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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Tecnologia é o que garante o progresso de um país

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"Durante sua campanha em 2008, o então candidato Barack Obama falou em tom alarmante sobre a ameaça dessa concorrência acadêmica para a competitividade dos EUA. "Se quisermos continuar construindo os carros do futuro aqui não podemos nos permitir ver o número de doutorados em engenharia aumentando na China, na Coreia do Sul e no Japão, ao mesmo tempo que se observa uma queda aqui nos EUA", declarou Obama".

Esta é a competitivdade real da economia.

É por aí que se vence a guerra da concorrência pelo progresso.

No Brasil, a agenda dos conservadores se foca em tirar direitos trabalhistas e em assuntos irrelevantes como a "autonomia" do Banco Central.

Quando o governo do PT planejou o pré-sal, administrado pela Petrobras, foi por motivos nacionalistas e de dinheiro.

Mas, foi principalmente porque sabe que o desenvolvimento de tecnologias é a parte mais nobre da concorrência entre as nações.

Para tanto deve-se ter escala. E deve-se ter empresas que garantam a compra e o uso da tecnologia.

A NASA, agência espacial Norte Americana, tem esta função: ela encomenda e compra inovações tecnológicas de empresas americanas (tente vender para eles... americano é neoliberal no Brasil e nacionalista lá nos EUA).

As forças armadas também tem esta função, e vários outros órgãos de governo.

Se é assim em todo o mundo, porque não é assim no Brasil?

Porque aqui os conservadores são burros e de mente colonizada.

O texto de onde tirei a citação é este (vale a pena ler): http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-grande-disputa-por-cerebros#more



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sábado, 17 de julho de 2010

Lixo tecnológico: seus metais pesados (tóxicos) são um problemão

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" ... a geração de lixo continua crescendo (7% em 2009) e quase metade do lixo coletado no País (mais de 1 kg diário por pessoa, na média) continua sendo levada para lixões, 70% dos municípios dão destinação inadequada aos resíduos e a reciclagem total não passa de 12% do total recolhido, segundo a Abrelpe, a associação das empresas do setor.

A logística reversa para produtos eletrônicos, pilhas, baterias e pneus, entre outros itens, é vital, já que o Brasil descarta a cada ano 1 milhão de computadores (produz 12 milhões por ano); 82 em 100 pessoas têm telefone celular (que contém metais tóxicos) e a vida média útil de cada aparelho é de três a cinco anos".


Imagine a cena: depois de dezenas de anos enterrando o lixo, Ribeirão Preto descobre que a água do seu sub-solo está contaminada.
 
Toda água da cidade é retirada do sub-solo. Água de beber, de tomar banho, de lavar roupa, etc.
 
Esta cena ainda não aconteceu. Ainda não, mas vai acontecer. Segundo os especialistas é questão de tempo.
 
O principal risco é o lixo tecnológico e as pilhas/baterias.
 
Este risco ocorre em todo o Brasil. Será muito mais caro tentar resolver depois do problema estabelecido, do que evitá-lo hoje.
 
É importante, importantíssimo, exigir o retorno destas pilhas, baterias e de todo lixo tecnológico. Isto se chama logística reversa.
 
Deve haver obrigatoriedade e punição.
 
Sem mexer no bolso das pessoas e empresas vai ser difícil implantar a reciclagem total destas sucatas.
 
 
 
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terça-feira, 2 de março de 2010

Você quer um governo submisso ou um governo que sabe negociar a favor do Brasil?

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Se dependesse dos setores conservadores  o Brasil estaria automaticamente alinhado aos EUA, fazendo tudo que é do interesse americano.

É assim que eles agiram quando estavam no governo. O Brasil só perdeu com a ação deles.

Vamos exemplificar as formas de agir do governo do Brasil nos últimos 20 anos:

o programa nuclear do Irã é péssimo. Como é péssimo todos os investimentos em armamento.

A questão é: nós vamos nos aliar aos EUA sem negociar NADA?

O FHC abriu o mercado brasileiro de educação para empresas estrangeiras. Sabe o que o Brasil ganhou em troca das nações mais desenvolvidas?

NADA. ABSOLUTAMENTE NADA.

Poucos meses depois os EUA aumentaram a proteção à sua agricultura.

Ou seja, fizemos o papel de bobo.

Sou contra empresas estrangeiras na educação no Brasil. Mas, se for para abrir o mercado, pelo menos que se NEGOCIE algo em troca.

Quando o FHC montou o SIVAM, sistema de radar da amazônia NÃO EXIGIU quase nada em troca. Ou seja, gastou-se bilhões e não exigiu transferência de tecnologia de ponta para o país.

O governo FHC/SERRA/JEREISSATI/AÉCIO pagou muito caro por equipamentos e nem sequer desenvolveram a indústria nacional.

Só agora, com o governo Lula negociando, é que os EUA começam a se abrir para transferência de tecnologia de ponta. Ainda é pouco o que eles oferecem. TEMOS QUE EXIGIR MAIS. Isto se faz negociando.

Temos que atingir nossos interesses patrióticos. E não ficar a reboque dos EUA, que depois retribuem nos prejudicando.

Esta síndrome de vira-lata da oposição e dos donos das grandes empresas de comunicação term que ACABAR.

O Brasil não deve ser submisso para agradar aos interesses comerciais e políticos de Serra. Aécio, família Marinho, família Saad (dona da Band), etc.

Temos que NEGOCIAR. Temos que nos acostumar a ver o governo Brasileiro negociar a FAVOR DO POVO BRASILEIRO.

