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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Virou Cristão e perdeu o emprego, a casa e está sendo perseguido

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Milhões de pessoas ao redor do mundo estão sendo perseguidos por serem cristãos.

O exemplo que verão abaixo é apenas mais um.

Cristão recém-convertido tem sua fé desafiada

Apenas três meses após Rafiqul ter escolhido seguir a Jesus, ele perdeu tudo: casa, profissão, e até seu pastor.


Demorou diversos meses para que o muçulmano de Bangladesh decidisse dar um passo tão ousado para o vilarejo em que morava, no distrito de Kurigram. Lar de diversos partidos políticos muçulmanos, o vilarejo possui uma madrassah (escola islâmica) renomada, e a maior parte dos moradores estão ligados a partidos políticos muçulmanos.

Rafiqul ouviu sobre Jesus de Ismail Mia, um ex-imam (líder muçulmano e professor) que se tornou pastor. Ismail era muito estudado nos ensinamentos do Alcorão e da Bíblia, então eles conversavam durante horas sobre as duas religiões.

Quando eles começaram as conversas, Rafiqul havia acabado de sair da prisão em Dhaka, onde estava preso por tráfico de drogas. Após sua liberação, em 2008, ele decidiu abandonar o tráfico.

Com o tempo, a verdade do evangelho que Ismail compartilhava com ele atingiu seu coração. A transformação espiritual de Rafiqul foi lenta, mas ele continuou progredindo. Após seu batismo em janeiro de 2010, com mais outros ex-muçulmanos, ele se comprometeu a mudar suas atitudes, se recusando a vender drogas novamente.

Rafiqul iniciou um grupo de estudo em sua casa, e logo Ismail se juntou a eles. Um dia, os moradores foram até a casa de Rafqul saber o que estava acontecendo e ouviram Ismail citar versos do Alcorão e compará-los com a Bíblia. Logo começaram a questionar:

“Você trouxe esse Alcorão cristão [Bíblia]. Onde está o livro original?”, perguntaram. Ismail respondeu: “Aqui está o Alcorão original”, batendo levemente no livro. O ato do pastor irritou um jovem na multidão que gritou “Ismail desonrou o Alcorão!”, abraçando sua própria cópia do livro. Como uma onda, a reação do jovem incitou os outros ouvintes.

Antes que Rafiqul percebesse, pedras, sapatos e galhos começaram a ser lançados contra sua casa. A multidão gritava: “Não queremos mais conversões! Não queremos mais o cristianismo!”.

Enquanto isso, o pastor Ismail e seus convidados ficaram sob custódia para sua própria segurança.

Juntamente com sua esposa e dois filhos, Rafiqul se abrigou na casa de um amigo, pois sua casa foi completamente destruída.

Muitos dos 22 cristãos que se batizaram com Rafiqul ficaram desencorajados, com medo por suas vidas e suas famílias. Alguns estão com medo demais, e não têm coragem para se reunir.


http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6369



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sábado, 27 de março de 2010

Casal cristão é torturado por não abandonar sua fé

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PAQUISTÃO (14º) - Arshed Masih, 38, ainda luta por sua vida no hospital Família Sagrada em Rawalpindi, próxima à capital do Paquistão. Com a ajuda da polícia, extremistas muçulmanos o queimaram vivo por não se converter ao islamismo, e abusaram sexualmente de sua esposa. O incidente ocorreu em frente a uma delegacia de polícia.


Em 2005, Masih e sua esposa começaram a trabalhar com um empresário muçulmano, ele como motorista, ela como empregada de sua esposa. Recentemente, os dois desagradaram o empregador por insistirem em permanecer cristãos.

Durante o incidente, Martha, a esposa de Masih, “foi violentada pelos agentes da polícia”, fontes afirmam. Os três filhos do casal, de 7 a 12 anos, foram forçados a assistir seus pais sendo brutalizados.

