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Que absurdo, pobre está com a mania de comprar geladeira!
Encontrei o ministro do Combate à Fome, Patrus Ananias, em Betim, na Grande Belo Horizonte.
Mencionei o artigo que ele escreveu no Valor – clique aqui para ler – sobre a abertura de quatro milhões de contas bancárias dos que se beneficiam do Bolsa Família.
Os dois mencionaram o fato de que, com exceção do Valor, que publicou o artigo, este fato espantoso – a abertura de quatro milhões de contas bancárias em um ano – não mereceu a primeira página do PiG (*).
Perguntei ao ministro qual a estrutura dos gastos dos beneficiários do Bolsa Família.
Ele respondeu que, pela ordem, eles compram comida, remédios, roupas e, segundo Ananias, tem até a ousadia de comprar geladeira.
Sorrindo, ele disse: um absurdo, não é isso, Paulo Henrique?
Paulo Henrique Amorim
do site Conversa Afiada
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terça-feira, 27 de outubro de 2009
Bolsa Família ajuda TODA a sociedade
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Políticas sociais ajudam na inclusão econômica
Valor Econômico - 27/10/2009
Programa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e da Caixa Econômica Federal dará ao beneficiário do Bolsa Família acesso a serviços bancários
Estamos vivendo uma mudança de paradigma na condução das políticas públicas, promovida por uma concepção de desenvolvimento mais distributiva e sustentável. Uma concepção de desenvolvimento que reafirma compromissos com as gerações futuras, e não só com a acumulação de riquezas a curto prazo. Nesse contexto, as políticas sociais ganham papel relevante, rompendo com a falsa dicotomia entre o social e o econômico. Além da dimensão ética de proteção da vida, as políticas sociais estão mostrando grande possibilidade de dinamização das economias locais, com significativo impacto no fortalecimento do mercado interno, o que foi um trunfo valioso para o Brasil no momento de enfrentamento da última crise econômica mundial.
Um dos aspectos que está se evidenciando é a elevada capacidade que as políticas sociais têm de estimular e desenvolver as potencialidades das pessoas, famílias e comunidades atendidas. Segundo um estudo feito pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2006, o índice de ocupação entre beneficiários do Bolsa Família é de 77% contra 74% dos não beneficiários.
As políticas sociais, em especial as de transferência condicionada de renda, como o Bolsa Família, ao contrário do que anunciaram as críticas mais apressadas, são potentes instrumentos para combater o ciclo da reprodução da pobreza. Anteriormente ao benefício, a situação de pobreza e, em alguns casos, de indigência, alimentava um ciclo de inércia, pois, sem perspectiva, muitas pessoas permaneciam à margem do processo produtivo, sem saber como se integrar à economia.
Isso mostra como são importantes as medidas de aperfeiçoamento dos programas e políticas sociais e também as ações complementares que potencializam ainda mais seus efeitos. Para que possam desempenhar plenamente seu papel em um plano de desenvolvimento integral e integrado, é necessário que elas funcionem como eixos que articulam várias áreas de atuação do Estado.
Esse princípio está orientando a iniciativa do governo federal de incentivar a inclusão bancária dos beneficiários do Bolsa Família, o que está sendo realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e a Caixa Econômica Federal. A previsão é que até 2010 sejam abertas 4 milhões de contas simplificadas para as famílias beneficiárias do Bolsa Família. Mais do que uma facilidade para o recebimento do benefício, esse é um direito que agora está sendo estendido a quem nunca tinha tido essa oportunidade anteriormente.
O projeto-piloto de nossa estratégia foi realizado em Belo Horizonte, quando creditamos, ainda em março do ano passado, o dinheiro do benefício na conta de 4.200 beneficiários. Neste ano, a estratégia foi expandida para todo o Brasil, com o início de uma campanha de incentivo à abertura voluntária de conta, especialmente em correspondentes bancários e lotéricos.
