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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Forças Armadas e a polícia de fronteiras

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Quem Lê o Blog do Chicão sabe que sou radicalmente pacifista.

O Brasil gasta DEMAIS com as forças armadas.

O Governo federal gasta mais com ela do que com Educação.

Um absurdo!

Um desperdício de dinheiro.

Temos que arranjar serviço para este monte de pessoas.

Uma ótima opção (já que reduzir o gasto "tá" difícil) é colocá-la para policiar fronteira.

"As Forças Armadas poderão agora fazer patrulhamento, revista de pessoas, veículos, embarcações e aeronaves e realizar prisões em flagrante nas fronteiras terrestres, nas águas internas e marítimas. A atribuição consta de projeto-de-lei aprovado quarta-feira, no Senado, que o presidente da República deverá colocar em vigor nos próximos dias. Com isso, pretende-se ampliar o combate ao tráfico de drogas, contrabando de mercadorias e a outros crimes que começam ou terminam na zona fronteiriça". UOL

É bom lembrar que tradicionalmente os militares eram contra terem esta atribuição. Não sei o que aconteceu para eles mudarem de idéia. Nem sei se mudaram... ou se uma parte mudou e outra não...

"O alto comando das Forças Armadas brasileiras já teve crises de urticária ao ouvir pedidos para realizar missões de policiamento. Nem pensar!, bradavam os graduados de ombros estrelados.


– Milico é feito para combater, não para prender. Não queremos nossos soldados corrompidos pela guerra ao tráfico – argumentavam". Jornal Zero Hora

Pelo dinheiro que nós gastamos, as forças armadas devem ficar 24 por dia patrulhando as fronteiras.

Hoje, grande parte dela está exercendo atividades burocráticas ou irrelevantes.



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segunda-feira, 15 de março de 2010

O pacifismo está perdendo: Compras de armas aumentam 150% na América do Sul

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A compra de armas na América do Sul teve um salto de 150% nos últimos cinco anos na comparação com o período entre 2000 e 2004 --um número quase sete vezes maior que a média mundial de 22%, segundo dados apresentados pelo Instituto Internacional de Pesquisas da Paz de Estocolmo (Sipri) e reportados por Luciana Coelho, na Folha de S. Paulo.


O Sipri ressalta que, apesar das aquisições sul-americanas serem uma parcela menor do total global, há um rápido crescimento e "indícios claros de comportamento competitivo" --um país reagindo à compra por outro.

E nesta competição, o Brasil tem participação especial. "O Brasil em particular tem ligado desenvolvimento com a ideia de que é preciso adquirir uma força militar mais moderna para se tornar uma potência global, como o presidente Lula tem enfatizado nos últimos anos", disse à Folha por telefone Mark Bromley, especialista do Sipri na região.

Os dados, detalhados à Folha antecipadamente, tomam como base as encomendas de armas convencionais pesadas que foram entregues (e não apenas solicitadas) para cada país, o que cria expectativa de que o avanço persista.

O Brasil foi o terceiro comprador de armas da região e o 30º do planeta no período em foco, atrás do Chile (rival histórico do Peru e 13º comprador global) e da Venezuela (o 17º, constantemente em tensão com a Colômbia desde que Hugo Chávez e Álvaro Uribe chegaram ao poder em Caracas e Bogotá). Em seguida vêm exatamente Peru e Colômbia.  UOL

Leia também:
Avião de guerra não serve para nada
http://machoverdadeiro.blogspot.com/2010/03/aviao-de-guerra-nao-serve-para-nada.html


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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Para refletir: torturadores

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“Quem censurou, quem prendeu sem ordem judicial, quem cassou mandatos e quem apoiou a ditadura militar estão anistiados. Mas um torturador cometeu um crime de lesa-humanidade e deve ser punido pelo Estado como quer a nossa Constituição.” Cezar Britto, presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil

Alguém poderia me explicar porque uma grande parcela de militares jovens fazem questão de defender torturadores?

Será que na formação deles continua sendo feita lavagem cerebral?

Está na hora de desideologizar as forças armadas.