A matéria abaixo é da BBC Brasil:

"Lula diz que só “presta contas” sobre visita ao Irã ao povo brasileiro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta sexta-feira, que não tem de prestar contas sobre sua visita ao Irã, prevista para maio, “a não ser ao povo brasileiro”

O presidente havia sido questionado sobre o encontro que terá, na próxima semana em Brasília, com a secretária de Estado americano, Hillary Clinton – e se essa reunião poderia resultar numa mudança de postura do governo brasileiro em relação ao Irã.

Segundo o presidente, a relação com os Estados Unidos é “soberana”.

“A relação americana é uma relação soberana. Eles visitam quem querem e eu visito quem eu quero dentro do respeito soberano de cada país”, acrescentou Lula.

O presidente Lula disse, no entanto, que “não concordará” com o governo iraniano, caso este decida ampliar seu programa nuclear para um enriquecimento de urânio acima de 20%.

“O Irã estará rompendo com o tratado que é feito por todos nós, nas Nações Unidas. E eu não poderia concordar”, disse Lula".

Isto é negociar de forma soberana.

É isto que faz o Brasil ser mais respeitado ATUALMENTE.

Basta destes conservadores que não se importam do Brasil "ficar de quatro" para seguir cegamente o que outros paises MANDAM.

Leia também:

Ensinando o Brasil a negociar
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/09/ensinando-o-brasil-negociar.html


VIVA NOSSA PÁTRIA BRASIL!

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Sustentabilidade: Engenhosa sabedoria popular

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Com baixo custo de implementação e alto potencial transformador, as tecnologias sociais surgidas do conhecimento das comunidades apontam saídas para problemas cotidianos da população

Quando aquela mulher humilde, com os pés descalços sobre a terra, usou o termo “sustentabilidade” para falar sobre o que acontece em sua propriedade, o significado da palavra ganhou forma. Rosemeire Ramos da Silva Leal, de 56 anos, recebeu do Incra concessão de uso de 25 hectares no assentamento União Flor da Serra, em Planaltina (GO). Isso foi há três anos e meio. Com um crédito inicial de R$ 2.400, comprou ferramentas e uma vaquinha. Outros R$ 5 mil foram destinados a melhorias na casa, erguida no chão castigado pela antiga plantação de soja. Depois de uma década acampados como sem-terra, ela e o marido, Reginaldo, tornaram-se então assentados da reforma agrária. As dificuldades de sobrevivência começariam a ser abrandadas no ano seguinte, quando chegou por lá uma tal de “tecnologia social” chamada Produção Agroecológica Integrada Sustentável (Pais), com técnicas de agricultura simples, baratas e limpas.

E a sustentabilidade entrou na vida do casal...

Leia o texto completo da Revista do Brasil aqui:
http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/43/engenhosa-sabedoria-popular/view


Nota do Chicão:

Dona Rosimeire poderia te feito como muitos amigos e vindo para a cidade grande morar nas favelas.

Resolveu lutar pela reforma agrária.

Viveu acampada por 10 anos e conseguiu uma terra para trabalhar e produzir.

Conseguiu uma terra para viver com dignidade.

O governo federal investiu nestes brasileiros simples.

Eles estão tendo uma oportunidade de melhorar a própria vida.

O dinheiro público pode ir para o bolso dos muitos ricos, como no caso da fazenda quase de graça que a senadora Kátia Abreu e o seu irmão ganharam.

Ou o dinheiro público pode ser usado para gerar boas oportunidades para os mais simples.

Na era da sustentabilidade cabe à população e ao governo divulgar técnicas ecologicamente corretas.

Não é só um programa técnico, é também um programa educacional importantíssimo. É educação ambiental.

Vale a pena ler o texto inteiro da Revista do Brasil.

Tem muita coisa boa acontecendo no Brasil.

Isto é bom para todos nós.


Leia também:

A reforma agrária da turma de Kátia Abreu
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2010/01/reforma-agraria-da-turma-de-katia-abreu.html

Assistência técnica rural é investimento sério e prioritário
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2010/01/assistencia-tecnica-rural-e.html



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sábado, 16 de janeiro de 2010

Assistência técnica rural é investimento sério e prioritário

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Um dos nós para se produzir de maneira SUSTENTÁVEL é a falta de assistência técnica ao pequeno produtor rural.

Parte do problema está sendo resolvido. Em 2010 serão investidos R$ 626 milhões em assistência técnica e o foco vai ser a produção sustentável de alimento.

"O Ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, afirma que ...será fomentado o desenvolvimento rural sustentável da agricultura familiar e dos assentamentos da reforma agrária sem interrupções".

Esta é a boa notícia.

As diversas tecnologias de produção sustentável terão um canal muito importante para se difundirem e popularizarem.

Não dá para pensar em ecologia sem a difusão de conhecimentos ecologicamente corretos.

Mas, um coisa me preocupa: o senador e presidente do PSDB já avisou em entrevista que em um possível governo Serra terá fim a "gastança".

Veja este caso: no governo FHC/PSDB/Dem foram investidos menos de R$40 milhões/ano em média em assistência técnica ao pequeno produtor.

Desde 2003 estes números tem subido. Chegando em 2010 a R$ 626 milhões.

É isto que eles chamam de gastança.

Quando o Serra assumiu o governo da cidade de SP uma das primeiras vítimas foram os programas de treinamento de professores.

Outra possível vítima é o programa de combate a tuberculose que recebia R$5 milhões quando o Serra era ministro da saúde e hoje recebe R$75 milhões. Hoje recebe 15 vezes mais.

Os grupos conservadores sequer consideram como investimento o que é gasto com assistência técnica.