O primeiro objetivo dessa estratégia é viabilizar a ampliação do acesso a serviços e produtos financeiros. Com isso, queremos incentivar a oferta de produtos financeiros adequados ao público do Bolsa Família, de forma a atender suas reais necessidades. Também queremos estimular essas pessoas a buscarem mais informações sobre finanças e colaborar para que elas tenham mais condições de encontrar alternativas para garantir a sustentabilidade econômica de suas famílias.
O banco pode ser um importante aliado no processo de construção da emancipação social de pessoas, famílias e comunidades que estiveram excluídas por longos períodos do processo de crescimento econômico. Ter uma conta bancária pode ser um reforço à auto-estima. O acesso ao crédito pode ser um instrumento importante para estimular experiências de economia solidária, pequenos empreendimentos, cooperativas, dentre outras iniciativas que dão mais autonomia aos beneficiários do Bolsa Família - complementando as oportunidades geradas por iniciativas de qualificação profissional, como o Próximo Passo, que vem qualificando beneficiários do Bolsa Família para os setores da construção civil e do turismo.
A exclusão do sistema financeiro pode trazer vários prejuízos às pessoas de baixa renda, inibindo, inclusive, suas possibilidades de emancipação. O crédito por meio de canais informais como agiotas e congêneres, deixando o tomador de empréstimo refém de um sistema perverso e sem regulação, é apenas um dos problemas que queremos evitar oferecendo a opção dentro do sistema financeiro e nos moldes que caibam no bolso de cada um.
Completando um círculo virtuoso de desenvolvimento, essas iniciativas geram benefícios para toda a sociedade, porque têm reflexos na organização do mercado interno, incentivando empresas a se voltarem para as demandas dos mais pobres, ao mesmo tempo em que promovem a coesão social e um ambiente dinâmico e tranquilo para justiça social. Nosso propósito é estabelecer as bases de um Estado mais justo e solidário, rumo a uma sociedade onde todos tenham os mesmos direitos e oportunidades.
Patrus Ananias é ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Maria Fernanda Ramos Coelho é presidenta da Caixa Econômica Federal
Nota do Chicão:
O Bolsa Família ajuda todo o Brasil a crescer.
O dinheiro nele empregado irriga a economia e gera empregos, muitos empregos.
Gera negócios, muitos negócios.
Tem gente que ainda não caiu na real e pensa o Bolsa Família apenas como um benefício social.
Ele é mais do que isto.
É um incentivador da economia e um fortalecedor do PIB.
A economia gira e os benefícios atingem toda a sociedade: inclusive você.
Grande Patrus Ananias, deveria ser o próximo presidente do Brasil.
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Políticas sociais ajudam na inclusão econômica
Valor Econômico - 27/10/2009
Programa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e da Caixa Econômica Federal dará ao beneficiário do Bolsa Família acesso a serviços bancários
Estamos vivendo uma mudança de paradigma na condução das políticas públicas, promovida por uma concepção de desenvolvimento mais distributiva e sustentável. Uma concepção de desenvolvimento que reafirma compromissos com as gerações futuras, e não só com a acumulação de riquezas a curto prazo. Nesse contexto, as políticas sociais ganham papel relevante, rompendo com a falsa dicotomia entre o social e o econômico. Além da dimensão ética de proteção da vida, as políticas sociais estão mostrando grande possibilidade de dinamização das economias locais, com significativo impacto no fortalecimento do mercado interno, o que foi um trunfo valioso para o Brasil no momento de enfrentamento da última crise econômica mundial.
Um dos aspectos que está se evidenciando é a elevada capacidade que as políticas sociais têm de estimular e desenvolver as potencialidades das pessoas, famílias e comunidades atendidas. Segundo um estudo feito pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2006, o índice de ocupação entre beneficiários do Bolsa Família é de 77% contra 74% dos não beneficiários.
As políticas sociais, em especial as de transferência condicionada de renda, como o Bolsa Família, ao contrário do que anunciaram as críticas mais apressadas, são potentes instrumentos para combater o ciclo da reprodução da pobreza. Anteriormente ao benefício, a situação de pobreza e, em alguns casos, de indigência, alimentava um ciclo de inércia, pois, sem perspectiva, muitas pessoas permaneciam à margem do processo produtivo, sem saber como se integrar à economia.
