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Se dependesse dos setores conservadores o Brasil estaria automaticamente alinhado aos EUA, fazendo tudo que é do interesse americano.
É assim que eles agiram quando estavam no governo. O Brasil só perdeu com a ação deles.
Vamos exemplificar as formas de agir do governo do Brasil nos últimos 20 anos:
o programa nuclear do Irã é péssimo. Como é péssimo todos os investimentos em armamento.
A questão é: nós vamos nos aliar aos EUA sem negociar NADA?
O FHC abriu o mercado brasileiro de educação para empresas estrangeiras. Sabe o que o Brasil ganhou em troca das nações mais desenvolvidas?
NADA. ABSOLUTAMENTE NADA.
Poucos meses depois os EUA aumentaram a proteção à sua agricultura.
Ou seja, fizemos o papel de bobo.
Sou contra empresas estrangeiras na educação no Brasil. Mas, se for para abrir o mercado, pelo menos que se NEGOCIE algo em troca.
Quando o FHC montou o SIVAM, sistema de radar da amazônia NÃO EXIGIU quase nada em troca. Ou seja, gastou-se bilhões e não exigiu transferência de tecnologia de ponta para o país.
O governo FHC/SERRA/JEREISSATI/AÉCIO pagou muito caro por equipamentos e nem sequer desenvolveram a indústria nacional.
Só agora, com o governo Lula negociando, é que os EUA começam a se abrir para transferência de tecnologia de ponta. Ainda é pouco o que eles oferecem. TEMOS QUE EXIGIR MAIS. Isto se faz negociando.
Temos que atingir nossos interesses patrióticos. E não ficar a reboque dos EUA, que depois retribuem nos prejudicando.
Esta síndrome de vira-lata da oposição e dos donos das grandes empresas de comunicação term que ACABAR.
O Brasil não deve ser submisso para agradar aos interesses comerciais e políticos de Serra. Aécio, família Marinho, família Saad (dona da Band), etc.
Temos que NEGOCIAR. Temos que nos acostumar a ver o governo Brasileiro negociar a FAVOR DO POVO BRASILEIRO.
A matéria abaixo é da BBC Brasil:
"Lula diz que só “presta contas” sobre visita ao Irã ao povo brasileiro
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta sexta-feira, que não tem de prestar contas sobre sua visita ao Irã, prevista para maio, “a não ser ao povo brasileiro”
O presidente havia sido questionado sobre o encontro que terá, na próxima semana em Brasília, com a secretária de Estado americano, Hillary Clinton – e se essa reunião poderia resultar numa mudança de postura do governo brasileiro em relação ao Irã.
Segundo o presidente, a relação com os Estados Unidos é “soberana”.
“A relação americana é uma relação soberana. Eles visitam quem querem e eu visito quem eu quero dentro do respeito soberano de cada país”, acrescentou Lula.
O presidente Lula disse, no entanto, que “não concordará” com o governo iraniano, caso este decida ampliar seu programa nuclear para um enriquecimento de urânio acima de 20%.
“O Irã estará rompendo com o tratado que é feito por todos nós, nas Nações Unidas. E eu não poderia concordar”, disse Lula".
Isto é negociar de forma soberana.
É isto que faz o Brasil ser mais respeitado ATUALMENTE.
Basta destes conservadores que não se importam do Brasil "ficar de quatro" para seguir cegamente o que outros paises MANDAM.
Leia também:
Ensinando o Brasil a negociar
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/09/ensinando-o-brasil-negociar.html
VIVA NOSSA PÁTRIA BRASIL!
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terça-feira, 2 de março de 2010
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
A loucura do armamentismo e a burrice da direita mundial
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Segundo a teoria dos jogos, Irã terá a capacidade de desenvolver arma nuclear
por Gustavo Chacra [o que está entre chaves é comentário do Blog do Chicão]
O Irã terá a capacidade de desenvolver uma bomba, mas não construirá a arma atômica por opção própria [o pior fanatismo é o religioso, duvido que não construirão]. Esta é a conclusão de Bruce Bueno de Mesquita, professor da Universidade de Nova York e maior especialista nos Estados Unidos em teoria dos jogos aplicada às relações internacionais.