Isto mesmo!

Nos cálculos que eles fazem e DIVULGAM sobre quanto o governo federal investe NÃO É COMPUTADO o investimento em assistência técnica.

Parece coisa de louco.

E é mesmo.

Na minha opinião assitência técnica é investimento e UM DOS MELHORES INVESTIMENTOS QUE HÁ.

É, com certeza, um dos melhores usos que pode ser feito do imposto que pagamos.





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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Taxar o consumo de petróleo e carvão mineral

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Quem consome petróleo e carvão mineral tem que pagar mais caro.

Criar uma sobretaxa é fundamental.

Com ela se pode pensar em ajudar países mais pobres e financiar pesquisas de interesse ecológico.



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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

China e EUA decidem cortar emissão de CO2

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Se existe uma diferença entre a China ou EUA e o Brasil é no grau de racionalidade de suas decisões.

Nós somos pouco racionais, por isto sofremos.

Digo isto porque a decisão dos EUA e da China possuem duas características importantes:

- incentivar a inovação e o desenvolvimento de produtos e soluções. É isto que move o mundo, quem não entrar nesta área agora vai fica de fora da corrida pelo desenvolvimento de tecnologias.

- fortalecer suas empresas. Ao contrário do Brasil que não permite diferença entre empresa nacional e estrangeira, nos dois países existem um sem número de regras que acabam criando melhores condições para as empresas nacionais. Na China esta preferência é escandalosa. Nos Estados Unidos é mais discreta. Os dois países vão injetar uma grana enorme em suas empresas nacionais.

O Brasil muitos acham que devemos financiar empresas estrangeiras com o pouco de dinheiro que temos. É um absurdo que vai limitar nosso desenvolvimento.

Concluindo: para eles defender a ecologia é uma forma de defender o próprio país e ganhar dinheiro, desenvolver tecnologia, etc.


Leia o texto abaixo:

China anuncia, pela 1ª vez, metas de corte de emissão de CO2

Especialistas ressalvam que redução absoluta de emissões pode não ocorrer

A China, o maior emissor de gases que causam o efeito estufa, anunciou pela primeira vez uma meta de redução de emissão de gases causadores do efeito estufa, a duas semanas da reunião global sobre clima em Copenhague.

Segundo a agência oficial Xinhua, o país cortará, até 2020, sua “intensidade de carbono” em entre 40% a 45%, comparada aos níveis de 2005.

A “intensidade de carbono”, uma mensuração própria do país, corresponde ao montante de dióxido de carbono emitido para cada unidade de seu Produto Interno Bruto (PIB).

As autoridades dizem que a meta obedece “às condições nacionais” da China, um país emergente que vê o corte de emissões como uma ameaça ao seu crescimento econômico.

Ainda assim, especialistas fazem a ressalva de que ela não necessariamente levará a uma redução absoluta das emissões.

O anúncio veio a público um dia após os Estados Unidos confirmarem que vão oferecer, no encontro na Dinamarca, um corte de 17% nas suas emissões de carbono até 2020, em comparação aos níveis de 2005 – menos do que o desejado por cientistas e os países europeus

A Casa Branca confirmou na quarta-feira que o presidente americano, Barack Obama, estará presente no encontro, assim como o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, que confirmou sua ida nesta quinta-feira.

A cúpula tem por objetivo chegar a um acordo que substitua o Protocolo de Kyoto, que não foi ratificado pelos Estados Unidos e expira em 2012.




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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Petrobras é a terceira maior empresa de capital aberto das Américas.

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Pesquisa da consultoria Economática mostra que companhia cresceu US$ 192,5 bilhões em valor de mercado entre dezembro de 2002 e novembro de 2009 e só está atrás da Exxon e da Microsoft.

A Petrobras é a terceira maior empresa de capital aberto do continente americano, segundo estudo divulgado nesta terça-feira (10/11) pela consultoria Economática. A pesquisa mostra que a companhia teve um crescimento de US$ 192,5 bilhões de valor de mercado, entre dezembro de 2002 e novembro de 2009, passando de US$ 15,4 bi para US$ 207,9 bi. A primeira e segunda colocadas da lista são as empresas americanas Exxon (US$ 345,8 bi) e Microsoft (US$ 257,4 bi).

No final do 2002 a Petrobras ocupava a 121ª colocação no ranking das maiores empresas de capital aberto do continente. Desde então, a Petrobras subiu 118 posições.

O resultado coloca a Petrobras à frente de empresas como Wal Mart (US$ 200,6 bi), Apple (US$ 181,5 bi) e Procter & Gamble (US$ 180,7 bi), que ficaram respectivamente na quarta, quinta e sexta posições na lista, que inclui ainda outras multinacionais como Google, Johnson & Johnson, Texaco e Coca-Cola. do Jornal do Brasil


Nota do Chicão:

Não é só o tamanho que importa.

Importa que foi a Petrobras que "roeu o osso" para investir no Brasil. Ela é que enfrentou o desafio e continua enfrentando.

Tanto é que vem batendo recordes sucessivos de prospecção em alto mar. Ou seja, em outros países, em condições similares, as empresas estrangeiras NÃO SE INTERESSARAM POR EXPLORAR.

É preciso que os brasileiros aprendam a valorizar o que há de bom no Brasil.

A Petobras é uma destas coisas boas.