Isso mostra como são importantes as medidas de aperfeiçoamento dos programas e políticas sociais e também as ações complementares que potencializam ainda mais seus efeitos. Para que possam desempenhar plenamente seu papel em um plano de desenvolvimento integral e integrado, é necessário que elas funcionem como eixos que articulam várias áreas de atuação do Estado.
Esse princípio está orientando a iniciativa do governo federal de incentivar a inclusão bancária dos beneficiários do Bolsa Família, o que está sendo realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e a Caixa Econômica Federal. A previsão é que até 2010 sejam abertas 4 milhões de contas simplificadas para as famílias beneficiárias do Bolsa Família. Mais do que uma facilidade para o recebimento do benefício, esse é um direito que agora está sendo estendido a quem nunca tinha tido essa oportunidade anteriormente.
O projeto-piloto de nossa estratégia foi realizado em Belo Horizonte, quando creditamos, ainda em março do ano passado, o dinheiro do benefício na conta de 4.200 beneficiários. Neste ano, a estratégia foi expandida para todo o Brasil, com o início de uma campanha de incentivo à abertura voluntária de conta, especialmente em correspondentes bancários e lotéricos.
O primeiro objetivo dessa estratégia é viabilizar a ampliação do acesso a serviços e produtos financeiros. Com isso, queremos incentivar a oferta de produtos financeiros adequados ao público do Bolsa Família, de forma a atender suas reais necessidades. Também queremos estimular essas pessoas a buscarem mais informações sobre finanças e colaborar para que elas tenham mais condições de encontrar alternativas para garantir a sustentabilidade econômica de suas famílias.
O banco pode ser um importante aliado no processo de construção da emancipação social de pessoas, famílias e comunidades que estiveram excluídas por longos períodos do processo de crescimento econômico. Ter uma conta bancária pode ser um reforço à auto-estima. O acesso ao crédito pode ser um instrumento importante para estimular experiências de economia solidária, pequenos empreendimentos, cooperativas, dentre outras iniciativas que dão mais autonomia aos beneficiários do Bolsa Família - complementando as oportunidades geradas por iniciativas de qualificação profissional, como o Próximo Passo, que vem qualificando beneficiários do Bolsa Família para os setores da construção civil e do turismo.
A exclusão do sistema financeiro pode trazer vários prejuízos às pessoas de baixa renda, inibindo, inclusive, suas possibilidades de emancipação. O crédito por meio de canais informais como agiotas e congêneres, deixando o tomador de empréstimo refém de um sistema perverso e sem regulação, é apenas um dos problemas que queremos evitar oferecendo a opção dentro do sistema financeiro e nos moldes que caibam no bolso de cada um.
Completando um círculo virtuoso de desenvolvimento, essas iniciativas geram benefícios para toda a sociedade, porque têm reflexos na organização do mercado interno, incentivando empresas a se voltarem para as demandas dos mais pobres, ao mesmo tempo em que promovem a coesão social e um ambiente dinâmico e tranquilo para justiça social. Nosso propósito é estabelecer as bases de um Estado mais justo e solidário, rumo a uma sociedade onde todos tenham os mesmos direitos e oportunidades.
Patrus Ananias é ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Maria Fernanda Ramos Coelho é presidenta da Caixa Econômica Federal
Nota do Chicão:
O Bolsa Família ajuda todo o Brasil a crescer.
O dinheiro nele empregado irriga a economia e gera empregos, muitos empregos.
Gera negócios, muitos negócios.
Tem gente que ainda não caiu na real e pensa o Bolsa Família apenas como um benefício social.
Ele é mais do que isto.
É um incentivador da economia e um fortalecedor do PIB.
A economia gira e os benefícios atingem toda a sociedade: inclusive você.
Grande Patrus Ananias, deveria ser o próximo presidente do Brasil.
