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Napoleão tinha mania de grandeza. Esta mania de grandeza cresceu, cresceu e foi a responsável pela ruína deste ser.
Junto milhões de vidas foram arruinadas.
Andei lendo suas entrevistas cheias de eu, eu , eu, e me lembrei da história do Napoleão.
Veja o que ele disse:
"Quando eu fui preso no Chile, o motivo verdadeiro foi que eu tinha participado como um dos principais atores ...Fui eu uma das figuras principais nisso".
Na década de 70 o Chile passou por uma grande turbulência política, inclusive com golpe de estado.
A megalomania do candidato que se diz engenheiro (sem ser engenheiro) o transformou numa pessoa muito imporante naquele momento.
Alguém precisa estender a mão para este ser humano.
Antes de ser um político tradicional e igual aos piores, José Serra é um ser humano que deve ter apoio e orientação para buscar um caminho mais útil para sua evolução espiritual.
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terça-feira, 22 de junho de 2010
sábado, 24 de maio de 2008
Paciente com doença mental volta para casa após 42 anos
Graças à ajuda de profissionais-detetives da área de saúde, mulher reencontrou os filhos no interior de São Paulo.
Equipe faz pesquisas em cartórios e prontuários; lei de 2001 incentiva a volta para casa de pacientes de hospitais psiquiátricos.
AGÊNCIA FOLHA
Equipes médicas da rede pública de São Paulo encontraram, desde 2004, famílias de pelo menos 650 pacientes de hospitais psiquiátricos. Em muitos casos, são pessoas que não recebiam notícias dos parentes havia anos.
Por meio de pesquisas em prontuários, cartórios e entrevistas, médicos, psicólogos, assistentes sociais e enfermeiros coletam pistas que levam moradores de instituições a se reencontrar com parentes após décadas de internação.
Alcione Galdino, 72, internada desde os anos 60 após sofrer surtos psicóticos, passou 42 anos longe dos filhos. Em 1971, quando recebeu alta de um hospital de Ribeirão Preto (SP), ninguém foi buscá-la no local. O marido, que se casara com outra mulher, tinha dito aos filhos que a mãe estava morta.
"Não pode ser verdade. Minha mãe morreu", disse Emília Inácio da Silva, 50, após receber, em março, um telefonema do Centro de Reabilitação de Casa Branca (SP). Equipes da instituição, para onde Alcione foi transferida no início do ano, já localizaram ao menos 260 famílias de pacientes desde 2000.
"Eu achava que meus filhos eram ainda pequenininhos", disse Alcione à Folha. Ao ser levada ao sítio onde a filha mora, em Neves Paulista (SP), ela descobriu que era avó e bisavó."Minha mãe tinha depressão. Na época ninguém entendia e só internava", diz Emília.
Após 20 dias com os parentes, Alcione voltou ao hospital e agora espera se aposentar e obter benefícios como o do programa federal De Volta Para Casa -que paga R$ 240 mensais por um ano a quem que deixa o hospital- para poder se mudar para a casa da filha.
Nota do Chicão: os pessimistas acham que o mundo em que vivemos está cada dia pior.
Os otimistas lembram que existem pessoas lutando para o mundo melhorar e lembram das vitórias conseguidas.
A reforma psiquiátrica tem sido uma fantástica melhora.
Vidas estão sendo renovadas com MENOS SOFRIMENTO.
Como sempre existem os contras. Os que se opõem a toda oportunidade de evolução da sociedade humana.
Os mais atrasados são contra até o PROUNI.
Se esquecem que em toda sociedade o dinheiro e o poder possui um fluxo.
Mudar a direção deste fluxo gera polêmica e preconceito.
É por isto que ninguém discutia que os donos de faculdades ficassem com o dinheiro que hoje é usado para manter o PROUNI. Todos estão acostumados que o dinheiro se diriga para o bolso dos mais ricos.
Se o dinheiro vai para o bolso dos mais pobres (sob a forma de estudos) O SILÊNCIO ACABA. Inicia-se uma discussão se o PROUNI é racismo, intolerância, etc.
