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Ações diretas em Madri em solidariedade com o/as preso/as Mapuches
Comunicado:
Na madrugada de ontem (9 de agosto) novamente foi visitada a loja da Benetton¹ na rua Fuencarral, em Madri. A fachada foi destruída por uma pedrada poderosa, e pichado "Aqui se explora o povo Mapuche”.
Esta empresa em colaboração com o Estado chileno rouba as terras Mapuches, onde os índios são explorados como mão de obra barata e detidos numa espécie de campo de concentração.
Também foi atacada uma academia policial nos arredores de Atocha, desta vez com um martelo se destruiu uma janela da porta da frente, deixando pichado "Solidariedade com o povo Mapuche" e "polícia assassina".
Em defesa da Terra, em defesa de todos os animais!
Solidariedade com o/as preso/as Mapuches em greve de fome!
Pela destruição dos meios de produção. Não temos nada que autogestionar, e muito menos participar de estúpidas festas de consumo.
Terra Selvagem
[1] A Benetton é uma multinacional com negócios que ultrapassam 7 bilhões de dólares por ano. Emprega cerca de 50 mil pessoas em atividades como exploração de estradas, estações ferroviárias, empresas imobiliárias, hotelaria e telecomunicações. Em suas fábricas têxteis na Ásia, emprega menores de idade como operários para diminuir o custo produtivo O grupo opera em 120 países com dezenas de fábricas, fazendas e milhares de lojas.
agência de notícias anarquistas-ana
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sábado, 14 de agosto de 2010
terça-feira, 28 de abril de 2009
Ação direta: Ativistas anarquistas afundam navio baleeiro norueguês
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[A temporada de crueldade, caça e assassinato de baleias está para começar
na Noruega, cuja carne depois será oferecida a altos preços no mercado de
peixe de Tóquio, no Japão. Porém, ativistas afundaram mais um navio de uma
das maiores indústrias baleeiras do mundo, a norueguesa. Japão, Noruega e
Islândia, são os únicos países do mundo engajados na matança de baleias.
Desde 1992, este é o sexto navio baleeiro deste país a sofrer ações
diretas. A seguir o comunicado dos/as autore/as do ataque rebelde
divulgado pela internet.]
Comunicado:
Henningsvær, Noruega, 24 de abril de 2009.
Na noite de quinta-feira, 23 de abril, entramos às escondidas em um navio
baleeiro norueguês para realizar algumas reparações em sua preparação para
a temporada 2009 de caça as baleias nas ilhas de Lofoten, em Henningsvær.
Para atrasar a época de caça e matanças destes cetáceos e protestar contra
a exportação ilegal de carne de baleias para o Japão, desmontamos uma
válvula da embarcação e inundamos a casa de máquinas. Infelizmente os
bombeiros chegaram rapidamente, mas não o suficiente para impedir que o
navio acabasse cheio de água do mar. Os estragos já haviam sido causados.
Para as indústrias pesqueiras, os investidores em Tóquio e os investidores
da caça de baleias na Noruega, com seus trabalhos sujos só conseguirão
mais navios afundados. Como resultado direto de um crescente comércio
internacional de espécie ameaçadas de extinção, chegamos a Henningsvaer. E
viemos (vimos) afundar navios baleeiros.
Afundamos mais um bastardo!
A-21
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[A temporada de crueldade, caça e assassinato de baleias está para começar
na Noruega, cuja carne depois será oferecida a altos preços no mercado de
peixe de Tóquio, no Japão. Porém, ativistas afundaram mais um navio de uma
das maiores indústrias baleeiras do mundo, a norueguesa. Japão, Noruega e
Islândia, são os únicos países do mundo engajados na matança de baleias.
Desde 1992, este é o sexto navio baleeiro deste país a sofrer ações
diretas. A seguir o comunicado dos/as autore/as do ataque rebelde
divulgado pela internet.]
Comunicado:
Henningsvær, Noruega, 24 de abril de 2009.
Na noite de quinta-feira, 23 de abril, entramos às escondidas em um navio
baleeiro norueguês para realizar algumas reparações em sua preparação para
a temporada 2009 de caça as baleias nas ilhas de Lofoten, em Henningsvær.
Para atrasar a época de caça e matanças destes cetáceos e protestar contra
a exportação ilegal de carne de baleias para o Japão, desmontamos uma
válvula da embarcação e inundamos a casa de máquinas. Infelizmente os
bombeiros chegaram rapidamente, mas não o suficiente para impedir que o
navio acabasse cheio de água do mar. Os estragos já haviam sido causados.
Para as indústrias pesqueiras, os investidores em Tóquio e os investidores
da caça de baleias na Noruega, com seus trabalhos sujos só conseguirão
mais navios afundados. Como resultado direto de um crescente comércio
internacional de espécie ameaçadas de extinção, chegamos a Henningsvaer. E
viemos (vimos) afundar navios baleeiros.
Afundamos mais um bastardo!
A-21
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quarta-feira, 4 de junho de 2008
Ninguém é inocente!

Ninguém é inocente!
Este lema anarquista é muito bom.
Só exisitu escravidão porque existiram pessoas que aceitaram ser escravos.
Estes escravos acreditaram na ideologia que mantinha a escravidão.
Coisas do tipo: Deus fez o mundo assim...
A cultura aprisiona e direciona a mente das pessoas.
Os brasileiros que vivem na amazônia só sabem lidar com a terra desmatando.
Os brasileiros que moram nas cidades também.
Eles colocam cimento em tudo, cortam as árvores. Enfim, detonam tudo, da mesma forma que os humanos que moram na amazônia.
É uma pena!
Mas é a cultura.
Tanto lá, como aqui.
É assim que as pessoas sabem viver. É assim que elas escolhem viver.
Votam em políticos que fazem pontes bonitas, e desprezam os que investem em educação.
Observe no governo federal: todos discutem o PAC. Quantos discutem o PDE (plano de desenvolvimento da educação)?
Cimento e asfalto dá voto.
Educação? Ninguém valoriza de fato.
Este PDE é um dos melhores programas da história do Brasil. Estão de parabéns o atual ministro da educação (Fernando Haddad) e o anterior (Tarso Genro).
Mas... ninguém valoriza, ninguém discute.
Ninguém é inocente!
Quando o gov. de SP deixa sem professores a maioria das escolas ele sabe que ninguém valoriza a educação.
Sem os gastos com a contratação de MILHARES de professores dá para pagar a propaganda MILIONÁRIA nos jornais e TVs e AINDA SOBRA MUITO DINHEIRO.
Tudo porque a população pobre, rica, alta, baixa, magra, gorda NÃO VALORIZA A EDUCAÇÃO.
E os políticos fazem exatamente o que a população valoriza. Investem em asfalto e deixam de lado a educação e a cultura.
Assim é a vida.
Que cada um assuma suas responsabilidades.
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