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quarta-feira, 12 de maio de 2010

"Liberdade de imprensa" é obedecer e bajular o dono das empresas

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Caramba! A revista Veja fez uma reportagem sobre índios. Colocou uma declaração de um antropólogo. Uma declaração que ele não fez.

O cara foi a público e denunciou a revista. Veja mente e engana as pessoas, foi o sentido da declaração dele.

Então, um funcionário da empresa Abril (um donos são sul-africanos e fizeram fortuna apoiando o regime racista da África do Sul) escreveu no Twitter que a revista errou.

Ele foi DEMITIDO. Isto mesmo. Não falou o que o dono queria e foi demitido.

Dizem que quem ficou na empresa tem medo de perder o emprego se escrever o que pensa. Ou seja, se tornaram escravos do dinheiro.

Esta é a imprensa brasileira. Quem escreve o que interessa tem emprego. Quem escreve a verdade perde o emprego.

REPUGNANTE!

Não conta a verdade. O que conta são os ganhos financeiros dos donos das empresas.

O leitor... o leitor é o babaca a ser enganado.


Leia mais aqui:
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/05/11/twiteiro-demitido-pela-abril/#more-60810

Para entender mais sobre "liberdade de imprensa":

O mal que a propaganda faz
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2010/03/o-mal-que-propaganda-faz.html

O mal que a propaganda faz 2 - A Verdade Sobre Os Laboratórios Farmacêuticos http://chicaodoispassos.blogspot.com/2010/03/o-mal-que-propganda-faz-2-verdade-sobre.html

Autorregulação: a ditadura dos poderosos
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2010/03/autorregulacao-ditadura-dos-poderosos.html





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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Os bons negócios da editora Abril continuam

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Em uma edição recente a revista Veja entrevistou o governador do DF. Apresentou o senhor como um grande administrador. Fez apologia clara do governo do sujeito.

Quem leu a entrevista ficou com uma boa imagem do governador. Apenas imagem, porque os donos da editora Abril (entre eles um grupo sul-africano que sempre apoiou o Apartheid, o regime racista da África do Sul) sempre pensam no próprio bolso.

Antes de escolherem o dito governador para entrevistar houve um grande investimento do Governo do DF na editora Abril.

Veja abaixo a notícia:


Tucanos, demos e o “mensalão” da mídia

Por razões econômicas e ideológicas, a mídia hegemônica adora explorar os escândalos políticos. A crise mais recente é que a atinge o Senado Federal, no qual as denúncias das graves distorções se fundem com objetivos eleitoreiros marotos – que só os ingênuos não percebem.

Ela só não faz sensacionalismo com os seus próprios negócios sinistros. Evita falar dela mesma, de seus pobres. Entre uma e outra denúncia de corrupção, ela deveria averiguar dois casos graves que envolvem poderosas corporações midiáticas. Ambos podem confirmar a exigência de um estranho “mensalão”, no qual governos demos-tucanos compram o apoio dos veículos de comunicação.

Os demos e o Correio Braziliense

O caso mais recente ocorreu no Distrito Federal, onde o governador José Roberto Arruda garfou R$ 442,4 mil do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) para comprar assinaturas da revista Veja. Mais grave ainda, o demo desembolsou quase R$ 3 milhões na compra de 7.562 assinaturas do Correio Braziliense. O Sindicato dos Professores do Distrito Federal, um dos principais alvos dos ataques raivosos e recorrentes deste jornal, criticou o uso dos recursos públicos e a forma irregular e suspeita como foi firmado este convênio:

“O convênio foi feito sem licitação, sem um projeto pedagógico definido, sem discussão com os professores e sem transparência. Enquanto isso, as bibliotecas de nossas escolas estão em petição de miséria, sem livros e estrutura de funcionamento... Esses recursos poderiam ser utilizados para equipá-las com clássicos da nossa literatura, para dotá-las de banda larga na internet, o que garantiria a diversidade e a pluralidade das informações... É no mínimo uma contradição que o Correio, tão veemente ao atacar o Senado por causa dos atos secretos, anuncie este convênio sem dizer os valores envolvidos e sem especificar o embasamento legal para que ele ocorra”.

Leia o resto do texto aqui


Nota do Chicão:

É o mundo dos negócios. Amigos ajudam e protegem os amigos.

Quem não entra no esquema merece ser destruído, combatido.

Outro dia a revista Veja entrevistou o senador Jarbas Vasconclos, símbolo de integridade, diz ela. Acontece que o elemento Jarbas trabalhou um ano (muitos duvidam que ele tenha trabalhado) e se aposentou com um salário de mais de 17 mil reais.

