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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

STJ decide: "proprietários" são usurpadores - pontal do Paranapanema, SP

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Se o MST ocupa uma única fazenda todos os jornais e Tvs conservadores fazem reportagem condenando-o.

E se foram ricos ocupando dezenas de fazendas?

Estes são apresentados como proprietários pela imprensa conservadora.

São coitadinhos, vítimas dos terríveis membros do MST.

Graças ao MST um das maiores maracutaias deste país está em vias de acabar (mais alguns anos de luta).

O Superior Tribunald e Justiça (STJ) julgou e declarou: as terras de boa parte do Pontal do Paranapanema em São Paulo é do povo brasileiro.

Os "proprietários" são usurpadores.

Como é um processo contra gente muito rica e muito influente, demorou mais de 50 anos.

Vale a pena lutar. Mesmo que seja com o cansaço de décadas.

Gostaria de saber uma coisa: os usurpadores apresentaram "documentos" que "provavam" que eram donos das terras. Se a justiça não os aceitou é porque eram falsificados?

Se forem documentos falsificados, que penalidades sofrerão os que apresentaram estes documentos?


Leia mais aqui:
http://blogdofavre.ig.com.br/2010/08/area-no-pontal-do-tamanho-do-rio-e-considerada-terra-devoluta/


Para saber mais sobre a grilagem de terra no Brasil pesquise no Blog do Chicão pelos termos: grilagem e grileiro.

São vários textos que vão te ajudar a entender melhor o Brasil.




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domingo, 22 de agosto de 2010

Grilagem de terras: por trás de cebolas, abacaxis e laranjas

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Rússia? Nada! Se dependesse dos títulos que estão registrados em cartórios espalhados pelo interior do Brasil, seríamos o maior país do mundo em extensão territorial. É como uma cebola: você vai descascando, retirando os diversos títulos de propriedade podres que se sobrepõem e quando percebe, não sobrou nada lá dentro, só vento. Descobre-se que, na verdade, a terra era pública – minha, sua, nossa. Apesar da situação fazer chorar, o problema está menos para cebola e mais para abacaxi, difícil de descascar.

O Conselho Nacional de Justiça deu mais um passo importante ao determinar que fossem cancelados mais de 5,5 mil registros irregulares no Pará, muitos deles resultado de grilagem de terras públicas. Os títulos praticamente dobravam no papel o tamanho real do Estado.

A ação do CNJ atendeu a pedido da Comissão Permanente de Monitoramento, Estudo e Assessoramento das Questões Ligadas à Grilagem no Pará, composta Tribunal de Justiça, Ministério Público, Instituto de Terras do Pará, Advocacia Geral da União, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, Comissão Pastoral da Terra, Ordem dos Advogados do Brasil e Federação dos Trabalhadores na Agricultura. Os cartórios têm 30 dias para cancelar os registros e cabe recurso – básico. Mas os latifundiários terão que apresentar documentos – desta vez, de verdade – que provem a propriedade da terra. Vale lembrar que, desde 1988, imóveis com mais de 2500 hectares precisam de autorização do Senado para serem registrados (de 1964 a 1988, o limite era de 3 mil hectares e, de 1934 a 1964, 10 mil hectares).

Além da suruba que é a situação fundiária no Pará, o Estado é conhecido pela violência contra os trabalhadores rurais, camponeses e indígenas, pelo trabalho escravo e pelo desmatamento ilegal. Não é todo mundo que vive à sombra da lei, é claro. Mas os que vivem já fazem um estrago gigante.

Qualquer passarinho que voa a Amazônia sabe, contudo, que por trás dos nomes que estão em cartórios, há aqueles que ganham dinheiro de verdade. Muitos deles antigos coronéis, novos coronéis, políticos, filhos e filhas de políticos, mulheres e maridos de políticos, irmãos de empresários, tios de empresários. Não poupam nem empregados e funcionários…

Seria mais fácil para descascar cebolas ou limpar abacaxis se soubéssemos quem está por trás dos laranjas. Mas isso ia pegar tanta gente, de diferentes credos e orientações políticas, que não é tão interessante descobrir.

http://blogdosakamoto.uol.com.br/2010/08/20/grilagem-no-para-por-tras-de-cebolas-abacaxis-e-laranjas/


Nota do Chicão:

Existem pedaços de terra que possuem vários "donos".

Quem vence?

Quem corrompe, quem mata, quem ameaça, quem destrói mais.

Quando revistas e jornais conservadores apresentam "proprietários" coitadinhos que foram invadidos pelo MST lembre deste texto.