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Patrus: Bolsa Família terá novo sistema online de monitoramento
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O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, anunciou hoje (20) a criação de um novo sistema online de monitoramento do programa Bolsa Família.
A nova ferramenta cruza informações repassadas pelos gestores municipais do programa com dados do Cadastro Único do ministério, facilitando a identificação de inconsistências apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em auditorias, como subdeclaração de renda e beneficiários que foram eleitos para cargos públicos, o que impede a permanência no programa.
O chamado Sistema de Monitoramento de Auditorias do Cadastro Único (Simac) já está funcionando há 20 dias e foi acessado por 357 municípios. No período, 6 mil cadastros apontados como suspeitos pelo TCU foram alterados para esclarecimentos de informações. De acordo com o Patrus, as visitas dos gestores às casas dessas famílias mostraram que dois terços delas viviam conforme o declarado. O restante tinha, na maioria dos casos, problemas de ordem formal, como erros cadastrais, e não material, que configuraria uma tentativa de fraude.
As atualizações também servirão para impedir que esses cadastrados do Bolsa Família tenham o benefício bloqueado em novembro ou totalmente cancelado em fevereiro de 2010.
“Estamos atendendo dentro do prazo estabelecido todas as determinações e as orientações do TCU. De resto estamos procurando trabalhar também com os demais órgãos de controle e fiscalização do Estado”, explicou o ministro em entrevista coletiva.
Este ano e em 2010, o Ministério do Desenvolvimento e Combate à Fome também vai cruzar bases de dados do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), da Previdência Social, do Cadastro Único e da folha de pagamento do Bolsa Família para reforçar o controle do programa. De acordo com Patrus, será mais um aprimoramento do sistema de fiscalização. “O que queremos é mostrar que o programa vem sendo monitorado e fiscalizado constantemente”, afirmou.
O Bolsa Família atende cerca de 12 milhões de famílias que têm renda de até R$ 140 por mês. De acordo com o ministério, o programa foi responsável pela redução da desigualdade social no Brasil em 20% entre 2004 e 2006.
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O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, anunciou hoje (20) a criação de um novo sistema online de monitoramento do programa Bolsa Família.
A nova ferramenta cruza informações repassadas pelos gestores municipais do programa com dados do Cadastro Único do ministério, facilitando a identificação de inconsistências apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em auditorias, como subdeclaração de renda e beneficiários que foram eleitos para cargos públicos, o que impede a permanência no programa.
O chamado Sistema de Monitoramento de Auditorias do Cadastro Único (Simac) já está funcionando há 20 dias e foi acessado por 357 municípios. No período, 6 mil cadastros apontados como suspeitos pelo TCU foram alterados para esclarecimentos de informações. De acordo com o Patrus, as visitas dos gestores às casas dessas famílias mostraram que dois terços delas viviam conforme o declarado. O restante tinha, na maioria dos casos, problemas de ordem formal, como erros cadastrais, e não material, que configuraria uma tentativa de fraude.
As atualizações também servirão para impedir que esses cadastrados do Bolsa Família tenham o benefício bloqueado em novembro ou totalmente cancelado em fevereiro de 2010.
“Estamos atendendo dentro do prazo estabelecido todas as determinações e as orientações do TCU. De resto estamos procurando trabalhar também com os demais órgãos de controle e fiscalização do Estado”, explicou o ministro em entrevista coletiva.
Este ano e em 2010, o Ministério do Desenvolvimento e Combate à Fome também vai cruzar bases de dados do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), da Previdência Social, do Cadastro Único e da folha de pagamento do Bolsa Família para reforçar o controle do programa. De acordo com Patrus, será mais um aprimoramento do sistema de fiscalização. “O que queremos é mostrar que o programa vem sendo monitorado e fiscalizado constantemente”, afirmou.
O Bolsa Família atende cerca de 12 milhões de famílias que têm renda de até R$ 140 por mês. De acordo com o ministério, o programa foi responsável pela redução da desigualdade social no Brasil em 20% entre 2004 e 2006.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Homenagem ao programa "Um milhão de cisternas"
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O ser humano deve aprender a usufruir do que Deus lhe oferece. Para isto, aproveitar os recursos de modo equilibrado é fundamental.
