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sábado, 7 de novembro de 2009

Bolsa família dá LUCRO

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Veja notícia abaixo:

"Classes D e E puxam consumo na crise

Consumidores de baixa renda responderam por 50% do crescimento de vendas de alimentos e artigos de higiene". Jornal O Estado de SP

Como venho demonstrando aqui no Blog do Chicão os programas de distribuição de renda do governo do PT tem sido fundamentais para o Brasil crescer e gerar empregos para TODAS as classes sociais.

Aumento do salário mínimo, PROUNI, PRONAF, programa de compra direta de alimentos, reforma agrária, microcrédito, incentivo para cooperaivas, e muitos outros programas fazem com que o dinheiro e a OPORTUNIDADE cheguem até as pessoas mais humildes.

Alguns desperdiçam as oportunidades, a maioria aproveita e MELHORAM de vida.

O discurso conservador sempre disse que o aumento real do saláio mínimo ia quebrar a previdência social. Baseado nesta concepção os conservadores faziam questão de que o salário mínimo FOSSE o mínimo possível.

O aumento real e constante do salário mínimo no governo do PT faz com que o Brasil cresça e se desenvolva.

O problema real do INSS não são as aposentadorias. É a sonegação. Como o dinheiro da sonegação fica no bolso de determinadas pessoas os conservadores fazem leis que DIFICULTAM a punição destas pessoas. É a grande aliança conservadora em ação.

Já o Bolsa Família, chamado Bolsa esmola pelos adversários e inimigos do PT, dá lucro para o Brasil.

O governo federal investe por volta de 13 bilhões de reais por ano neste programa. Este dinheiro gira na sociedade. Movimenta a economia, gera impostos, empregos, mais impostos, mais empregos e no fim o que é arrecadado é MAIS do que o que foi investido.

Isto mesmo: o Bolsa Família dá lucro.

O Bolsa Família Milionária dá prejuízo. Saiba mais sobre este "programa": http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/09/o-bolsa-familia-milionaria-e-muito.html

Já o Bolsa Família dá lucro.

Outro dia contei aqui de um jovem contratado por uma empresa que aumentou a produção para abastecer as classes mais humildes.

Recebi uma mensagem de um sujeito que também conseguiu emprego em uma empresa que está aumentando a produção da abastecer o programa Minha Casa Minha Vida.

O dinheiro colocado nos programas sociais caminha por toda a sociedade. É isto que faz a economia se fortalecer.

O sujeito recebe o dinheiro do Bolsa Família, compra no mercadinho que contrata mais empregados, compra mais das fábricas, a fábrica compra mais matérias primas e contrata motorista para distribuir mais produtos, a mulher do motorista compra produtos da vendedora da Avon, que paga o cabelereiro, que contrata um seguro saúde, que faz convênio com um laboratório, que contrata mais um biomédico, etc, etc, etc.

Quantas pessoas estão emrpegadas graças ao Bolsa Família?

Muita gente.

O bolsa família dá lucro.

O que precisamos é acabar com o "Bolsa Família Milionária", que são as dezenas de formas dos mais ricos NÃO PAGAREM IMPOSTOS.

Sobre este "programa" os conservadores e seus comentaristas comprados não falam nada...


Leia também:

PROUNI e o dinheiro que paga os bolsistas
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/09/prouni-e-o-dinheiro-que-paga-os.html

Neste texto demonstro como o dinheiro que HOJE paga os cursos dos bolsistas ficava no bolso dos donos de universidades sem custos nenhum.




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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Em três anos, 18,5 milhões de brasileiros passaram para faixa de renda maior

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Alguns dias atrás eu contei a história de um jovem que conseguiu um bom emprego graças a expansão de uma empresa para atender as classes C, D e E. http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/10/bolsa-familia-distribuicao-de-renda-e.html

Disse que o emprego dele era fruto dos programas de distribuição de renda (bolsa família, PRONAF, e outros).

