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O mundo está mudando.
Este ano a China vai ser o maior investidor no Brasil.
A Europa diminuirá seus investimentos.
Assim deve ser daqui para frente.
Quem fica rico investe mais e quem fica pobre investe menos.
Esta é a regra, com poucas excessões.
Os EUA estão empobrecendo,
mas ainda são a maior potência.
Suas crianças estão passando fome, mas a indústria da guerra está cada vez mais rica.
Paradoxo de uma sociedade doente.
12 milhões de crianças passam fome nos Estados Unidos http://machoverdadeiro.blogspot.com/2010/07/12-milhoes-de-criancas-passam-fome-nos.html
Sem a indústria da guerra os EUA vão à falência
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2010/05/sem-industria-da-guerra-os-eua-vao.html
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domingo, 25 de julho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
A denúncia pacifista de um veterano da guerra do Iraque
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"Milhões de pessoas neste país sem assistência médica, trabalho e acesso à educação, e nós vemos o governo gastar 450 milhões de dólares por dia nessa ocupação".
"Pessoas pobres e trabalhadoras deste país são mandadas matar pessoas pobres e trabalhadoras de outro país, e fazer os ricos mais ricos" - diz o ex-soldado dos Estados Unidos.
O vídeo tem 4 minutos e meio.
retirado do blog Diário Gauche http://www.diariogauche.blogspot.com/
Leia também:
Sem a indústria da guerra os EUA vão à falência
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2010/05/sem-industria-da-guerra-os-eua-vao.html
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"Milhões de pessoas neste país sem assistência médica, trabalho e acesso à educação, e nós vemos o governo gastar 450 milhões de dólares por dia nessa ocupação".
"Pessoas pobres e trabalhadoras deste país são mandadas matar pessoas pobres e trabalhadoras de outro país, e fazer os ricos mais ricos" - diz o ex-soldado dos Estados Unidos.
O vídeo tem 4 minutos e meio.
retirado do blog Diário Gauche http://www.diariogauche.blogspot.com/
Leia também:
Sem a indústria da guerra os EUA vão à falência
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2010/05/sem-industria-da-guerra-os-eua-vao.html
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sexta-feira, 28 de maio de 2010
Sem a indústria da guerra os EUA vão à falência
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Manchete de jornal:
"Senado americano aprova R$ 109 bilhões para esforço de guerra" Folha de SP
Este é o PAC contínuo dos EUA - uma espécie de Programa Agressivo Contínuo.
É através deste mecanismo que eles compram de sua própria indústria produtos de alta tecnologia -sem concorrência e sem deixar que outros países forneçam quase nada.
Através deste PAC os EUA mantém políticas estratégicas que reservam para seu próprio mercado o grosso dos contratos de países submetidos.
Geram empregos, pois os soldados são pagos, os empregados da indústria bélica são pagos, etc.
Para manter esta máquina de guerra eles precisam criar "demônios".
Um idiotinha como o presidente do Irã é um prato cheio.
Com suas palavras polêmicas e seu jeito agressivo é fácil transformá-lo no Sadam da vez.
A imprensa submissa brasileira, que tem complexo de vira-lata, segue o script destruidor norte-americano.
E os babacas, que não ganham nada, nem dinheiro e nem a paz, repetem como papagaios os interesses belicosos destas pessoas.
Pacifismo já!
Não existe pacifismo sem diálogo.
PS: ontem eu li na Folha de SP um texto que diz: "Ao dar legitimidade a Ahmadinejad, Lula envergonha o Brasil - Quem fortalece regime tirânico do Irã e acoberta sua pretensão nuclear terá de responder ao povo iraniano."
Sabe quem é o autor? THOMAS L. FRIEDMAN - DO "NEW YORK TIMES" Um sujeitinho que passou anos dizendo que tinha que acabar com o Sadam e suas armas químicas. Que o Sadam era isto, era aquilo. Cadê as armas químicas do Sadam? NUNCA EXISTIRAM. Mas tipinhos como este sujeito acima encheram as nádegas de dinheiro. Ganharam dinheiro graças aos tolos que acreditam nele.
Leia também:
EUA - 40% dos impostos vão para militares
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/11/eua-40-dos-impostos-vo-para-militares.html
Negócios militares drenam dinheiro da educação
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/08/negocios-militares-drena-dinheiro-da.html
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Manchete de jornal:
"Senado americano aprova R$ 109 bilhões para esforço de guerra" Folha de SP
Este é o PAC contínuo dos EUA - uma espécie de Programa Agressivo Contínuo.
É através deste mecanismo que eles compram de sua própria indústria produtos de alta tecnologia -sem concorrência e sem deixar que outros países forneçam quase nada.
Através deste PAC os EUA mantém políticas estratégicas que reservam para seu próprio mercado o grosso dos contratos de países submetidos.
Geram empregos, pois os soldados são pagos, os empregados da indústria bélica são pagos, etc.
Para manter esta máquina de guerra eles precisam criar "demônios".
Um idiotinha como o presidente do Irã é um prato cheio.
Com suas palavras polêmicas e seu jeito agressivo é fácil transformá-lo no Sadam da vez.
A imprensa submissa brasileira, que tem complexo de vira-lata, segue o script destruidor norte-americano.
E os babacas, que não ganham nada, nem dinheiro e nem a paz, repetem como papagaios os interesses belicosos destas pessoas.
Pacifismo já!
Não existe pacifismo sem diálogo.
PS: ontem eu li na Folha de SP um texto que diz: "Ao dar legitimidade a Ahmadinejad, Lula envergonha o Brasil - Quem fortalece regime tirânico do Irã e acoberta sua pretensão nuclear terá de responder ao povo iraniano."
Sabe quem é o autor? THOMAS L. FRIEDMAN - DO "NEW YORK TIMES" Um sujeitinho que passou anos dizendo que tinha que acabar com o Sadam e suas armas químicas. Que o Sadam era isto, era aquilo. Cadê as armas químicas do Sadam? NUNCA EXISTIRAM. Mas tipinhos como este sujeito acima encheram as nádegas de dinheiro. Ganharam dinheiro graças aos tolos que acreditam nele.
Leia também:
EUA - 40% dos impostos vão para militares
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2008/11/eua-40-dos-impostos-vo-para-militares.html
Negócios militares drenam dinheiro da educação
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/08/negocios-militares-drena-dinheiro-da.html
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terça-feira, 18 de maio de 2010
Miss Estados Unidos é imigrante árabe. Conservadores detestaram.
A mocinha acima ganhou o título de miss EUA.
Ela é bonitinha e gostosinha. Merece o prêmio.
A polêmica é que ela é descendente de árabes muçulmanos.
A direita está dando xilique.
Parentes da moça podem ser membros de um grupo guerrilheiro libanês: "Fontes de inteligência confirmam que pelo menos três parentes de Fakih são atualmente dirigentes do Hisbolá, e que pelo menos oito membros de sua família foram terroristas do Hisbolá mortos por Israel nas últimas guerras entre Israel e Líbano", assinalou Schlussel em seu site". UOL
Como sempre os direitistas dando xilique!
O concurso foi de beleza ou de atividades políticas de primos e outros parentes?
As pessoas tem o direito de terem a religião que quiserem.
Além do que, com esta moça andando de ombro de fora, em um belo vestido, muitas adolescentes descendetes de árabes vão pensar: porque não posso ficar tão linda como a Rima Fakih?
Certamente será um incentivo para que elas se integrem na sociedade ocidental e assim valorizem os valores democráticos e de respeito aos direitos humanos.
É assim que deve ser.
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terça-feira, 2 de março de 2010
Você quer um governo submisso ou um governo que sabe negociar a favor do Brasil?
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Se dependesse dos setores conservadores o Brasil estaria automaticamente alinhado aos EUA, fazendo tudo que é do interesse americano.
É assim que eles agiram quando estavam no governo. O Brasil só perdeu com a ação deles.
Vamos exemplificar as formas de agir do governo do Brasil nos últimos 20 anos:
o programa nuclear do Irã é péssimo. Como é péssimo todos os investimentos em armamento.
A questão é: nós vamos nos aliar aos EUA sem negociar NADA?
O FHC abriu o mercado brasileiro de educação para empresas estrangeiras. Sabe o que o Brasil ganhou em troca das nações mais desenvolvidas?
NADA. ABSOLUTAMENTE NADA.
Poucos meses depois os EUA aumentaram a proteção à sua agricultura.
Ou seja, fizemos o papel de bobo.
Sou contra empresas estrangeiras na educação no Brasil. Mas, se for para abrir o mercado, pelo menos que se NEGOCIE algo em troca.
Quando o FHC montou o SIVAM, sistema de radar da amazônia NÃO EXIGIU quase nada em troca. Ou seja, gastou-se bilhões e não exigiu transferência de tecnologia de ponta para o país.
O governo FHC/SERRA/JEREISSATI/AÉCIO pagou muito caro por equipamentos e nem sequer desenvolveram a indústria nacional.
Só agora, com o governo Lula negociando, é que os EUA começam a se abrir para transferência de tecnologia de ponta. Ainda é pouco o que eles oferecem. TEMOS QUE EXIGIR MAIS. Isto se faz negociando.
Temos que atingir nossos interesses patrióticos. E não ficar a reboque dos EUA, que depois retribuem nos prejudicando.
Esta síndrome de vira-lata da oposição e dos donos das grandes empresas de comunicação term que ACABAR.
O Brasil não deve ser submisso para agradar aos interesses comerciais e políticos de Serra. Aécio, família Marinho, família Saad (dona da Band), etc.
Temos que NEGOCIAR. Temos que nos acostumar a ver o governo Brasileiro negociar a FAVOR DO POVO BRASILEIRO.