E gastar menos dinheiro com armas e mais com educação, saúde e ecologia.




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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A loucura do armamentismo e a burrice da direita mundial

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Segundo a teoria dos jogos, Irã terá a capacidade de desenvolver arma nuclear

por Gustavo Chacra [o que está entre chaves é comentário do Blog do Chicão]

O Irã terá a capacidade de desenvolver uma bomba, mas não construirá a arma atômica por opção própria [o pior fanatismo é o religioso, duvido que não construirão]. Esta é a conclusão de Bruce Bueno de Mesquita, professor da Universidade de Nova York e maior especialista nos Estados Unidos em teoria dos jogos aplicada às relações internacionais.

Com modelos matemáticos que atribuem valores que englobam o poder e a capacidade de implementar suas vontades a cada um dos atores envolvidos, sejam pessoas, instituições e países, ele concluiu que este será o resultado do processo mais ou menos no fim do ano.

Não é de se jogar fora esta previsão, já que, apenas em relação ao Irã, Bueno de Mesquita acertou que Khamanei seria o sucessor de Khomeini como líder supremo do Irã com anos de antecedência. Também antecipou a vitória de Rafsanjani e de todos os outros presidentes iranianos.

Ele não divulga o modelo matemático que usa, já que ganha dinheiro vendendo seus serviços para empresas privadas e mesmo para a CIA, segundo revelou há algumas semanas para o New York Times. Claro, o modelo é móvel. No ano passado, Obama, como candidato democrata, era um ator importante, mas com uma pontuação inferior à atual, no cargo de presidente. O mesmo vale para Israel, pós-eleições.

O Irã teve, desde a Revolução Islâmica, o Iraque como barreira para impedir a sua influência no mundo árabe. Ao derrubaram Saddam Hussein, maior inimigo dos iranianos, os EUA prestaram um ótimo serviço para o regime islâmico de Teerã. De presente, os americanoss ainda ajudaram o Irã em outra fronteira, ao tirar o Taleban do poder no Afeganistão, outro rival do Irã. [tudo pelo petróleo, mentiram e enganaram o povo americano dizendo que o Sadam tinha arma química. MENTIRAM e mentirão sempre]

Estes dois presentes vieram junto com uma onda de ameaças ao regime. E o Irã observou que os EUA se aliaram ao Paquistão – que tem bomba atômica – e sempre são cautelosos ao falarem da Coréia do Norte – que também tem bomba atômica. A lógica, para qualquer realista, é desenvolver uma bomba atômica, já que, desta forma, dificilmente seria atacado por Israel ou os Estados Unidos. [é isso mesmo. No caso da venezuela os EUA tem medo do Chaves não pelos bilhões gastos em armamento pesado. Tem medo é dos centenas de milhares de armamentos leves que ele comprou e que tornaria uma invasão inviável. Hoje a opção dos EUA é comprar e apoiar opositores ao regime. Tudo pelo petróleo.]

Mais do que isso, também aumentaria o seu poder regional em relação aos vizinhos árabes. A arma não seria para destruir Israel, mesmo porque, em minutos, os americanos e os israelenses eliminariam todas as cidades do Irã com mais de cem mil habitantes em resposta a um ataque nuclear a Tel Aviv. [Israel não precisa dos EUA para guerra atômica. Precisa economicamente.]

A teoria de Buenos de Mesquita é a de que, com a capacidade de desenvolver a arma, o Irã já teria como levar os americanos e os israelenses a pensar duas vezes antes de um ataque e, consequentemente, os iranianos se sentiriam mais seguros. [Até que ISrael encontre uma forma de atingi-los, aí será nova corrida].

Gary Sick, professor da Universidade Columbia, sempre defendeu esta “via Brasil”, na qual, mesmo com a capacidade de ter a bomba, o Irã opta por não ter. Vamos aguardar para ver se Buenos de Mesquita está correto. [O Brasil abriu mão de pesquisas. Em comum acordo com a Argentina, um acordo exemplar, MARAVILHOSO].