Alíás, porque a rede Globo e a editora Abril fazem tanta campanha contra o MST?

É simples. É importante tentar manipular o fazendeiro honesto de que sua propriedade está em risco.

Por isto, grileiros são apresentados como proprietários.

Assim, o MST vira inimigos de todos os fazendeiros.

Com isto, pilantras de todos os tipos fazem campanha para deputado "apoiando o campo".

São os mesmos deputados que votam leis que beneficiam estas empresas jornalísticas.

É só ver as votações no congresso nacional.

É o "money", estúpido!

E tem mais. Deputados ruralistas que recebem dinheiro e apoio político de grileiros vão fazer leis SÉRIAS contra a criminalidade?

De jeito nenhum!

Os bandidos da cidade que ficam livres e impunes, ameaçando sua família.

Eles são beneficiários de LEIS FEITAS PARA LIVRAR DA JUSTIÇA GRILEIROS E OUTROS BANDIDOS GRANDES.

Pense nisto!


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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A CPI do MST e as terras roubadas

Por Mauro Santayana


A terra é o mais grave problema de nossa história social, desde que os reis de Portugal retalharam a geografia do país, com a concessão de sesmarias aos fidalgos. Os pobres não tiveram acesso pleno e legal à terra, a não ser nos 28 anos entre a independência – quando foi abolido o regime das sesmarias – e 1850, quando os grandes proprietários impuseram a Lei de Terras, pela qual as glebas devolutas só podiam ser adquiridas do Estado a dinheiro.

A legislação atual vem sendo sabotada desde que foi aprovado o Estatuto da Terra. É fácil condenar a violência cometida, em episódios isolados, e alguns muito suspeitos, pelos militantes do MST. Difícil tem sido a punição dos que matam seus pequenos líderes e os que os defendem. Nos últimos anos, segundo o MST, mais de 1.600 trabalhadores rurais foram assassinados e apenas 80 mandantes e executores chegaram aos tribunais. Em lugar de uma CPI para investigar as atividades daquele movimento, seria melhor para a sociedade nacional que se discutisse, a fundo, a questão agrária no Brasil.

O Censo de 2006, citado pelo MST, revela que 15 mil proprietários detêm 98 milhões de hectares, e 1% deles controla 46% das terras cultiváveis. Muitas dessas glebas foram griladas. Temos um caso atualíssimo, o do Pontal do Paranapanema, onde terras da União estão ocupadas ilegalmente por uma das maiores empresas cultivadoras de cítricos do Brasil. O Incra está em luta, na Justiça, a fim de recuperar a sua posse. O que ocorre ali, ocorre em todo o país, com a cumplicidade, remunerada pelo suborno, de tabeliães e de políticos.

Cinco séculos antes de Cristo, os legisladores já se preocupavam com a questão social e sua relação com a posse da terra. É conhecida a reforma empreendida por Sólon, o grande legislador, na Grécia, que, com firmeza, mandou quebrar os horoi, ou marcas delimitadoras das glebas dos oligarcas. Mais ou menos na mesma época, em 486, a.C., Spurio Cássio, um nobre romano, fez aprovar sua lei agrária, que mandava medir as glebas de domínio público e separar parte para o Tesouro do Estado e parte para ser distribuída aos pobres. Imediatamente os nobres se sublevaram como um só homem, e até mesmo os plebeus enriquecidos (ou seja a alienada classe média daquele tempo) a eles se somaram. Spurio Cássio, como conta Theodor Mommsen em sua História de Roma, foi levado à morte. “A sua lei foi sepultada com ele, mas o seu espectro, a partir de então, arrostava incessantemente a memória dos ricos, e, sem descanso, surgia contra eles, até que, pela continuada luta, a República se desfez” – conclui Mommsen. E com razão: a última e mais completa lei agrária romana foi a dos irmãos Graco, Tibério e Caio, ambos mortos pelos aristocratas descontentes com sua ação em favor dos pobres. Assim, a República se foi dissolvendo nas guerras sociais, até que Augusto a liquidou, ao se fazer imperador, e seus sucessores conduziram a decadência da grande experiência histórica.

Não há democracia sem que haja reforma agrária. A posse familiar da terra – e da casa, na situação urbana – é o primeiro ato de cidadania, ou seja, de soberania. Essa posse vincula o homem e sua família à terra, à natureza e à vida. Sem lar, sem uma parcela de terra na qual seja relativamente senhor, o homem é desgarrado, nômade sem lugar nas sociedades sedentárias.