A matéria abaixo é da BBC Brasil:
"Lula diz que só “presta contas” sobre visita ao Irã ao povo brasileiro
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta sexta-feira, que não tem de prestar contas sobre sua visita ao Irã, prevista para maio, “a não ser ao povo brasileiro”
O presidente havia sido questionado sobre o encontro que terá, na próxima semana em Brasília, com a secretária de Estado americano, Hillary Clinton – e se essa reunião poderia resultar numa mudança de postura do governo brasileiro em relação ao Irã.
Segundo o presidente, a relação com os Estados Unidos é “soberana”.
“A relação americana é uma relação soberana. Eles visitam quem querem e eu visito quem eu quero dentro do respeito soberano de cada país”, acrescentou Lula.
O presidente Lula disse, no entanto, que “não concordará” com o governo iraniano, caso este decida ampliar seu programa nuclear para um enriquecimento de urânio acima de 20%.
“O Irã estará rompendo com o tratado que é feito por todos nós, nas Nações Unidas. E eu não poderia concordar”, disse Lula".
Isto é negociar de forma soberana.
É isto que faz o Brasil ser mais respeitado ATUALMENTE.
Basta destes conservadores que não se importam do Brasil "ficar de quatro" para seguir cegamente o que outros paises MANDAM.
Leia também:
Ensinando o Brasil a negociar
http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/09/ensinando-o-brasil-negociar.html
VIVA NOSSA PÁTRIA BRASIL!
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Se dependesse dos setores conservadores o Brasil estaria automaticamente alinhado aos EUA, fazendo tudo que é do interesse americano.
É assim que eles agiram quando estavam no governo. O Brasil só perdeu com a ação deles.
Vamos exemplificar as formas de agir do governo do Brasil nos últimos 20 anos:
o programa nuclear do Irã é péssimo. Como é péssimo todos os investimentos em armamento.
A questão é: nós vamos nos aliar aos EUA sem negociar NADA?
O FHC abriu o mercado brasileiro de educação para empresas estrangeiras. Sabe o que o Brasil ganhou em troca das nações mais desenvolvidas?
NADA. ABSOLUTAMENTE NADA.
Poucos meses depois os EUA aumentaram a proteção à sua agricultura.
Ou seja, fizemos o papel de bobo.
Sou contra empresas estrangeiras na educação no Brasil. Mas, se for para abrir o mercado, pelo menos que se NEGOCIE algo em troca.
Quando o FHC montou o SIVAM, sistema de radar da amazônia NÃO EXIGIU quase nada em troca. Ou seja, gastou-se bilhões e não exigiu transferência de tecnologia de ponta para o país.
O governo FHC/SERRA/JEREISSATI/AÉCIO pagou muito caro por equipamentos e nem sequer desenvolveram a indústria nacional.
Só agora, com o governo Lula negociando, é que os EUA começam a se abrir para transferência de tecnologia de ponta. Ainda é pouco o que eles oferecem. TEMOS QUE EXIGIR MAIS. Isto se faz negociando.
Temos que atingir nossos interesses patrióticos. E não ficar a reboque dos EUA, que depois retribuem nos prejudicando.
Esta síndrome de vira-lata da oposição e dos donos das grandes empresas de comunicação term que ACABAR.
O Brasil não deve ser submisso para agradar aos interesses comerciais e políticos de Serra. Aécio, família Marinho, família Saad (dona da Band), etc.
Temos que NEGOCIAR. Temos que nos acostumar a ver o governo Brasileiro negociar a FAVOR DO POVO BRASILEIRO.
A matéria abaixo é da BBC Brasil:
"Lula diz que só “presta contas” sobre visita ao Irã ao povo brasileiro
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta sexta-feira, que não tem de prestar contas sobre sua visita ao Irã, prevista para maio, “a não ser ao povo brasileiro”
O presidente havia sido questionado sobre o encontro que terá, na próxima semana em Brasília, com a secretária de Estado americano, Hillary Clinton – e se essa reunião poderia resultar numa mudança de postura do governo brasileiro em relação ao Irã.
Segundo o presidente, a relação com os Estados Unidos é “soberana”.
“A relação americana é uma relação soberana. Eles visitam quem querem e eu visito quem eu quero dentro do respeito soberano de cada país”, acrescentou Lula.
O presidente Lula disse, no entanto, que “não concordará” com o governo iraniano, caso este decida ampliar seu programa nuclear para um enriquecimento de urânio acima de 20%.
“O Irã estará rompendo com o tratado que é feito por todos nós, nas Nações Unidas. E eu não poderia concordar”, disse Lula".
Isto é negociar de forma soberana.
É isto que faz o Brasil ser mais respeitado ATUALMENTE.
Basta destes conservadores que não se importam do Brasil "ficar de quatro" para seguir cegamente o que outros paises MANDAM.
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Ensinando o Brasil a negociar
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VIVA NOSSA PÁTRIA BRASIL!
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terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Lições do liberalismo: o que está acontecendo com a Califórnia
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A califórnia está passando por grave crise financeira.
O ator político Arnold Schwarzenegger aplicou na Califórnia a receita neo-liberal: diminuição de impostos para os mais ricos e diminuição do investimento social.
As finanças do estado que já não estavam boas deram uma melhorada.
Melhorou por pouco tempo. Agora está muito pior. O estado da Califórnia está em uma situação terrível.
A receita neo-liberal não dá certo. E ainda tem aqueles que querem aplicá-la no Brasil.
Leia mais abaixo:
"O encontro do Zé Alagão com o governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger em Copenhague só mereceu destaque no PiG (*) provinciano – é o que me contam.
Sem mencionar Copenhague, o nome de Arnold apareceu na imprensa americana, nos últimos dias, por motivos que o qualificam, perfeitamente, para dialogar com o ... governador de São Paulo, Zé Alagão.
No dia do Natal, na CNBC, uma estação de cabo, da NBC, aparece Arnold como autor de uma obra que o dignifica.
Há duzentas mil – DUZENTAS MIL – crianças sem teto na Califórnia.
Crianças que dormem na rua, sem escola ou assistência médica.
São quase todos filhos de imigrantes ilegais, na maioria mexicanos.
Cujos pais, portanto, não votam.
Como não votam os nordestinos que moram em Paraisópolis ou na alagada Zona Leste.
No New York Times de 24 de dezembro, na página A12, há extensa reportagem sobre o esforço hercúleo que Arnold faz para não aplicar na Califórnia a reforma da saúde pública que Obama acaba de aprovar no Congresso.
A Califórnia, mostra o New York Times, é um estado FALIDO, com um déficit projetado de US$ 20 bilhões.
E Arnold tenta fazer com que os velhinhos e os pobres imigrantes sejam excluídos da nova lei – o que acarretaria custos adicionais para o Estado da Califórnia.
Leia o texto completo aqui:
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=24754
PS: acho que o Serra foi debater com o Schwarzenegger para saber quem vai deixar o estado que governa em piores condições financeiras.
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A califórnia está passando por grave crise financeira.
O ator político Arnold Schwarzenegger aplicou na Califórnia a receita neo-liberal: diminuição de impostos para os mais ricos e diminuição do investimento social.
As finanças do estado que já não estavam boas deram uma melhorada.
Melhorou por pouco tempo. Agora está muito pior. O estado da Califórnia está em uma situação terrível.
A receita neo-liberal não dá certo. E ainda tem aqueles que querem aplicá-la no Brasil.
Leia mais abaixo:
"O encontro do Zé Alagão com o governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger em Copenhague só mereceu destaque no PiG (*) provinciano – é o que me contam.
Sem mencionar Copenhague, o nome de Arnold apareceu na imprensa americana, nos últimos dias, por motivos que o qualificam, perfeitamente, para dialogar com o ... governador de São Paulo, Zé Alagão.
No dia do Natal, na CNBC, uma estação de cabo, da NBC, aparece Arnold como autor de uma obra que o dignifica.
Há duzentas mil – DUZENTAS MIL – crianças sem teto na Califórnia.
Crianças que dormem na rua, sem escola ou assistência médica.
São quase todos filhos de imigrantes ilegais, na maioria mexicanos.
Cujos pais, portanto, não votam.
Como não votam os nordestinos que moram em Paraisópolis ou na alagada Zona Leste.
No New York Times de 24 de dezembro, na página A12, há extensa reportagem sobre o esforço hercúleo que Arnold faz para não aplicar na Califórnia a reforma da saúde pública que Obama acaba de aprovar no Congresso.
A Califórnia, mostra o New York Times, é um estado FALIDO, com um déficit projetado de US$ 20 bilhões.
E Arnold tenta fazer com que os velhinhos e os pobres imigrantes sejam excluídos da nova lei – o que acarretaria custos adicionais para o Estado da Califórnia.
Leia o texto completo aqui:
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=24754
PS: acho que o Serra foi debater com o Schwarzenegger para saber quem vai deixar o estado que governa em piores condições financeiras.
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Lições do liberalismo: 35 milhões passam fome nos EUA
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A lógica do liberalismo da era Reagan e Bush foi diminuir muito os impostos dos ricos e diminuir um pouco os impostos da classe média.
Durante um período houve prosperidade.
Hoje o preço que estão pagando é muito alto.
Os ricos cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Além de uma parcela da classe média empobrecendo.
Basicamente, os EUA acreditaram que poderiam viver melhor tendo um sistema de impostos injusto.
A dívida pública explodiu, déficit cada vez maior...
Esta manchete de notícia explica bem a fome que hoje atinge milhões nos EUA:
FOME NOS EUA
"Levantamento feito pelo Departamento de Agricultura dos EUA, mostra o surpreendente número de 35 milhões de norte-americanos passando fome a cada ano".
Me indicaram este vídeo que mostra a fome no EUA (ainda não tive tempo de vê-lo)
http://tvig.ig.com.br/141572/americanos-passam-fome.htm
Os impostos são formas de gerar uma socieade mais justa e humana.
As pessoas são diferentes, suas capacidades cognitivas são diferentes, as oportunidades são diferentes.
O equilíbrio (precário) se dá pela ação da sociedade e dos governos.
