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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

A crueldade de José Serra com seu amigo governador Arruda

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A crueldade da política vista nas imagens de José Serra e seu ex-amigo José Roberto Arruda

Que a política é cruel, todos sabem. Mas quando aparecem imagens parece que as coisas ficam piores. É o caso do governador de Brasília, José Roberto Arruda (sem partido; ex-DEM), que passou a ficar isolado de antigos aliados.

Ontem (13.jan.2010), Arruda ficou constrangedoramente sozinho em vários momentos da cerimônia do “PAC da Copa”, aqui em Brasília. É o que mostram essas duas fotos abaixo de Sérgio Lima. Numa rodinha, governadores conversam enquanto ao lado o colega brasiliense fica parado, fitando o infinito. Na outra foto, o momento em que Serra passa por Arruda e quase não o cumprimenta:









Mas antes do escândalo do mensalão do DEM as coisas eram bem diferentes. Em 3.set.2009, Arruda recebeu na residência oficial, aqui em Brasília, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB). À época, Serra insinuava que seria candidato a presidente com o apoio de Arruda, que concorreria a mais um mandato. “Vote em um careca e leve dois”, brincava o tucano. Outros tempos.

Do Blog do Fernando Rodrigues


Nota do Chicão:

Estava tudo certo.

Arruda seria vice do Serra, na vaga do DEM.

Paulo Otávio disputaria o governo do DF e coordenaria a campanha do Serra no estado.

Tudo foi por água abaixo.

Arruda pego recendo dinheiro de propina.

Paulo Otávio pego passando a perna nos funcionários da caixa econômica federal.

Esta "negociação" foi na época do PSDB no governo federal.

Época em que os apaninguados do Serra davam as cartas nos fundos de pensão.

Como você pode perceber tudo gente boa.

Ah, foi no mesmo governo em que o Renan Calheiros foi ministro da justiça.



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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Governador Arruda ameaça e o DEM se borra

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As imagens são fantásticas. Todos os dias em algum canto do Brasil isto acontece.

Não há dúvidas.

O chefe da campanha do Serra/Aécio em Brasília foi desmascarado.

O DEM pensou em agir rápido.

Só se esqueceram que a maior parte deles não é santo.

O governador Arruda foi claro na ameaça: “Se o partido radicalizar comigo, vou radicalizar também”.

O partido já está pensando...

Eles pensam na Yeda do RS que também ameaçou e ficou onde estava.

Eles viram o Aécio, o Serra, e vários outros próceres do PSDB se ajoelharem às EXIGÊNCIAS da governadora.

O pessoal do PSDB não perdeu um único voto por terem se composto com a governadora.

O Senador Pedro Simon, cujos afilhados políticos estão no olho do escândalo, se aferrou à governadora e continua fazendo discursos "éticos".

Porque logo eles, o DEM, legítimos herdeiros da política podre seriam diferentes?

Eles se borraram, e estão preparando para ficar "desaparecidos".

Agripíno Maia, Desmotenes Torres, Ronaldo Caiado, Heráclito Fortes, ACM Neto, Rodrigo Maia, Guilherme Afif Domingos... agora é jogo de cena.

Arruda fica onde está e se mexerem com ele... Não, não vão mexer.

Vão procurar fazer um jogo de cena e só.

Esperem e verão.

A não ser que apareçam coisas MUITO mais sérias.





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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Os bons negócios da editora Abril continuam

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Em uma edição recente a revista Veja entrevistou o governador do DF. Apresentou o senhor como um grande administrador. Fez apologia clara do governo do sujeito.

Quem leu a entrevista ficou com uma boa imagem do governador. Apenas imagem, porque os donos da editora Abril (entre eles um grupo sul-africano que sempre apoiou o Apartheid, o regime racista da África do Sul) sempre pensam no próprio bolso.

Antes de escolherem o dito governador para entrevistar houve um grande investimento do Governo do DF na editora Abril.

Veja abaixo a notícia:


Tucanos, demos e o “mensalão” da mídia

Por razões econômicas e ideológicas, a mídia hegemônica adora explorar os escândalos políticos. A crise mais recente é que a atinge o Senado Federal, no qual as denúncias das graves distorções se fundem com objetivos eleitoreiros marotos – que só os ingênuos não percebem.

Ela só não faz sensacionalismo com os seus próprios negócios sinistros. Evita falar dela mesma, de seus pobres. Entre uma e outra denúncia de corrupção, ela deveria averiguar dois casos graves que envolvem poderosas corporações midiáticas. Ambos podem confirmar a exigência de um estranho “mensalão”, no qual governos demos-tucanos compram o apoio dos veículos de comunicação.

Os demos e o Correio Braziliense

O caso mais recente ocorreu no Distrito Federal, onde o governador José Roberto Arruda garfou R$ 442,4 mil do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) para comprar assinaturas da revista Veja. Mais grave ainda, o demo desembolsou quase R$ 3 milhões na compra de 7.562 assinaturas do Correio Braziliense. O Sindicato dos Professores do Distrito Federal, um dos principais alvos dos ataques raivosos e recorrentes deste jornal, criticou o uso dos recursos públicos e a forma irregular e suspeita como foi firmado este convênio:

“O convênio foi feito sem licitação, sem um projeto pedagógico definido, sem discussão com os professores e sem transparência. Enquanto isso, as bibliotecas de nossas escolas estão em petição de miséria, sem livros e estrutura de funcionamento... Esses recursos poderiam ser utilizados para equipá-las com clássicos da nossa literatura, para dotá-las de banda larga na internet, o que garantiria a diversidade e a pluralidade das informações... É no mínimo uma contradição que o Correio, tão veemente ao atacar o Senado por causa dos atos secretos, anuncie este convênio sem dizer os valores envolvidos e sem especificar o embasamento legal para que ele ocorra”.

Leia o resto do texto aqui


Nota do Chicão:

É o mundo dos negócios. Amigos ajudam e protegem os amigos.

Quem não entra no esquema merece ser destruído, combatido.

Outro dia a revista Veja entrevistou o senador Jarbas Vasconclos, símbolo de integridade, diz ela. Acontece que o elemento Jarbas trabalhou um ano (muitos duvidam que ele tenha trabalhado) e se aposentou com um salário de mais de 17 mil reais.

Este é o nível dos "éticos" da revista Veja.

Leia também:

Os bons negócio$ entre o Serra e a editora Abril continuam


Veja e Globo fugiram do assunto quando descobriram que Hip hop do Mainardi, era do César Maia


Serra e a editora Abril, milhões em negócios e proteção política 1



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