É impossível ao MST estabelecer critérios rígidos de ação, tendo em vista a diversidade regional e a situação de luta, caso a caso. Outro ponto fraco é a natural permeabilidade aos agentes provocadores e infiltrados da repressão particular, ou da polícia submetida ao poder econômico local. No caso do Pontal do Paranapanema são muitas as suspeitas de que tenham agido provocadores. É improvável que os invasores tenham chamado a imprensa a fim de documentar a derrubada das laranjeiras – sabendo-se que isso colocaria a opinião pública contra o movimento. Repete-se, de certa forma, o que houve, há meses, no Pará, em uma propriedade do banqueiro Daniel Dantas.

É necessária a criação de força-tarefa, composta de membros do Ministério Público e agentes da Polícia Federal que promova, em todo o país, devassa nos cartórios e anule escrituras fraudulentas. No Maranhão, quiseram vender à Vale do Rio Doce (então estatal), extensas glebas. A escritura estava registrada em 1890, em livro redigido e assinado com caneta esferográfica – inventada depois de 1940.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Ricos grilando terras da união versus o MST

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O MST invadiu uma fazenda. Uma fazenda de um grupo enorme chamado Cutrale.

Gente muito rica, muito rica MESMO.

O MST derrubou milhares de pés de laranjas.

Os jornais apresentam esta como mais um exemplo do MST agindo contra a lei.

Leiam abaixo este comentário que tirei do blog do Nassif:

"...o INCRA informa que a fazenda Santo Henrique PERTENCE a União por integrar o antigo Núcleo Colonial Monção e sua retomada aguarda decisão juducial. O Núcleo Monção tem origem em 1909. Foi constituído por um grupo de fazendas, parte comprada pela União e parte recebida em pagamento de dívidas da Companhia de colonização São Paulo e Paraná. No total estas fazendas somavam aproximadamente 40 mil hectares, abrangendo partes dos municípios de Agudos, Lençóis Paulista, Borebi, Iaras e Águas de Santa Bárbara.

Nassif, o INCRA tem mais de cincoenta ações contra a CUTRALE no município de Ourinhos..."

Vamos pensar juntos:

1) porque a justiça ainda não retomou as terras para seus LEGÍTIMOS donos, a união? Será que é porque o invasor original é uma família muito rica?

2) Se a terra é da empresa porque ela não prova?

3) Eu acho que invasão de terra, uma forma de desobediência civil, deve ser usada em último caso. ESTA É UMA DESTAS SITUAÇÕES. Se não houver ação, NUNCA será resolvido este caso de possível grilagem de terras da união.

Os movimentos sociais podem e devem, em situações excepcionais, agir de modo muito firme.

Onde a justiça se recusa a decidir COM JUSTIÇA é o momento em que os movimentos sociais devem forçar.

Como você pensa que o Brasil acabou com a escravidão? Com uma princesinha boazinha? Não, foi com a desobediência de milhares de negros e com o incentivo de muito brancos. TODAS AS AÇÕES ERAM ILEGAIS NA ÉPOCA.

Como você pensa que foram conquistados os direitos dos trabalhadores? Porque patrões bonzinhos resolveram ser justos? Não, não foi. Foi com greve, protestos, ações. TODAS AS AÇÕESM ERAM ILEGAIS NA ÉPOCA.

Todas as conquistas sociais aconteceram porque houve aqules que lutaram CONTRA AS LEIS e contra a ação capenga da justiça.

Até Jesus fez isto. Ele derrubou as barracas dos cambistas dentro do Templo de Jerusalém.

São atitudes que devem ser a excessão.

Lembre que os sonhos dos conservadores é ter um monte de bundões reclamando da vida, mas sem tomar nenhuma atitude.

Se as terras forem griladas, o MST ESTÁ CORRETO EM INVADIR.

Chega deste papo de não existir lei para quem é MUITO RICO.


Leia mais aqui:


Cutrale usa terras griladas em São Paulo (nota do MST)
http://www.mst.org.br/node/8283


PiG(*) esconde que terras de fazenda pertencem à Uniãohttp://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=19784


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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Kátia Abreu: mal preparada ou mau intencionada?

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A senadora Kátia Abreu é o mais legítimo representante da extrema-direita nacional. É muito interessante ver como ela pensa, quais são seus valores, etc.

Por exemplo: ela diz que defende a propriedade. É verdade, desde que esta propriedade não seja pública.

Depois de ameaçar de morte o ministro Minc, ela soltou mais uma de suas "grandes" idéias.

A Kátia disse: "não tem nenhum grileiro entre as empresas que têm posses na Amazônia, até porque grileiro e bandido não querem ser legalizados, querem é viver na clandestinidade".

