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O Brasil quer comprar bastante submarinos, aviões, etc.
É um negócio de BILHÕES DE REAIS.
Que não servirá para nada.
Tudo isto é um "peidinho" frente as frotas dos EUA.
A Argentina, a Colombia, a Bolívia, Uruguai, Paraguai, Venezuela, e outros não estão sequer pensando em guerra contra nós.
Quem poderia vir aqui e querer se meter com nossa Pátria?
Os EUA.
Mas, para isto os americanos não precisam de armas. Basta dar dinheiro para a imprensa conservadora, comprar alguns políticos, jornalistas, juízes. Eles estão sempre de prontidão para defender os interesses dos EUA.
Na época da ditadura, e atualmente tambémos, EUA compraram a consciência de muitos militares.
Os EUA usam ideologia e dinheiro para influenciar o Brasil.
Bom, vamos supor que os EUA resolvam dominar o pré-sal. Eles terão que invadir o Brasil. Neste caso todos estes equipamentos militares não servirão para nada.
Quem venceu os EUA não usou a guerra convencional.
No Vietnam os EUA levaram um cacete.
No Afeganistão está apanhando.
Ou seja, é muito mais interessante fazer como o Chaves fez. Comprar milhares de armas e em caso de necessidade distribuir para a população.
Os 100 mil fuzis que o Chaves comprou dá mais medo nos EUA do que os aviões brasileiros.
Sabe porque?
Porque os americanos sabem lidar melhor com a guerra convencional, do que com a guerra de "porta em porta".
Se os EUA invadirem a Venezuela terão tanta baixa de soldados que eles já desistiram desta idéia.
Este deveria ser o caminho do Brasil.
Temos que treinar militares para entrarem nos EUA e fazerem sabotagem (lógico, que em caso de guerra). Temos que treinar militares para matar cada um dos americanos que ousarem pisar em nosso solo sagrado com a finalidade de guerra.
Fora isto, devemos gastar nosso dinheiro para promover a paz, a educação, a saúde. Para ajudar quem precisa, fazer caridade.
O Brasil será forte o dia em que se desenvolver e for um país que promova uma cultura de paz em todo o planeta.
Neste sentido devemos buscar a amizade e a paz com todos os países, inclusive com o povo que mais adora guerra neste planeta, que é o povo americano.
PS: a solução que aponto aqui é muito mais barata. Não precisa investir quase nada e ainda dá para cortar o orçamento de defesa do Brasil para um quarto do que é hoje.
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
Corrida armamentista NÃO!
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sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Péssima notícia: América do Sul reforça seus arsenais bélicos
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O aumento da presença militar dos EUA na Colômbia corresponde a uma estratégia comercial dos EUA.
Este país hoje é militar dependente. Criar tensão para vender armamentos e serviços é fundamental para manter a máquina de guerra do EUA funcionando.
Criar tensão e corrida armamentista, este é o desejo dos EUA.
Eles estão conseguindo o objetivo.
E o Brasil está embarcando nesta corrida. É uma pena.
Leia o texto abaixo:
América do Sul reforça seus arsenais bélicos
Javier Lafuente Em Madri
O acordo entre a Colômbia e os Estados Unidos para o uso de sete bases militares colombianas disparou o nervosismo de muitos mandatários sul-americanos. Mas os ventos de guerra vislumbrados pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, são outro episódio, nem por isso menos importante, no agitado tabuleiro militar sul-americano. Desde então, em apenas um mês, a Venezuela aumentou suas encomendas à Rússia, o exército equatoriano adquiriu novo material de Pequim e o Brasil confirmou que vai implementar um plano de estratégia militar para, segundo dizem, preservar a Amazônia.
Cinco anos de bonança econômica possibilitaram que os orçamentos para a defesa disparassem. Neste ano, dois relatórios de prestigiosos centros internacionais dissiparam qualquer dúvida sobre o gasto militar. O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês) indicou que o gasto da América Latina e do Caribe aumentou 91% entre 2003 e 2008, passando de US$ 24,7 bilhões para US$ 47,2 bilhões. Recentemente, o Instituto Internacional de Estudos para a Paz (SIPRI), de Estocolmo, indicou que o consumo do ano passado só na América do Sul foi de US$ 48 bilhões, 6% a mais que em 2007, e representou um aumento de 50% na última década.
...
Mas, se só o México e a Colômbia travam guerras internas, como se justifica que o Chile tenha centenas de tanques Leopard 2, os mais poderosos do sul do continente? Ou que a Venezuela tenha adquirido material tão sofisticado? As tensões regionais são subjacentes a essa renovação do material bélico. É a cobra que morde a cauda. Cada vez que um país se arma, o vizinho anuncia novas aquisições.
Leia o texto completo em:
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2009/08/28/ult581u3451.jhtm
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O aumento da presença militar dos EUA na Colômbia corresponde a uma estratégia comercial dos EUA.
Este país hoje é militar dependente. Criar tensão para vender armamentos e serviços é fundamental para manter a máquina de guerra do EUA funcionando.
Criar tensão e corrida armamentista, este é o desejo dos EUA.
Eles estão conseguindo o objetivo.
E o Brasil está embarcando nesta corrida. É uma pena.
Leia o texto abaixo:
América do Sul reforça seus arsenais bélicos
Javier Lafuente Em Madri
O acordo entre a Colômbia e os Estados Unidos para o uso de sete bases militares colombianas disparou o nervosismo de muitos mandatários sul-americanos. Mas os ventos de guerra vislumbrados pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, são outro episódio, nem por isso menos importante, no agitado tabuleiro militar sul-americano. Desde então, em apenas um mês, a Venezuela aumentou suas encomendas à Rússia, o exército equatoriano adquiriu novo material de Pequim e o Brasil confirmou que vai implementar um plano de estratégia militar para, segundo dizem, preservar a Amazônia.
Cinco anos de bonança econômica possibilitaram que os orçamentos para a defesa disparassem. Neste ano, dois relatórios de prestigiosos centros internacionais dissiparam qualquer dúvida sobre o gasto militar. O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês) indicou que o gasto da América Latina e do Caribe aumentou 91% entre 2003 e 2008, passando de US$ 24,7 bilhões para US$ 47,2 bilhões. Recentemente, o Instituto Internacional de Estudos para a Paz (SIPRI), de Estocolmo, indicou que o consumo do ano passado só na América do Sul foi de US$ 48 bilhões, 6% a mais que em 2007, e representou um aumento de 50% na última década.
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Mas, se só o México e a Colômbia travam guerras internas, como se justifica que o Chile tenha centenas de tanques Leopard 2, os mais poderosos do sul do continente? Ou que a Venezuela tenha adquirido material tão sofisticado? As tensões regionais são subjacentes a essa renovação do material bélico. É a cobra que morde a cauda. Cada vez que um país se arma, o vizinho anuncia novas aquisições.
Leia o texto completo em:
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2009/08/28/ult581u3451.jhtm
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