“Agora, Masih e sua esposa estão sendo tratados no hospital. Ele está em péssimas condições, pois 80% do seu corpo está queimado”. Os funcionários do hospital declaram que, com esse tipo de queimaduras, a vítima provavelmente não sobreviverá.

No domingo, o governo de Punjab anunciou uma investigação sobre o que aconteceu. “A questão será investigada e os culpados serão presos”, afirma o Ministro da Lei em Punjab, Rana Sanaullah.

O casal cristão morava com os filhos na região liderada pelo sheikh Mohammad Sultan, em Rawalpindi. Em janeiro, os líderes religiosos e o sheikh ordenaram que Arshed e sua família se convertessem ao islamismo. Quando ele recusou, o ameaçaram, dizendo que ele sofreria “graves consequências”.

Arshed tentou pedir demissão, mas o empresário disse que o mataria se ele fosse embora.

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6093


Nota do Chicão:

Quem segue o Blog do Chicão sabe que este não é um ato isolado. É uma brutalidade que se repete cotidianamente.

No Paquistão os cristãos estão sendo barbarizados MUITO mais que os palestinos. Infelizmente sua tragédia sequer é notícia de jornal.

Outro dia os jornais noticiaram que um homem bomba explodiu-se numa vila ao norte do Iraque. Isto é notícia. Mas, os milhões de cristãos que sofrem violências cotidianas não são notícia. Será que a Globo e suas colegas redes de Tvs tem algum interesse nos dólares árabes?

Este pai de família morreu 3 dias depois desta notícia ser divulgada em ambientes RESTRITOS de cristãos e de defensores dos direitos humanos (que é o meu caso).

É um massacre que não tem fim. A maior parte da população do Paquistão não pratica violência, esta maioria apenas assiste silenciosa e com respeito por que agride os cristãos. Sim, a maior parte da população respeita quem agride os cristãos.

Esta é a realidade. Infelizmente!


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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

IRÃ: ex-muçulmanas são julgadas por se converterem ao cristianismo

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Todo ser humano tem o direito de decidir sua própria religião livremente e ser RESPEITADO.

Milhões de cristãos estão sofrendo barbaramente. Por algum motivo a imprensa esconde este sofrimento.

É um massacre. Uma violação dos direitos humanos e uma barbárie que vai aumentando dia-a-dia.

Veja o texto abaixo:

Durante uma audiência no último domingo, 9 de agosto, as autoridades iranianas disseram para Maryam Rustampoor e Marzieh Amirizadeh, convertidas do islã para o cristianismo, para desistirem de sua nova fé.

Maryam, 27, e Marzieh, 30, foram presas pela primeira vez no dia 5 de março de 2009, por abandonarem o islamismo. As autoridades iranianas as mantiveram na solitária da prisão de Evin, desprovidas de tratamento médico, vendadas, e passando por longos períodos de interrogatório. Recentemente, foram transferidas para uma cela lotada.

No momento da audiência, o promotor público, Haddad, perguntou para Maryam e Marzieh sobre sua religião e disseram para que elas desistissem de sua crença em Cristo. Quando ele questionou se eram cristãs, elas responderam: “Nós amamos Jesus”. Então, ele repetiu a pergunta, e elas disseram: “Sim, nós somos cristãs”.

Quando o promotor afirmou: “Vocês eram muçulmanas e se tornaram cristãs”, elas responderam: “Nós nascemos em famílias muçulmanas, mas não somos muçulmanas”.

Durante o interrogatório, quando elas fizeram referência a como Deus as confrontou pelo Espírito Santo, o promotor disse: “É impossível Deus falar com os seres humanos”. Então, Marzieh perguntou: “Você está questionando o poder soberano de Deus?”. Ele respondeu: “Você não é digna de que Deus fale com você”. Marzieh disse: “Não é você, e sim Deus, que deve dizer se sou digna ou não”.