É uma forma de gerar paz e harmonia, pois com o desequilíbrio aumenta a quantidade de sofrimento, desajustes, corrupção e humilhação.
Ainda não encontraram uma forma melhor de criar uma sociedade de oportunidades que através da ação de um estado que auxilie as pessoas.
Um bom exemplo é o PROUNI no Brasil. Antes o dinheiro que mantém as bolsas do PROUNI simplesmente ficavam nos bolsos dos donos das faculdades. Hoje são transformados em bolsa de estudos. É uma forma de DISTRIBUIÇÃO DO RECURSO PÚBLICO muito melhor.
Este é o caminho que devemos seguir.
Este é o caminho que os EUA deverão seguir se quiserem diminuir sua decadência.
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A lógica do liberalismo da era Reagan e Bush foi diminuir muito os impostos dos ricos e diminuir um pouco os impostos da classe média.
Durante um período houve prosperidade.
Hoje o preço que estão pagando é muito alto.
Os ricos cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Além de uma parcela da classe média empobrecendo.
Basicamente, os EUA acreditaram que poderiam viver melhor tendo um sistema de impostos injusto.
A dívida pública explodiu, déficit cada vez maior...
Esta manchete de notícia explica bem a fome que hoje atinge milhões nos EUA:
FOME NOS EUA
"Levantamento feito pelo Departamento de Agricultura dos EUA, mostra o surpreendente número de 35 milhões de norte-americanos passando fome a cada ano".
Me indicaram este vídeo que mostra a fome no EUA (ainda não tive tempo de vê-lo)
http://tvig.ig.com.br/141572/americanos-passam-fome.htm
Os impostos são formas de gerar uma socieade mais justa e humana.
As pessoas são diferentes, suas capacidades cognitivas são diferentes, as oportunidades são diferentes.
O equilíbrio (precário) se dá pela ação da sociedade e dos governos.
É uma forma de gerar paz e harmonia, pois com o desequilíbrio aumenta a quantidade de sofrimento, desajustes, corrupção e humilhação.
Ainda não encontraram uma forma melhor de criar uma sociedade de oportunidades que através da ação de um estado que auxilie as pessoas.
Um bom exemplo é o PROUNI no Brasil. Antes o dinheiro que mantém as bolsas do PROUNI simplesmente ficavam nos bolsos dos donos das faculdades. Hoje são transformados em bolsa de estudos. É uma forma de DISTRIBUIÇÃO DO RECURSO PÚBLICO muito melhor.
Este é o caminho que devemos seguir.
Este é o caminho que os EUA deverão seguir se quiserem diminuir sua decadência.
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
China e EUA decidem cortar emissão de CO2
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Se existe uma diferença entre a China ou EUA e o Brasil é no grau de racionalidade de suas decisões.
Nós somos pouco racionais, por isto sofremos.
Digo isto porque a decisão dos EUA e da China possuem duas características importantes:
- incentivar a inovação e o desenvolvimento de produtos e soluções. É isto que move o mundo, quem não entrar nesta área agora vai fica de fora da corrida pelo desenvolvimento de tecnologias.
- fortalecer suas empresas. Ao contrário do Brasil que não permite diferença entre empresa nacional e estrangeira, nos dois países existem um sem número de regras que acabam criando melhores condições para as empresas nacionais. Na China esta preferência é escandalosa. Nos Estados Unidos é mais discreta. Os dois países vão injetar uma grana enorme em suas empresas nacionais.
O Brasil muitos acham que devemos financiar empresas estrangeiras com o pouco de dinheiro que temos. É um absurdo que vai limitar nosso desenvolvimento.
Concluindo: para eles defender a ecologia é uma forma de defender o próprio país e ganhar dinheiro, desenvolver tecnologia, etc.
Leia o texto abaixo:
China anuncia, pela 1ª vez, metas de corte de emissão de CO2
Especialistas ressalvam que redução absoluta de emissões pode não ocorrer
A China, o maior emissor de gases que causam o efeito estufa, anunciou pela primeira vez uma meta de redução de emissão de gases causadores do efeito estufa, a duas semanas da reunião global sobre clima em Copenhague.
Segundo a agência oficial Xinhua, o país cortará, até 2020, sua “intensidade de carbono” em entre 40% a 45%, comparada aos níveis de 2005.
A “intensidade de carbono”, uma mensuração própria do país, corresponde ao montante de dióxido de carbono emitido para cada unidade de seu Produto Interno Bruto (PIB).
As autoridades dizem que a meta obedece “às condições nacionais” da China, um país emergente que vê o corte de emissões como uma ameaça ao seu crescimento econômico.
Ainda assim, especialistas fazem a ressalva de que ela não necessariamente levará a uma redução absoluta das emissões.
O anúncio veio a público um dia após os Estados Unidos confirmarem que vão oferecer, no encontro na Dinamarca, um corte de 17% nas suas emissões de carbono até 2020, em comparação aos níveis de 2005 – menos do que o desejado por cientistas e os países europeus
A Casa Branca confirmou na quarta-feira que o presidente americano, Barack Obama, estará presente no encontro, assim como o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, que confirmou sua ida nesta quinta-feira.
A cúpula tem por objetivo chegar a um acordo que substitua o Protocolo de Kyoto, que não foi ratificado pelos Estados Unidos e expira em 2012.
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Se existe uma diferença entre a China ou EUA e o Brasil é no grau de racionalidade de suas decisões.
Nós somos pouco racionais, por isto sofremos.
Digo isto porque a decisão dos EUA e da China possuem duas características importantes:
- incentivar a inovação e o desenvolvimento de produtos e soluções. É isto que move o mundo, quem não entrar nesta área agora vai fica de fora da corrida pelo desenvolvimento de tecnologias.
- fortalecer suas empresas. Ao contrário do Brasil que não permite diferença entre empresa nacional e estrangeira, nos dois países existem um sem número de regras que acabam criando melhores condições para as empresas nacionais. Na China esta preferência é escandalosa. Nos Estados Unidos é mais discreta. Os dois países vão injetar uma grana enorme em suas empresas nacionais.
O Brasil muitos acham que devemos financiar empresas estrangeiras com o pouco de dinheiro que temos. É um absurdo que vai limitar nosso desenvolvimento.
Concluindo: para eles defender a ecologia é uma forma de defender o próprio país e ganhar dinheiro, desenvolver tecnologia, etc.
Leia o texto abaixo:
China anuncia, pela 1ª vez, metas de corte de emissão de CO2
Especialistas ressalvam que redução absoluta de emissões pode não ocorrer
A China, o maior emissor de gases que causam o efeito estufa, anunciou pela primeira vez uma meta de redução de emissão de gases causadores do efeito estufa, a duas semanas da reunião global sobre clima em Copenhague.
Segundo a agência oficial Xinhua, o país cortará, até 2020, sua “intensidade de carbono” em entre 40% a 45%, comparada aos níveis de 2005.
A “intensidade de carbono”, uma mensuração própria do país, corresponde ao montante de dióxido de carbono emitido para cada unidade de seu Produto Interno Bruto (PIB).
As autoridades dizem que a meta obedece “às condições nacionais” da China, um país emergente que vê o corte de emissões como uma ameaça ao seu crescimento econômico.
Ainda assim, especialistas fazem a ressalva de que ela não necessariamente levará a uma redução absoluta das emissões.
O anúncio veio a público um dia após os Estados Unidos confirmarem que vão oferecer, no encontro na Dinamarca, um corte de 17% nas suas emissões de carbono até 2020, em comparação aos níveis de 2005 – menos do que o desejado por cientistas e os países europeus
A Casa Branca confirmou na quarta-feira que o presidente americano, Barack Obama, estará presente no encontro, assim como o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, que confirmou sua ida nesta quinta-feira.
A cúpula tem por objetivo chegar a um acordo que substitua o Protocolo de Kyoto, que não foi ratificado pelos Estados Unidos e expira em 2012.
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sábado, 12 de setembro de 2009
Refinarias da Petrobras vendem gasolina mais barata que as refinarias dos EUA
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A internet está recheadas de mentiras.
Uma delas diz que o preço da gasolina no Brasil é um dos mais caros do mundo.
Não é verdade.
Basta ver o gráfico acima.
Este gráfico mostra algo mais importante ainda. Que o preço da gasolina vendida pelas refinarias da Petrobras são MENORES que os preços praticados pelas refinarias dos EUA.
O que encarece a gasolina aqui no Brasil são os impostos (principalmente o ICMS, que é de 25% em São Paulo e em Minas Gerais) e a margem de distribuição e de venda pelos postos de gasolina.
Para ir ao fundo do mar, pesquisar, retirar o petróleo, levar para as refinarias e refiná-lo, a Petrobras fica com apenas 31% do preço do combustível.
É uma grande prova de competência da Petrobras.
É um benefício enorme para nossos bolsos. Pois se a Petrobras vendesse mais cara a gasolina na refinaria, o valor em reais dos impostos seriam maiores ainda.
PS: O preço da gasolina nas refinarias dos EUA é muito mais caro. A diferença é muito grande.
Saber a verdade é importante para que possamos raciocinar e julgar com justiça.
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A internet está recheadas de mentiras.
Uma delas diz que o preço da gasolina no Brasil é um dos mais caros do mundo.
Não é verdade.
Basta ver o gráfico acima.
Este gráfico mostra algo mais importante ainda. Que o preço da gasolina vendida pelas refinarias da Petrobras são MENORES que os preços praticados pelas refinarias dos EUA.
O que encarece a gasolina aqui no Brasil são os impostos (principalmente o ICMS, que é de 25% em São Paulo e em Minas Gerais) e a margem de distribuição e de venda pelos postos de gasolina.
Para ir ao fundo do mar, pesquisar, retirar o petróleo, levar para as refinarias e refiná-lo, a Petrobras fica com apenas 31% do preço do combustível.
É uma grande prova de competência da Petrobras.
É um benefício enorme para nossos bolsos. Pois se a Petrobras vendesse mais cara a gasolina na refinaria, o valor em reais dos impostos seriam maiores ainda.