Este é o nível dos "éticos" da revista Veja.

Leia também:

Os bons negócio$ entre o Serra e a editora Abril continuam


Veja e Globo fugiram do assunto quando descobriram que Hip hop do Mainardi, era do César Maia


Serra e a editora Abril, milhões em negócios e proteção política 1



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terça-feira, 28 de julho de 2009

Veja e Globo fugiram do assunto quando descobriram que Hip hop do Mainardi, era do César Maia

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Veja e Globo fugiram do assunto quando descobriram que Hip hop do Mainardi, era do César Maia

A revista Veja e o jornal O Globo, capitanearam uma campanha contra 3 empresas produtoras de eventos e agenciadoras de artistas, supondo que fossem empresas fantasma que daria notas frias para a Petrobras, e que que seriam laranjas do rapeiro MV Bill.

O teste de hipótese foi desmoralizante para a revista Veja e para o jornal O Globo.

As empresas existem e até já foram parceiras em eventos das Organizações Globo e da Editora Abril.

Para piorar as empresas presta empresa Guanumbi Promoções e Eventos Ltda. prestou serviço diretamente ao GABINETE DO PREFEITO, na gestão do ex-prefeito do Rio de Janeiro, César Maia (DEMos/RJ).

Com isso, desde o dia 23, o assunto sumiu do noticiário (sem que o jornal e a revista se dignassem a aprofundar no caso do ex-prefeito do DEMos).

Pelo menos poderiam nos explicar que serviço é esse feito para o gabinete do prefeito:

"GESTÃO, DIFUSÃO E PRESERVAÇÃO DA POLÍTICA DA CULTURA, INFORMAÇÃO E PATRIMÔNIO CULTURAL"

No valor total de R$ 260.585,00.

O mesmo programa ("GESTÃO, DIFUSÃO E PRESERVAÇÃO ...") que foi executado no Gabinete do Prefeito, foi cobrado, também na SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA, em 35 pagamentos ao longo de 2006 até 2008 no valor total de R$ 465.786,34

Leia o texto com os respectivos links aqui


Nota do Chicão:

Quem luta contra a impunidade deve tomar muito cuidado. Condenar alguém sem provas e sem investigação é a melhor forma de garantir a impunidade.

Este é o desejo dos grupos que controlam a informação no Brasil. Eles querem escolher os alvos, querem criar um clima de linchamento e querem dar a solução para o problema.

Todo cuidado é pouco na hora de levantar o dedo acusador.

Devemos estudar, refletir, levantar dados, investigar; devemos fazer tudo isto antes de julgar.

A família Civita e o grupo Sul-africano (que defendia o racismo abertamente) são os donos da Editora Abril. Eles possuem pouco interesse no futuro do Brasil. São capazes de tudo, tudo mesmo, para encher o bolso de dinheiro.

A família Marinho, cujo patriarca morto Roberto Marinho está ardendo no inferno, está sempre interessada nos seus próprios negócios e em fomentar seu poder.

Devemos tomar muito cuidado com tudo que destas pessoas vier.





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terça-feira, 26 de maio de 2009

Juros bancários: a hora da verdade

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Quando o FHC "doou" um banco para o HSBC os jornais conservadores fizeram a festa. "Olha que bacana, vamos ter bancos de todo planeta aqui". "Maravilha!" "os bancos estrangeiros tem mais capacidade e vão ajudar a abaixar os juros"...

Os bancos estrangeiros chegaram e os juros bancários continuaram altos. Os bancos estrangeiros tem compromisso com o dinheiro no próprio bolso e não com nossa pátria.

Enquanto isto o Banco do Brasil e a CEF eram detonados pela imprensa conservadora. E, o pior, existia uma política DELIBERADA para destruí-los, durante todo o governo FHC.

Esta turma do PSDB não é "flor que se cheire".

Tempo passou e 2009 chegou, e a crise econômica detonando mundo afora.

O governo federal mandou o Banco do Brasil e a CEF abaixarem os juros. Parte da elite, acostumada a viver de renda, chiou. Vários comentaristas alarmaram contra o ato do banco.

Foi feito o xilique normal dos jornais conservadores e seus "comentaristas".

Eles querem impedir a queda dos juros, pois juros alto é grana no bolso deles. Grana limpinha e SEM RISCO.

Um anti-patriota chamado Mailson da Nóbrega escreveu um monte de besteira em uma revista anti-patriota "alertando" para o absurdo do Banco do Brasil abaixar os juros. Esta história você lê aqui ( Juros bancários: os histéricos querem te enganar )

O blog do Chicão já alertava os brasileiros sobre o fato do Banco do Brasil, com juros bancários menores, ficaria com os MELHORES CLIENTES. Isto geraria concorrência.

