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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Corrida armamentista NÃO!

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O Brasil quer comprar bastante submarinos, aviões, etc.

É um negócio de BILHÕES DE REAIS.

Que não servirá para nada.

Tudo isto é um "peidinho" frente as frotas dos EUA.

A Argentina, a Colombia, a Bolívia, Uruguai, Paraguai, Venezuela, e outros não estão sequer pensando em guerra contra nós.

Quem poderia vir aqui e querer se meter com nossa Pátria?

Os EUA.

Mas, para isto os americanos não precisam de armas. Basta dar dinheiro para a imprensa conservadora, comprar alguns políticos, jornalistas, juízes. Eles estão sempre de prontidão para defender os interesses dos EUA.

Na época da ditadura, e atualmente tambémos, EUA compraram a consciência de muitos militares.

Os EUA usam ideologia e dinheiro para influenciar o Brasil.

Bom, vamos supor que os EUA resolvam dominar o pré-sal. Eles terão que invadir o Brasil. Neste caso todos estes equipamentos militares não servirão para nada.

Quem venceu os EUA não usou a guerra convencional.

No Vietnam os EUA levaram um cacete.

No Afeganistão está apanhando.

Ou seja, é muito mais interessante fazer como o Chaves fez. Comprar milhares de armas e em caso de necessidade distribuir para a população.

Os 100 mil fuzis que o Chaves comprou dá mais medo nos EUA do que os aviões brasileiros.

Sabe porque?

Porque os americanos sabem lidar melhor com a guerra convencional, do que com a guerra de "porta em porta".

Se os EUA invadirem a Venezuela terão tanta baixa de soldados que eles já desistiram desta idéia.

Este deveria ser o caminho do Brasil.

Temos que treinar militares para entrarem nos EUA e fazerem sabotagem (lógico, que em caso de guerra). Temos que treinar militares para matar cada um dos americanos que ousarem pisar em nosso solo sagrado com a finalidade de guerra.

Fora isto, devemos gastar nosso dinheiro para promover a paz, a educação, a saúde. Para ajudar quem precisa, fazer caridade.

O Brasil será forte o dia em que se desenvolver e for um país que promova uma cultura de paz em todo o planeta.

Neste sentido devemos buscar a amizade e a paz com todos os países, inclusive com o povo que mais adora guerra neste planeta, que é o povo americano.


PS: a solução que aponto aqui é muito mais barata. Não precisa investir quase nada e ainda dá para cortar o orçamento de defesa do Brasil para um quarto do que é hoje.


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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Péssima notícia: América do Sul reforça seus arsenais bélicos

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O aumento da presença militar dos EUA na Colômbia corresponde a uma estratégia comercial dos EUA.

Este país hoje é militar dependente. Criar tensão para vender armamentos e serviços é fundamental para manter a máquina de guerra do EUA funcionando.

Criar tensão e corrida armamentista, este é o desejo dos EUA.

Eles estão conseguindo o objetivo.

E o Brasil está embarcando nesta corrida. É uma pena.


Leia o texto abaixo:

América do Sul reforça seus arsenais bélicos

Javier Lafuente Em Madri

O acordo entre a Colômbia e os Estados Unidos para o uso de sete bases militares colombianas disparou o nervosismo de muitos mandatários sul-americanos. Mas os ventos de guerra vislumbrados pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, são outro episódio, nem por isso menos importante, no agitado tabuleiro militar sul-americano. Desde então, em apenas um mês, a Venezuela aumentou suas encomendas à Rússia, o exército equatoriano adquiriu novo material de Pequim e o Brasil confirmou que vai implementar um plano de estratégia militar para, segundo dizem, preservar a Amazônia.

Cinco anos de bonança econômica possibilitaram que os orçamentos para a defesa disparassem. Neste ano, dois relatórios de prestigiosos centros internacionais dissiparam qualquer dúvida sobre o gasto militar. O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês) indicou que o gasto da América Latina e do Caribe aumentou 91% entre 2003 e 2008, passando de US$ 24,7 bilhões para US$ 47,2 bilhões. Recentemente, o Instituto Internacional de Estudos para a Paz (SIPRI), de Estocolmo, indicou que o consumo do ano passado só na América do Sul foi de US$ 48 bilhões, 6% a mais que em 2007, e representou um aumento de 50% na última década.

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Mas, se só o México e a Colômbia travam guerras internas, como se justifica que o Chile tenha centenas de tanques Leopard 2, os mais poderosos do sul do continente? Ou que a Venezuela tenha adquirido material tão sofisticado? As tensões regionais são subjacentes a essa renovação do material bélico. É a cobra que morde a cauda. Cada vez que um país se arma, o vizinho anuncia novas aquisições.

Leia o texto completo em:

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2009/08/28/ult581u3451.jhtm



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