PS: O preço da gasolina nas refinarias dos EUA é muito mais caro. A diferença é muito grande.
Saber a verdade é importante para que possamos raciocinar e julgar com justiça.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Engarrafamentos em estradas com 10 pistas nos EUA
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Eu li no Blog do Nassif este belo depoimento sobre as auto-estradas.
É espantoso!
É um recado para quem mora no Brasil e quer copiar algumas das piores soluções estrangeiras.
"O exemplo de Londres é muito bom. Estive lá ano passado a trabalho, pelo CNPq, e foi uma experiência muito interessante. São cerca de 270 estações de metrô e cerca de 400 Km de linhas de metrô. Isso sem contar os trens, transporte fluvial, bondes e ônibus. Mas a cidade não anda, há um excesso de automóveis".
"Mas não é só esse exemplo. Imagine uma autobahn na Alemanha, a ligação de subúrbios de classe média com Stuttgart. São seis pistas, todas completamente congestionadas nos horários de pico. Seis pistas congestionadas? Calma, pode piorar. Na Califórnia, na ligação de subúrbios com Los Angeles há estradas com dez, isso mesmo, 10 pistas de rolamento que ficam congestionadas no horário de pico. E posso dizer isso porque dirigi tanto na autobahn alemã quanto na high way californiana. Vi congestionamentos imensos com meus próprios olhos. E esses congestionamentos não acontecem por acidentes, mas por puro excesso de automóveis".
"O problema do transporte e do trânsito exige solução sistêmica, integrada. Em qualquer grande cidade do mundo o trânsito chegou à exaustão pelo excesso de automóveis. E o transporte público precisa ser visto como prioridade. Há uma distância enorme entre transporte público como concebido no Brasil e o verdadeiro transporte de massa. O problema é muito complexo, mas há algumas dicas para sua solução. Primeiro tem que ser multimodal: metrô, bonde, trem, ônibus e monotrilho compõem um sistema de transporte, cada veículo operando onde é mais eficiente".
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/08/31/o-transporte-metropolitano-e-bh/#more-32698
O Blog do Chicão continua com sua campanha:
Mais pontes e avenidas, mais congestionamento.
Mais metrô e ciclovias, menos poluição.
.
Eu li no Blog do Nassif este belo depoimento sobre as auto-estradas.
É espantoso!
É um recado para quem mora no Brasil e quer copiar algumas das piores soluções estrangeiras.
"O exemplo de Londres é muito bom. Estive lá ano passado a trabalho, pelo CNPq, e foi uma experiência muito interessante. São cerca de 270 estações de metrô e cerca de 400 Km de linhas de metrô. Isso sem contar os trens, transporte fluvial, bondes e ônibus. Mas a cidade não anda, há um excesso de automóveis".
"Mas não é só esse exemplo. Imagine uma autobahn na Alemanha, a ligação de subúrbios de classe média com Stuttgart. São seis pistas, todas completamente congestionadas nos horários de pico. Seis pistas congestionadas? Calma, pode piorar. Na Califórnia, na ligação de subúrbios com Los Angeles há estradas com dez, isso mesmo, 10 pistas de rolamento que ficam congestionadas no horário de pico. E posso dizer isso porque dirigi tanto na autobahn alemã quanto na high way californiana. Vi congestionamentos imensos com meus próprios olhos. E esses congestionamentos não acontecem por acidentes, mas por puro excesso de automóveis".
"O problema do transporte e do trânsito exige solução sistêmica, integrada. Em qualquer grande cidade do mundo o trânsito chegou à exaustão pelo excesso de automóveis. E o transporte público precisa ser visto como prioridade. Há uma distância enorme entre transporte público como concebido no Brasil e o verdadeiro transporte de massa. O problema é muito complexo, mas há algumas dicas para sua solução. Primeiro tem que ser multimodal: metrô, bonde, trem, ônibus e monotrilho compõem um sistema de transporte, cada veículo operando onde é mais eficiente".
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/08/31/o-transporte-metropolitano-e-bh/#more-32698
O Blog do Chicão continua com sua campanha:
Mais pontes e avenidas, mais congestionamento.
Mais metrô e ciclovias, menos poluição.
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sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Péssima notícia: América do Sul reforça seus arsenais bélicos
.
O aumento da presença militar dos EUA na Colômbia corresponde a uma estratégia comercial dos EUA.
Este país hoje é militar dependente. Criar tensão para vender armamentos e serviços é fundamental para manter a máquina de guerra do EUA funcionando.
Criar tensão e corrida armamentista, este é o desejo dos EUA.
Eles estão conseguindo o objetivo.
E o Brasil está embarcando nesta corrida. É uma pena.
Leia o texto abaixo:
América do Sul reforça seus arsenais bélicos
Javier Lafuente Em Madri
O acordo entre a Colômbia e os Estados Unidos para o uso de sete bases militares colombianas disparou o nervosismo de muitos mandatários sul-americanos. Mas os ventos de guerra vislumbrados pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, são outro episódio, nem por isso menos importante, no agitado tabuleiro militar sul-americano. Desde então, em apenas um mês, a Venezuela aumentou suas encomendas à Rússia, o exército equatoriano adquiriu novo material de Pequim e o Brasil confirmou que vai implementar um plano de estratégia militar para, segundo dizem, preservar a Amazônia.
Cinco anos de bonança econômica possibilitaram que os orçamentos para a defesa disparassem. Neste ano, dois relatórios de prestigiosos centros internacionais dissiparam qualquer dúvida sobre o gasto militar. O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês) indicou que o gasto da América Latina e do Caribe aumentou 91% entre 2003 e 2008, passando de US$ 24,7 bilhões para US$ 47,2 bilhões. Recentemente, o Instituto Internacional de Estudos para a Paz (SIPRI), de Estocolmo, indicou que o consumo do ano passado só na América do Sul foi de US$ 48 bilhões, 6% a mais que em 2007, e representou um aumento de 50% na última década.
...
Mas, se só o México e a Colômbia travam guerras internas, como se justifica que o Chile tenha centenas de tanques Leopard 2, os mais poderosos do sul do continente? Ou que a Venezuela tenha adquirido material tão sofisticado? As tensões regionais são subjacentes a essa renovação do material bélico. É a cobra que morde a cauda. Cada vez que um país se arma, o vizinho anuncia novas aquisições.
Leia o texto completo em:
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2009/08/28/ult581u3451.jhtm
.
O aumento da presença militar dos EUA na Colômbia corresponde a uma estratégia comercial dos EUA.
Este país hoje é militar dependente. Criar tensão para vender armamentos e serviços é fundamental para manter a máquina de guerra do EUA funcionando.
Criar tensão e corrida armamentista, este é o desejo dos EUA.
Eles estão conseguindo o objetivo.
E o Brasil está embarcando nesta corrida. É uma pena.
Leia o texto abaixo:
América do Sul reforça seus arsenais bélicos
Javier Lafuente Em Madri
O acordo entre a Colômbia e os Estados Unidos para o uso de sete bases militares colombianas disparou o nervosismo de muitos mandatários sul-americanos. Mas os ventos de guerra vislumbrados pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, são outro episódio, nem por isso menos importante, no agitado tabuleiro militar sul-americano. Desde então, em apenas um mês, a Venezuela aumentou suas encomendas à Rússia, o exército equatoriano adquiriu novo material de Pequim e o Brasil confirmou que vai implementar um plano de estratégia militar para, segundo dizem, preservar a Amazônia.
Cinco anos de bonança econômica possibilitaram que os orçamentos para a defesa disparassem. Neste ano, dois relatórios de prestigiosos centros internacionais dissiparam qualquer dúvida sobre o gasto militar. O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês) indicou que o gasto da América Latina e do Caribe aumentou 91% entre 2003 e 2008, passando de US$ 24,7 bilhões para US$ 47,2 bilhões. Recentemente, o Instituto Internacional de Estudos para a Paz (SIPRI), de Estocolmo, indicou que o consumo do ano passado só na América do Sul foi de US$ 48 bilhões, 6% a mais que em 2007, e representou um aumento de 50% na última década.
...
Mas, se só o México e a Colômbia travam guerras internas, como se justifica que o Chile tenha centenas de tanques Leopard 2, os mais poderosos do sul do continente? Ou que a Venezuela tenha adquirido material tão sofisticado? As tensões regionais são subjacentes a essa renovação do material bélico. É a cobra que morde a cauda. Cada vez que um país se arma, o vizinho anuncia novas aquisições.
Leia o texto completo em:
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2009/08/28/ult581u3451.jhtm
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Negócios militares drenam dinheiro da educação
.
Na época da guerra do Vietnan surgiu um lema pacifista que era assim: "imagine se houvesse uma guerra e ninguém aparecesse para lutar".
Milhares de jovens no mundo seguiram este lema e não apareceram para lutar.
Isto é pacifismo.
Mas, pacifismo não dá dinheiro. Principalmente para aqueles acostumados a produzir armas. E a usar armas para ter tecnologia e assim incentivar indústrias de fins civis.
Entendeu? Funciona assim: o governo dos EUA, por exemplo, investe bilhões em encomendas para as indústrias locais ESCOLHIDAS "A DEDO". Com as encomendas, com os incentivos fiscais, elas investem em inovação tecnológica. Depois, parte destas inovações se transformam em produtos que eles vendem nos mercados internacionais.
Hoje o governo dos EUA é militar dependente. Sem esta estratégia o país perde muito e apressa sua decadência (que os gênios da revista Veja juram que é pura intriga de esquerdistas).
Como justificar o militarismo?
Criando problemas e insegurança.
A guerra contra o Sadam foi um exemplo.
Agora querem trazer insegurança para a América Latina. Os EUA querem rechear a Colômbia de bases militares.
O que os outros países vão fazer?
Vão se armar para se sentirem menos inseguros. Vão gastar dinheiro para comprar armas. Dinheiro que poderia ir para a educação.