Sim, esta é verdade, para ela. Quem é grande jamais faz algo errado. Pessoas como o Dantas, cujas empresas são "donas" de grandes extensões de terras na Amazônia jamais seriam grileiros.

Para ela estas pessoas donas de empresas são inocentes, sempre. É uma visão de mundo onde quem é igual a ela é inocentado e o que gera polêmica é a ação de quem é diferente. Por exemplo, os pequenos posseiros da amazônia.

Para quem quer entender como foi e está sendo a ocupação da Amazônia recomendo o livro: O massacre dos posseiros. Autor: Ricardo Kotscho.

A ocupação da amazônia é feita a bala, onde posseiros são expulsos das terras e grandes grileiros ocupam e tomam posse. Depois esta terra (limpa de posseiros, é assim que os grandes fazendeiros dizem entre si) são vendidas a preço bem baixo, pois são ilegais. Grupos empresariais entram na hora de comprar a posse da terra bem barata.

A terra é pública. A propriedade é do povo brasileiro.

Nem toda terra na amazônia tem origem no massacre de posseiros. Algumas foram ocupadas a mais de cem anos. Outras foram fruto da corrupção de cartórios, políticos, etc.

As terras que foram ocupadas sem uma bandidagem envolvida é uma pequena minoria.

Portanto, praticamente todas as áreas ocupadas por empresas são fruto de algum tipo de bandidagem. Seja pela própria empresa ou seja de quem ela comprou a posse da terra.

Vamos analisar a seguinte frase da senadora: "...até porque grileiro e bandido não querem ser legalizados, querem é viver na clandestinidade". Se isto fosse verdade porque traficante teria interesse em "lavar dinheiro"? Ou seja, porque eles tem interesse em tornar legal o que tem origem ilegal?

Todos os bandidos são profundamente conservadores com o próprio dinheiro. Todos querem legalizar os recursos de fonte ilegal. UMA DAS MELHORES FORMAS DE LEGALIZAR ("LAVAR") É A PECUÁRIA.

Os bandidos possuem uma vantagem a mais ao legalizar o dinheiro, além de maior tranquilidade: é mais fácil e BARATO gerir o dinheiro legalizado.

Lembra do juiz Lalau? Ele roubou milhões. A justiça NÃO conseguiu pegar o dinheiro. E ele continuou dono de sua mansão e de OUTRAS propriedades. Sabe porque? Porque no Brasil se um bem não foi comprado com o dinheiro roubado ele não pode ser confiscado.

É uma lei feita sob medida para estas pessoas ficarem bem tranquilas.

Responde você mesmo: a senadora Kátia Abreu é mal preparada ou é mau intencionada?


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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Como se dá a ocupação da amazônia

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Manchete de Jornal: Juiz bloqueia 10 mil hectares de terras de Daniel Dantas no Pará.

O Dantas é um ocupante novo. Quem vendeu para ele é um ocupante cuja família fez fortuna na região.

São nomes técnicos como aforamento, que é um direito de permissão de exploração. Depois disso os governadores criam leis para facilitar a compra da terra por estas pessoas a preço de banana.

O que você vai ler abaixo é apenas um aperitivo do que acontece em larga escala.



"Juiz bloqueia 10 mil hectares de terras de Daniel Dantas no Pará


"Segundo procurador, fazendas, adquiridas por R$ 85 milhões, pertencem ao governo

O juiz Líbio Araújo de Moura, titular da Vara de Redenção, no Pará, bloqueou os títulos das fazendas Castanhal Espírito Santo e Castanhal Carajás, que integram o conjunto de propriedades adquiridas naquela região pela Agropecuária Santa Bárbara Xinguara, do banqueiro Daniel Dantas. As duas fazendas, que ficaram indisponíveis para qualquer tipo de transação comercial, totalizam 10 mil hectares e teriam sido adquiridas por cerca de R$ 85 milhões.

A decisão do juiz, com data de 30 de janeiro, atende a um pedido do governo do Pará. Segundo explicações do procurador-geral do Estado, Ibrahim Rocha, o antigo dono das duas fazendas, Benedito Mutran Filho, não poderia tê-las vendido, porque pertencem ao governo.

"O que houve originalmente foi um aforamento, uma espécie de concessão para a exploração dos castanhais na região", disse o procurador. "O particular, além de alterar a destinação original, vendeu a terra, sem a anuência do Estado. Há várias ilegalidades nessa transação. O nosso objetivo é obter na Justiça a nulidade dos contratos de venda, para que a terra volte às mãos do Estado."