O mesmo acontece com a loucura. Enquanto são médicos, empresários e a grande indústria ganhando rios de dinheiro para fazerem um tratamento DE BAIXA qualidade não há discussão (há o silêncio). Todos estão acostumados com o fato.
Se o ganho, na forma de um tratamento decente, é transferido para o doente começa-se a polêmica.
Os contra dizem: vão deixar os loucos soltos na rua, sem serem tratados?
Os contra dizem: querem criar o racismo no Brasil com o PROUNI?
Lembrem: o método que os poderosos usam para manter o poder e o dinheiro é NEGATIVAR tudo que possa mudar a vida (e melhora-la).

Equipe faz pesquisas em cartórios e prontuários; lei de 2001 incentiva a volta para casa de pacientes de hospitais psiquiátricos.
AGÊNCIA FOLHA
Equipes médicas da rede pública de São Paulo encontraram, desde 2004, famílias de pelo menos 650 pacientes de hospitais psiquiátricos. Em muitos casos, são pessoas que não recebiam notícias dos parentes havia anos.
Por meio de pesquisas em prontuários, cartórios e entrevistas, médicos, psicólogos, assistentes sociais e enfermeiros coletam pistas que levam moradores de instituições a se reencontrar com parentes após décadas de internação.
Alcione Galdino, 72, internada desde os anos 60 após sofrer surtos psicóticos, passou 42 anos longe dos filhos. Em 1971, quando recebeu alta de um hospital de Ribeirão Preto (SP), ninguém foi buscá-la no local. O marido, que se casara com outra mulher, tinha dito aos filhos que a mãe estava morta.
"Não pode ser verdade. Minha mãe morreu", disse Emília Inácio da Silva, 50, após receber, em março, um telefonema do Centro de Reabilitação de Casa Branca (SP). Equipes da instituição, para onde Alcione foi transferida no início do ano, já localizaram ao menos 260 famílias de pacientes desde 2000.
"Eu achava que meus filhos eram ainda pequenininhos", disse Alcione à Folha. Ao ser levada ao sítio onde a filha mora, em Neves Paulista (SP), ela descobriu que era avó e bisavó."Minha mãe tinha depressão. Na época ninguém entendia e só internava", diz Emília.
Após 20 dias com os parentes, Alcione voltou ao hospital e agora espera se aposentar e obter benefícios como o do programa federal De Volta Para Casa -que paga R$ 240 mensais por um ano a quem que deixa o hospital- para poder se mudar para a casa da filha.
Nota do Chicão: os pessimistas acham que o mundo em que vivemos está cada dia pior.
Os otimistas lembram que existem pessoas lutando para o mundo melhorar e lembram das vitórias conseguidas.
A reforma psiquiátrica tem sido uma fantástica melhora.
Vidas estão sendo renovadas com MENOS SOFRIMENTO.
Como sempre existem os contras. Os que se opõem a toda oportunidade de evolução da sociedade humana.
Os mais atrasados são contra até o PROUNI.
Se esquecem que em toda sociedade o dinheiro e o poder possui um fluxo.
Mudar a direção deste fluxo gera polêmica e preconceito.
É por isto que ninguém discutia que os donos de faculdades ficassem com o dinheiro que hoje é usado para manter o PROUNI. Todos estão acostumados que o dinheiro se diriga para o bolso dos mais ricos.
Se o dinheiro vai para o bolso dos mais pobres (sob a forma de estudos) O SILÊNCIO ACABA. Inicia-se uma discussão se o PROUNI é racismo, intolerância, etc.
O mesmo acontece com a loucura. Enquanto são médicos, empresários e a grande indústria ganhando rios de dinheiro para fazerem um tratamento DE BAIXA qualidade não há discussão (há o silêncio). Todos estão acostumados com o fato.
Se o ganho, na forma de um tratamento decente, é transferido para o doente começa-se a polêmica.
Os contra dizem: vão deixar os loucos soltos na rua, sem serem tratados?
Os contra dizem: querem criar o racismo no Brasil com o PROUNI?
Lembrem: o método que os poderosos usam para manter o poder e o dinheiro é NEGATIVAR tudo que possa mudar a vida (e melhora-la).