Com modelos matemáticos que atribuem valores que englobam o poder e a capacidade de implementar suas vontades a cada um dos atores envolvidos, sejam pessoas, instituições e países, ele concluiu que este será o resultado do processo mais ou menos no fim do ano.
Não é de se jogar fora esta previsão, já que, apenas em relação ao Irã, Bueno de Mesquita acertou que Khamanei seria o sucessor de Khomeini como líder supremo do Irã com anos de antecedência. Também antecipou a vitória de Rafsanjani e de todos os outros presidentes iranianos.
Ele não divulga o modelo matemático que usa, já que ganha dinheiro vendendo seus serviços para empresas privadas e mesmo para a CIA, segundo revelou há algumas semanas para o New York Times. Claro, o modelo é móvel. No ano passado, Obama, como candidato democrata, era um ator importante, mas com uma pontuação inferior à atual, no cargo de presidente. O mesmo vale para Israel, pós-eleições.
O Irã teve, desde a Revolução Islâmica, o Iraque como barreira para impedir a sua influência no mundo árabe. Ao derrubaram Saddam Hussein, maior inimigo dos iranianos, os EUA prestaram um ótimo serviço para o regime islâmico de Teerã. De presente, os americanoss ainda ajudaram o Irã em outra fronteira, ao tirar o Taleban do poder no Afeganistão, outro rival do Irã. [tudo pelo petróleo, mentiram e enganaram o povo americano dizendo que o Sadam tinha arma química. MENTIRAM e mentirão sempre]
Estes dois presentes vieram junto com uma onda de ameaças ao regime. E o Irã observou que os EUA se aliaram ao Paquistão – que tem bomba atômica – e sempre são cautelosos ao falarem da Coréia do Norte – que também tem bomba atômica. A lógica, para qualquer realista, é desenvolver uma bomba atômica, já que, desta forma, dificilmente seria atacado por Israel ou os Estados Unidos. [é isso mesmo. No caso da venezuela os EUA tem medo do Chaves não pelos bilhões gastos em armamento pesado. Tem medo é dos centenas de milhares de armamentos leves que ele comprou e que tornaria uma invasão inviável. Hoje a opção dos EUA é comprar e apoiar opositores ao regime. Tudo pelo petróleo.]
Mais do que isso, também aumentaria o seu poder regional em relação aos vizinhos árabes. A arma não seria para destruir Israel, mesmo porque, em minutos, os americanos e os israelenses eliminariam todas as cidades do Irã com mais de cem mil habitantes em resposta a um ataque nuclear a Tel Aviv. [Israel não precisa dos EUA para guerra atômica. Precisa economicamente.]
A teoria de Buenos de Mesquita é a de que, com a capacidade de desenvolver a arma, o Irã já teria como levar os americanos e os israelenses a pensar duas vezes antes de um ataque e, consequentemente, os iranianos se sentiriam mais seguros. [Até que ISrael encontre uma forma de atingi-los, aí será nova corrida].
Gary Sick, professor da Universidade Columbia, sempre defendeu esta “via Brasil”, na qual, mesmo com a capacidade de ter a bomba, o Irã opta por não ter. Vamos aguardar para ver se Buenos de Mesquita está correto. [O Brasil abriu mão de pesquisas. Em comum acordo com a Argentina, um acordo exemplar, MARAVILHOSO].
[Pela colocação acima você pode imaginar a burrice que foi a invasão ao Iraque. Mudou a geopolítica mundial e tornou um inferno a vida dos cristãos nos países muçulmanos. No Brasil, bestas como Ali Kamel, ideólogo da Globo e defensor ferrenho das ações dos EUA continuam influenciando e aprontando das suas.]
Do Blog Diário do Oriente Médio
Leia também:
Conservadores reacionários: a confissão sobre o Iraque
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/06/conservadores-reacionarios-confissao.html
Corrida armamentista NÃO!