Um grupo de ONGs, pensando em melhorar a vida das pessoas, desenvolveu um projeto fantástico: aproveitar a água da chuva, armazenando-a em cisternas. A meta: um milhão de cisternas.
Foram à luta. Ganharam respeito e ajuda.

Centenas de milhares já foram construídas, em todo o semi-árido.
Ter água ao lado de casa é um "luxo" que muda a vida das pessoas.
Querem saber o preço de cada cisterna: menos de R$2 mil reais.

A sociedade deve buscar soluções, criar projetos, desenvolver tecnologia. É desta forma que vamos nos tornar um OUTRO PAÍS.
Parabéns a todas as ONGs que participam da ARTICULAÇÃO DO SEMI-ÁRIDO (ASA).
"Cisternas - Os tanques de placas de cimento para a captação de água da chuva têm capacidade para armazenar até 16 mil litros e representam uma solução de acesso a recursos hídricos que provoca grandes impactos nas condições de vida da população. São destinados à população rural de baixa renda que sofre com os efeitos das secas prolongadas. Durante a seca, o acesso a água normalmente só é possível em barreiros, açudes e poços que ficam a grandes distâncias e possuem água de baixa ou baixíssima qualidade, responsável por várias doenças. Com as cisternas, os moradores podem armazenar a água do período das chuvas (que dura aproximadamente 4 meses), para o resto do ano.
Cada cisterna custa R$ 1,6 mil e pode durar 50 anos. Para o próximo ano, além do investimento na construção de cisternas, estão previstos mais de R$ 25 milhões do Ministério do Desenvolvimento Social destinados à ampliação do acesso à água para a produção de alimentos".
Matéria completa (de 2007) no seguinte endereço:
http://www.fomezero.gov.br/noticias/mds-e-articulacao-do-semi-arido-parceria-ja-resultou-em-167-mil-cisternas/
Infelizmente o site da ASA não está funcionando.
Outra notícia mais atual é:
Investimento garantirá acesso a água a 45 mil famílias no Semi-árido
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O ser humano deve aprender a usufruir do que Deus lhe oferece. Para isto, aproveitar os recursos de modo equilibrado é fundamental.
Um grupo de ONGs, pensando em melhorar a vida das pessoas, desenvolveu um projeto fantástico: aproveitar a água da chuva, armazenando-a em cisternas. A meta: um milhão de cisternas.
Foram à luta. Ganharam respeito e ajuda.

Centenas de milhares já foram construídas, em todo o semi-árido.
Ter água ao lado de casa é um "luxo" que muda a vida das pessoas.
Querem saber o preço de cada cisterna: menos de R$2 mil reais.

A sociedade deve buscar soluções, criar projetos, desenvolver tecnologia. É desta forma que vamos nos tornar um OUTRO PAÍS.
Parabéns a todas as ONGs que participam da ARTICULAÇÃO DO SEMI-ÁRIDO (ASA).
"Cisternas - Os tanques de placas de cimento para a captação de água da chuva têm capacidade para armazenar até 16 mil litros e representam uma solução de acesso a recursos hídricos que provoca grandes impactos nas condições de vida da população. São destinados à população rural de baixa renda que sofre com os efeitos das secas prolongadas. Durante a seca, o acesso a água normalmente só é possível em barreiros, açudes e poços que ficam a grandes distâncias e possuem água de baixa ou baixíssima qualidade, responsável por várias doenças. Com as cisternas, os moradores podem armazenar a água do período das chuvas (que dura aproximadamente 4 meses), para o resto do ano.
Cada cisterna custa R$ 1,6 mil e pode durar 50 anos. Para o próximo ano, além do investimento na construção de cisternas, estão previstos mais de R$ 25 milhões do Ministério do Desenvolvimento Social destinados à ampliação do acesso à água para a produção de alimentos".