[Pela colocação acima você pode imaginar a burrice que foi a invasão ao Iraque. Mudou a geopolítica mundial e tornou um inferno a vida dos cristãos nos países muçulmanos. No Brasil, bestas como Ali Kamel, ideólogo da Globo e defensor ferrenho das ações dos EUA continuam influenciando e aprontando das suas.]

Do Blog Diário do Oriente Médio


Leia também:

Conservadores reacionários: a confissão sobre o Iraque
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/06/conservadores-reacionarios-confissao.html


Corrida armamentista NÃO!
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/09/corrida-armamentista-nao.html


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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Exército: onde falta planejamento, falta dinheiro

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"O Comando do Exército afirmou ontem que a corporação carece de recursos para o pagamento de água, luz, telefone e alimentação e explicou que as medidas restritivas, como a redução do horário de expediente nas segundas e sextas-feiras, são consequências do congelamento de R$ 580 milhões feito pelo governo". UOL

É bom lembrar que as forças armadas aumentaram seu efetivo em dezenas de milhares de membros.

São mais de 100 mil membros a mais.

É muito salário a mais.

É muito custo a mais.

Para um país pobre como o nosso é um desperdício.

Para as próprias forças armadas não é bom.

Falta planejamento, com isto o que ela tem que fazer não tem continuidade.

O ideal seria reduzir o orçamento das forças armadas.

Mesmo se não diminuir o orçamento é preciso administrar melhor.

Uma força armada menor e com mais treinamento.

Uma força armada mais presente nas fronteiras, principalmente do centro-oeste e da amazônia, e menos no litoral.

Falta planejamento.




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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Péssima notícia: América do Sul reforça seus arsenais bélicos

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O aumento da presença militar dos EUA na Colômbia corresponde a uma estratégia comercial dos EUA.

Este país hoje é militar dependente. Criar tensão para vender armamentos e serviços é fundamental para manter a máquina de guerra do EUA funcionando.

Criar tensão e corrida armamentista, este é o desejo dos EUA.

Eles estão conseguindo o objetivo.

E o Brasil está embarcando nesta corrida. É uma pena.


Leia o texto abaixo:

América do Sul reforça seus arsenais bélicos

Javier Lafuente Em Madri

O acordo entre a Colômbia e os Estados Unidos para o uso de sete bases militares colombianas disparou o nervosismo de muitos mandatários sul-americanos. Mas os ventos de guerra vislumbrados pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, são outro episódio, nem por isso menos importante, no agitado tabuleiro militar sul-americano. Desde então, em apenas um mês, a Venezuela aumentou suas encomendas à Rússia, o exército equatoriano adquiriu novo material de Pequim e o Brasil confirmou que vai implementar um plano de estratégia militar para, segundo dizem, preservar a Amazônia.

Cinco anos de bonança econômica possibilitaram que os orçamentos para a defesa disparassem. Neste ano, dois relatórios de prestigiosos centros internacionais dissiparam qualquer dúvida sobre o gasto militar. O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês) indicou que o gasto da América Latina e do Caribe aumentou 91% entre 2003 e 2008, passando de US$ 24,7 bilhões para US$ 47,2 bilhões. Recentemente, o Instituto Internacional de Estudos para a Paz (SIPRI), de Estocolmo, indicou que o consumo do ano passado só na América do Sul foi de US$ 48 bilhões, 6% a mais que em 2007, e representou um aumento de 50% na última década.

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Mas, se só o México e a Colômbia travam guerras internas, como se justifica que o Chile tenha centenas de tanques Leopard 2, os mais poderosos do sul do continente? Ou que a Venezuela tenha adquirido material tão sofisticado? As tensões regionais são subjacentes a essa renovação do material bélico. É a cobra que morde a cauda. Cada vez que um país se arma, o vizinho anuncia novas aquisições.