Loucura, não é fácil lidar com ela.
Alguns acham que deixa-los atoa, sem atividades é o melhor.
Nos CAPS eles fazem atividades várias, o que o estimula a mente
e propicia a melhora da patologia.
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Teve crise de epilepsia e ficou 20 anos no hospício
Leia abaixo, depois eu comento:
Outro caso é o de Luís dos Santos, de aparentes 60 anos, que passou 20 anos separado da família após ter uma crise epilética no meio da rua e ser internado em Franco da Rocha (Grande São Paulo).
Em seus relatos, dizia ter sido abandonado. Após contato feito pela equipe médica de Casa Branca, reencontrou a irmã, com quem vive em Osasco.
Segundo Sueli Pereira Pinto, diretora do hospital de Casa Branca, histórias como a de Alcione e Luís só ocorreram porque a relação entre pacientes e profissionais de saúde mudou. Desde 2001, com a lei da reforma psiquiátrica, pacientes são incentivados a voltar para casa.
Para isso foram criados os Caps (Centros de Atenção Psicossocial), que hoje ajudam 360 mil pessoas ao ano em todo o país e prestam atendimento clínico sem internação.
"Antes, o tratamento visava a exclusão. Pessoas eram retiradas do convívio das famílias e ninguém se importava com o que o paciente dizia. O recurso era a internação. Hoje, o que o paciente diz é relevante para que ele reencontre sua história e identidade", disse Sueli.
A Secretaria de Estado da Saúde iniciou um censo para saber quantos pacientes psiquiátricos estão há mais de um ano internados. O Estado tem 58 hospitais psiquiátricos e cerca de 6.500 pacientes psiquiátricos de longa permanência internados (folha de São Paulo).
Nota do Chicão: Imagine o custo financeiro deste Luis dos Santos para o governo (e para todos nós) ao ficar 20 anos internado.
Imagine o custo, não financeiro, de uma vida perdida.
Alguém está ganhando com esta situação.
Quem são?
É a indústria farmacêutica que ganha mais dinheiro com um paciente que ADOECE MAIS ao estar em uma situação terrível. São alguns médicos que tiram dali seu público CATIVO, e os donos de hospitais psiquiátricos que ficam com fregueses garantidos por anos (mesmo oferecendo péssimos serviços).
Muita gente ainda fica mentalmente presa ao nome HOSPITAL e associa este nome com tratamento.
No caso dos HOSPITAIS PSIQUÁTRICOS existe um NÃO TRATAMENTO.
É por isto que um cara que tem uma crise de epilepsia fica por lá por 20 anos.
Volto a lhes informar: quando um paciente precisa ser contido (está agressivo, por exemplo) ele é internado em um hospital geral e lá fica alguns dias até melhorar.
Depois que sai do hospital ele é acompanhado (COM TRATAMENTO DE VERDADE) nos CAPS, centro de atenção psicossocial.
A vida dos que tem a oportunidade de se tratarem neste “novo” modelo é bem melhor e mais produtiva.
Muitos conseguem ter uma vida comum, trabalhando, namorando, passeando.
Atualmente a luta dos médicos, psicólogos, assistentes sociais, etc. é criar uma rede de CAPS em todo o país que possam atender dignamente todos os que necessitam.

Outro caso é o de Luís dos Santos, de aparentes 60 anos, que passou 20 anos separado da família após ter uma crise epilética no meio da rua e ser internado em Franco da Rocha (Grande São Paulo).
Em seus relatos, dizia ter sido abandonado. Após contato feito pela equipe médica de Casa Branca, reencontrou a irmã, com quem vive em Osasco.
Segundo Sueli Pereira Pinto, diretora do hospital de Casa Branca, histórias como a de Alcione e Luís só ocorreram porque a relação entre pacientes e profissionais de saúde mudou. Desde 2001, com a lei da reforma psiquiátrica, pacientes são incentivados a voltar para casa.
Para isso foram criados os Caps (Centros de Atenção Psicossocial), que hoje ajudam 360 mil pessoas ao ano em todo o país e prestam atendimento clínico sem internação.