Quem fica feliz com isto são os comerciantes de armas. E o governo dos EUA que é militar dependente.
Quem fica feliz com isto são os malucos que acham que defender nossa pátria é só comprar armas. Se esquecem que o maior perigo para nossa soberania está em empresas estrangeiras investirem em educação e em jornais, rádios, internet e Tvs. Muito melhor do que ocupar um país é fazer a cabeça da sua população para defenderem o interesse estrangeiro.
Leia a notícia abaixo:
Colômbia vai ceder 7 bases aos EUA
Decisão de ampliar instalações militares à disposição do Pentágono irrita vizinhos; acordo ainda não foi fechado
O acordo discutido entre Washington e Bogotá deverá permitir que as forças americanas utilizem sete e não apenas três bases militares da Colômbia, disse ontem o comandante das Forças Armadas colombianas e ministro interino da Defesa, general Freddy Padilla. O anúncio foi feito em meio ao início de um giro do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, pelos países da região para explicar os objetivos do acordo militar.
Até então, a Colômbia havia confirmado a intenção de ceder apenas três bases aos EUA: Malambo, Palanquero e Apiay. As novidades estão no anúncio das bases do Exército de Tolemaida e Larandia e das bases navais de Cartagena e Bahía Málaga.
"Serão três bases aéreas, duas bases do Exército e duas bases navais", confirmou Padilla, na abertura de uma conferência sobre segurança regional, na cidade colombiana de Cartagena de Índias, da qual participam representantes de nove países, entre eles o chefe do Comando Sul dos EUA, general Douglas Fraser.
"É importante deixar claro que ainda não temos nenhum tipo de acordo", disse Fraser. A prudência do general deve-se à resistência que os países da região - o Brasil à frente - manifestaram à assinatura do acordo, o que obrigou tanto a Colômbia quanto os EUA a visitarem diversos países-membros da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) para explicar suas intenções.
O rechaço ao acordo teve início com a Venezuela e o Equador. Ambos temem que os EUA possam, a partir das bases colombianas, lançar operações aéreas contra países vizinhos.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090805/not_imp413734,0.php
Leia também:
Brasil gasta mais em armamentos
EUA - 40% dos impostos vão para militares
Um novo militarismo
.
Na época da guerra do Vietnan surgiu um lema pacifista que era assim: "imagine se houvesse uma guerra e ninguém aparecesse para lutar".
Milhares de jovens no mundo seguiram este lema e não apareceram para lutar.
Isto é pacifismo.
Mas, pacifismo não dá dinheiro. Principalmente para aqueles acostumados a produzir armas. E a usar armas para ter tecnologia e assim incentivar indústrias de fins civis.
Entendeu? Funciona assim: o governo dos EUA, por exemplo, investe bilhões em encomendas para as indústrias locais ESCOLHIDAS "A DEDO". Com as encomendas, com os incentivos fiscais, elas investem em inovação tecnológica. Depois, parte destas inovações se transformam em produtos que eles vendem nos mercados internacionais.
Hoje o governo dos EUA é militar dependente. Sem esta estratégia o país perde muito e apressa sua decadência (que os gênios da revista Veja juram que é pura intriga de esquerdistas).
Como justificar o militarismo?
Criando problemas e insegurança.
A guerra contra o Sadam foi um exemplo.
Agora querem trazer insegurança para a América Latina. Os EUA querem rechear a Colômbia de bases militares.
O que os outros países vão fazer?
Vão se armar para se sentirem menos inseguros. Vão gastar dinheiro para comprar armas. Dinheiro que poderia ir para a educação.
Quem fica feliz com isto são os comerciantes de armas. E o governo dos EUA que é militar dependente.
Quem fica feliz com isto são os malucos que acham que defender nossa pátria é só comprar armas. Se esquecem que o maior perigo para nossa soberania está em empresas estrangeiras investirem em educação e em jornais, rádios, internet e Tvs. Muito melhor do que ocupar um país é fazer a cabeça da sua população para defenderem o interesse estrangeiro.
Leia a notícia abaixo:
Colômbia vai ceder 7 bases aos EUA
Decisão de ampliar instalações militares à disposição do Pentágono irrita vizinhos; acordo ainda não foi fechado
O acordo discutido entre Washington e Bogotá deverá permitir que as forças americanas utilizem sete e não apenas três bases militares da Colômbia, disse ontem o comandante das Forças Armadas colombianas e ministro interino da Defesa, general Freddy Padilla. O anúncio foi feito em meio ao início de um giro do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, pelos países da região para explicar os objetivos do acordo militar.
Até então, a Colômbia havia confirmado a intenção de ceder apenas três bases aos EUA: Malambo, Palanquero e Apiay. As novidades estão no anúncio das bases do Exército de Tolemaida e Larandia e das bases navais de Cartagena e Bahía Málaga.
"Serão três bases aéreas, duas bases do Exército e duas bases navais", confirmou Padilla, na abertura de uma conferência sobre segurança regional, na cidade colombiana de Cartagena de Índias, da qual participam representantes de nove países, entre eles o chefe do Comando Sul dos EUA, general Douglas Fraser.
"É importante deixar claro que ainda não temos nenhum tipo de acordo", disse Fraser. A prudência do general deve-se à resistência que os países da região - o Brasil à frente - manifestaram à assinatura do acordo, o que obrigou tanto a Colômbia quanto os EUA a visitarem diversos países-membros da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) para explicar suas intenções.
O rechaço ao acordo teve início com a Venezuela e o Equador. Ambos temem que os EUA possam, a partir das bases colombianas, lançar operações aéreas contra países vizinhos.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090805/not_imp413734,0.php
Leia também:
Brasil gasta mais em armamentos
EUA - 40% dos impostos vão para militares
Um novo militarismo
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domingo, 26 de julho de 2009
Bicho de estimação causa pânico e desastre ecológico na Flórida
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A história é composta do mesmo enredo.
a) Pessoas que não conseguem se frustar e NÃO TEREM O QUE DESEJAM.
b) pessoas que querem ganhar dinheiro e que defendem o "livre mercado".
c) do outro lado a imensa maioria da população e o equilíbrio ecológico de um país.
No Brasil temos o caso dos caramujos gigantes africanos. Foram vendidos como um ótimo negócio. Hoje são uma praga.
Nos EUA o problema são as cobras Phytons. "Ironicamente as pythons foram importadas como bicho de estimação. O grande problema é que na idade adulta elas chegam a cinco metros de comprimento e 74 quilos. Com proporções nada fofas para um “pet” e dona de um bom humor duvidoso, a grande maioria das pythons começaram a ser abandonadas por seus donos. Livres na natureza elas migraram para as áreas naturais do EUA em buscam de comida e abrigo. Foi nos pântanos de Everglades que as pythons encontraram o paraíso. Estima-se que existam 150 mil pythons no Parque e outras tantas espalhadas pelas áreas urbanas da Flórida".
"Além de devorar as espécies nativas de cobras, as phytons competem com outros animais por alimentos e estão causando vários danos ambientais à região. A situação das pythons piorou quando elas começaram a atacar os humanos. Doze pessoas já morreram vítimas dessas cobras. A tecnologia escolhida para caçar as pythons é a mesma que o exército americano usa na guerra do Iraque".
"O estopim da discussão foi a recente morte de uma menina de dois anos enforcada por uma python".
"As cobras são defendidas por entidades de proteção dos animais como Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético aos Animais). Eles afirmam que as cobras não são vilãs e sim vítimas da irresponsabilidade dos humanos. A solução proposta pelos ambientalistas é a proibição da importação de animais exóticos para o EUA".
"Um veículo aéreo não tripulado e equipado com um sistema que capta imagens pelo calor vai ser usado para combater o novo inimigo numero “1” dos EUA: a cobra python".(Juliana Arini/Blog Planeta)
Traduzindo: a sociedade de consumo é uma sociedade de babacas que não podem viver sem animais de estimação exóticos. Não pode viver sem compras e mais compras para sustentar o desejo de uma população infeliz e eternamente insatisfeita.
O resultado é destruição. Muita destruição, de todas as formas.
O pior é que quando o filhinho de papai se entope de cocaína a imprensa diz que o problema são as drogas. Nada disso, o problema é que este filhinho de papai foi criado para ser um cara insatisfeito com o que tem e TOTALMENTE INCAPAZ DE LIDAR COM A FRUSTRAÇÃO. Infeliz e descobrindo que TER O QUE DESEJA não vai satisfaze-lo, ele enche o nariz de pó para aplacar a DOR DE SUA ALMA.
Drogas, consumismo, destruição da natureza, são muito mais próximas do que muita gente imagina.
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A história é composta do mesmo enredo.
a) Pessoas que não conseguem se frustar e NÃO TEREM O QUE DESEJAM.
b) pessoas que querem ganhar dinheiro e que defendem o "livre mercado".
c) do outro lado a imensa maioria da população e o equilíbrio ecológico de um país.
No Brasil temos o caso dos caramujos gigantes africanos. Foram vendidos como um ótimo negócio. Hoje são uma praga.
Nos EUA o problema são as cobras Phytons. "Ironicamente as pythons foram importadas como bicho de estimação. O grande problema é que na idade adulta elas chegam a cinco metros de comprimento e 74 quilos. Com proporções nada fofas para um “pet” e dona de um bom humor duvidoso, a grande maioria das pythons começaram a ser abandonadas por seus donos. Livres na natureza elas migraram para as áreas naturais do EUA em buscam de comida e abrigo. Foi nos pântanos de Everglades que as pythons encontraram o paraíso. Estima-se que existam 150 mil pythons no Parque e outras tantas espalhadas pelas áreas urbanas da Flórida".
"Além de devorar as espécies nativas de cobras, as phytons competem com outros animais por alimentos e estão causando vários danos ambientais à região. A situação das pythons piorou quando elas começaram a atacar os humanos. Doze pessoas já morreram vítimas dessas cobras. A tecnologia escolhida para caçar as pythons é a mesma que o exército americano usa na guerra do Iraque".