Se depender dos bancos privados, eles nos entopem de juros, para ganhar mais e mais.

Depois da histeria da imprensa conservadora, que quer saber apenas de dinheiro no bolso dos seus donos milionários, chegou a verdade.

Nada de "comentaristas" pedir desculpas. Nada deles fazerem auto-crítica. Apenas o Itautrade fez autocrítica e pediu desculpas ( Itautrade: corretora do Itaú acredita nos jornais conservadores e orienta mal os clientes )

Agora é a hora da verdade. Veja a notícia abaixo:


Bancos baixam juros

Crédito é estratégia na briga pelo cliente; Banco do Brasil reduziu as taxas para linhas de empréstimo para pessoa física. Bradesco não fica atrás e anuncia custo menor e prazo de até 30 anos para o financiamento habitacional de imóveis com valor de até R$ 120 mil

http://www.jt.com.br/editorias/2009/05/26/eco-1.94.2.20090526.1.1.xml

Parabéns ao ministro Guido Mantega. Continue a forçar a diminuição dos juros bancários.

O que conseguimos ainda é pouco. Dá para ficar melhor ainda.




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sexta-feira, 24 de abril de 2009

Os bons negócio$ entre o Serra e a editora Abril continuam

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É inacreditável!

É dinheiro, milhões, no bolso dos donos da Editora Abril. Eles estão rindo atoa de felicidade.

O dinheiro dos nossos impostos estão sendo DESPERDIÇADOS com eles.

Quando você abre uma revista do grupo Abril é só elogio ao José Serra: competente, capaz, vitorioso...

O novo negócio entre ele$ é o seguinte:

- Contrato: 15/0149/09/04
- Empresa: Editora Abril S/A.
- Objeto: Aquisição de 25.702 assinaturas da Revista Recreio que
serão destinadas às escolas da Rede de Ensino da COGSP e da
CEI. - Prazo: 608 dias
- Valor: R$ 12.963.060,72 quase R$ 13 MILHÕES
- Data de Assinatura: 09/04/2009.
- Extratos de convênios - Convênio: 54/0443/09/06


Esta revista Recreio é dirigida às crianças. Ela custa CARO, porque junto vem um brinquedinho. Custa R$ 10,00, nas bancas de jornal.

O valor da compra SEM LICITAÇÃO é equivalente ao preço do exemplar na banca, sem descontos. No site você pode assinar com 10% de desconto, e uma segunda assinatura dá direito a 35%.

O governo Serra compra 25.702 assinaturas SEM O DESCONTO dado para qualquer um que fizer a assinatura? É demais. Não é incompetência, é planejamento político.

E mais. O brinquedinho que vem junto vai ser usado como? Vai ficar para quem? É o brinquedinho que torna a revista TÃO CARA.

Vale a pena perguntar:

Qual a relevância curricular para tais compras?

Como será O TRABALHO PEDAGÓGICO com as revistas?

Se é para estimular a leitura, como será feito? Quais livros vão usar? Porque não compram outras revistas de melhor qualidade, como a Ciência Hoje para Crianças?

Perguntei para duas professoras de escolas estaduais de SP sobre estes constantes negócios entre o Serra e a Abril. Elas relataram desperdício de dinheiro e falta de planejamento pedagógico.

A editora Abril ainda tem um ganho indireto de marketing: a revista será apresentada para um público que não costuma compra-la. As crianças, vendo o brinquedinho, que não ficará com ela, pedirão para os pais comprar a revista por causa do brinquedo. Se 5% dos pais fizerem isto, será uma aumento monstruoso de vendas da revista.

Será mais dinheiro no bolso dos donos da editora. Eles ficam felizes, eles agem pensando em dinheiro e poder.

Enquanto isto bons livros NÃO SÃO COMPRADOS.

Bons projetos pedagógicos são desconsiderados.

Boas idéias são destruídas, pois o foco é agir de modo a ajudar os donos da editora Abril.


Leia também:

Educação em São Paulo: o mal da politicagem


Serra e a editora Abril, milhões em negócios e proteção política 1

Esta série vai de um a cinco. Leia todos os textos.


Sai pela porta dos fundos a secretária de educação de São Paulo


Educação em São Paulo


Observação: vá no ícone pesquisar blog (no topo da página) e digite educação. Vai aparacer muitos textos sobre educação.


ATUALIZAÇÃO:

Este texto do Blog do Chicão foi divulgado pelo ótimo blog Viomundo

Os comentários dos leitores de lá foram fantásticos.

