vida.
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Dono de um iate de R$ 3 milhões, Euclides Matos, ex-chefe do Estado-Maior, é acusado num esquema de importações subfaturadas
Em 44 anos de carreira na Marinha, o almirante Euclides Duncan Janot de Matos ocupou vários cargos importantes, chefiou o Estado-Maior da Armada e foi apontado, em 2007, como candidato a comandante da Força. Atualmente na reserva, Matos acabou por ter seu nome e seus títulos manchados no dia 30 de junho, quando se tornou o primeiro oficial quatro estrelas das Forças Armadas brasileiras preso por crime comum.
Foi fisgado na Operação Luxo, da Polícia Federal do Ceará, junto com os donos do estaleiro Inace (Indústria Naval do Ceará) e da empresa Marimar. Todos são acusados de integrar um esquema de importação ilegal de artigos subfaturados. O ponto de partida foi uma denúncia oferecida em 2006 pelo Ministério Público Federal do Ceará. Nela, Matos é acusado de receber de presente o Bucaneiro, um trawler (espécie de superiate), por intermediar ilegalmente negócios do Inace com a Marinha.
Naquele ano, o estaleiro fechou contratos no valor de R$ 103 milhões para construir navios-patrulha. Agora, a PF acusa o almirante de ajudar a fraudar licitações da Marinha e da Petrobras. Recentemente, ele trocou o Bucaneiro por outro barco, ainda maior, registrado em nome de sua empresa: é o Safira, embarcação de 75 pés (22,86 m), também fabricada pelo Inace, avaliada em R$ 3 milhões.
No esquema descoberto pela PF, as empresas importavam peças e equipamentos destinados à construção de embarcações civis e militares. Os contêineres transportavam também artigos supérfluos de luxo. Tudo era subfaturado. "Na nota fiscal falsa, um relógio importado por quatro mil euros aparecia como se tivesse sido adquirido por cerca de US$ 100", explicou o delegado da PF Cláudio Joventino, que coordenou as apurações. Dessa forma, as empresas enganavam a alfândega brasileira, que cobrava impostos com base em valores equivalentes a 5% do custo real, lançados nos documentos falsificados. (Defesa Brasil)
Nota do Chicão:
A dificuldade de dizer não ao que é errado é um traço cultural brasileiro.
Atinge militares, civis, homens, mulheres, jovens, velhos...
Dizer não ao que é errado e aprender a viver bem sendo 100% honesto é um desafio.
Nós podemos vencer este desafio como pessoas e ajudar o Brasil a melhorar fazendo parte de grupos que pregem e pratiquem a honestidade.
Certamente quando o ser humano for grato ele terá maiores facilidades em ser honesto. Pois quem cultiva a gratidão cultiva a satisfação. Este sabe valorizar o que tem e o que pode usufruir. Para quem é grato o que falta não é o centro da vida.
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segunda-feira, 29 de junho de 2009
Golpe de Estado em Honduras - a imprensa conservadora brasileira está de que lado?
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Noite de domingo. Mais uma vez, o fantasma dos golpes de Estado paira sobre a América Latina. É a vez de Honduras. Num primeiro momento, pela internet é possível ver de que lado ficaram os governos, os organismos multilaterais e a mídia.
Aqui vai a lista de apenas alguns dos que condenaram o golpe de Estado em Honduras:
Barack Obama
Hillary Clinton
Bill Clinton
Hugo Chávez
Evo Morales
Lula
Cristina de Kirchner
Rafael Correa
Michelle Bachelet
OEA
ONU
União Européia
Agora, a lista (eloqüente) de alguns dos que apoiaram ou trataram como “legal” o golpe de Estado hondurenho:
Portal G1 (Globo)
UOL (Folha)
Estadão.com.br
IG
Terra
Ricardo Noblat
Reinaldo Azevedo
do Blog Cidadania.com
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Noite de domingo. Mais uma vez, o fantasma dos golpes de Estado paira sobre a América Latina. É a vez de Honduras. Num primeiro momento, pela internet é possível ver de que lado ficaram os governos, os organismos multilaterais e a mídia.
Aqui vai a lista de apenas alguns dos que condenaram o golpe de Estado em Honduras:
Barack Obama
Hillary Clinton
Bill Clinton
Hugo Chávez
Evo Morales
Lula
Cristina de Kirchner
Rafael Correa
Michelle Bachelet
OEA
ONU
União Européia
Agora, a lista (eloqüente) de alguns dos que apoiaram ou trataram como “legal” o golpe de Estado hondurenho:
Portal G1 (Globo)
UOL (Folha)
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Reinaldo Azevedo
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terça-feira, 5 de agosto de 2008
concordo e assino embaixo
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Recebi este email:
"O Brasil gasta um dinheirão com os militares e eles nem querem policiar o RJ.
Está na hora de esquecer torturadores (disso Deus dá conta) e DIMINUIR a quantidade de militares. Investir em uma força policial nacional e uma força para proteção do meio ambiente".
Nota do Chicão:
Eu concordo. O governo do Brasil gasta mais com os militares que com educação. Isto é um evidente exagero.
Os militares passam para a reserva cedo (reserva é uma espécie de aposentadoria precoce). Um bom exemplo é o "astronauta brasileiro", militar que com 40 e poucos anos passou para a reserva a fim de desfrutar financeiramente de sua fama.
Filha solteira de militar herda a aposentadoria do pai/mãe, como se ainda vivêssemos na década de 50.
Moral da história: um gasto brutal com militares aposentados. Um gasto brutal com militares morando e trabalhando no RJ, SP e RS.
Enquanto isto dois problemas mais urgentes para o Brasil não são solucionados: o problema da segurança pública e da defesa do meio ambiente.