"O estopim da discussão foi a recente morte de uma menina de dois anos enforcada por uma python".
"As cobras são defendidas por entidades de proteção dos animais como Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético aos Animais). Eles afirmam que as cobras não são vilãs e sim vítimas da irresponsabilidade dos humanos. A solução proposta pelos ambientalistas é a proibição da importação de animais exóticos para o EUA".
"Um veículo aéreo não tripulado e equipado com um sistema que capta imagens pelo calor vai ser usado para combater o novo inimigo numero “1” dos EUA: a cobra python".(Juliana Arini/Blog Planeta)
Traduzindo: a sociedade de consumo é uma sociedade de babacas que não podem viver sem animais de estimação exóticos. Não pode viver sem compras e mais compras para sustentar o desejo de uma população infeliz e eternamente insatisfeita.
O resultado é destruição. Muita destruição, de todas as formas.
O pior é que quando o filhinho de papai se entope de cocaína a imprensa diz que o problema são as drogas. Nada disso, o problema é que este filhinho de papai foi criado para ser um cara insatisfeito com o que tem e TOTALMENTE INCAPAZ DE LIDAR COM A FRUSTRAÇÃO. Infeliz e descobrindo que TER O QUE DESEJA não vai satisfaze-lo, ele enche o nariz de pó para aplacar a DOR DE SUA ALMA.
Drogas, consumismo, destruição da natureza, são muito mais próximas do que muita gente imagina.
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terça-feira, 2 de junho de 2009
Conservadores reacionários: a confissão sobre o Iraque
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A confissão
Por Daniel Davidsohn
Caro Nassif
Passou despercebida uma notícia de hoje do ex-vice-presidente americano Dick Cheney. Segundo ele, nunca houve de fato qualquer ligação entre o antigo ditador Saddam Hussein e os atentados de 11 de Setembro.
Assim, caiu por terra o segundo e ultimo argumento usado para a invasão do Iraque.
O primeiro argumento dizia respeito às supostas armas de destruição em massa, que também nunca foram encontradas.
No saldo, EUA e a Inglaterra, maiores forças militares invasoras, dividem os principais contratos para exploração de petróleo. Depois de 36 anos após terem perdido a concessão de exploração de petróleo naquela região, Exxon Mobil, Shell, Total e BP estão de volta.
Estimativas apontam para um genocídio de centenas de milhares de civis. Homens, mulheres e crianças massacrados como conseqüência da invasão de forças militares estrangeiras apoiadas por executivos dessas companhias.
O mundo perdeu a vergonha.
http://edition.cnn.com/2009/POLITICS/06/01/cheney.speech/index.html
http://www.guardian.co.uk/world/2008/jun/30/iraq.oil
http://www.nytimes.com/2008/06/19/world/africa/19iht-19iraq.13817574.html
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2006/10/10/AR2006101001442.html
Do Blog do Luis Nassif
Nota do Chicão:
Os malucos conservadores levaram uma parte do planeta para a guerra baseado em MENTIRAS.
Aqui no Brasil, o ideólogo da Globo e dos Tucanos/DEM, Ali Kamel, escreveu até livro tentando justificar a guerra do Iraque.
Uma total canalhice!
O que está sobrando desta guerra:
1) uma das maiores catástrofes arqueológica de todos os tempos.
2) centenas de milhares de mortos, que aconteceram e ainda vai acontecer.
3) o aumento do extremismo e fundamentalismo islamico na região.
4) o aumento da discriminação contra cristãos e outras minorias.
5) o adiamento de muitas decisões necessárias para a proteção ao meio ambiente.
6) o gasto monstruoso com a guerra, enquanto gastos necessários eram diminuídos.
7) quem sabe no futuro alguém vai usar esta agressão desmedida dos EUA (identificado como ocidental) para incentivar uma nova guerra. A história continua por séculos...
Aqui no Brasil, a imprensa conservadora, desde o início tomou partido do EUA. Agiu manipulando a mente das pessoas.
Você acha que o Evo Morales (Bolívia) é horrível? Você acredita nas informações da imprensa conservadora? É bom se lembrar do que aconteceu no Iraque.
A imprensa conservadora quer dinheiro, poder e orgulho.
O tal do Ali Kamel é apenas um cachorrinho a ajudar os donos da imprensa. Se falar a verdade é demitido e substituído por outro. É assim que funciona. Sua mente faz parte dos negócios deste pessoal.
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A confissão
Por Daniel Davidsohn
Caro Nassif
Passou despercebida uma notícia de hoje do ex-vice-presidente americano Dick Cheney. Segundo ele, nunca houve de fato qualquer ligação entre o antigo ditador Saddam Hussein e os atentados de 11 de Setembro.
Assim, caiu por terra o segundo e ultimo argumento usado para a invasão do Iraque.
O primeiro argumento dizia respeito às supostas armas de destruição em massa, que também nunca foram encontradas.
No saldo, EUA e a Inglaterra, maiores forças militares invasoras, dividem os principais contratos para exploração de petróleo. Depois de 36 anos após terem perdido a concessão de exploração de petróleo naquela região, Exxon Mobil, Shell, Total e BP estão de volta.
Estimativas apontam para um genocídio de centenas de milhares de civis. Homens, mulheres e crianças massacrados como conseqüência da invasão de forças militares estrangeiras apoiadas por executivos dessas companhias.
O mundo perdeu a vergonha.
http://edition.cnn.com/2009/POLITICS/06/01/cheney.speech/index.html
http://www.guardian.co.uk/world/2008/jun/30/iraq.oil
http://www.nytimes.com/2008/06/19/world/africa/19iht-19iraq.13817574.html
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2006/10/10/AR2006101001442.html
Do Blog do Luis Nassif
Nota do Chicão:
Os malucos conservadores levaram uma parte do planeta para a guerra baseado em MENTIRAS.
Aqui no Brasil, o ideólogo da Globo e dos Tucanos/DEM, Ali Kamel, escreveu até livro tentando justificar a guerra do Iraque.
Uma total canalhice!
O que está sobrando desta guerra:
1) uma das maiores catástrofes arqueológica de todos os tempos.
2) centenas de milhares de mortos, que aconteceram e ainda vai acontecer.
3) o aumento do extremismo e fundamentalismo islamico na região.
4) o aumento da discriminação contra cristãos e outras minorias.
5) o adiamento de muitas decisões necessárias para a proteção ao meio ambiente.
6) o gasto monstruoso com a guerra, enquanto gastos necessários eram diminuídos.
7) quem sabe no futuro alguém vai usar esta agressão desmedida dos EUA (identificado como ocidental) para incentivar uma nova guerra. A história continua por séculos...
Aqui no Brasil, a imprensa conservadora, desde o início tomou partido do EUA. Agiu manipulando a mente das pessoas.
Você acha que o Evo Morales (Bolívia) é horrível? Você acredita nas informações da imprensa conservadora? É bom se lembrar do que aconteceu no Iraque.
A imprensa conservadora quer dinheiro, poder e orgulho.
O tal do Ali Kamel é apenas um cachorrinho a ajudar os donos da imprensa. Se falar a verdade é demitido e substituído por outro. É assim que funciona. Sua mente faz parte dos negócios deste pessoal.
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Bem vindo, Obama, o novo presidente conservador dos EUA
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Não se iludam. Obama é conservador e imperialista. Seu governo será assim, salvo agradáveis surpresas.
Todavia, fico super feliz que seja ele. Não é ligado à indústria do petróleo e flerta com a "agenda verde".
Ele carrrega em si um simbolismo. O simbolismo da importância da luta dos movimentos sociais para mudarmos o planeta.
Os negros lutaram. Conseguiram direitos. Mais do que direitos, conseguiram gerar leis que deram APOIO ESPECIAL. Foram várias dessas leis, a mais visível são as cotas de emprego e de estudo.
Antes de votar em um negro, os americanos brancos foram atendidos por médicos negros. Foram auxiliados e orientados por advogados negros. Foram amparados por enfermeiras e assitentes sociais negras. Tiveram negros na Suprema corte. Tiveram negros em altos postos militares.
Só depois que eles acostumaram a "ver" os negros como capazes é que um fenômeno como o Obama foi possível.
Um dos shoppingcenters que mais vendem no Brasil fica em Campinas. É o shopping Iguatemi. Um dia eu estava lá atoa e resolvi percorrer suas lojas. Nada de negros trabalhando lá (como vendedores e muito menos como gerentes). Em dado momento eu encontrei com uma conhecida que tem loja neste lugar a muitos anos e comentei com ela minha observação. Ela confrmou e disse: "as pessoas tem medo de perder vendas se colocarem um negro como vendedor ou gerente. As pessoas associam negros a lugares populares".
Eu faria diferente, mas não a critico. Eu reflito. Se tivesse cotas de empregos para negros, todas as lojas seriam obrigadas a contratar e aí os racistas se acostumariam a ser atendidos por negros em "lojas finas".
Seria uma benção para estes racistas. Ter a oportunidade de superar o preconceito é realmente uma benção.
Por isto, a política de cotas para negros e pobres em geral deve ser vista como um benefício para a sociedade TODA.
Para aqueles que, como eu, acreditam na importância da evolução do espírito eu digo: ninguém leva calça de marca para o plano espiritual. Mas todos levam para o plano espiritual o que cultivam de valores, crenças e sentimentos. E o racismo, mesmo que enrustido, é algo péssimo para se cultivar.
Leia abaixo o texto do Elio Gaspari:
... Não há apenas um negro na Casa Branca, até porque o pastor Thomas Robb, diretor da Ku Klux Klan, já informou que ele "é só metade preto".
Os negros americanos liquidaram a fatura. O presidente é negro. O procurador-geral também, bem como a embaixadora nas Nações Unidas. O trisavô de Michelle Obama foi escravo numa plantação de arroz. Os netos da geração que marchou (ou não) nos anos 60 tornaram-se parte da elite americana. Susan Rice, a embaixadora na ONU, é sobrinha neta de Vernon Jordan, que em 1961 era um jovem advogado e escoltou a primeira estudante negra admitida por ordem judicial na Universidade da Georgia.