1- Luis Afonso: "Dei-me ao trabalho de ver as reportagens da última Revista Recreio. Uma das matérias era "Encare partidas de tênis com Mario no Wii".

Fico imaginando a criançada das escolas públicas lendo sobre videogames caros que seus pais não tem como adquirir. Muito educativo".


2- Fernando: "Azenha,

A edição de 18/03/2003 de Veja traz a matéria "103 milhões de livros didáticos".
http://veja.abril.com.br/180309/p_118.shtml

Nesta matéria, as repórteres relatam os grandes descontos que as editoras dão para o Governo em compras deste tipo: "o mesmo livro vendido nas livrarias por cerca de 70 reais sai para o MEC por 5 reais".

A pergunta que fica aqui é: por que o Governo de José Serra não conseguiu (ou não quis) estes descontos?"


Foi legal ler um texto do blog em outros blogs. Quero realçar que neste blog uso constantemene material produzido por outros blogs. Sempre indico a fonte.


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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Presidente do Equador defende o próprio país.

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Eu não costumo comentar sobre os países da américa latina porque não conheço bem a situação destas.

Todavia, por motivos pessoais, estou acompanhando o rolo da empresa Odebrecht com governo do Equador.

A situação é esta: a empresa construi "porcamente" uma hidrelétrica no Equador. Ela está sem funcionar desde o meio do ano.

Imagina: você compra uma casa de uma construtora. Você não pode morar nela, pois corre o risco de desabar. Você continua pagando as prestações do financiamento com a construtora?

Lógico que não.

É o que presidente do Equador está corretamente fazendo.

Já a imprensa brasileira transforma todos os MUITO RICOS em coitadinhos. A empresa é uma boa anunciante destas revistas e deve ser protegida, mesmo que as custas da verdade.

Os muito ricos, sejam grileiros ou fazedores de obras de baixa qualidade são sempre coitadinhos.

E os malvados são os Chaves, os Evos e os Rafaeis da vida.

A imprensa conservadora é tão poderosa em sua máquina de lavagem cerebral de uma parcela da população que tenta até transformar um problema privado de uma empresa em um problema nacional.

Vale a pena você o artigo do Blg Cidadania. O artigo se chama "Mitômanos e Burros".

http://edu.guim.blog.uol.com.br/





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sábado, 5 de julho de 2008

A imprensa nacional é irracional?

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“Como esquecer a coluna de 9 de janeiro, de Eliane Catanhêde, colunista da Folha de São Paulo?: "Com sua licença, vou usar este espaço para fazer um apelo para você que mora no Brasil, não importa onde: vacine-se contra a febre amarela! Não deixe para amanhã, depois, semana que vem... Vacine-se logo!”.


Passado algum tempo vê-se claramente o exagero da afirmação da colunista do jornal.

Será que é irracional o que ela escreveu? Ou será que faz parte de um jogo de pressões psíquicas sobre a classe média?

Eu voto na segunda opção.

Ao optar pela emoção e pelo negativismo os jornais conseguem duas variáveis: evitam a reflexão racional e, consequentemente, a discussão de soluções e de estudos técnicos.

O nível fica superficial.

O que o dono do jornal (e a mídia em geral) ganha com isto?

Possibilidade de realizar acordos com políticos que lhes favoreçam $$$$.

A classe média, alvo dos jornais, aceita passivamente ficar no papel de manipulada. Portanto para eles é um jogo de poucos riscos e muito lucro.

Para o Brasil é ruim. Qual foi o preço "pago" à bancada ruralista para que eles ajudassem a afundar o projeto que proibia propaganda de bebidas alcóolicas?

Permitir a propaganda de bebidas é ruim para a saúde pública. Boa parte do imposto que você paga vai para custos relacionados ao alcoolismo (de longe o maior motivo de custos na saúde e na previdência social- licensas e pensões).

Permitir propaganda de bebida alcóolica é ótimo para a mídia, pois é dinheiro, muito dinheiro no bolso.

E os ruralistas, porque apoiaram a mídia nesta questão? Você acha que foi de graça?
Entre os ruralistas estão pessoas corretas e grileiros de terra. Pessoas corretas que combatem toda e qualquer lei ecológica aplicada no campo. Grileiros que são simplesmente bandidos.

O que eles ganharam em troca?

PROTEÇÃO E APOIO PARA SUAS DEMANDAS.

Um apoia o outro e o Brasil continua na mesma.

Esta é a razão racional pelo qual os DONOS DE jornais, rádios e tvs conservadores fazem a opção pelo xilique constante.

Para nós, cidadãos, é ruim, é irracional.

Para eles é um bom negócio.