Diminuir a quantidade de militares ou transferir parte para cuidar de nossas reservas ambientais e para combater o crime é URGENTÍSSIMO.
Do jeito que está hoje é muito gasto para pouco retorno para o país.
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Recebi este email:
"O Brasil gasta um dinheirão com os militares e eles nem querem policiar o RJ.
Está na hora de esquecer torturadores (disso Deus dá conta) e DIMINUIR a quantidade de militares. Investir em uma força policial nacional e uma força para proteção do meio ambiente".
Nota do Chicão:
Eu concordo. O governo do Brasil gasta mais com os militares que com educação. Isto é um evidente exagero.
Os militares passam para a reserva cedo (reserva é uma espécie de aposentadoria precoce). Um bom exemplo é o "astronauta brasileiro", militar que com 40 e poucos anos passou para a reserva a fim de desfrutar financeiramente de sua fama.
Filha solteira de militar herda a aposentadoria do pai/mãe, como se ainda vivêssemos na década de 50.
Moral da história: um gasto brutal com militares aposentados. Um gasto brutal com militares morando e trabalhando no RJ, SP e RS.
Enquanto isto dois problemas mais urgentes para o Brasil não são solucionados: o problema da segurança pública e da defesa do meio ambiente.
Diminuir a quantidade de militares ou transferir parte para cuidar de nossas reservas ambientais e para combater o crime é URGENTÍSSIMO.
Do jeito que está hoje é muito gasto para pouco retorno para o país.
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quinta-feira, 22 de maio de 2008
TCU: oficiais do Exército são condenados por fraude

Publicada em 21/05/2008 às 20h43m O Globo
BRASÍLIA - O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou sete oficiais do Exército a devolverem ao Tesouro Nacional R$ 2.081.311,63 (valor atualizado) por fraude no sistema de pagamentos do Exército.
De acordo com a nota divulgada pelo TCU, o programa de informática do Centro de Pagamento do Exército (CPEx) foi alterado e 55 pensionistas foram incluídos de forma irregular na folha de pagamentos. Há indícios de que os beneficiados sejam parentes dos oficiais envolvidos na fraude.
Segundo o TCU, os responsáveis também foram multados individualmente e inabilitados para exercerem cargo em comissão ou função de confiança na administração pública. As multas variam de R$ 50 mil a R$ 30 mil, e os militares têm 15 dias para comprovar o recolhimento dos valores ao Tesouro Nacional.
Nota do Chicão: Militares são seres humanos que possuem as mesmas qualidades e defeitos que os civis.
São funcionários públicos, iguais aos outros.
Uma maioria é honesta, alguns são desonestos.
Existem os trabalhadores e existem os preguiçosos.
Numa época em que um setor (pequeno) da sociedade brasileira deseja trocar a democracia pela intervenção militar é importante lembrar de notícias como esta.
A democracia deve ser respeitada sempre.
Aqueles que perdem as eleições devem ter paciência e esperar a próxima eleição.
Enquanto isto devem fazer oposição.
E, deveriam, estudar os problemas e soluções do Brasil.
Desta forma evitariam a loucura que foi nas eleições de 2006 quando o "programa" de governo do Geraldo Alckmin ficou pronto alguns dias antes das eleições.
Na realidade o tal "programa" nada mais era que um amontoado de tintas no papel.
O Brasil precisa de mais estudo, mais propostas racionais e bem embasadas.
Estes estudos, quando sérios, demandam tempo.
Tempo que a oposição e a sociedade civil possuem para proporem BOAS IDÉIAS, boas idéias bem embasadas para o país.
Todos ganham com isto.
Porém, se a oposição se reduzir a um XILIQUE CONTÍNUO ninguém ganha com isto.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Um novo militarismo

Não só os EUA, mas todo o planeta está passando por um novo militarismo.
Um governo supostamente de esquerda como o de Chaves
investe bilhões em armamentos.
E oferece discurso para os que querem "defender" o Brasil.
Dinheiro que poderia ser usado para o progresso do Brasil é desperdiçado no gasto exagerado com o militarismo.
O pior: há uma enorme pressão para aumentar este gasto.
Os países mais poderosos são os mais ricos
e não os mais militarizados.
São os que são nacionalistas na ECONOMIA.
Não os que possuem as melhores bombas.
Não os que possuem as melhores bombas.
A antiga URSS foi a falência, em parte, devido a corrida armamentista.
A Russia e as outras ex-repúblicas soviéticas tiveram que reduzir brutalmente os gastos militares.
E investir em infra-estrutura, educação e saúde.
Por terem escolhido este caminho começaram a crescer novamente.
Menos gastos militares, mais dinheiro onde realmente interessa.
Angola reduziu os gastos militares,
foi o país que mais cresceu no planeta em 2007.
Os exemplos são muitos.
O Brasil não pode embarcar nesta furada que é aumentar os gastos militares.
O que já é investido deve ser direcionado para as necessidades mais básicas de defesa.
O Brasil é o país do desperdício do dinheiro público.
Nas forças armadas existe muito desperdício também.
Administrar melhor o dinheiro público é uma necessidade
no judiciário, executivo, legislativo e nas forças armadas.
O Brasil não pode embarcar nesta furada que é aumentar os gastos militares.
O que já é investido deve ser direcionado para as necessidades mais básicas de defesa.
O Brasil é o país do desperdício do dinheiro público.
Nas forças armadas existe muito desperdício também.
Administrar melhor o dinheiro público é uma necessidade
no judiciário, executivo, legislativo e nas forças armadas.
Aumentar gastos em militarismo só servirá para retirar dinheiro de outras áreas que estão muito carentes de recursos, como a saúde.
Primeiro de maio,
dia de liberdade,
dia de luta para que os recursos públicos beneficiem os mais humildes.
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