O Estado de São Paulo


Leia também:

Dantas compra fazenda que foi palco de trabalho escravo


Leis que beneficiam a grilagem


Desmatamento e grilagem é coisa de gente grande


Irmã Dorothy e o crime organizado dos grileiros e desvastadores da amazônia


Serra e a grilagem em são paulo


Estratégia eleitoral: um ex-deputado ruralista na secretaria do meio ambiente do estado de São Paulo



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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Irmã Dorothy e o crime organizado dos grileiros e desvastadores da amazônia

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Tenho denunciado aqui uma grande aliança conservadora e a forma como ela funciona. Em alguns momentos a imprensa conservadora deixa passar uma informação sobre o funcionamento (um deslize, que logo é mandado para "debaixo do tapete").

Leia abaixo:

ÉPOCA – O filme (sobre a Irmã Dorothy) mostra uma acusação de que Dorothy teria uma espécie de milícia armada na região e que até teria mandato matar pessoas. Isso é verdade?

Felício – Não, mas é bom explicar isso. Essa acusação foi feita pela polícia civil da região, que é comprometida com os fazendeiros locais e sem nenhum tipo de provas. Eu gostaria muito que a promotora que aceitou essa acusação aparecesse um dia e desse uma explicação sobre o assunto, pois ela simplesmente desapareceu. A situação de fraude era tão óbvia que a juíza que julgou Dorothy sobre a acusação chegou a pedir proteção policial, pois percebeu que a vida da missionária corria risco.


Observe bem: porque fazendeiros honestos e trabalhadores iriam precisar de comprar policiais civis?

Não são os fazendeiros da região. São alguns grileiros de terra que estavam sendo combatidos pela Irmã Dorothy. Eles queriam apossar da terra e desmata-la.

Para fazer isto eles precisam CORROMPER. Corrompem policiais, promotores, etc.

Para fazer isto eles precisam de apoio político. Ajudam a eleger vereadores, prefeitos, deputados, senadores, e presidentes. O Serra é hoje o queridinho deles.

Para fazer isto eles precisam de apoio nos meios de comunicação, tanto local, como nacional. Compram comentaristas, radialistas, rádios, Tvs, jornais.

A "indústria da grilagem" movimenta bilhões, MUITOS BILHÕES de reais.

A base desta "indústria" é manter o sistema atual de impunidade. Ter leis que garantam esta impunidade. Mesmo que seja não usar uma humilde algema.

É por isto que colegas protegem colegas. São negócios lucrativos e a CERTEZA da impunidade. É isto que eles buscam.

Quando são criadas leis absurdas não pense que são políticos incompetentes. São políticos SUPER COMPETENTES agindo segundo o interesse maior desta aliança conservadora.

Obseve só: um deputado do DEM (Democratas) propôs que a polícia federal teria que avisar as pessoas que ela estivesse investigando. Tipo assim: se ela começar investigar um traficante ela tem que avisa-lo ANTES. "prezado senhor, comunicamos que a partir desta data estamos te investigando. sem mais, Polícia federal".

Não pense que é um deputado maluco. É um deputado que sabe que sua função é garantir a impunidade.

O grande problema do Brasil é que classe média acredita que os interesses dela é o mesmo da classe alta.

PS: Como assim a promotara desapareceu? Ela não vai ser investigada? Qual o nome dela? Ela foi denunciada?




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domingo, 26 de outubro de 2008

Maior terra grilada do país segue ocupada

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Apesar de decisão da Justiça, PF alega falta de logística para atuar em área do Pará que equivale a 34 cidades de São Paulo

Em março de 2007, Justiça determinou a desocupação de fazenda da CR Almeida; advogado afirma que grupo saiu, mas delegado contesta

BRENO COSTA
DA AGÊNCIA FOLHA

Um ano e sete meses depois de a Justiça ter determinado a desocupação de uma área no Pará equivalente a 34 cidades de São Paulo, a Polícia Federal ainda não cumpriu o mandado referente à fazenda Curuá, do grupo do empresário Cecílio do Rego Almeida, morto em março deste ano.

A área de 4,7 milhões de hectares abrange três terras indígenas, além de unidades de conservação, e é considerada pelo Ministério Público a maior área grilada do Brasil.

A Polícia Federal de Altamira (829 km de Belém) diz que ainda não tem previsão de quando cumprirá o mandado, expedido em 15 de março de 2007. O órgão diz que depende de reforço logístico para chegar à região e expulsar eventuais ocupantes ilegais das terras.