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A luta dos entreguistas para destruir a Petrobras

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FHC e o PSDB, os algozes da Petrobras

O pai, grande lutador pela empresa, o filho fez tudo para destruí-la.
O presidente Fernando Henrique Cardoso recebeu uma missão: desmontar o País. A Petrobras está na sua longa agenda macabra de demolidor do futuro.
Acompanhe os passos de FHC rumo ao seu grande objetivo:
1993

Neste ano, o então ministro FHC promoveu um corte de 52% no orçamento de 1994 da PETROBRAS. Isto só não paralisou a empresa porque estourou no Congresso o escândalo do Orçamento, impedindo que se fechasse o orçamento geral da União antes de outubro de 94. Ainda assim a PETROBRAS teve retardados diversos projetos em andamento.

1994

Através do Departamento Nacional de Combustíveis, o ministro FHC promoveu uma manipulação da estrutura de preços que transferiu, permanentemente, da PETROBRAS para as multi nacionais da distribuição cerca de US$ 3 bilhões/ano. Nos 6 meses que antecederam a URV o governo deu dois aumentos por mês aos combustíveis para compensar a desvalorização diária da moeda nacional frente ao dólar.
Nesses aumentos, a parcela da PETROBRAS aumentava abaixo da inflação enquanto a das distribuidoras aumentava acima da inflação. De dezembro de 93 a abril de 94 os aumentos foram de: a) inflação 536%; b) parcela da PETROBRAS 491% e c) distribuidoras 703%. Com a Urverização os ganhos e perdas respectivas se tornaram permanentes, criando no Brasil a maior margem de distribuição do mundo.
1995

O governo, mais uma vez, faltando com o compromisso negociado com a categoria, levou os petroleiros à greve com o firme propósito de destruir o sindicalismo brasileiro. E colocou tropas militares nas refinarias, deixando as distribuidoras de combustíveis e de gás sonegarem os produtos. Há documentos do DNC provando isto.
Pelo Cano
Em 1995, deflagrou a construção do gasoduto Bolívia-Brasil que vai permitir às empresas do Cartel das 5 irmãs venderem uma massa de 1,1 trilhão de m3 de gás ao único cliente possível (150 bi na Bolívia, 350 bi de m3 em Camisea, Peru, descoberto pela Shell em 1983 e até hoje não explorado e 600 bi de m3 na Argentina, pertencentes à Shell, Enron e British).
A PETROBRAS constrói o duto (economicamente inviável) drenando recursos que poderiam ser aplicados na Bacia de Campos, onde o retorno é acima de 60% ao ano. O gás vai ser usado em termoelétricas. Teremos uma matriz energética mais poluente e estaremos dependentes de energia externa fornecida por um monopólio natural, comandado por multinacionais. Mary Quinn, diretora de investimentos do C.S.F. Boston declarou que não consegue explicar este investimento da Petrobras.
Quebra

Em 1995, a quebra do monopólio do petróleo com pressões, chantagens e barganhas com o Congresso Nacional.
Ainda em 1994, no governo Itamar, as estatais estratégicas, durante o processo de Revisão Constitucional, enviaram os seus técnicos a Brasília para dar informações sobre os dados significativos das empresas. Isto ajudou a impedir que a Revisão Constitucional se realizasse. No governo FHC os empregados foram proibidos de ir ao Congresso conversar com os parlamentares sob pena de demissão. O Decreto 1.403 de fevereiro de 95 criou o SIAL – Serviço de Informação e Apoio Legislativo, que foi o grupo de “Intelligentzia” criado com a missão de verificar a ida dos empregados para fins de demissão.
1996

Anulação do Contrato de Gestão. Envia a Lei 9.478 que quebra o monopólio da União (art. 26), permite a exportação (art. 60) e cria subsidiárias (art. 65) para cumprir o plano C.S First Boston de desmonte da empresa.
Também em 96, na Europa, os governos assinam um contrato de Gestão com as empresas estatais e estabelecem metas a serem cumpridas pelas empresas.
Caso as metas não sejam cumpridas rolam cabeças de dirigentes. Mas o governo não interfere na gestão das empresas. Por isto elas são eficientes e lucrativas a ponto de comprarem estatais no exterior, inclusive no Brasil. Aqui as estatais são violentadas pelo governo. É o único caso do planeta Terra, em que o acionista majoritário trabalha contra a sua empresa. O governo Collor mudou, em dois anos, 6 presidentes e 24 diretores. O governo FHC vem fazendo um estrago maior. O governo FHC anulou o contrato de Gestão que havia entre o governo e a Petrobras.
O Golpe
FHC envia ao Congresso a Lei 9.478 que iria regulamentar o setor de petróleo após a quebra do monopólio em 1995. A Lei extingue violentamente a Lei 2.004 que criou a PETROBRAS após um dos maiores movimentos cívicos ocorrido no País. A Lei, além de desrespeitar a Constituição em vários artigos, efetiva a quebra do monopólio da União.
O artigo 26 é claro: a concessionária que produzir o petróleo torna-se sua proprietária, cabendo à União o monopólio de rocha vazia. O artigo 60 permite a exportação do petróleo. O nosso petróleo que poderia nos suprir por 40 anos, pode ser exaurido em 10 anos. As Cinco Irmãs têm hoje menos de 5% das reservas mundiais. Usarão as nossas. A Lei é um conjunto de artigos que anulam a Constituição e o bom senso.
1997

Cria a ANP e nomeia o genro para comandar o processo de engessamento da Petrobras.

