domingo, 16 de maio de 2010

Deputado Walter Feldman ( PSDB - SP ) é ou não é ladrão?

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"Na página 54, há quatro lançamentos em nome do deputado Walter Feldman (PSDB-SP). Cada registro tem o valor de US$ 5 mil, somando US$ 20 mil entre 13 de janeiro e 14 de abril de 1998. À página 21, outros 12 lançamentos associados ao nome Feldman, entre 26 de janeiro e 23 de dezembro de 1996 - US$ 5 mil por mês. O deputado indignou-se com a citação a seu nome".

O texto acima reproduz os dados de um relatório da Polícia Federal.

Este povo está sendo incomodado.

Isto nunca havia acontecido neste país.

É sinal que está melhor para nós, cidadãos. E pior para os poderosos.

Se tem sujeira ela tem que aparecer.

Ficar escondida é MUITO PIOR.

Antes do atual governo a sujeira ficava escondida quase que totalmente.

Atualmente ela está aparecendo um pouco.

Melhorou!

Ainda pode melhorar muito.

Leia o texto de onde tirei a citação acima:
http://www.rodrigovianna.com.br/forca-da-grana/pf-investiga-propina-pra-palacio-band-a-casa-caiu


ATENÇÃO;

neste texto você fica sabendo como os jornais conservadores escondem a bandalheira dos seus amigos.
http://www.rodrigovianna.com.br/radar-da-midia/castelo-de-areia-bastidores-do-jornalismo-por-que-veja-e-epoca-descobriram-juntas-corrupcao-tucana



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2 comentários:

Anônimo disse...

Ladrao sim.
Bandido, tem q ir prá cadeia, mas nao sem antes passar por tribunal e cser "constrangido", pela mídia fascista?

Inté,
Murilo

alex disse...

FOLHA DE SP FOI PRA CIMA:
OMITIU, SUPRIMIU, SONEGOU E CENSUROU A PESQUISA DO VOX POPULI. A INFORMAÇÃO NÃO EXISTE NO PAPEL E NEM NA VERSÃO DIGITAL


"Como descer o Serra"

Blog Tijolaço - domingo, 16 maio

Não que os demais jornais pratiquem jornalismo – ia dizer jornalismo com equilíbrio, mas me pareceu pleonasmo -, deixando que nós, nos blogs, sejamos aquilo que a ombudswoman da Folha sejamo, como ela disse em seu texto de estréia, sejamos os “trogloditas de espírito”. Mas os meninos e meninas sofisticados da Alameda Barão de Limeira, com sua linguagem empolada e seus critérios “ultrasuperextra” obejtivos, conseguiram se superar: passaram a censurar completamente a notícia do seu jornal.

A pesquisa Vox Populi, divulgada ontem, simplesmente não existe na edição de papel. Nem mesmo na versão digital do jornal, disponibilizada a seus assinantes e que reproduz a impressa. O Estadão teve a dignidade de registrar numa chamadinha na primeira – mínima, é verdade. O Globo, onde aquela palavra tem de ser sussurrada na redação, colocou uma pequena nota, na barte de baixo da página 11. Não vou ficar discutindo o equilíbrio dos jornais, embora já me arrependa de ter achado jornalismo equilibrado um pleonasmo.

A FOLHA, não.
OMITIU, SUPRIMIU, SONEGOU E CENSUROU A INFORMAÇÃO
Não fez isso na sua edição online porque seus leitores, ali, sabem que isso aconteceu. Fez, na edição impressa, para que os seus demais leitores, que não navegam na internet, não soubessem o que aconteceu.

Por isso, não me arrependo em nada do que disse antes do jornal e gostaria de ver alguns personagens, que com sofisticadas argumentaçoes sobre o que é publicado à esquerda e à direita da página, horários de fechamento, etc, viessem justificar a atitude do jornal. A notícia da pesquisa saiu no Correio Braziliense pouco antes das 18 horas; às 18:01h este blog aqui – precário, mambembe, trabalhando com um daqueles modems nojentinhos da Claro, que parece uma tartaruga cibernética – colocou a informação no ar.

O nome do que a Folha de S. Paulo faz não é outro senão censura.

Mas a Folha não é a Globo dos “áureos” tempos da ditadura, ou ditabranda, como quer o jornal. Nunca deteve e muito menos detém agora, o monopólio da informação. E nem seu Datafolha detém o monopólio da “verdade” das pesquisas eleitorais. Vai ter de recuar. Aliás, já está tendo de se explicar aos leitores