Segundo a PF, o mandado é um dos 11 que aguardam a vez na unidade de Altamira. O órgão também está às voltas com a Operação Arco de Fogo, iniciada em fevereiro deste ano para coibir o desmatamento na região da Amazônia.

Dos 11 mandados, segundo o núcleo de operações da PF, cinco serão cumpridos até semana que vem. A área da CR Almeida não foi incluída na lista.

Francineide Amaral, advogada do grupo, diz que a fazenda Curuá foi desocupada voluntariamente pela empresa Incenxil (uma das integrantes do grupo) em setembro de 2005, depois de uma decisão liminar em outro processo, conduzido pela Justiça Federal em Santarém.

Segundo o delegado da Polícia Federal Alecsander Frederich, o discurso da empresa é recorrente. "Eles argumentam sempre isso, que a desocupação foi voluntária, que não tem necessidade de a polícia ir até lá, quando, na verdade, a desocupação nunca aconteceu", afirmou Frederich Um relatório de missão do Ibama datado de setembro de 2007, ao qual a Folha teve acesso, mostra que uma das empresas do grupo CR Almeida continuava atuando em uma área cuja desocupação havia sido determinada pela Justiça dez meses antes.

Segundo o relatório, dois prepostos da empresa foram flagrados com uma motosserra, desmatando dois hectares de uma área de preservação permanente.

Uma das determinações da Justiça Federal em março passado foi oficiar órgãos federais e estaduais para que controlassem novas ocupações ilegais.

O Iterpa (Instituto de Terras do Pará), dono de 676 mil hectares na área, ainda não fez nada para garantir sua desocupação. A Funai afirmou que, mesmo antes da sentença, as reservas indígenas na região não estavam ocupadas.

O Ibama diz que, apesar de dificuldades relativas a logística, vem conseguindo fazer um controle das unidades de conservação criadas na região . Via assessoria de imprensa, o Incra (Instituto Nacional da Colonização e Reforma Agrária) afirmou que "está realizando um levantamento a respeito da área".


Nota do Chicão:


Esta terra foi recuparada para o povo Brasileiro depois de muita luta dos movimentos sociais. Observe que esta luta sequer é comentada na reportagem.

A invasão maciça de grileiros grandes, médios e pequenos torna quase que impossível controlar estas atividades criminosa.

A lei foi feita para beneficia-los. A empresa não é severamente punida, ninguem é preso.

A justiça, quando muito, só determina a desocupação da terra. Nem sequer os custos de desocupação fica a cargo da empresa ou da pessoa física que quiz grilar a terra.

Hoje, com o congresso que temos, é quase impossível mudar as leis para que os grileiros sejam severamente punidos.

Por enquanto fica assim. Eles invadem, vão ficando, ficando. Se "colar" eles viram donos das terras, desmatam, destroem a natureza, compram juízes, donos de cartórios, policiais. Entram para política, apoiam eleição de prefeitos, deputados, governadores, senadores e presidentes.

São um elo importante da "grande aliança conservadora".


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segunda-feira, 14 de julho de 2008

Grileiros, eles detonam tudo

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Os grileiros não respeitam nada.
Invadem, falsificam documentos, destroem a natureza, compram policiais, juízes, elegem deputados e senadores.
Somente na mente de milico atrasado é que eles são defensores da soberania do Brasil.
Dia após dia eles invadem tudo: reservas ecológicas, reservas indígenas, áreas públicas.
Matam, roubam, destroem.
São áreas griladas, que juntas, são maiores que o estado do Paraná.
É o maior roubo do Brasil.
Leia um pouco sobre eles:
"Ibama multa em R$ 20 mi fazendeiro que desmatou área em terra indígena


Fiscais do Ibama aplicaram multa de R$ 20 milhões a um fazendeiro que desmatou 4.016 hectares de áreas de preservação permanente na Terra Indígena Maraiwatsede, dos índios xavantes, no município de Alto Boa Vista (1.058 km de Cuiabá). Segundo os fiscais, a derrubada ocorreu entre os anos de 2003 e 2005, mas foi identificada somente agora por meio de imagens de satélite.

A autuação foi feita na fazenda Conquista --o nome do proprietário não foi divulgado--, uma das muitas áreas particulares abertas dentro da área de 165 mil hectares, homologada em 1998 para os índios. De acordo com os fiscais, as áreas de mata foram derrubadas para dar lugar a extensas lavouras de soja e arroz.