Leia o texto completo em:

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2009/08/28/ult581u3451.jhtm



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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Brasil gasta mais em armamentos

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A corrida do Brasil para se tornar uma potência regional, aliado às despesas do governo colombiano com armamentos, fez com que o dinheiro gasto com armas na América do Sul tenha sofrido um aumento de 50% em dez anos. Hoje, o Brasil já é o 12º maior orçamento militar do planeta

Segundo o Instituto Internacional de Pesquisas para a Paz, de Estocolmo, os gastos militares brasileiros em 2008 chegaram a US$ 19,3 bilhões em 2008.

De acordo com a instituição, a alta nos gastos militares da região foram provocadas pela “corrida do Brasil pelo status de potência regional”, além do aumento dos gastos da Colômbia para lidar com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Nota do Chicão:

A questão é: para que ter o 12º maior orçamento militar do planeta?

Só há uma explicação: torrar dinheiro.

Está mais do que na hora de reduzir os gastos militares no Brasil e usar as forças armadas para patrulhar as fronteiras para inibir tráfico, contrabando e outros delitos.



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domingo, 2 de novembro de 2008

EUA - 40% dos impostos vão para militares

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De cada dólar pago em impostos pelos americanos, 40 centavos são destinados a gastos militares. A educação recebe dez vezes menos. Os dados, do Projeto de Prioridades Nacionais, dão uma idéia do peso das Forças Armadas no país, um Estado dentro do Estado que emprega diretamente quase 3 milhões de pessoas e em 2007 fechou 1,4 milhão de contratos com mais de 76 mil empresas privadas.

Para financiar essa estrutura, os EUA terão em 2009 o maior orçamento com a Defesa desde a Segunda Guerra: US$ 585,4 bilhões só como base.

O governo estima que o total ultrapasse 20% do Orçamento. Em cálculos mais pessimistas de grupos como a Campanha para o Futuro da América, porém, o percentual chega a 50%, porque inclui por exemplo benefícios a veteranos.

Dessa verba, mais de US$ 129 bilhões são para pagamentos a militares na ativa. Só no Exército, há 522 mil soldados ativos, 189 mil na reserva e 325 mil na Guarda Nacional. A Marinha tem cerca de 366 mil na ativa, a Aeronáutica, 360 mil, e há ainda 178 mil fuzileiros navais. Outros 680 mil civis trabalham para o setor militar.

Em época de desemprego crescente, a área é atrativa. Militares recebem auxílio-moradia e alimentação. Têm despesas médicas 100% cobertas, ao custo de US$ 57 bilhões anuais. Membros ativos têm direito a US$ 65 mil para a educação superior. E se aposentam com 20 anos de serviço -se conseguirem chegar lá.

"O sistema é quase de bem-estar social", afirmou à Folha Lawrence Korb, ex-secretário assistente de Defesa (1981 a 1985) e membro do Centro para o Progresso Americano. "Isso não existe em outros órgãos ou no setor privado."

Com a economia em crise, o recrutamento aumenta. Os quatro braços das Forças Armadas atingiram as metas de recrutamento em 2008, com um total de 185 mil recrutas, o número mais alto desde 2003.

Grupos como o Centro para o Progresso Americano, porém, afirmam que o investimento não é suficiente e que "não é à toa que só 29% dos soldados, veteranos e suas famílias acham que o governo lida bem com suas necessidades".

Mas um debate ainda mais polêmico diz respeito a pagamentos para fora das Forças Armadas. Em 2007, contratos de defesa com terceiros consumiram US$ 315,5 bilhões, um aumento de 137% em relação a 2000. Seis empresas -Lockheed Martin, Boeing, Northrop Grumman, General Dynamics, ON e Raytheon- receberam um terço do montante.

Críticos afirmam que os EUA vêm privatizando suas funções militares, inclusive com mercenários. Para outros analistas, as empresas privadas preenchem um vácuo. "A dependência de empresas privadas provavelmente foi um pouco longe demais", afirma o analista do Instituto Brookings Michael O'Hanlon. "Mas a maioria dos contratos é necessária."

"Os contratos privados são bem vindos quando liberam militares para funções de combate. O problema é quando cruzam a linha e se envolvem nas batalhas", diz Korb.