Matéria completa (de 2007) no seguinte endereço:
http://www.fomezero.gov.br/noticias/mds-e-articulacao-do-semi-arido-parceria-ja-resultou-em-167-mil-cisternas/
Infelizmente o site da ASA não está funcionando.
Outra notícia mais atual é:
Investimento garantirá acesso a água a 45 mil famílias no Semi-árido
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sábado, 7 de fevereiro de 2009
Resposta do ministro Patrus Ananias sobre a Globo
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Perguntei aproximadamente o seguinte: “Ministro Patrus, eu gostaria de trazer a discussão para o campo da Comunicação. Ontem mesmo, o Bolsa Família foi pauta do Jornal Nacional. Na matéria, mostraram uma moça que recebe o auxílio, dizendo que preferia que a renda viesse de um emprego, e um especialista, dizendo que o Governo deveria investir mais e gastar menos. Sendo ‘o gasto’ o Bolsa Família. Matérias como essa dão a entender que Programas de Transferência de Renda inibem ou prejudicam a geração de emprego. Entretanto, a realidade mostra justamente o oposto. Como o Senhor avalia a relação da mídia com a temática da transferência de renda?”
... Patrus Ananias foi categórico! Não tive como registrar as palavras exatas, infelizmente. Mas o Ministro falou que os Programas Sociais têm grandes inimigos, a Rede Globo é certamente um dos maiores. Disse que já ouviu de editores globais que eles respeitam a pessoa do Ministro, sua trajetória, mas são contra os Programas do Governo. Para Patrus, é nítida a má vontade da mídia para com as ações do Desenvolvimento Social, pois existe uma verdadeira disputa pelos próprios recursos da nação.
Enquanto os Governos anteriores investiam em infra-estrutura, para que a classe empresarial fosse beneficiada, este Governo destina parte dos recursos públicos para a população mais pobre. O discurso do “mais investimento e menos gasto” está mascarando uma falácia: de que o desenvolvimento econômico por si só garante avanço social. Para o Ministro, isto não procede, já que o próprio Brasil teve momentos de grande crescimento econômico, mas a pobreza e a miséria persistiram. Daí a necessidade de Políticas Sociais. Ficou claro que o Bolsa Família não está isolado, mas compõe toda uma rede de Programas, que também incluem capacitação profissional, doação de equipamentos, compra da produção de pequenos agricultores, financiamento pelo Pronaf, democratização do acesso à água (com Cisternas) e à eletricidade (com o Luz Para Todos), Restaurantes Populares, enfim. Uma série de medidas que substituem 'assistencialismo' por Políticas Públicas de Desenvolvimento Social, e resgatam brasileiros da situação de miséria e pobreza, incluem massas no mercado de consumo – o que gera um efeito multiplicador e beneficia toda a economia, e garantem o direito constitucional ao mínimo de dignidade, à segurança alimentar, à vida.
Do Blog Crápula Mor
Nota do Chicão:
O programa Bolsa Família é um dos melhores programas econômicos que o Brasil poderia ter.
Nesta crise estamos aprendendo isto. Os empresários dizem: os empregos dependem do CONSUMO. Ou seja, se o povo comprar e as empresas venderem, elas terão que contratar funcionários para fabricarem os produtos.
Ou seja, o desenvolvimento do Brasil depende do CONSUMO. E O CONSUMO DEPENDE DE DISTRIBUIÇÃO DE RENDA.
Já cansei de escrever aqui no Blog do Chicão. Uma pessoa que ganha 50 mil reais por mês vai tomar tanto leite quanto uma pessoa que ganha mil reais. Portanto, para aumentar o total de leite vendido é muito melhor ter 50 pessoas ganhando mil do que uma ganhando 50 mil.
De modo tímido, é o que o Bolsa Família faz. Gera distribuição de renda. Pessoas pobres aumentam um pouco o seu poder de compra. Com isto podem fazer a economia brasileira girar, ou seja vender mais.
Vendendo mais os emrpesários investem mais e por aí vai...