Vamos nos lembrar: na fase do xilique dos cartões corporativos e das conta de tipo B o blog do Chicão lhes alertava: depois de muito xingamento, de muita fofoca, de muita auto-destruição, TUDO VAI VOLTAR AO QUE ERA ANTES. As contas vão continuar escondidas, os governos estaduais e municipais não vão mostrar suas contas...

Eu avisei: não vamos na onda dos jornais conservadores, pois TUDO VAI CONTINUAR NA MESMA. Precisamos de propostas. Não vamos entrar no jogo de nomes (fulano fez isto, ciclano fez aquilo). VAMOS NOS FOCAR EM PROPOSTAS RACIONAIS PARA MUDAR A SITUAÇÃO.

O xilique mudou de localização e tudo continua na mesma: as contas estão TODAS BLINDADAS, BEM ESCONDIDAS E BEM BAGUNÇADAS. Tudo igual ao que era antes.

O jogo político e econômico dos DONOS de jornais, rádios e tvs é diferente dos interesses dos cidadãos.

Quem fica a reboque deles é BURRO (desculpe a sinceridade).

Por seguirem a mídia, sem buscarem propostas racionais e por se envolverem em jogos emocionais é que TUDO FICA NA MESMA.

Ninguém é inocente. Os donos das mídias conservadoras querem ganhar dinheiro e a classe média quer alguém ou algo para se INDIGNAR E TER RAIVA.

Esté é o jogo.

As contas públicas continuam escondidas... e a classe média continua reclamando.

As leis ambientais estão sendo detonadas e seus destruidores são apresentados como pessoas dígnas, corretas, etc.

Bom, no caso de alguns jornais, até grileiro de terra é apresentado como "proprietário" e como vítima de um governo incompetente.

Prestem atenção! E não entrem nos jogos emocionais sucessivos da imprensa conservadora.

(obs: o primeiro parágrafo deste texto reproduz parte do texto do Gilson Caroni, da agência Carta Maior)

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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Procuradoria recebe denúncia contra fazenda de senador do DEM

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O cara acima não é um qualquer. É senador da república.

Eleito democraticamente.

A família dele fez carreira política à sombra da ditadura militar.

Eles devem sonhar com aquela época. Sem fiscalização, sem cobrança. Impunidade na certa.

Desde então o Brasil melhorou um pouco.

Com o FHC foram feitas mais fiscalizações. Bem pouquinhas, não era para incomodar os poderosos.

Agora as fiscalizações aumentaram e estão "pegando" alguns peixes grandes.

Eles ainda conseguem escapulir. E se revoltam por estarem sendo, digamos, constrangidos.

É por isto que eles atacam as equipes que combatem o trabalho escravo e o trabalho degradante.

Eles estão em risco, pela primeira vez neste país.

A imprensa quase nada divulga. Pois conta com os votos destes senadores e deputados para aprovarem leis de interesse de seus donos.

Políticos do sul e sudeste também se calam. Contam com o apoio deles para se elegerem e conseguirem benefícios políticos.

O tal senador acima foi homem forte das campanhas Serra e Alckmin a presidência.

Saiba mais quem é ele no texto abaixo:


Procuradoria recebe denúncia contra fazenda de senador do DEM

da Agência Folha, em Campo Grande

A Procuradoria do Trabalho de Alta Floresta (800 km de Cuiabá) vai monitorar a fazenda Santa Amália, do senador Jayme Campos (DEM), em razão de denúncia de 20 trabalhadores rurais que afirmam ter trabalhado no local em condições degradantes e sem receber parte dos salários devidos.

Um inquérito chegou a ser a aberto, mas foi suspenso ontem após a assinatura de um termo de ajustamento de conduta. Pelo documento, o senador se comprometeu a cumprir uma lista de 30 obrigações trabalhistas em futuras contratações, sob pena de multa de R$ 20 mil mensais por item eventualmente descumprido.

Campos integra a bancada ruralista do Senado. Sua fazenda em Alta Floresta é a mesma que, no ano passado, foi alvo de R$ 6.045.120 em multas do Ibama por conta de 1.500 hectares de desmates em áreas de preservação permanente.

Segundo depoimento dos trabalhadores, os alojamentos eram precários, não havia água potável nem equipamentos de proteção individual. Eles ainda disseram que não receberam a parcela de salários.


Observe bem: não havia água potável para beber.

Um cara deste é um lixo.

Um lixo cortejado por empresas de jornalismo (como o grupo Abril), por políticos (como o Serra e Alckmin), e por todos que sabem que podem contar com ele quando o assunto são os interesses de grupos econômicos atrasados.


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