"Antes, o tratamento visava a exclusão. Pessoas eram retiradas do convívio das famílias e ninguém se importava com o que o paciente dizia. O recurso era a internação. Hoje, o que o paciente diz é relevante para que ele reencontre sua história e identidade", disse Sueli.
A Secretaria de Estado da Saúde iniciou um censo para saber quantos pacientes psiquiátricos estão há mais de um ano internados. O Estado tem 58 hospitais psiquiátricos e cerca de 6.500 pacientes psiquiátricos de longa permanência internados (folha de São Paulo).
Nota do Chicão: Imagine o custo financeiro deste Luis dos Santos para o governo (e para todos nós) ao ficar 20 anos internado.
Imagine o custo, não financeiro, de uma vida perdida.
Alguém está ganhando com esta situação.
Quem são?
É a indústria farmacêutica que ganha mais dinheiro com um paciente que ADOECE MAIS ao estar em uma situação terrível. São alguns médicos que tiram dali seu público CATIVO, e os donos de hospitais psiquiátricos que ficam com fregueses garantidos por anos (mesmo oferecendo péssimos serviços).
Muita gente ainda fica mentalmente presa ao nome HOSPITAL e associa este nome com tratamento.
No caso dos HOSPITAIS PSIQUÁTRICOS existe um NÃO TRATAMENTO.
É por isto que um cara que tem uma crise de epilepsia fica por lá por 20 anos.
Volto a lhes informar: quando um paciente precisa ser contido (está agressivo, por exemplo) ele é internado em um hospital geral e lá fica alguns dias até melhorar.
Depois que sai do hospital ele é acompanhado (COM TRATAMENTO DE VERDADE) nos CAPS, centro de atenção psicossocial.
A vida dos que tem a oportunidade de se tratarem neste “novo” modelo é bem melhor e mais produtiva.
Muitos conseguem ter uma vida comum, trabalhando, namorando, passeando.
Atualmente a luta dos médicos, psicólogos, assistentes sociais, etc. é criar uma rede de CAPS em todo o país que possam atender dignamente todos os que necessitam.

Um livre pensador deve ficar atento ao domínio que as palavras possuem sobre a própria mente.
Hospital é onde os doentes são tratados?
Em alguns casos são lugares onde os doentes são mal-tratados.
No caso dos hospitais psiquiátricos são lugares onde normalmente há um
NÃO TRATAMENTO.
domingo, 18 de maio de 2008
Hoje é dia de luta anti-manicomial
Joel (nome fictício) teve um surto de psicose a 10 anos. Desde então está internado em hospital psiquiátrico. Hoje, demenciado, vaga pelo hospital. Sua maior alegria é ganhar um cigarro.
Quanto Joel já custou para a sociedade Brasileira?
Dezenas de milhares de reais.
Este dinheiro foi para o bolso dos médicos, donos de hospitais (com consumidor garantido) e para a indústria farmacêutica.
Joel “ganhou” uma vida horrível.
Mais horrível do que teria se tivesse tido as mesmas oportunidades que a Maria (nome fictício).
Maria, há 9 anos teve um surto de psicose. Ficou alguns dias em um hospital geral e depois voltou para casa.
Seu tratamento acontece no CAPS. Lá tem atendimento médico, psicológico e participa das atividades terapêuticas.
Conseguiu voltar a estudar e terminou o ensino médio (antigo segundo grau).
Com o apoio de uma ONG foi treinada e hoje trabalha.
Seu tratamento também custou milhares e milhares de reais para a sociedade.
E o resultado? MUITO MELHOR.
Lidar com a loucura não é fácil.
As pessoas aceitarem o sofrimento mental também não é fácil.
Muito preconceito.
Alguns acham que o fim dos manicômios é deixar as pessoas sem tratamento.
Não é verdade.
É trata-los de FATO.
É proporcionar uma vida melhor para as pessoas que padecem deste mal.
Quanto Joel já custou para a sociedade Brasileira?
Dezenas de milhares de reais.