A luta da Globo não é somente contra o Bolsa Família, é contra toda e quaisquer leis e programas que possam transferir renda e democratizar a sociedade. Vide o desejo dela da auto-regulação (nós mandamos e vocês ficam só "olhando").
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Perguntei aproximadamente o seguinte: “Ministro Patrus, eu gostaria de trazer a discussão para o campo da Comunicação. Ontem mesmo, o Bolsa Família foi pauta do Jornal Nacional. Na matéria, mostraram uma moça que recebe o auxílio, dizendo que preferia que a renda viesse de um emprego, e um especialista, dizendo que o Governo deveria investir mais e gastar menos. Sendo ‘o gasto’ o Bolsa Família. Matérias como essa dão a entender que Programas de Transferência de Renda inibem ou prejudicam a geração de emprego. Entretanto, a realidade mostra justamente o oposto. Como o Senhor avalia a relação da mídia com a temática da transferência de renda?”
... Patrus Ananias foi categórico! Não tive como registrar as palavras exatas, infelizmente. Mas o Ministro falou que os Programas Sociais têm grandes inimigos, a Rede Globo é certamente um dos maiores. Disse que já ouviu de editores globais que eles respeitam a pessoa do Ministro, sua trajetória, mas são contra os Programas do Governo. Para Patrus, é nítida a má vontade da mídia para com as ações do Desenvolvimento Social, pois existe uma verdadeira disputa pelos próprios recursos da nação.
Enquanto os Governos anteriores investiam em infra-estrutura, para que a classe empresarial fosse beneficiada, este Governo destina parte dos recursos públicos para a população mais pobre. O discurso do “mais investimento e menos gasto” está mascarando uma falácia: de que o desenvolvimento econômico por si só garante avanço social. Para o Ministro, isto não procede, já que o próprio Brasil teve momentos de grande crescimento econômico, mas a pobreza e a miséria persistiram. Daí a necessidade de Políticas Sociais. Ficou claro que o Bolsa Família não está isolado, mas compõe toda uma rede de Programas, que também incluem capacitação profissional, doação de equipamentos, compra da produção de pequenos agricultores, financiamento pelo Pronaf, democratização do acesso à água (com Cisternas) e à eletricidade (com o Luz Para Todos), Restaurantes Populares, enfim. Uma série de medidas que substituem 'assistencialismo' por Políticas Públicas de Desenvolvimento Social, e resgatam brasileiros da situação de miséria e pobreza, incluem massas no mercado de consumo – o que gera um efeito multiplicador e beneficia toda a economia, e garantem o direito constitucional ao mínimo de dignidade, à segurança alimentar, à vida.
Do Blog Crápula Mor
Nota do Chicão:
O programa Bolsa Família é um dos melhores programas econômicos que o Brasil poderia ter.
Nesta crise estamos aprendendo isto. Os empresários dizem: os empregos dependem do CONSUMO. Ou seja, se o povo comprar e as empresas venderem, elas terão que contratar funcionários para fabricarem os produtos.
Ou seja, o desenvolvimento do Brasil depende do CONSUMO. E O CONSUMO DEPENDE DE DISTRIBUIÇÃO DE RENDA.
Já cansei de escrever aqui no Blog do Chicão. Uma pessoa que ganha 50 mil reais por mês vai tomar tanto leite quanto uma pessoa que ganha mil reais. Portanto, para aumentar o total de leite vendido é muito melhor ter 50 pessoas ganhando mil do que uma ganhando 50 mil.
De modo tímido, é o que o Bolsa Família faz. Gera distribuição de renda. Pessoas pobres aumentam um pouco o seu poder de compra. Com isto podem fazer a economia brasileira girar, ou seja vender mais.
Vendendo mais os emrpesários investem mais e por aí vai...
A luta da Globo não é somente contra o Bolsa Família, é contra toda e quaisquer leis e programas que possam transferir renda e democratizar a sociedade. Vide o desejo dela da auto-regulação (nós mandamos e vocês ficam só "olhando").
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