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/09/corrida-armamentista-nao.html
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Segundo a teoria dos jogos, Irã terá a capacidade de desenvolver arma nuclear
por Gustavo Chacra [o que está entre chaves é comentário do Blog do Chicão]
O Irã terá a capacidade de desenvolver uma bomba, mas não construirá a arma atômica por opção própria [o pior fanatismo é o religioso, duvido que não construirão]. Esta é a conclusão de Bruce Bueno de Mesquita, professor da Universidade de Nova York e maior especialista nos Estados Unidos em teoria dos jogos aplicada às relações internacionais.
Com modelos matemáticos que atribuem valores que englobam o poder e a capacidade de implementar suas vontades a cada um dos atores envolvidos, sejam pessoas, instituições e países, ele concluiu que este será o resultado do processo mais ou menos no fim do ano.
Não é de se jogar fora esta previsão, já que, apenas em relação ao Irã, Bueno de Mesquita acertou que Khamanei seria o sucessor de Khomeini como líder supremo do Irã com anos de antecedência. Também antecipou a vitória de Rafsanjani e de todos os outros presidentes iranianos.
Ele não divulga o modelo matemático que usa, já que ganha dinheiro vendendo seus serviços para empresas privadas e mesmo para a CIA, segundo revelou há algumas semanas para o New York Times. Claro, o modelo é móvel. No ano passado, Obama, como candidato democrata, era um ator importante, mas com uma pontuação inferior à atual, no cargo de presidente. O mesmo vale para Israel, pós-eleições.
O Irã teve, desde a Revolução Islâmica, o Iraque como barreira para impedir a sua influência no mundo árabe. Ao derrubaram Saddam Hussein, maior inimigo dos iranianos, os EUA prestaram um ótimo serviço para o regime islâmico de Teerã. De presente, os americanoss ainda ajudaram o Irã em outra fronteira, ao tirar o Taleban do poder no Afeganistão, outro rival do Irã. [tudo pelo petróleo, mentiram e enganaram o povo americano dizendo que o Sadam tinha arma química. MENTIRAM e mentirão sempre]
Estes dois presentes vieram junto com uma onda de ameaças ao regime. E o Irã observou que os EUA se aliaram ao Paquistão – que tem bomba atômica – e sempre são cautelosos ao falarem da Coréia do Norte – que também tem bomba atômica. A lógica, para qualquer realista, é desenvolver uma bomba atômica, já que, desta forma, dificilmente seria atacado por Israel ou os Estados Unidos. [é isso mesmo. No caso da venezuela os EUA tem medo do Chaves não pelos bilhões gastos em armamento pesado. Tem medo é dos centenas de milhares de armamentos leves que ele comprou e que tornaria uma invasão inviável. Hoje a opção dos EUA é comprar e apoiar opositores ao regime. Tudo pelo petróleo.]
Mais do que isso, também aumentaria o seu poder regional em relação aos vizinhos árabes. A arma não seria para destruir Israel, mesmo porque, em minutos, os americanos e os israelenses eliminariam todas as cidades do Irã com mais de cem mil habitantes em resposta a um ataque nuclear a Tel Aviv. [Israel não precisa dos EUA para guerra atômica. Precisa economicamente.]
A teoria de Buenos de Mesquita é a de que, com a capacidade de desenvolver a arma, o Irã já teria como levar os americanos e os israelenses a pensar duas vezes antes de um ataque e, consequentemente, os iranianos se sentiriam mais seguros. [Até que ISrael encontre uma forma de atingi-los, aí será nova corrida].
Gary Sick, professor da Universidade Columbia, sempre defendeu esta “via Brasil”, na qual, mesmo com a capacidade de ter a bomba, o Irã opta por não ter. Vamos aguardar para ver se Buenos de Mesquita está correto. [O Brasil abriu mão de pesquisas. Em comum acordo com a Argentina, um acordo exemplar, MARAVILHOSO].