Estes programas tem sido ridicularizados por inúmeras pessoas. Porém, são eles que tem garantido o crescimento da economia do Brasil.

Leia abaixo:


Em três anos, 18,5 milhões de brasileiros passaram para faixa de renda maior


De São Paulo e Brasília – VALOR

Entre 2005 e 2008, 18,5 milhões de brasileiros subiram de classe social, segundo levantamento realizado pelo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O número representa quase 10% da população do país, hoje com cerca de 193,7 milhões de habitantes. O estudo mostra que, no período, 11,5 milhões de pessoas passaram para o nível de maior renda, enquanto 7 milhões passaram para a classe média.

O Ipea, que utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE, dividiu a população do país em três partes iguais. No primeiro terço, ficaram pessoas com rendimento de até R$ 188 mensais no ano de 2008. No segundo terço, que compreende o segmento intermediário, aqueles dentro do intervalo de rendimento individual de R$ 188 a R$ 465 mensais. Na terceira parte, que representa o estrato superior da renda, ficaram os rendimentos individuais acima de R$ 465 mensais.

A partir dessa divisão, se tornou possível aos pesquisadores retroagir e avançar no tempo em relação ao ano de 2001. Com a atualização do valor do rendimento individual, em termos reais, constitui-se a evolução da população brasileira em relação às três faixas de renda entre 1995 e 2008.

Os dados mostram também que, nos últimos anos, a população de menor renda perdeu importância dentro do conjunto – representava 34% da população até 2004, e passou a 26% em 2008, o menor índice desde 1995. Apesar disso, aponta o Ipea, o Brasil ainda possui um quarto da população vivendo com rendimentos extremamente baixos.

As classes média e alta, por outro lado, ganharam maior representatividade. O segundo estrato de renda passou de 21,8% de participação em 1995 para 37,4% em 2008. No caso do estrato de maior renda, de 31,5% em 2004, subiu para para 36,6% no ano passado.

O Sudeste e o Nordeste se destacam como as as regiões que mais registraram casos de ascensão entre as faixas baixa e média de renda. Juntas, elas responderam por quase 71% do movimento nacional da mudança na estrutura social na base da pirâmide brasileira. Em seguida, vêm Sul (11,1%), Norte (10,4%) e Centro-Oeste (8,1%). No movimento de ascensão para a classe mais alta, a região Sudeste respondeu pela incorporação de 51,2% dos indivíduos. Na sequência, ganhou importância o Sul, com 18,1%, o Nordeste com a inclusão de 16,4%, o Centro-Oeste com 7,6%, e o Norte com 6,7%.

Na avaliação de Rogério César de Souza, economista do Instituto de Estudos para Desenvolvimento Industrial (Iedi), foram esses fatores de ascensão social que colocaram o Brasil em condição favorável neste ano, quando comparado a outros países. “E isso é bom para a indústria em particular”, diz, citando o consumo de alimentos e da construção civil.

O economista do Iedi lembra que a indústria sofreu muito com a diminuição de exportações, durante o auge da crise internacional, mas “cresce de forma contínua se valendo do mercado interno”.

Além do setor industrial, os bancos comemoram a expansão das atividades financeiras ocorridas a partir do aumento das pessoas com renda na faixa intermediária. Segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), entre 2005 e 2008 o número de contas correntes passou de 95 milhões para 125,7 milhões. As contas de caderneta de poupança saltaram de 71,8 milhões para mais de 92 milhões. O total de cartões de crédito no período teve o maior crescimento: passou do patamar de 68 milhões para 124 milhões.

O diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão de Castro, diz que a “elevação desse conjunto grande de pessoas no mercado” se dá também com a diminuição das desigualdades sociais. Para ele, a sustentabilidade do movimento depende da manutenção da política de ganhos salariais efetivos e pode ser incrementada com a diminuição dos juros. (Agências noticiosas)