A controvérsia dos contratos privados se estende ao Congresso, onde legisladores interessados em gerar empregos disputam apoio a empresas. Os motivos nem sempre são nobres: segundo a ONG Centro pela Política Responsável, legisladores que supervisionam acordos com o Pentágono têm US$ 196 milhões investidos nas empresas contratadas.

Em 2005, por exemplo, o ex-deputado republicano Duke Cunningham se declarou culpado de aceitar suborno de empresas que buscavam contratos da Defesa. (ANDREA MURTA)


Nota do Chicão:

Quando li esta notícia não pude esquecer que o ministro Roberto Mangabeira Unger é um brasileiro americanóide. Viveu por décdas em uma sociedade militarizada. Temo que este viés seja muito forte na sua posição de "pensar as forças armadas brasileiras" e os gastos para reaparelha-la.

Na minha opinião o Brasil não deve aumentar os já altíssimos gastos com as forças armadas. Deve-se reorganiza-las e diminuir seu tamanho para poder investir em tecnologia e na vigilância das fronteiras.




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terça-feira, 5 de agosto de 2008

concordo e assino embaixo

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Recebi este email:

"O Brasil gasta um dinheirão com os militares e eles nem querem policiar o RJ.

Está na hora de esquecer torturadores (disso Deus dá conta) e DIMINUIR a quantidade de militares. Investir em uma força policial nacional e uma força para proteção do meio ambiente".


Nota do Chicão:

Eu concordo. O governo do Brasil gasta mais com os militares que com educação. Isto é um evidente exagero.

Os militares passam para a reserva cedo (reserva é uma espécie de aposentadoria precoce). Um bom exemplo é o "astronauta brasileiro", militar que com 40 e poucos anos passou para a reserva a fim de desfrutar financeiramente de sua fama.

Filha solteira de militar herda a aposentadoria do pai/mãe, como se ainda vivêssemos na década de 50.

Moral da história: um gasto brutal com militares aposentados. Um gasto brutal com militares morando e trabalhando no RJ, SP e RS.

Enquanto isto dois problemas mais urgentes para o Brasil não são solucionados: o problema da segurança pública e da defesa do meio ambiente.

Diminuir a quantidade de militares ou transferir parte para cuidar de nossas reservas ambientais e para combater o crime é URGENTÍSSIMO.

Do jeito que está hoje é muito gasto para pouco retorno para o país.


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sexta-feira, 2 de maio de 2008

Um novo militarismo






Não só os EUA, mas todo o planeta está passando por um novo militarismo.
Um governo supostamente de esquerda como o de Chaves
investe bilhões em armamentos.
E oferece discurso para os que querem "defender" o Brasil.
Dinheiro que poderia ser usado para o progresso do Brasil é desperdiçado no gasto exagerado com o militarismo.
O pior: há uma enorme pressão para aumentar este gasto.

Os países mais poderosos são os mais ricos
e não os mais militarizados.
São os que são nacionalistas na ECONOMIA.
Não os que possuem as melhores bombas.

A antiga URSS foi a falência, em parte, devido a corrida armamentista.
A Russia e as outras ex-repúblicas soviéticas tiveram que reduzir brutalmente os gastos militares.
E investir em infra-estrutura, educação e saúde.
Por terem escolhido este caminho começaram a crescer novamente.

Menos gastos militares, mais dinheiro onde realmente interessa.

Angola reduziu os gastos militares,
foi o país que mais cresceu no planeta em 2007.
Os exemplos são muitos.
O Brasil não pode embarcar nesta furada que é aumentar os gastos militares.
O que já é investido deve ser direcionado para as necessidades mais básicas de defesa.
O Brasil é o país do desperdício do dinheiro público.
Nas forças armadas existe muito desperdício também.
Administrar melhor o dinheiro público é uma necessidade
no judiciário, executivo, legislativo e nas forças armadas.

Aumentar gastos em militarismo só servirá para retirar dinheiro de outras áreas que estão muito carentes de recursos, como a saúde.

Primeiro de maio,
dia de liberdade,
dia de luta para que os recursos públicos beneficiem os mais humildes.