Corte de R$ 1 bilhão nos investimentos. Obriga a empresa a apelar para parcerias. Os parceiros, que nada investiram, passam a repartir os lucros.
FHC cria a ANP – Agência Nacional do Petróleo, presidida pelo seu genro ivatista David Zilbersztajn. A ANP tem se mostrado a inimiga nº 2 da Petrobras. Atrapalha a empresa, cria fórmulas e dispositivos que a desfavorecem como a portaria nº 3 que a impede de se defender da inflação e da correção cambial. Dá 3 anos para a PETROBRAS pôr em produção os seus campos em águas profundas, enquanto estabelece o prazo de 8 anos para as demais concorrentes. “E dá outras nocivas providências”.
Obriga a empresa a apelar para parcerias. Áreas onde ela investiu pesado, correu todos os riscos e desenvolveu tecnologia, é obrigada agora a dividir os lucros com aquelas empresas que não quiseram correr os riscos. É como se a PETROBRAS comprasse um bilhete premiado e fosse obrigada a repartir o prêmio, recebendo só a metade do valor da compra do bilhete.
1998

Corte nos investimentos. Impede a emissão de debêntures para obter recursos para investimentos. Libera a importação de equipamentos sem IPI e ICMS para multi nacionais.
Proíbe tomar empréstimo no exterior (a 6% ao ano). Impasse na negociação salarial (continua até hoje).
Em plena Copa do Mundo a ANP retira mais 35% das áreas escolhidas pela PETROBRAS, restando para ela apenas 7,1% do total.
ANP emite a Portaria nº 3 que impede a Petrobras de se defender da desvalorização do real e da inflação.
Ocupação

Em 1998, seis empresas ocupam o 12º andar do EDISE (duas delas comandaram a privatização da YPF Argentina – Merryl Linch e Gaffney Cline) – para examinar minuciosamente todos os dados da PETROBRAS.
Neste mesmo ano, promove o corte de um bilhão nos investimentos. Novas paralisações em projetos e atividades importantes. Só a revisão do orçamento promove uma paralisação de mais de três a seis meses na Petrobras. Técnicos das áreas mais cruciais param os seus serviços para analisar e priorizar os cortes. É uma das piores armas de FHC contra a empresa. Projetos de alta rentabilidade vão se tornando inviáveis com as paralisações.

Garrote

Proíbe a empresa de tomar recursos no exterior a juros civilizados, impede-a de emitir debêntures para gerar recursos. Enquanto isto a ANP ameaça retomar as áreas que não produzirem em 3 anos da data da Lei 9.478.
Libera a importação de equipamentos com isenção de impostos pelas multinacionais, inviabilizando a competitividade dos fabricantes nacionais. Gera emprego no exterior e os extingue no País.
1999

Corte nos investimentos.
Delega ao Conselho de Administração o controle absoluto da empresa. Nomeia um conselho de raposas para isto, entre eles Jayme Rotstein, empresário fracassado, lobistas dos usineiros e suplente de senador na chapa derrotada do Roberto Campos e Pio Borges com 23 denúncias de improbidade administrativa no BNDES junto com Mendonça de Barros.
O governo corta novamente R$ 1 bilhão nos investimentos, nova paralisação na empresa. Promove um aumento brutal nos impostos da Petrobras. Alguns aumentaram até 4 vezes como o caso dos royalties. O pior é que sabemos que, se a Petrobras for privatizada, as Cinco Irmãs extinguirão os royalties como fizeram no Mar do Norte, na Índia e na costa da Califórnia, EUA. Alegam que a atividade em águas profundas é dispendiosa e arriscada, conseguindo com isto a revogação do royalty.
Rapinagem

O governo faz um decreto delegando ao Conselho de Administração o controle absoluto da PETROBRAS, modificando dois decretos existentes que davam essas atribuições ao governo.
O governo impede a Petrobrás (BR e Petros) de entrarem no leilão da CONGÁS. É mais uma ingerência ilegal e imoral na empresa.

Veja o texto completo aqui:

http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=22230

Leia também:

O que é uma empresa estratégica?
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/07/o-que-uma-empresa-estratgica.html

Petrobrás, impressionante!
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/05/petrobrs-impressionante.html



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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Expedição registra experiências de restauração em quatro municípios de MT

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A 1ª Expedição de Restauração Florestal das Cabeceiras do Rio Xingu aconteceu entre os dias 4 e 10 de outubro de 2009, passando por quatro municípios do nordeste do Mato Grosso, ao longo de 850 km de estradas de terra, organizada pelo Instituto Socioambiental (ISA), no âmbito da Campanha Y Ikatu Xingu.


Durante uma semana, 27 pessoas, vindas de 11 cidades diferentes de Mato Grosso, São Paulo, Amazonas, Bahia e também da Noruega, visitaram oito áreas experimentais, e dois viveiros onde estão sendo testadas diversas técnicas de Restauração de Áreas Degradadas, que têm em comum o uso de semeadura direta de sementes florestais nativas consorciadas com plantas anuais e semi-perenes, como leguminosas de adubação-verde e variedades agrícolas. (Saiba mais~no site do ISA).

As áreas experimentais visitadas contemplaram tanto a realidade da agricultura familiar, como a da média propriedade e grande propriedade. As técnicas utilizadas em cada local são tentativas de se encontrar as que se adequem melhor às condições socioeconômicas e ambientais de cada perfil de produtor rural. No planejamento de cada experimento foi observado, além das condições de solo e potencial de regeneração natural, também o maquinário e a mão de obra disponível na propriedade, assim como as técnicas de plantio e as variedades agrícolas e nativas, que esses produtores dominam mais. As experiências e aprendizados foram apresentados pelos próprios agricultores que as estão desenvolvendo, discutindo-se com os membros da expedição e com o precursor da agrofloresta no Brasil, o pesquisador Ernst Gostch, que participou nos três primeiros, visitando algumas áreas que ele mesmo havia implantado em assentamentos da região em 2006.