A meia hora de caminhada da escadaria onde Obama tomou posse está guardado um par de mocassins com os saltos tipo anabela quase completamente comidos. Durante dez anos, aqueles sapatos ficaram em algum canto da casa de uma professorinha negra de 25 anos, mulher de um militante que tomara 125 cadeias por conta das encrencas de Martin Luther King. Eram a um só tempo coisa velha e memorável. Um dia veio-lhe a ideia de oferecer os mocassins ao Museu de História Americana. E lá estão eles, com a informação: estes foram os sapatos que Juanita Williams usou na Marcha de Selma.
Em março de 1965, Barack Obama ainda não completara 4 anos, viviam em Selma (Alabama) 15.000 negros, mas só 156 deles podiam votar. Uma primeira marcha andou seis quarteirões e acabou a cacetadas. Não adiantou. Duas semanas depois os negros marcharam por 80 quilômetros, durante cinco dias e quatro noites. Eram 300 na partida e foram 25.000 na chegada, na capital do Estado.
Os sapatos de Juanita eram um pedaço da história dos Estados Unidos e ela percebeu. Depois de Selma o presidente Lyndon Johnson pôs fim às chicanas eleitorais contra os negros...
Nota do Chicão:
Reflita sobre esta frase:
"Uma primeira marcha andou seis quarteirões e acabou a cacetadas".
Muitos destes homens e mulheres foram presos e indiciados por desrespeito as leis.
Se fosse no Brasil a associação de juízes os teriam incluído na lista suja das eleições.
Por isto é muito bom tomar cuidado com esta idéia de lista suja. Pois quem arregaça as mangas e luta contra a injustiça comumente tem algum problema com as leis.
No mundo todo é assim.
No Japão, dois ativistas ecológicos estão sendo processados porque filmaram e fotografaram a farsa que é a "pesca científica" das baleias. Entre outras coisas eles mostraram a carne da beleia sendo embalada, algo bem comercial e nada científico.
Tomem cuidado!
Viva a AÇÃO DIRETA!
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Não se iludam. Obama é conservador e imperialista. Seu governo será assim, salvo agradáveis surpresas.
Todavia, fico super feliz que seja ele. Não é ligado à indústria do petróleo e flerta com a "agenda verde".
Ele carrrega em si um simbolismo. O simbolismo da importância da luta dos movimentos sociais para mudarmos o planeta.
Os negros lutaram. Conseguiram direitos. Mais do que direitos, conseguiram gerar leis que deram APOIO ESPECIAL. Foram várias dessas leis, a mais visível são as cotas de emprego e de estudo.
Antes de votar em um negro, os americanos brancos foram atendidos por médicos negros. Foram auxiliados e orientados por advogados negros. Foram amparados por enfermeiras e assitentes sociais negras. Tiveram negros na Suprema corte. Tiveram negros em altos postos militares.
Só depois que eles acostumaram a "ver" os negros como capazes é que um fenômeno como o Obama foi possível.
Um dos shoppingcenters que mais vendem no Brasil fica em Campinas. É o shopping Iguatemi. Um dia eu estava lá atoa e resolvi percorrer suas lojas. Nada de negros trabalhando lá (como vendedores e muito menos como gerentes). Em dado momento eu encontrei com uma conhecida que tem loja neste lugar a muitos anos e comentei com ela minha observação. Ela confrmou e disse: "as pessoas tem medo de perder vendas se colocarem um negro como vendedor ou gerente. As pessoas associam negros a lugares populares".
Eu faria diferente, mas não a critico. Eu reflito. Se tivesse cotas de empregos para negros, todas as lojas seriam obrigadas a contratar e aí os racistas se acostumariam a ser atendidos por negros em "lojas finas".
Seria uma benção para estes racistas. Ter a oportunidade de superar o preconceito é realmente uma benção.
Por isto, a política de cotas para negros e pobres em geral deve ser vista como um benefício para a sociedade TODA.
Para aqueles que, como eu, acreditam na importância da evolução do espírito eu digo: ninguém leva calça de marca para o plano espiritual. Mas todos levam para o plano espiritual o que cultivam de valores, crenças e sentimentos. E o racismo, mesmo que enrustido, é algo péssimo para se cultivar.
Leia abaixo o texto do Elio Gaspari:
... Não há apenas um negro na Casa Branca, até porque o pastor Thomas Robb, diretor da Ku Klux Klan, já informou que ele "é só metade preto".
Os negros americanos liquidaram a fatura. O presidente é negro. O procurador-geral também, bem como a embaixadora nas Nações Unidas. O trisavô de Michelle Obama foi escravo numa plantação de arroz. Os netos da geração que marchou (ou não) nos anos 60 tornaram-se parte da elite americana. Susan Rice, a embaixadora na ONU, é sobrinha neta de Vernon Jordan, que em 1961 era um jovem advogado e escoltou a primeira estudante negra admitida por ordem judicial na Universidade da Georgia.
A meia hora de caminhada da escadaria onde Obama tomou posse está guardado um par de mocassins com os saltos tipo anabela quase completamente comidos. Durante dez anos, aqueles sapatos ficaram em algum canto da casa de uma professorinha negra de 25 anos, mulher de um militante que tomara 125 cadeias por conta das encrencas de Martin Luther King. Eram a um só tempo coisa velha e memorável. Um dia veio-lhe a ideia de oferecer os mocassins ao Museu de História Americana. E lá estão eles, com a informação: estes foram os sapatos que Juanita Williams usou na Marcha de Selma.
Em março de 1965, Barack Obama ainda não completara 4 anos, viviam em Selma (Alabama) 15.000 negros, mas só 156 deles podiam votar. Uma primeira marcha andou seis quarteirões e acabou a cacetadas. Não adiantou. Duas semanas depois os negros marcharam por 80 quilômetros, durante cinco dias e quatro noites. Eram 300 na partida e foram 25.000 na chegada, na capital do Estado.
Os sapatos de Juanita eram um pedaço da história dos Estados Unidos e ela percebeu. Depois de Selma o presidente Lyndon Johnson pôs fim às chicanas eleitorais contra os negros...
Nota do Chicão:
Reflita sobre esta frase:
"Uma primeira marcha andou seis quarteirões e acabou a cacetadas".
Muitos destes homens e mulheres foram presos e indiciados por desrespeito as leis.
Se fosse no Brasil a associação de juízes os teriam incluído na lista suja das eleições.
Por isto é muito bom tomar cuidado com esta idéia de lista suja. Pois quem arregaça as mangas e luta contra a injustiça comumente tem algum problema com as leis.
No mundo todo é assim.
No Japão, dois ativistas ecológicos estão sendo processados porque filmaram e fotografaram a farsa que é a "pesca científica" das baleias. Entre outras coisas eles mostraram a carne da beleia sendo embalada, algo bem comercial e nada científico.
Tomem cuidado!
Viva a AÇÃO DIRETA!
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terça-feira, 25 de novembro de 2008
Tchau, Bush!
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O Bush está arrumando as malas para ir embora.
De cabeça baixa, sabendo que perdeu suas guerras.
Sabendo que ajudou a apressar o fim do império americano.
Ele perdeu, mas nós todos perdemos.
Ele falava de democracia no Iraque. Como haverá democracia se a constituição apoiada pelos EUA possui muita discriminação contra os cristãos e, principalmente, contra os novos cristãos que se convertem e abandonam o islamismo?
Ele falava que combateria muita coisa. Escolheu as armas erradas e os objetivos erradas. Virou Bush, o sujo. Ferrenho defensor do interesse retrógrado da indústria do petróleo.
Torço para o Obama, se ele adotar uma agenda fortemente ecológica poderá gerar muita tecnologia nova e melhorar as que existem. Será este o caminho que ele escolherá?
Ninguém sabe.
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O Bush está arrumando as malas para ir embora.
De cabeça baixa, sabendo que perdeu suas guerras.
Sabendo que ajudou a apressar o fim do império americano.
Ele perdeu, mas nós todos perdemos.
Ele falava de democracia no Iraque. Como haverá democracia se a constituição apoiada pelos EUA possui muita discriminação contra os cristãos e, principalmente, contra os novos cristãos que se convertem e abandonam o islamismo?
Ele falava que combateria muita coisa. Escolheu as armas erradas e os objetivos erradas. Virou Bush, o sujo. Ferrenho defensor do interesse retrógrado da indústria do petróleo.
Torço para o Obama, se ele adotar uma agenda fortemente ecológica poderá gerar muita tecnologia nova e melhorar as que existem. Será este o caminho que ele escolherá?
Ninguém sabe.
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segunda-feira, 10 de novembro de 2008
General Motors diz que fará "todo o possível" para evitar falência
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CHICAGO, EUA, 7 Nov 2008 (AFP) - A americana General Motors tomará "todas as medidas possíveis" para evitar a falência, afirmou nesta sexta-feira seu presidente executivo, Rick Wagoner, pouco depois de avisar que a companhia poderá ficar sem liquidez no primeiro semestre de 2009.
"Estamos convencidos de que as conseqüências de uma falência seriam terríveis. Por isso, tomaremos todas as medidas possíveis para evitá-la", declarou Wagoner em uma videoconferência, depois do anúncio dos decepcionantes resultados trimestrais da empresa.
A perda líquida do número um americano do setor automobilístico totalizou US$ 2,5 bilhões no trimestre encerrado em setembro. Excluindo o impacto favorável de um acordo concluído com o sindicato UAW, a perda fica em US$ 4,2 bilhões, contra US$ 1,6 milhão há um ano.
O volume de vendas cresceu abaixo das expectativas, a US$ 37,9 bilhões, enquanto o mercado apostava em US$ 39,14 bilhões.