"A gente conseguiu chegar bem em tempo. O crime começaria a prescrever a partir do próximo ano", explica o analista ambiental Dalmir Comiran, do escritório regional do Ibama de Barra do Garças, na região do Araguaia (540 km de Cuiabá). Ele diz que as imagens utilizadas foram as obtidas pelo sistema de detecção Deter, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
De janeiro a abril deste ano, segundo o levantamento, Maraiwatsede foi a área indígena com o maior número de pontos de possíveis desmates detectados (12) e de extensão de áreas abertas (3.241 hectares).

A Folha divulgou em maio que a área é uma das dez que enfrentam conflitos por terra no país. INFORMAÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SÃO CONTA DE QUE GRUPOS CRIMINOSOS, LIGADOS A POLÍTICOS E PRODUTORES RUAIS, VÊM FRAUNDANDO DOCUMENTOS PARA DAR POSSE A LOTES DENTRO DA ÁREA.

A multa aplicada ao fazendeiro vai ser cobrada administrativamente, após a concessão de prazo para defesa. Em março, o Ibama anunciou a criação de uma força-tarefa de procuradores para resgatar mais de R$ 1 bilhão em punições que, aplicadas a infratores ambientais, nunca foram pagas.
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terça-feira, 10 de junho de 2008

Realidade bate na cara dos EUA

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Acredito que o governo Bush será lembrado como uma espécie de Nero moderno, aquele que incendiou Roma e culpou os cristãos.

A aliança que elegeu este presidente composta pela extrema direita, religiosos evangélicos fundamentalistas, a mídia conservadora, setores atrasados da economia (como as empresas de petróleo) e, principalmente, pelos partidários da militarização progressiva do país, está se DESFAZENDO.

A crise do petróleo, a constante decadência de muitas das grandes empresas americanas, crises no setor financeiro, endividamento (estatal e privado), o buraco da guerra do Iraque e o crescimento de outros países está colocando em cheque os valores e a estratégia destes setores.

Alguns estão começando a cair fora, como verão no texto que vem abaixo.

O interessante é que aqui no Brasil esta aliança está se repetindo.

Com o CHILIQUE da internacionalização da Amazônia setores ligados ao militarismo estão colocando “as manguinhas de fora”, numa aliança antiga com latifundiários improdutivos e grileiros de terra, com o apoio da extrema direita e de setores conservadores e pilantras da mídia.

O inimigo são os defensores da ecologia (Ongs), os índios e, é lógico, o governo federal (mesmo que a reserva Raposo do Sol tenha sido demarcada pelo governo FHC).

Os heróis são, é claro, os devastadores e grileiros que ocuparam uma parte do Brasil. Parece piada, mas quem se informa através dos jornais destes setores mais conservadores acreditam piamente nisto.

E repetem que nem papagaios o que é do interesse desta grande aliança.


GM faz comercial prometendo usar menos petróleo

A televisão norte-americana tem data marcada para exibir um comercial que pode se tornar histórico: no próximo dia 22 a General Motors, maior fabricante de automóveis dos Estados Unidos, veicula um filmete em que promete mudar sua relação com os combustíveis. "Querido petróleo", dirá o texto, redigido como se fosse uma carta pedindo um tempo num namoro, "tivemos um relacionamento ótimo por muito anos, mas agora achamos que seríamos mais felizes e mais saudáveis se nos víssemos menos" (o negrito é por nossa conta).

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O comercial da GM chega num momento em que o preço do barril do petróleo bate sucessivos recordes em sua cotação, e as vendas de picapes e SUVs, grandes gastadores de combustível, sofrem quedas violentas nos EUA, forçando montadoras como a própria GM e -- particularmente -- as combalidas Ford e Chrysler a rever seus planos, sua previsões de faturamente e, claro, a quantidade de empregos que oferecem. Cortes são uma constante na Chrysler, e a Ford recentemente anunciou um talho de até 12% no quadro de funcionários.

Discurso e prática
Em algum momento nos próximos dois anos, a GM deve colocar no mercado o carro elétrico Volt, que já vem sendo citado até mesmo em propagandas aqui no Brasil. No entanto, o provável alto preço do carro no mercado dos EUA, de cerca de US$ 47 mil (com mais um punhado de dólares é possível comprar, lá, três Honda Civic), ainda é um entrave para sua produção.
...
(fonte UOL)

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terça-feira, 20 de maio de 2008

Tortura e escravidão igual a barbárie

O texto anterior fala sobre um "produtor" que foi candenado a 14 anos de prisão por ter mantido pessoas em escravidão.

Ele é acusado de mais do que isto.