[Pela colocação acima você pode imaginar a burrice que foi a invasão ao Iraque. Mudou a geopolítica mundial e tornou um inferno a vida dos cristãos nos países muçulmanos. No Brasil, bestas como Ali Kamel, ideólogo da Globo e defensor ferrenho das ações dos EUA continuam influenciando e aprontando das suas.]
Do Blog Diário do Oriente Médio
Leia também:
Conservadores reacionários: a confissão sobre o Iraque
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/06/conservadores-reacionarios-confissao.html
Corrida armamentista NÃO!
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/09/corrida-armamentista-nao.html
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
Corrida armamentista NÃO!
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O Brasil quer comprar bastante submarinos, aviões, etc.
É um negócio de BILHÕES DE REAIS.
Que não servirá para nada.
Tudo isto é um "peidinho" frente as frotas dos EUA.
A Argentina, a Colombia, a Bolívia, Uruguai, Paraguai, Venezuela, e outros não estão sequer pensando em guerra contra nós.
Quem poderia vir aqui e querer se meter com nossa Pátria?
Os EUA.
Mas, para isto os americanos não precisam de armas. Basta dar dinheiro para a imprensa conservadora, comprar alguns políticos, jornalistas, juízes. Eles estão sempre de prontidão para defender os interesses dos EUA.
Na época da ditadura, e atualmente tambémos, EUA compraram a consciência de muitos militares.
Os EUA usam ideologia e dinheiro para influenciar o Brasil.
Bom, vamos supor que os EUA resolvam dominar o pré-sal. Eles terão que invadir o Brasil. Neste caso todos estes equipamentos militares não servirão para nada.
Quem venceu os EUA não usou a guerra convencional.
No Vietnam os EUA levaram um cacete.
No Afeganistão está apanhando.
Ou seja, é muito mais interessante fazer como o Chaves fez. Comprar milhares de armas e em caso de necessidade distribuir para a população.
Os 100 mil fuzis que o Chaves comprou dá mais medo nos EUA do que os aviões brasileiros.
Sabe porque?
Porque os americanos sabem lidar melhor com a guerra convencional, do que com a guerra de "porta em porta".
Se os EUA invadirem a Venezuela terão tanta baixa de soldados que eles já desistiram desta idéia.
Este deveria ser o caminho do Brasil.
Temos que treinar militares para entrarem nos EUA e fazerem sabotagem (lógico, que em caso de guerra). Temos que treinar militares para matar cada um dos americanos que ousarem pisar em nosso solo sagrado com a finalidade de guerra.
Fora isto, devemos gastar nosso dinheiro para promover a paz, a educação, a saúde. Para ajudar quem precisa, fazer caridade.
O Brasil será forte o dia em que se desenvolver e for um país que promova uma cultura de paz em todo o planeta.
Neste sentido devemos buscar a amizade e a paz com todos os países, inclusive com o povo que mais adora guerra neste planeta, que é o povo americano.
PS: a solução que aponto aqui é muito mais barata. Não precisa investir quase nada e ainda dá para cortar o orçamento de defesa do Brasil para um quarto do que é hoje.
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O Brasil quer comprar bastante submarinos, aviões, etc.
É um negócio de BILHÕES DE REAIS.
Que não servirá para nada.
Tudo isto é um "peidinho" frente as frotas dos EUA.
A Argentina, a Colombia, a Bolívia, Uruguai, Paraguai, Venezuela, e outros não estão sequer pensando em guerra contra nós.
Quem poderia vir aqui e querer se meter com nossa Pátria?
Os EUA.
Mas, para isto os americanos não precisam de armas. Basta dar dinheiro para a imprensa conservadora, comprar alguns políticos, jornalistas, juízes. Eles estão sempre de prontidão para defender os interesses dos EUA.
Na época da ditadura, e atualmente tambémos, EUA compraram a consciência de muitos militares.
Os EUA usam ideologia e dinheiro para influenciar o Brasil.
Bom, vamos supor que os EUA resolvam dominar o pré-sal. Eles terão que invadir o Brasil. Neste caso todos estes equipamentos militares não servirão para nada.
Quem venceu os EUA não usou a guerra convencional.