Nota do Chicão:
A uns meses atrás a revista Veja fez uma matéria de "capa" querendo convencer os coitados que acreditam nela de que era uma falácia a queda do "império americano". Segundo a revista o EUA estavam bem fortes e iriam continuar assim.
Não, não vão. Dia a dia a transição vai aumentando e os sinais de diminuição do poderio norte-americano vão ficando cada vez mais claros.
Não adianta brigar com a realidade.
Você pode perguntar: porque a revista Veja briga com a realidade? Negócios. Um dos principais negócios da editora Abril é se mostrar confiável para os grandes anunciantes. São eles, mais do que os leitores, que mantém a revista. Agrada-los é fundamental.
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CHICAGO, EUA, 7 Nov 2008 (AFP) - A americana General Motors tomará "todas as medidas possíveis" para evitar a falência, afirmou nesta sexta-feira seu presidente executivo, Rick Wagoner, pouco depois de avisar que a companhia poderá ficar sem liquidez no primeiro semestre de 2009.
"Estamos convencidos de que as conseqüências de uma falência seriam terríveis. Por isso, tomaremos todas as medidas possíveis para evitá-la", declarou Wagoner em uma videoconferência, depois do anúncio dos decepcionantes resultados trimestrais da empresa.
A perda líquida do número um americano do setor automobilístico totalizou US$ 2,5 bilhões no trimestre encerrado em setembro. Excluindo o impacto favorável de um acordo concluído com o sindicato UAW, a perda fica em US$ 4,2 bilhões, contra US$ 1,6 milhão há um ano.
O volume de vendas cresceu abaixo das expectativas, a US$ 37,9 bilhões, enquanto o mercado apostava em US$ 39,14 bilhões.
Nota do Chicão:
A uns meses atrás a revista Veja fez uma matéria de "capa" querendo convencer os coitados que acreditam nela de que era uma falácia a queda do "império americano". Segundo a revista o EUA estavam bem fortes e iriam continuar assim.
Não, não vão. Dia a dia a transição vai aumentando e os sinais de diminuição do poderio norte-americano vão ficando cada vez mais claros.
Não adianta brigar com a realidade.
Você pode perguntar: porque a revista Veja briga com a realidade? Negócios. Um dos principais negócios da editora Abril é se mostrar confiável para os grandes anunciantes. São eles, mais do que os leitores, que mantém a revista. Agrada-los é fundamental.
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quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Barack Obama é conservador
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"Barack Obama, em seus últimos dias de campanha antes do pleito de 4 de novembro, está convocando os eleitores norte-americanos a "virarem a página" quanto às políticas do atual governo do país".
Com palavras como estas Barack Obama passa a impressão (para quem está no Brasil) que ele é um progressista.
Não, não é.
Torço pela sua vitória. Não torço pela sua vitória por causa das políticas que ele irá adotar. Torço porque vai ser um símbolo importante para os EUA superarem o racismo no futuro.
Ele ganhou a indicação da máquina do partido democrático porque é identificado com ela. As políticas serão as mesmas do partido, continuarão a atacar democracias jovens que ousam eleger presidentes de esquerda. Continuarão a corrida armamentista.
Talvez o lobby do petróleo perca força e algumas políticas "mais humanas" sejam criadas. Nada mais que isto.
Leia aqui no Blog do Chicão: Bin Laden venceu o Bush
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"Barack Obama, em seus últimos dias de campanha antes do pleito de 4 de novembro, está convocando os eleitores norte-americanos a "virarem a página" quanto às políticas do atual governo do país".
Com palavras como estas Barack Obama passa a impressão (para quem está no Brasil) que ele é um progressista.
Não, não é.
Torço pela sua vitória. Não torço pela sua vitória por causa das políticas que ele irá adotar. Torço porque vai ser um símbolo importante para os EUA superarem o racismo no futuro.
Ele ganhou a indicação da máquina do partido democrático porque é identificado com ela. As políticas serão as mesmas do partido, continuarão a atacar democracias jovens que ousam eleger presidentes de esquerda. Continuarão a corrida armamentista.
Talvez o lobby do petróleo perca força e algumas políticas "mais humanas" sejam criadas. Nada mais que isto.
Leia aqui no Blog do Chicão: Bin Laden venceu o Bush
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sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Bin Laden venceu o Bush
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Nos anos da guerra fria os EUA preconizaram: vamos aumentar a corrida armamentista até que a URSS vá a falência. Deu certo.
Bin Laden e sua trupe anti-EUA estão felizes da vida. Fizeram o EUA gastarem tanto dinheiro que estão em sérias dificuldades e suas empresas perdem espaço no mercado.
Os EUA vão sair do Iraque e o deixarão de herança para os Xiitas, que logo instalarão um governo anti-EUA.
No Afeganistão os EUA já estão até tentando estabelecer pontes de contato com o Talibã. Já aceitaram uma constituição que não tem nada de democrática e descrimina todas as outras religiões.
A única coisa boa é que a população dos EUA (ou uma parte) está se dando conta que o país deve investir maciçamente para não depender do petróleo. Uma grana muito grande será destinada para fontes renováveis e para programas de eficiência energética.
Se assim for será bom para todos nós.
Inclusive para o Bin Laden.
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Nos anos da guerra fria os EUA preconizaram: vamos aumentar a corrida armamentista até que a URSS vá a falência. Deu certo.
Bin Laden e sua trupe anti-EUA estão felizes da vida. Fizeram o EUA gastarem tanto dinheiro que estão em sérias dificuldades e suas empresas perdem espaço no mercado.
Os EUA vão sair do Iraque e o deixarão de herança para os Xiitas, que logo instalarão um governo anti-EUA.
No Afeganistão os EUA já estão até tentando estabelecer pontes de contato com o Talibã. Já aceitaram uma constituição que não tem nada de democrática e descrimina todas as outras religiões.
A única coisa boa é que a população dos EUA (ou uma parte) está se dando conta que o país deve investir maciçamente para não depender do petróleo. Uma grana muito grande será destinada para fontes renováveis e para programas de eficiência energética.
Se assim for será bom para todos nós.
Inclusive para o Bin Laden.
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segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Liberalismo.... dos EUA, a verdade.
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Na era FHC o Brasil abriu o setor de educação para as empresas estrangeiras SEM negociar contrapartida nenhuma.
Era o discurso de que quanto mais liberalismo melhor.
O discurso uniforme (como sempre) da grande mídia era que até na China era assim. Empresas estrangeiras poderiam investir livremente e enviar livremente seus ganhos para o exterior.
Era mentira. O discurso só servia para nós, o terceiro mundo.
Na China a empresa para ganhar o direito de investir lá tem que cumprir várias exigências, entre elas ser sócia de empresário local e transferir tecnologia.
Os EUA, dizia a mídia, eram o exemplo de liberalismo e viviam muito bem. Esqueciam das legislações estaduais e das séries de leis que restringiam estrangeiros em compras públicas.
Vou contar uma história: quando eu era pequeno tinha um menino mais velho que gostava de brigar com os menores. Era um valentão. Pois é, um dia nós crescemos e o valentão virou bonzinho. Sabe porque? Porque ficou franzino e fraquinho. Levou umas surras e mudou de opinião.
É o que acontece nos EUA. Enquanto eles ganham o jogo são liberais. Se perdem são conservadores/protecionistas. Hoje, estão perdendo o jogo. Muitas empresas estão sendo vendidas. Eles estão fazendo tudo para que empresas nacionais não sejam vendidas para empresas estrangeiras.
Eles sabem que não é bom para eles e para o país deles ter empresas do tipo Santander, HSBC, Real, etc dominando o mercado financeiro.
O brasileiro ainda acha que isto é normal e bom.
Grande parte deste socorro de TRILHÕES de dólares visa exatamente isto. Manter como americano o que é americano.
Eles são MUITO nacionalistas.
Somente progride de verdade os países que são NACIONALISTAS.
Nunca um país cuja elite é entreguista conseguiu desenvolver. É por isto que jamais podemos acreditar na elite brasileira, e seus porta-vozes, a mídia conservadora.
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Na era FHC o Brasil abriu o setor de educação para as empresas estrangeiras SEM negociar contrapartida nenhuma.
Era o discurso de que quanto mais liberalismo melhor.
O discurso uniforme (como sempre) da grande mídia era que até na China era assim. Empresas estrangeiras poderiam investir livremente e enviar livremente seus ganhos para o exterior.
Era mentira. O discurso só servia para nós, o terceiro mundo.
Na China a empresa para ganhar o direito de investir lá tem que cumprir várias exigências, entre elas ser sócia de empresário local e transferir tecnologia.
Os EUA, dizia a mídia, eram o exemplo de liberalismo e viviam muito bem. Esqueciam das legislações estaduais e das séries de leis que restringiam estrangeiros em compras públicas.
Vou contar uma história: quando eu era pequeno tinha um menino mais velho que gostava de brigar com os menores. Era um valentão. Pois é, um dia nós crescemos e o valentão virou bonzinho. Sabe porque? Porque ficou franzino e fraquinho. Levou umas surras e mudou de opinião.
É o que acontece nos EUA. Enquanto eles ganham o jogo são liberais. Se perdem são conservadores/protecionistas. Hoje, estão perdendo o jogo. Muitas empresas estão sendo vendidas. Eles estão fazendo tudo para que empresas nacionais não sejam vendidas para empresas estrangeiras.
Eles sabem que não é bom para eles e para o país deles ter empresas do tipo Santander, HSBC, Real, etc dominando o mercado financeiro.
O brasileiro ainda acha que isto é normal e bom.
Grande parte deste socorro de TRILHÕES de dólares visa exatamente isto. Manter como americano o que é americano.
Eles são MUITO nacionalistas.
Somente progride de verdade os países que são NACIONALISTAS.
Nunca um país cuja elite é entreguista conseguiu desenvolver. É por isto que jamais podemos acreditar na elite brasileira, e seus porta-vozes, a mídia conservadora.
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