Veja as imagens abaixo, o "peão" foi marcado a ferro.









sexta-feira, 9 de maio de 2008

O Brasil da pistolagem e dos apoios políticos



Veja abaixo algumas das manchetes dos jornais, depois eu comento:

Levantamento indica que 70% de 800 assassinatos envolvendo conflitos no campo (no Pará) não foram sequer investigados”. (FSP)

Bispo diz que há 300 pessoas "marcadas para morrer" no Pará.


"O bispo da Diocese da Ilha de Marajó (PA), dom José Luiz Azcona, disse hoje que 300 pessoas que vivem no interior do estado do Pará estão sendo ameaçadas de morte por terem denunciado casos de tráfico de seres humanos, exploração sexual de crianças e adolescentes e pedofilia". (UOL)


Não existe mandante preso por morte no campo no Pará.


"Desde 1971, diz CPT, houve 819 assassinatos e 6 condenados por ordenar crimeEntre eles um está foragido, um morreu, um teve perdão judicial, dois esperam novo julgamento em liberdade e um é Bida, do caso Dorothy". (FSP)



Quem quer defender a ecologia (e a justiça, é óbvio) deve ficar bem ligado nestas manchetes.


O problema tem início com o governo federal não cuidando do que é do povo brasileiro, ou seja, mais de 80% das terras da Amazônia.


Existem os pobres que invadem pequenos pedaços de terra para sobreviver.


Existem os madereiros que querem madeira.


E existem os grandes invasores, grandes grileiros de terra.

Estes grandes grileiros “ganham” as terras na base da força, da falsificação de documentos e da corrupção de agentes públicos (delegados, policiais, juízes, donos de cartórios, etc).

Aos poucos a amazônia vai sendo ocupada e dizimada.

Aos poucos eles, os grandes grileiros, vão ficando cada vez mais fortes polticamente. Vários deputados e senadores do PA foram eleitos apoiados por eles.


Eles querem dinheiro e muitos não se contentam com a terra. Prostituição infantil, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, escravidão de seres humanos passaram a ser rotina.


Sim, muitos bandidos roubam em SP e investem na Amazônia.


O general acha que o risco para a soberania do Brasil vem dos índios.


É só ver a manchete para perceber qual é o verdadeiro risco.


Os jornais, Tvs e revistas editadas no sul/sudeste ficam caladinhos. Elas precisam do apoio dos deputados e senadores para defenderem seus interesses financeiros.


Quais deputados e senadores podem votar a favor do interesse da mídia conservadora?


Vários, inclusive aqueles políticos eleitos com o apoio dos grandes grileiros de terra.


Grandes bandidos ficam impunes e ainda são apresentados como se fossem vítimas por estas revistas e Tvs.


Seus nomes são colocados assim: fulano de tal, dono da fazenda tal.


Um protege o outro e ninguém contraria o interesse de ninguém.


O apoio político aos interesses dos donos de jornais, revistas, rádios e Tvs é uma constante entre estes políticos de partidos conservadores.

Observe esta notícia da Revista Veja:
“a publicidade é um dos pilares da imprensa livre e independente. Há nesta casa projetos que restringem a liberdade de imprensa ao estabelecer restrições crescentemente mais perigosas à liberdade de expressão comercial”. Roberto Civita, dono da editora Abril.

Fala pomposa que diz mais ou menos o seguinte: queremos o dinheiro dos anunciantes. Se vocês deputados e senadores criarem limites muito rígidos para propaganda de bebida alcoólica vou perder uma grana muito grande. Isto é inaceitável!


Estes projetos de leis vão ser votados por quem?


Pelo congresso. Composto, inclusive, por senadores e deputados eleitos com o apoio dos madereiros, grileiros, assassinos, falsificadores, etc.

Os grileiros de terra são tratados como produtores vítimas que só querem trabalhar.
Os deputados conservadores apoiam os interesses da grande mídia.
Um encadeamento de fatos terrível!
Enquanto isso a ecologia vai sendo destruída.


Para terminar o show de horrores mais uma notícia.

Homem é assassinado depois de denunciar desmatamento (FSP)


Um homem foi morto a tiros anteontem, em Tucuruí (389 km de Belém), após denunciar o desmatamento ilegal na região. Enival Barbosa Machado disse ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) que uma comunidade distante cerca de 100 km da cidade estava derrubando a floresta de maneira irregular (sem planos de manejo ou em área proibida) e vendendo o material para madeireiras.Dois homens em uma moto passaram pela vítima. O que estava na garupa atirou. Um suspeito foi preso.



Onde vou morar?

Um anúncio de cerveja vale mais que um mundo melhor?

É só grana?