“São plantios planejados junto aos agricultores que toparam testar técnicas inovadoras de reflorestamento, frustrados com as técnicas convencionais de plantio de mudas e coroamento, Eles agora desenvolvem técnicas promissoras para cada realidade da região, mas ainda há muito o que melhorarmos", avalia Eduardo Malta, responsável técnico do ISA pelos projetos de restauração florestal da Campanha Y Ikatu Xingu.

Leia mais aqui:
http://www.socioambiental.org/nsa/detalhe?id=2976


Nota do Chicão:

Em um período de destruição em larga escala, aprender a recuperar é fundamental.

A ser humano sempre foi destrutivo.

O desafio agora é deixar de sê-lo.

Dominar seus instintos e cultivar o que há de nobre dentro de cada um.

É um caminho de construção de conhecimentos técnicos e de busca da espiritualidade e da caridade.

São dois vetores que devem andar juntos.

A construção de conhecimentos adequados à preservação e à sustentabilidade deve ter primazia dos recursos públicos.

Hoje recebe muito pouco do dinheiro investido em pesquisa.

Estes valores devem aumentar e até ser maioria.

Devemos pressionar para que esta mudança ocorra.



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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Tecnologia do pré-sal, inovação para o Brasil grande

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Tecnologia corre para reduzir custo de produzir no pré-sal

Conhecimento atual faz com que despesas para extrair um barril dessa região somem o triplo do valor em outras áreas

Petrobras pretende que no pré-sal extração de petróleo seja controlada de forma remota, com o mínimo de pessoal, para conter gastos


Adaptar a tecnologia existente para produzir mais petróleo no pré-sal, a um custo menor e com segurança, é uma das maiores empreitadas que a Petrobras enfrentará nos próximos cinco anos. Em termos financeiros, vencer esse desafio significa, em valores de hoje, um impacto positivo de mais de US$ 50 milhões por dia no caixa da empresa, em 2020.

Para especialistas, a tecnologia atual já permite produzir do pré-sal. "O que estamos fazendo é evoluir, testar novos materiais e formatos, para adaptá-la às novas condições", diz Segen Estefen, coordenador do laboratório de tecnologia submarina da Coppe/UFRJ.

Entendem-se por novas condições as particularidades das regiões de maior potencial de produção. Embora se acredite que a província de petróleo abaixo da camada de sal vá da Bahia a Santa Catarina, a exploração hoje se concentra principalmente nas bacias de Campos (RJ) e de Santos (SP).

Em Campos, a Petrobras já produz óleo do pré-sal no campo de Jubarte, há um ano. Mas as reservas mais promissoras -e mais difíceis de extrair óleo- estão na bacia de Santos. Só em 3 das 10 áreas pesquisadas nessa bacia -Tupi, Iara e Guará-, estimativas apontam para até 13 bilhões de barris.

Nas palavras do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, isso significa "óleo possível de extrair com as técnicas de hoje", de forma a dar lucro. Na prática, o número dobra as reservas que a Petrobras havia levado 56 anos para acumular.
As reservas do pré-sal da bacia de Santos estão a 2.000 metros de profundidade do mar e mais 5.000 metros solo abaixo. No meio, ainda existe uma camada de sal de 2.000 metros a ser vencida. Tudo isso a 300 quilômetros da costa.

Em Jubarte, a distância da área até a costa é de 70 quilômetros, e as reservas do pré-sal estão a 4.700 metros do nível do mar, sendo 1.400 metros de lâmina d'água.
Somam-se a isso as dificuldades impostas pelo ambiente mais hostil no fundo do mar da região, onde a pressão elevada, a baixa temperatura e a presença de ácidos são ameaças constantes aos equipamentos, potencializando os riscos de incidentes e prejuízos.

Para completar, a empresa ainda está construindo o conhecimento sobre as rochas da região, chamadas de carbonáticas, e sobre o sal, que tem um comportamento menos previsível. Isso é importante porque o tipo de rocha determina o nível de produção. Os testes de produção em Tupi, desde maio, ajudam a trazer informações.
Diante de seu vasto portfólio e da dificuldade de fazer tudo ao mesmo tempo, a Petrobras sempre deu prioridade a produzir em áreas de alta lucratividade, deixando de lado as de baixo retorno. Sua corrida vai em direção a fazer do pré-sal uma fronteira mais lucrativa.

A empresa diz que o valor de US$ 45 por barril torna viável a produção do pré-sal. Tomando esse valor como um patamar de custo de produção e o petróleo na casa dos US$ 75 hoje, representaria, em valores atuais, uma margem positiva de US$ 30 por barril. Nos projetos fora do pré-sal, o custo médio de produção é de US$ 15, o que daria um saldo de US$ 60.

A diferença de cotação significaria, em 2020, quando a Petrobras pretende produzir 1,8 milhão de barris de petróleo por dia, cerca de US$ 54 milhões por dia no caixa da empresa, a valores de hoje. Por isso, baratear a produção no pré-sal é tão urgente.

"A ordem no pré-sal é reduzir custos da produção, e, sem avançar na tecnologia, isso não será possível", diz Celso Morooka, professor de engenharia do petróleo da Unicamp.

Distância

A logística para transporte de pessoas, equipamentos e mantimentos usada até hoje para a produção em águas profundas em poços distantes até cem quilômetros da costa, na bacia de Campos, deverá ser deixada de lado no pré-sal de Santos.
A empresa já declarou que a produção no pré-sal terá menos gente porque o custo ficaria muito alto. A ideia é que a produção seja controlada de forma remota, na medida do possível.