No Vietnam os EUA levaram um cacete.
No Afeganistão está apanhando.
Ou seja, é muito mais interessante fazer como o Chaves fez. Comprar milhares de armas e em caso de necessidade distribuir para a população.
Os 100 mil fuzis que o Chaves comprou dá mais medo nos EUA do que os aviões brasileiros.
Sabe porque?
Porque os americanos sabem lidar melhor com a guerra convencional, do que com a guerra de "porta em porta".
Se os EUA invadirem a Venezuela terão tanta baixa de soldados que eles já desistiram desta idéia.
Este deveria ser o caminho do Brasil.
Temos que treinar militares para entrarem nos EUA e fazerem sabotagem (lógico, que em caso de guerra). Temos que treinar militares para matar cada um dos americanos que ousarem pisar em nosso solo sagrado com a finalidade de guerra.
Fora isto, devemos gastar nosso dinheiro para promover a paz, a educação, a saúde. Para ajudar quem precisa, fazer caridade.
O Brasil será forte o dia em que se desenvolver e for um país que promova uma cultura de paz em todo o planeta.
Neste sentido devemos buscar a amizade e a paz com todos os países, inclusive com o povo que mais adora guerra neste planeta, que é o povo americano.
PS: a solução que aponto aqui é muito mais barata. Não precisa investir quase nada e ainda dá para cortar o orçamento de defesa do Brasil para um quarto do que é hoje.
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sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Péssima notícia: América do Sul reforça seus arsenais bélicos
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O aumento da presença militar dos EUA na Colômbia corresponde a uma estratégia comercial dos EUA.
Este país hoje é militar dependente. Criar tensão para vender armamentos e serviços é fundamental para manter a máquina de guerra do EUA funcionando.
Criar tensão e corrida armamentista, este é o desejo dos EUA.
Eles estão conseguindo o objetivo.
E o Brasil está embarcando nesta corrida. É uma pena.
Leia o texto abaixo:
América do Sul reforça seus arsenais bélicos
Javier Lafuente Em Madri
O acordo entre a Colômbia e os Estados Unidos para o uso de sete bases militares colombianas disparou o nervosismo de muitos mandatários sul-americanos. Mas os ventos de guerra vislumbrados pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, são outro episódio, nem por isso menos importante, no agitado tabuleiro militar sul-americano. Desde então, em apenas um mês, a Venezuela aumentou suas encomendas à Rússia, o exército equatoriano adquiriu novo material de Pequim e o Brasil confirmou que vai implementar um plano de estratégia militar para, segundo dizem, preservar a Amazônia.
Cinco anos de bonança econômica possibilitaram que os orçamentos para a defesa disparassem. Neste ano, dois relatórios de prestigiosos centros internacionais dissiparam qualquer dúvida sobre o gasto militar. O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês) indicou que o gasto da América Latina e do Caribe aumentou 91% entre 2003 e 2008, passando de US$ 24,7 bilhões para US$ 47,2 bilhões. Recentemente, o Instituto Internacional de Estudos para a Paz (SIPRI), de Estocolmo, indicou que o consumo do ano passado só na América do Sul foi de US$ 48 bilhões, 6% a mais que em 2007, e representou um aumento de 50% na última década.
...
Mas, se só o México e a Colômbia travam guerras internas, como se justifica que o Chile tenha centenas de tanques Leopard 2, os mais poderosos do sul do continente? Ou que a Venezuela tenha adquirido material tão sofisticado? As tensões regionais são subjacentes a essa renovação do material bélico. É a cobra que morde a cauda. Cada vez que um país se arma, o vizinho anuncia novas aquisições.
Leia o texto completo em:
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2009/08/28/ult581u3451.jhtm
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O aumento da presença militar dos EUA na Colômbia corresponde a uma estratégia comercial dos EUA.
Este país hoje é militar dependente. Criar tensão para vender armamentos e serviços é fundamental para manter a máquina de guerra do EUA funcionando.
Criar tensão e corrida armamentista, este é o desejo dos EUA.