Antes que a audiência acabasse, o promotor disse para que elas pensassem na opção de retornar ao islamismo, mas Maryam e Marzieh responderam: “Nós já nos decidimos”.

Depois disso, elas foram enviadas de volta para prisão até decidirem desistir de sua religião. Apesar de a acusação pedir a mesma sentença dada em casos de apostasia, o juiz não pronunciou nenhum veredicto.

Cinco meses de abuso e maus tratos causaram danos na saúde de nossas irmãs. Elas perderam peso e não receberam atendimento médico. Marzieh tem sofrido de dores na coluna, infecção dentária e fortes dores de cabeça.

Os cristãos iranianos pedem nossas orações, e agradecem a Deus por ter sustentado Maryam e Marzieh na prisão e durante o interrogatório.


http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=5550

Pesquise no Blog do Chicão outros textos que mostram o massacre dos cirstãos. É só digitar cristãos e clicar em pesuisar no blog.

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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Imprensa conservadora esconde a perseguição aos cristãos no Egito

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Parece até que os cristãos são cidadãos de segunda categoria, que não merecem ter seus direitos respeitados.

Os cristãos comem carne de porco. No islamismo esta carne é proibida. Milhões de cristãos pobres no mundo árabe tem nestas criações uma importante fonte de proteína.

Sem estas criações vão passar fome ou ficar subnutridos.

A gripe suína é uma oportunidade para que estes cristãos sejam atacados. O governo do Egito decidiu matar os porcos dos cristãos (cristãos cooptas). Eles estão reagindo, como mostra a foto acima.

As organizações Globo assim apresentam esta situação dramática:

"Criadores de porcos enfrentam policiais no Egito
Pelo menos 12 pessoas ficaram feridas. Governo quer sacrificar animais por conta da nova gripe
".

Os jornais conservadores escondem a verdade. Não mostram que há uma ação INTENCIONAL para prejudicar os cristãos cooptas (eles são mais ou menos 10% dos habitantes do Egito).

Há, por parte da maioria dos muçulmanos, uma ação para forçar os cristãos árabes a se converterem ao islamismo ou imigrarem. É uma forma deliberada de limpeza religiosa.

Faz parte desta ação deliberada tornar a vida de todas as minorias tão ruim quanto possível.

Não pense que são apenas os chamados radicais. Não, não são apenas eles. É uma ação apoiada pela maioria dos muçulmanos. Tanto é que o ditador do Egito aproveitou a pandemia de gripe para atacar os cristãos e assim AUMENTAR SUA POPULARIDADE.

Os direitos humanos de todos os habitantes do planeta Terra devem ser protegidos. Entre estes direitos humanos está o direito de escolher livremente a sua religião e não ser preseguido por causa desta.

Hoje no mundo árabe, além dos cristãos e outras minorias, existem alguns milhões de cristãos convertidos do islamismo que vivem com medo de serem descobertos e serem vítimas de violências.

Leia aqui no Blog do Chicão:

Muçulmanos egípcios utilizam a gripe suína como pretexto para perseguir cristãos

Direitos humanos: perseguição religiosa no Irã

O massacre dos cristãos: Egito Esta história é importante para você entender como é a vida dos que se convertem ao cristianismo.

Cristãos massacrados. Milhares são expulsos de casa. Porque não é notícia?



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terça-feira, 22 de julho de 2008

Massacre de cristãos

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"No Paquistão, por exemplo, um casal cristão que teve duas filhas seqüestradas por muçulmanos, perdeu a guarda delas e luta para provar que elas são menores de idade" (www.portasabertas.org.br).


Isto é rotina. Não é algo raro e nem coisa de gente radical.

Isto acontece toda hora: os cristãos são ameaçados, suas filhas são estupradas, suas propriedades destruídas. Tudo isto sob o aplauso de imensa maioria dos muçulmanos destes países.

São dezenas de milhões de cristãos e outros milhões de muçulmanos convertidos ao cristianismo que vivem sob constante ameaças.


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