Uma solução em estudo é a construção de dutos que iriam da costa até os poços, dispensando a passagem do óleo por plataformas e navios de produção. "Haveria apenas algumas embarcações de apoio na região", afirma Estefen.

A construção de bases intermediárias, como se fossem ilhas, a meia distância entre a costa e os reservatórios, é outra possibilidade. "Mantimentos e equipamentos para manutenção ficariam sobre esse ponto intermediário e só seriam levados para a área de produção quando necessário." Nesse caso, o transporte da produção poderia ser de navio até a base intermediária e, de lá até a costa, por meio de dutos.

do Jornal Folha de São Paulo


Nota do Chicão:

Sem tecnologia não existe país desenvolvido.

Para ter tecnologia tem que ter escala.

Para ter escala é necessário que a Petrobras seja operadora única do pré-sal.

Em volta dela vai surgir uma indústria com centenas de milhares de empregos e bilhões impostos.

Esta indústria poderá se desenvolver e produzir componentes tecnológicos para outras áreas além da petrolífera.

É uma indústria nascente que poderá ser poderosa.

É o que nossos concorrentes internacionais querem MATAR.

O JOGO INTERNACIONAL É SUJO. ENVOLVE DINHEIRO PARA ANALISTAS, CONSULTORES E, ACREDITO EU, DINHEIRO PARA POLÍTICOS DE OPOSIÇÃO E PARA DONOS DE JORNAIS, RÁDIOS E TVS.



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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Ensinando o Brasil a negociar

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Quando vi a declaração do Lula sobre os jatos franceses pensei: começou a negociação DE FATO.

Sou contra os gastos militares programados. Todavia, se vão comprá-lo é preciso negociar direito.

O Brasil não pode repetir o erro do SIVAM, o sistema de vigilância da amazônia. O Brasil comprou muito caro, sem conseguir quase nada em troca.

A função dos governos é defender o Brasil. E para defender o Braisl é preciso colocar as "cartas na mesa" e saber exigir benefícios para nosso país.

Leia trechos de reprotagem do UOL:

"O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, até aderiu à brincadeira do presidente Lula, de que vai acabar recebendo os aviões "de graça": "É possível. Os EUA disseram que vão transferir tudo, e a Suécia, que vai rever condições."

"A Folha informa que o novo parâmetro usado pelo governo brasileiro para tentar obter maiores vantagens no negócio, que pode chegar a 4 bilhões, foi dado pelo presidente francês Nicolas Sarkozy: ele garantiu a Lula que a Dassault irá vender os aviões ao Brasil pelo mesmo preço que cobra da própria Aeronáutica francesa".

" ...nesta terça, por exemplo, desembarcam em São Paulo enviados especiais da Boeing para defender o seu avião, o F-18 Super Hornet, batendo na tecla de que seu produto não é só um dos melhores, se não o melhor, e atende ao requisito de TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA".

Pense bem e esqueça a política.

Produtos mais baratos e com mais transferência de tecnologia.

É assim que se negocia.


PS: a Globo/CBN tratou o episódio como uma pisada de bola do presidente, mais uma gafe, uma preciptação, etc. Não é atoa que este pessoal Globo/PSDB/DEM/Bandeirantes, etc. que controlaram o poder no Brasil por décadas levaram o Brasil três vezes à quase-falência, com milhões perdendo o emprego e a dívida pública explodindo.



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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Corrida armamentista NÃO!

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O Brasil quer comprar bastante submarinos, aviões, etc.

É um negócio de BILHÕES DE REAIS.

Que não servirá para nada.

Tudo isto é um "peidinho" frente as frotas dos EUA.

A Argentina, a Colombia, a Bolívia, Uruguai, Paraguai, Venezuela, e outros não estão sequer pensando em guerra contra nós.

Quem poderia vir aqui e querer se meter com nossa Pátria?

Os EUA.

Mas, para isto os americanos não precisam de armas. Basta dar dinheiro para a imprensa conservadora, comprar alguns políticos, jornalistas, juízes. Eles estão sempre de prontidão para defender os interesses dos EUA.

Na época da ditadura, e atualmente tambémos, EUA compraram a consciência de muitos militares.

Os EUA usam ideologia e dinheiro para influenciar o Brasil.

Bom, vamos supor que os EUA resolvam dominar o pré-sal. Eles terão que invadir o Brasil. Neste caso todos estes equipamentos militares não servirão para nada.

Quem venceu os EUA não usou a guerra convencional.

No Vietnam os EUA levaram um cacete.

No Afeganistão está apanhando.

Ou seja, é muito mais interessante fazer como o Chaves fez. Comprar milhares de armas e em caso de necessidade distribuir para a população.

Os 100 mil fuzis que o Chaves comprou dá mais medo nos EUA do que os aviões brasileiros.

Sabe porque?

Porque os americanos sabem lidar melhor com a guerra convencional, do que com a guerra de "porta em porta".

Se os EUA invadirem a Venezuela terão tanta baixa de soldados que eles já desistiram desta idéia.

Este deveria ser o caminho do Brasil.

Temos que treinar militares para entrarem nos EUA e fazerem sabotagem (lógico, que em caso de guerra). Temos que treinar militares para matar cada um dos americanos que ousarem pisar em nosso solo sagrado com a finalidade de guerra.

Fora isto, devemos gastar nosso dinheiro para promover a paz, a educação, a saúde. Para ajudar quem precisa, fazer caridade.

O Brasil será forte o dia em que se desenvolver e for um país que promova uma cultura de paz em todo o planeta.