Eles estão conseguindo o objetivo.
E o Brasil está embarcando nesta corrida. É uma pena.
Leia o texto abaixo:
América do Sul reforça seus arsenais bélicos
Javier Lafuente Em Madri
O acordo entre a Colômbia e os Estados Unidos para o uso de sete bases militares colombianas disparou o nervosismo de muitos mandatários sul-americanos. Mas os ventos de guerra vislumbrados pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, são outro episódio, nem por isso menos importante, no agitado tabuleiro militar sul-americano. Desde então, em apenas um mês, a Venezuela aumentou suas encomendas à Rússia, o exército equatoriano adquiriu novo material de Pequim e o Brasil confirmou que vai implementar um plano de estratégia militar para, segundo dizem, preservar a Amazônia.
Cinco anos de bonança econômica possibilitaram que os orçamentos para a defesa disparassem. Neste ano, dois relatórios de prestigiosos centros internacionais dissiparam qualquer dúvida sobre o gasto militar. O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês) indicou que o gasto da América Latina e do Caribe aumentou 91% entre 2003 e 2008, passando de US$ 24,7 bilhões para US$ 47,2 bilhões. Recentemente, o Instituto Internacional de Estudos para a Paz (SIPRI), de Estocolmo, indicou que o consumo do ano passado só na América do Sul foi de US$ 48 bilhões, 6% a mais que em 2007, e representou um aumento de 50% na última década.
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Mas, se só o México e a Colômbia travam guerras internas, como se justifica que o Chile tenha centenas de tanques Leopard 2, os mais poderosos do sul do continente? Ou que a Venezuela tenha adquirido material tão sofisticado? As tensões regionais são subjacentes a essa renovação do material bélico. É a cobra que morde a cauda. Cada vez que um país se arma, o vizinho anuncia novas aquisições.
Leia o texto completo em:
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2009/08/28/ult581u3451.jhtm
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sexta-feira, 2 de maio de 2008
Um novo militarismo

Não só os EUA, mas todo o planeta está passando por um novo militarismo.
Um governo supostamente de esquerda como o de Chaves
investe bilhões em armamentos.
E oferece discurso para os que querem "defender" o Brasil.
Dinheiro que poderia ser usado para o progresso do Brasil é desperdiçado no gasto exagerado com o militarismo.
O pior: há uma enorme pressão para aumentar este gasto.
Os países mais poderosos são os mais ricos
e não os mais militarizados.
São os que são nacionalistas na ECONOMIA.
Não os que possuem as melhores bombas.
Não os que possuem as melhores bombas.
A antiga URSS foi a falência, em parte, devido a corrida armamentista.
A Russia e as outras ex-repúblicas soviéticas tiveram que reduzir brutalmente os gastos militares.
E investir em infra-estrutura, educação e saúde.
Por terem escolhido este caminho começaram a crescer novamente.
Menos gastos militares, mais dinheiro onde realmente interessa.
Angola reduziu os gastos militares,
foi o país que mais cresceu no planeta em 2007.
Os exemplos são muitos.
O Brasil não pode embarcar nesta furada que é aumentar os gastos militares.
O que já é investido deve ser direcionado para as necessidades mais básicas de defesa.
O Brasil é o país do desperdício do dinheiro público.
Nas forças armadas existe muito desperdício também.
Administrar melhor o dinheiro público é uma necessidade
no judiciário, executivo, legislativo e nas forças armadas.
O Brasil não pode embarcar nesta furada que é aumentar os gastos militares.
O que já é investido deve ser direcionado para as necessidades mais básicas de defesa.
O Brasil é o país do desperdício do dinheiro público.
Nas forças armadas existe muito desperdício também.
Administrar melhor o dinheiro público é uma necessidade
no judiciário, executivo, legislativo e nas forças armadas.
Aumentar gastos em militarismo só servirá para retirar dinheiro de outras áreas que estão muito carentes de recursos, como a saúde.
Primeiro de maio,
dia de liberdade,
dia de luta para que os recursos públicos beneficiem os mais humildes.
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