Este dinheiro foi para o bolso dos médicos, donos de hospitais (com consumidor garantido) e para a indústria farmacêutica.
Joel “ganhou” uma vida horrível.
Mais horrível do que teria se tivesse tido as mesmas oportunidades que a Maria (nome fictício).
Maria, há 9 anos teve um surto de psicose. Ficou alguns dias em um hospital geral e depois voltou para casa.
Seu tratamento acontece no CAPS. Lá tem atendimento médico, psicológico e participa das atividades terapêuticas.
Conseguiu voltar a estudar e terminou o ensino médio (antigo segundo grau).
Com o apoio de uma ONG foi treinada e hoje trabalha.
Seu tratamento também custou milhares e milhares de reais para a sociedade.
E o resultado? MUITO MELHOR.
Lidar com a loucura não é fácil.
As pessoas aceitarem o sofrimento mental também não é fácil.
Muito preconceito.
Alguns acham que o fim dos manicômios é deixar as pessoas sem tratamento.
Não é verdade.
É trata-los de FATO.
É proporcionar uma vida melhor para as pessoas que padecem deste mal.
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Hospital de Sorocaba transfere paciente para "casa terapêutica”

Marcos (nome fictício), em silêncio, anda de um lado para o outro no hospital psiquiátrico Jardim das Acácias, em Sorocaba (SP)."Ele gosta de cheirar pneu. Se sair, se joga debaixo de carros e se machuca. Montamos uma sala só para ele brincar com pneus", diz Fabiana Caricati, coordenadora do hospital.
Na instituição, aberta em 1918, paredões já não dividem os 300 internos. A circulação pelo bairro é permitida. PARTE DOS MORADORES ESTÁ NO HOSPITAL DESDE OS ANOS 70.
Desde 1997, cerca de 35 ex-internos foram levados para casas terapêuticas da instituição. Elas ficam fora do hospital, mas no mesmo bairro.
Desde 1997, cerca de 35 ex-internos foram levados para casas terapêuticas da instituição. Elas ficam fora do hospital, mas no mesmo bairro.
A coordenação espera que todos os pacientes possam ter o mesmo destino, ou sejam tratados em um dos quatro Caps (centros de atenção psicossocial) mantidos pela instituição.
Cidinha, 40, passou 12 anos no hospital, onde se arrastava, rosnava e tentava morder as pessoas. Há três anos, foi levada a uma residência terapêutica. "Gosto muito mais daqui. "Na casa, ela pôde, enfim, receber visita dos pais -o que se negava a fazer enquanto viveu no hospital. (Folha de SP)
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Novas formas de cuidar da loucura
Em 2001, havia 55.675 leitos para pacientes com transtornos mentais no país.
Em 2007, eram 37.988.
Estima-se que 30% desses leitos sejam de longa permanência, em que o paciente fica internado por mais de seis meses.
Para o movimento de luta antimanicomial, o tratamento deve ser feito em sociedade, fora de hospitais psiquiátricos que "discriminam e isolam" o paciente.
A extinção dos hospitais psiquiátricos sugere a ampliação da chamada rede substitutiva.
Até hoje, houve abertura de 4.061 serviços desse tipo no país -1.181 Caps (centros de atenção psicossocial), 488 residências terapêuticas e 2.392 leitos em hospitais gerais.
(FSP)
Em 2007, eram 37.988.
Estima-se que 30% desses leitos sejam de longa permanência, em que o paciente fica internado por mais de seis meses.
Para o movimento de luta antimanicomial, o tratamento deve ser feito em sociedade, fora de hospitais psiquiátricos que "discriminam e isolam" o paciente.
A extinção dos hospitais psiquiátricos sugere a ampliação da chamada rede substitutiva.
Até hoje, houve abertura de 4.061 serviços desse tipo no país -1.181 Caps (centros de atenção psicossocial), 488 residências terapêuticas e 2.392 leitos em hospitais gerais.
(FSP)

A conteção de pacientes em crise continua existindo.
Após passar a crise, ele deve ser tratado em sociedade.
Porque?
Porque o tratamento em sociedade é mais eficiente.
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