Neste sentido devemos buscar a amizade e a paz com todos os países, inclusive com o povo que mais adora guerra neste planeta, que é o povo americano.


PS: a solução que aponto aqui é muito mais barata. Não precisa investir quase nada e ainda dá para cortar o orçamento de defesa do Brasil para um quarto do que é hoje.


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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Microgeração de energia: a revolução que se aproxima

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Uma das principais tecnologias que coloco fé para a melhora da ecologia é a microgeração de energia. Já dei vários exemplos. Abaixo segue mais um.

LG e Samsung apresentam protótipos de telefones com células solares

Tóquio - Protótipos se assemelham em presença de painéis solares em suas partes posteriores e ainda não têm data para chegar ao mercado.
A LG e a Samsung revelaram protótipos de telefones celulares que têm suas baterias recarregadas por painéis solares integrados a seus cases.

Chamado de Blue Earth, o celular da Samsung tem tela sensível a toque com cantos arredondados em um case de plástico reciclado que não tem substâncias nocivas ao meio-ambiente, como BFRs.

As células solares no telefone ocupam a maior parte da parte de trás do case do telefone.

Já a LG não divulgou muitas informações sobre seu protótipo, mas imagens da companhia mostram o que parece ser uma versão do modelo KF750 com células solares cobrindo sua parte traseira.

Em ambos, os painéis solares oferecem energia suficiente para que o telefone funcione normalmente e que o Sol carregue a bateria diretamente.

A LG afirmou que espera comercializar os telefones quando o modelo conseguir fornecer três minutos de conversa para cada 10 minutos carregando com luz solar.

Como dentro do bolso ou da bolsa os telefones não poderão ser carregados, usuários terão que garantir que os aparelhos fiquem sob alcance de luz solar constantemente em suas partes posteriores.

Nenhuma das empresas ofereceu prazo para lançamento, preços ou mesmo a garantia que os protótipos se tornarão opções comerciais.

http://idgnow.uol.com.br/telecom/2009/02/13/lg-e-samsung-apresentam-prototipos-de-telefones-com-celulas-solares/


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quarta-feira, 21 de maio de 2008

Petrobras, impressionante!





Abaixo um email mandado por um amigo:


Chicão,


os dados abaixo estão na edição de hoje do Jornal Valor econômico.


São impressionantes e importantíssimos para nosso país.


"A exploração do megacampo de Tupi e seus irmãos Júpiter, Carioca, Parati, Caramba e Bem-te-vi, só para citar alguns, vai exigir aumento da capacidade instalada dos fabricantes de dutos, sondas de perfuração e plataformas, entre outros equipamentos, e também já detonou um processo de desenvolvimento de novas tecnologias entre a Petrobras e seus fornecedores".

(Estes dados confirmam nossos estudos. Estatal não é boa e nem ruim por si só. Ela boa quando desenvolve tecnologia, alavanca o crescimento do país e desenvolve projetos prioritários. )


"A Petrobras arrendou quase 80% dos navios-sonda com capacidade de perfurar águas profundas disponíveis no mercado mundial, já contratou mais dez sondas de perfuração que chegam entre 2009 e 2011 e vai colocar 24 barcos de apoio exclusivos para Tupi".

(Taí mais uma informação relevante. Só uma empresa estatal correria risco de investir no que é prioritário para o país. As empresas privadas não o fariam. Prova é que 80% destas sondas estão trabalhando para a Petrobrás. Mais do que isto, se a Petrobrás não tivesse investido em extração - mais cara - no fundo do mar, nossas reservas de dólares teriam sido comidas pela importação de petróleo. Com isto haveria menos estabilidade econômica. Os pseudo-liberais não fazem estes cálculos quando atacam os pontos fracos de uma empresa estatal).


"Para se ter idéia, desde sua criação, em 1954, até 2007, a Petrobras investiu US$ 222 bilhões e o investimento atingiu dois dígitos pela primeira vez em 2005, quando foram investidos US$ 11,2 bilhões. Em 2007, o número saltou para US$ 23 bilhões".

(como é aquela história de que o governo Lula investe o mesmo que o gov. FHC? Um dos grandes méritos do Lula foi exatamente o oposto do que tem sido noticiado nos jornais. Ele colocou pessoas competentes para gerir as empresas estatis. Pessoas ligadas a políticos, mas competentes. Os números das empresas estão mostrando isto claramente.)


Nota do Chicão: amigo, devemos nos preocupar com os resultados. Se fulano é ligado ao partido tal não interessa. A racionalidade nos orienta a cobrar resultados. Nós, que analisamos os balanços das empresas estatais federais (e seus planos estratégicos) sabemos por números e dados concretos que elas são melhores geridas hoje do que eram na época do FHC.

Terrível mesmo é a gestão das estatais de SP. Cetesb, Nossa Caixa, IAC, CATI, etc. se tornaram um lixo administrativo.

A diretoria de informática da Nossa Caixa é "feudo" de uma deputada do PSDB a mais de 10 anos. Como todos sabem a qualidade dos serviços é de péssima qualidade. Mas, isso não sairá nos jornais.

A Petrobrás mostra a importância de um trabalho continuado. A definição de prioridde de pesquisa no mar foi definida a mais de 30 anos. Da época até hoje muito se investiu em tecnologia e na promoção de uma indústria petrolífera no Brasil. Continuidade, guarde esta palavra.

Por fim, sua palavras são sábias: estatal não é boa e nem ruim por si só. Ela é boa quando desenvolve tecnologia, alavanca o crescimento do país e desenvolve projetos prioritários.